| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 105.984,00 |
| Dez/25 | R$ 106.186,00 |
| Nov/25 | R$ 106.347,00 |
| Out/25 | R$ 106.604,00 |
| Set/25 | R$ 106.947,00 |
| Ago/25 | R$ 107.173,00 |
| Jul/25 | R$ 107.346,00 |
| Jun/25 | R$ 107.454,00 |
| Mai/25 | R$ 107.671,00 |
| Abr/25 | R$ 107.768,00 |
| Mar/25 | R$ 107.931,00 |
| Fev/25 | R$ 107.997,00 |
Como entender a Tabela FIPE no contexto do Agrale Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel 2012
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de veículos usados. Para corretores de seguros, concessionárias e proprietários, ela funciona como base para determinar o valor segurado (a soma versada em contrato) e, consequentemente, influenciar decisões sobre coberturas, franquias e apólices de proteção. No caso específico do Agrale Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel, ano 2012, a leitura da FIPE requer atenção aos atributos técnicos, ao uso previsto e ao histórico de manutenção, pois tudo isso impacta o risco coberto pela seguradora. Neste artigo, vamos explorar como interpretar a tabela FIPE para esse modelo, apresentar uma ficha técnica resumida, considerar a história da marca e discutir como esses elementos se traduzem em uma contratação de seguro mais precisa e eficiente.
O que é a Tabela FIPE e por que ela impacta o seguro de um Marruá 2012
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) reúne mensalmente dados de mercado sobre veículos usados no Brasil, oferecendo um índice que representa o valor médio de venda no estado de conservação considerado na amostra. Diferente do preço de venda de um anúncio específico, a FIPE entrega uma referência estável, que ajuda a padronizar avaliações em transações, financiamentos e, principalmente, seguros. Quando uma seguradora determina o valor segurado de um veículo, ela costuma se apoiar nesse referencial para evitar supervalorização ou subavaliação que possa gerar desvios de sinistralidade. Por isso, entender como a FIPE trata o Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel de 2012 é essencial para quem deseja uma proteção adequada sem surpresas no momento de uma indenização ou de uma indenização parcial.

Para o setor de seguros, a relação entre FIPE e apólice envolve aspectos como depreciação ao longo do tempo, estado do automóvel (leitura do desgaste, histórico de revisões e manutenção), uso do veículo (profissional, utilitário ou passeio), além de acessórios que podem ou não entrar no valor segurado. Em utilitários pesados, caminhonetes e veículos de uso misto, o peso do desgaste mecânico e a disposição de reposição de peças influenciam significativamente a avaliação de risco. Por essa razão, um corretor que entende as particularidades do Marruá, aliado a uma leitura cuidadosa da FIPE, consegue propor coberturas alinhadas às necessidades do cliente, com proteção adequada para o patrimônio e para as atividades diárias ou profissionais que dependem desse veículo.
Ao dialogar com clientes que trabalham com frota ou com atividades na área de serviço, vale ainda destacar que o Marruá, por ser um veículo com foco em robustez e capacidades off-road, pode exigir uma análise de uso mais detalhada. Mesmo que o seguro básico cubra colisões, incêndio e roubo, a prática de uso em áreas rurais, estradas não pavimentadas, ou em missões de campo pode influenciar a escolha de coberturas adicionais, como rastreamento, assistência 24 horas, seguro de carga e, se couber, a inclusão de coberturas específicas para acessórios instalados. Em resumo, a FIPE funciona como bússola, mas o mapa completo do seguro depende de uma avaliação do uso real do veículo e do histórico de manutenção do proprietário.
Ficha Técnica resumida do Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel (2012)
Abaixo, apresentamos uma síntese técnica do Agrale Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel, modelo 2012. Este resumo é útil para entender os elementos que costumam influenciar o valor de mercado e as decisões de seguradoras, sem perder de vista a natureza do veículo como utilitário robusto, com foco em uso profissional e off-road.
- Motor e desempenho: motor diesel turbocombinado de 2.8 litros, com sistema TDI e intercooler, projetado para oferecer torque expressivo em baixas rotações, adequado a aplicações que exigem força de tração em terrenos desafiadores.
- Transmissão e tração: câmbio manual com várias marchas e sistema de tração 4×4, com diferencial central e opção de reduzida, preparado para situações de off-road, terrenos acidentados e uso utilitário em áreas rurais ou de serviço pesado.
- Carroceria e capacidade de carga: carroceria utilitária com cabine adequada ao trabalho diário, espaço para carga útil compatível com atividades profissionais, e opções de configuração que variam conforme a função (p. ex., cabine simples com caçamba para serviços ou cabines com ampliações para transporte de pessoal e ferramentas).
- Dimensões, peso e capacidade de abastecimento: veículo de porte médio para utilitários, com boa altura em relação ao solo para transitar por vias com irregularidades; peso a vazio e capacidade de tanque de combustível compatíveis com longas jornadas de serviço, contribuindo para autonomia operacional em campo.
Observação importante: os dados acima refletem a configuração típica do Marruá 2.8 CD TDI Diesel de 2012 conforme o padrão de fábrica e as variações regionais de acabamento. Em qualquer avaliação de FIPE ou de seguro, é essencial confirmar com a documentação específica do veículo (carteira de manutenção, nota fiscal de aquisição, alterações e acessórios instalados) para ajustar o valor segurado de acordo com o estado real do veículo.
Sobre a marca Agrale
Agrale é uma fabricante brasileira de caminhões, tratores, veículos comerciais leves e equipamentos agrícolas, com atuação marcante no mercado nacional e em projetos de interesse público, como veículos utilitários de uso militar e de defesa civil. Fundada no final da década de 1950, a empresa consolidou-se pela combinação de tecnologia italiana de engenharia com o know-how local, criando soluções voltadas a terrenos desafiadores, operações em áreas remotas e aplicações que exigem durabilidade e facilidade de manutenção. O Marruá, em especial, surge como uma resposta à demanda por veículos 4×4 robustos, com capacidade de carga moderada e adaptabilidade a diferentes configurações de carroceria, desde caçambas até vans de trabalho. A história da marca está ligada à tradição brasileira de desenvolver equipamentos que suportam condições adversas — um valor que se alinha a setores como agricultura, construção, defesa civil e pequenas frotas administrativas que precisam de confiabilidade e disponibilidade operacional.
Ao longo dos anos, a Agrale tem investido em redes de assistência técnica, peças de reposição e programas de treinamento para profissionais que utilizam seus veículos em atividades pesadas. Essa rede de suporte é particularmente relevante para seguradoras, uma vez que a disponibilidade de peças, a facilidade de manutenção e a qualidade do serviço de reparo influenciam diretamente a confiabilidade da operação e, consequentemente, o risco coberto pela apólice. Para proprietários, entender a identidade da marca ajuda na avaliação de custos de propriedade, na planeação de revisões e na escolha de coberturas adicionais que possam mitigar riscos específicos de uso em ambientes de trabalho, tanto urbanos quanto rurais.
Impacto da FIPE e do Marruá no desenho da apólice de seguro
Quando uma seguradora avalia o seguro de um Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel, o valor FIPE atua como referência para o montante correspondente à soma segurada. Esse valor serve para orientar o cálculo de indenização integral em caso de sinistro total e para alinhamento de coberturas de terceiros, bem como de danos a acessórios instalados. Além disso, a idade do veículo, o histórico de sinistros, o estado de conservação, a quilometragem rodada e a finalidade de uso (transporte de ferramentas, deslocamento entre locais de serviço, atividades agrícolas ou de defesa civil) entram como fatores que influenciam o prêmio. O Marruá, por ser um veículo com capacidades off-road e aptidão para tarefas com maior demanda de torque e tração, pode exigir uma avaliação mais criteriosa de utilização. Em muitos casos, a seguradora pode recomendar coberturas adicionais, como:
– rastreamento veicular para monitoramento 24 horas;
– assistência 24 horas com cobertura para deslocamento de veículos pesados em áreas remotas;
– proteção de acessórios instalados (p.ex., caçamba, ganchos de reboque, guarnições especiais);
– seguro de responsabilidade civil voltado a atividades profissionais que envolvem transporte de cargas ou uso em terrenos desafiadores.
Esses componentes ajudam a reduzir lacunas de proteção e proporcionam maior tranquilidade ao proprietário, especialmente para quem depende do Marruá para atividades comerciais ou institucionais. Em resumo, a relação entre FIPE e seguro não é apenas um número; é uma ferramenta que facilita o alinhamento entre o valor de mercado, o risco de uso e as necessidades de proteção do negócio.
Além disso, para quem utiliza o Marruá em ambientes com maior exposição a desgaste, é recomendável manter um registro técnico detalhado, com histórico de manutenções, revisões periódicas e substituição de componentes críticos. Este tipo de documentação, quando presente na hora da contratação, pode facilitar a validação do estado de conservação pela seguradora, evitando, por exemplo, ajustes de valor segurado após sinistros ou reajustes indevidos de prêmio. A relação entre manutenção, FIPE e seguro, portanto, é estreita: veículos bem conservados tendem a apresentar riscos menores e, consequentemente, condições mais estáveis de cobertura.
Por fim, o Torozo (ou o operador do Marruá) deve ter clareza de que, mesmo com uma apólice bem desenhada, situações de uso extremo ou danos causados por uso inadequado podem exigir avaliações adicionais. Em cenários de off-road ou de operações agrícolas intensas, vale conversar com a corretora ou com a seguradora para entender como as cláusulas de uso em atividades especiais afetam o contrato. A flexibilidade de uma corretora de seguros para adaptar coberturas ao dia a dia do cliente é um ponto-chave para manter a proteção alinhada às necessidades reais do veículo e da empresa ou pessoa que o utiliza.
Para quem busca tranquilidade adicional, a proteção deve contemplar não apenas o veículo, mas também a continuidade do negócio. Caso haja equipamento instalado no Marruá (como suportes, baús, dispositivos de carregamento específico ou acessórios de trabalho), é essencial incluir esses itens na avaliação de valor segurado e, se houver, em coberturas separadas para acessórios. Afinal, a somatória de tudo o que envolve o Marruá — veículo, acessórios, uso profissional e rede de suporte — molda o custo do seguro e a qualidade da proteção oferecida.
Concluindo, a leitura consciente da Tabela FIPE aliada ao conhecimento técnico do Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel de 2012, junto à avaliação do uso real e do estado do veículo, cria o cenário ideal para uma apólice de seguro que proteja não apenas o patrimônio, mas também a continuidade das atividades do proprietário. A seguradora que entende essa dinâmica poderá oferecer opções que refletirão com mais precisão o valor da proteção necessária e, ao mesmo tempo, evitarão cobranças desnecessárias ou coberturas mal ajustadas.
Para quem quer avançar com uma avaliação precisa e personalizada, procure a orientação de profissionais especializados e, se desejar, faça uma cotação com a GT Seguros para conhecer opções sob medida para o Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel 2012.
