| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 106.976,00 |
| Dez/25 | R$ 107.180,00 |
| Nov/25 | R$ 107.342,00 |
| Out/25 | R$ 107.601,00 |
| Set/25 | R$ 107.947,00 |
| Ago/25 | R$ 108.175,00 |
| Jul/25 | R$ 108.349,00 |
| Jun/25 | R$ 108.894,00 |
| Mai/25 | R$ 109.442,00 |
| Abr/25 | R$ 109.992,00 |
| Mar/25 | R$ 110.158,00 |
| Fev/25 | R$ 110.225,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE no Volvo NH-12 380 6×4 diesel (2000)
Este artigo aborda a relação entre a Tabela FIPE e o Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) do ano 2000, oferecendo uma visão educativa sobre como interpretar os valores de referência para seguro, reposição de peças e planejamento de frota. Observação importante: não incluímos preços neste conteúdo, pois os dados de preço do veículo são inseridos automaticamente no topo do post pela nossa plataforma. Nosso foco é explicar conceitos, ficha técnica e impactos práticos para quem atua na área de corretagem de seguros e gestão de risco para caminhões pesados.
O que é a Tabela FIPE e qual o papel dela na avaliação de caminhões
A Tabela FIPE é uma base de referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões. Ela funciona como um piso de referência, não como um preço de venda definitivo, oferecendo valores médios de mercado que ajudam quatro frentes principais: indica a indenização de sinistros, serve de base para cálculos de seguro de responsabilidade civil e danos, facilita a avaliação de recuperações de defeitos ou peças e ancora negociações entre seguradoras, concedentes de crédito e proprietários de frotas. No caso de caminhões pesados como o NH-12, a referência FIPE tende a refletir, além do ano e do tipo de motor, a configuração de tração, a cabine e a carroceria, já que variações nessas características costumam provocar diferenças relevantes no valor de referência.

É comum que o valor FIPE de um caminhão como o NH-12 380 6×4 seja influenciado por fatores que vão além do motor, como a quilometragem, o estado de conservação, o histórico de manutenção, a presença de acessórios de risco (por exemplo, equipamentos de guincho, cavalos de reboque, ou caçambas especializadas) e as condições gerais de uso (distribuição, longas viagens vs. curtas). Para profissionais de seguros, entender esses elementos é essencial para calibrar coberturas, franquias e coberturas adicionais, sempre levando em conta que o valor FIPE é uma referência e não uma garantia de indenização em caso de sinistro.
Neste contexto, o artigo se debruça sobre a ficha técnica do Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) de 2000, destacando como cada item da ficha técnica pode influenciar não apenas a Tabela FIPE, mas também a avaliação de risco para apólices de seguro de caminhões pesados.
Ficha técnica resumida do Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) 2000
- Motorização: diesel de 12 litros, com potência típica elevada para caminhões de grande porte, chegando a patamar próximo de 380 cv em versões específicas.
- Tração e cabine: configuração 6×4 com cabine simples de 2 portas, projetada para uso em pesado, com boa capacidade de manobra para operações de frota que exigem tração traseira robusta.
- Transmissão: câmbio manual de várias marchas, ajustado para desempenho em terreno de carga, com relações pensadas para tração e propulsão em velocidades de rodagem variadas.
- Dimensões e capacidade: o veículo pertence ao segmento de caminhões pesados, com peso bruto total (GVWR) variável conforme a carroceria e a configuração. Em termos de referência, esse tipo de linha costuma operar em faixas próximas a dezenas de toneladas de capacidade, com variações conforme o conjunto motor-cabine-carroceria.
Observação: as especificações acima representam uma configuração comum para o NH-12 380 6×4 2p diesel de 2000. Em mercados diferentes ou em versões específicas, pode haver pequenas variações de potência, torque, transmissão e peso. A ficha técnica serve como referência para entender demandas de seguro e planejamento de frota, mas a confirmação de características exatas deve considerar o registro do veículo, o laudo técnico e o histórico de manutenção.
Como a FIPE impacta o seguro e a gestão de riscos do NH-12
Para corretores e gestores de frotas, a correspondência entre a FIPE e o seguro é uma relação de responsabilidade: a FIPE oferece uma base estável para estimar o valor de indenização em caso de colisões, furtos ou sinistros que exijam reposição integral do veículo ou de componentes significativos. Caminhões pesados como o NH-12, com configuração 6×4 e cabine simples, costumam ter particularidades de seguro que vão além do preço de aquisição: a idade do modelo, o desgaste de componentes críticos (travões, eixo, suspensão), o estado da carroceria, a configuração de reboque ou carroceria (caçamba, plataforma, sider) e a natureza das operações (longas viagens, transporte refrigerado, carga seca) influenciam o custo de risco e, por consequência, o valor segurado.
Quando se utiliza a FIPE como referência, é comum que as seguradoras complementem a avaliação com critérios de risco adicionais, como histórico de sinistros da frota, frequência de uso (horas de operação por dia), condições de manutenção (presença de plano de manutenção, histórico de trocas de óleo, filtros, correias), presença de dispositivos de segurança (monitoramento telemático, freios ABS, controle de estabilidade) e a presença de acessórios que possam impactar o valor de recuperação. Em caminhões, itens como a disponibilidade de peças de reposição originais, a proximidade de centros de serviço autorizados e a qualidade da linha de carretas podem influenciar diretamente a percepção de risco e os custos de seguro ao longo da vida útil da frota.
Para o corretor, entender que a FIPE é um referencial de mercado ajuda a explicar ao cliente por que a indenização contratada pode parecer diferente de um simples preço de compra. A tabela fornece pontos de referência que ajudam a definir coberturas, limites de indenização, franquias e condições específicas de cada contrato. Além disso, essa compreensão facilita a comunicação entre o proprietário da frota, a seguradora e o avaliador, promovendo decisões mais transparentes e alinhadas com as necessidades operacionais.
Boas práticas para manter o valor referencial e facilitar a negociação de seguro
Manter o Volvo NH-12 em bom estado não é apenas uma questão de conformidade com normas de trânsito; é também uma estratégia de preservação de valor para fins de seguro. Aqui vão algumas práticas úteis para quem gerencia uma frota com esse tipo de caminhão:
Primeiro, mantenha o regime de manutenções preventivas rigoroso. Registro de serviços, trocas de óleo, filtros, pastilhas, lonas da cabine e inspeções de freios devem estar documentados. A regularidade de visitas à oficina autorizada ou a centros de serviço com histórico de manutenção ajuda a demonstrar cuidado com o equipamento, o que costuma reduzir o custo médio do seguro ao longo do tempo.
Segundo, cuide da carroceria e da cabine. Riscos e amassados superficiais podem não apenas impactar a estética, mas também o valor de revenda e o custo de reparos. A adoção de proteções simples, como películas de proteção em áreas sujeitas a desgaste ou adesivos refletivos de qualidade, pode contribuir para a durabilidade da carenagem e da pintura.
Terceiro, utilize soluções de telemetria e monitoramento de frota. Dados de operação — como consumo, trajetos percorridos, paradas, velocidades médias e comportamento de condução — ajudam a construir um histórico de êxitos operacionais. Seguradoras costumam valorizar frotas que evidenciam gestão de risco com dados concretos, o que pode se traduzir em condições mais competitivas de apólice e franquias ajustadas ao risco real.
Quarto, mantenha a documentação atualizada. Certificados de conformidade, itens de segurança obrigatórios, atestados de inspeção técnica e registro de treinamentos de condutores costumam influenciar positivamente a percepção de segurança da operação e, por consequência, o custo de seguro ao longo do tempo.
A marca Volvo e suas referências no segmento de caminhões pesados
A Volvo é uma das marcas mais reconhecidas na indústria de caminhões, com uma história consolidada em engenharia, durabilidade e foco na segurança. Fundada na Suécia, a Volvo tem tradição em desenvolver veículos comerciais com ciclos de vida longos, adaptados a diferentes mercados e necessidades de transporte. O NH-12, em especial, ocupa espaço relevante em operações de frota que demandam resistência em trajetos longos, capacidade de carga considerável e desempenho estável em condições de trabalho exigentes.
Entre as características associadas à reputação da Volvo estão a ênfase em robustez de chassis, infraestrutura de assistência técnica ampla, disponibilidade de peças originais e uma rede de serviços que facilita a manutenção da frota. Além disso, a Volvo historicamente investe em soluções de segurança — para motoristas, frota e comunidades —, com sistemas que ajudam no controle de estabilidade, frenagem e monitoramento de desempenho. Essa combinação de confiabilidade, suporte logístico e foco em segurança costuma influenciar positivamente as avaliações de seguro e as condições de reposição de peças, fatores que o corretor de seguros pode levar em conta ao elaborar propostas para caminhões NH-12 e veículos da marca.
