Valor FIPE Atual
R$ 259.956,00
↓ 0,3% vs mês anterior
FIPE: 513241-0
Ano: 2013-3
MêsPreço
Jan/26R$ 259.956,00
Dez/25R$ 260.688,00
Nov/25R$ 265.859,00
Out/25R$ 259.021,00
Set/25R$ 261.215,00
Ago/25R$ 261.852,00
Jul/25R$ 266.965,00
Jun/25R$ 268.856,00
Mai/25R$ 269.658,00
Abr/25R$ 271.187,00
Mar/25R$ 279.784,00
Fev/25R$ 285.451,00

Entendendo a relação entre a Tabela FIPE e o Scania G-480 A 6×4 2p a diesel Euro 5 (2013)

A Tabela FIPE funciona como referência comum no mercado para o valor de reposição ou de venda de veículos usados. Quando falamos de caminhões pesados, como o Scania G-480 A em configuração 6×4 com cabine para dois ocupantes e motor a diesel Euro 5, o papel da FIPE ganha ainda mais relevância: ela facilita a comunicação entre compradores, vendedores, seguradoras e instituições financeiras, oferecendo um parâmetro comum para estimar de forma prática o valor de mercado dessa categoria de veículo. Em geral, a tabela é usada para fundamentar o cálculo de indenização em seguros, quando o veículo fica indisponível ou precisa ser substituído, bem como para orientar negociações de compra e venda no mercado de usados. Vale destacar, porém, que a FIPE é uma referência e não uma garantia absoluta de preço: apudas específicas de veículo, quilometragem, conservação, histórico de manutenção, localização geográfica e condições de venda podem influenciar o valor final. Assim, entender o que compõe essa referência ajuda tanto o proprietário quanto o corretor de seguros a alinhar expectativas e coberturas com maior aproveitamento de proteção.

Para quem atua no universo de seguros, compreender a abrangência da tabela FIPE no caso de caminhões pesados é fundamental não apenas para calcular o teto de indenização, mas também para entender como eventuais depreciações por idade, uso e desgaste impactam o prêmio. A Scania, como fabricante, oferece uma linha de caminhões que se consolidou no Brasil pela robustez, pela eficiência de motor e pela rede de serviço autorizada. A seguir, exploramos a ficha técnica do modelo específico de interesse, além de abordar como a marca e a referência FIPE influenciam a tomada de decisão na hora de proteger esse ativo de alto valor e risco operacional.

Tabela FIPE SCANIA G-480 A 6×4 2p (diesel) (E5) 2013

O que a Tabela FIPE representa para veículos pesados

O objetivo fundamental da Tabela FIPE é padronizar, de forma prática, o valor de referência de um veículo ao longo de sua vida útil. No segmento de caminhões pesados, a valorização ou depreciação depende de fatores adicionais que vão além da idade cronológica. Em termos educativos, pode-se dizer que a FIPE funciona como uma espécie de “sinal indicador” para o mercado, refletindo o preço médio observado em transações de terceiros para modelos próximos em termos de uso, configuração e ano de fabricação. Os principais componentes que influenciam essa referência são a versão do motor, a presença de itens de tecnologia, o estado da caçamba, a cabine, o eixo, a tração e, crucialmente, o histórico de manutenção e a quilometragem acumulada.

Para um Scania G-480 A 6×4 2p diesel Euro 5, a FIPE considera, entre outros aspectos, a configuração 6×4, o tipo de motor D13 imputado pela linha G, a cabine para dois ocupantes e o conjunto de transmissão compatível com uso pesado. Embora a referência seja única para o modelo, as variações regionais e as condições específicas de cada veículo podem levar a valores que divergem do parâmetro nominal. Nesses casos, o corretor de seguros precisa entender onde o veículo se situa em relação à média da FIPE para justificar coberturas e limites de indenização com base em dados reais do veículo, como a idade do motor, o histórico de revisão e a presença de opcionais que elevam o valor de reposição.

Outra dimensão importante é a aplicação prática na apólice de seguro. Em linhas gerais, o valor segurado costuma ter dois componentes relevantes: o valor de mercado de reposição ou o valor de aquisição (quando o contrato permite). A FIPE entra como referência para definir esse teto de cobertura, especialmente em seguros de terceiros, de colisão e de incorporadoras, bem como em coberturas de roubo e incêndio. Assim, entender a base FIPE ajuda não apenas a estimar o custo do prêmio, mas também a negociar franquias, coberturas adicionais de proteção de carga, assistência 24h e serviços de guincho para caminhões de grande porte.

É comum que seguradoras também cruzem a informação da FIPE com dados adicionais, como a identificação de danos prévios, histórico de sinistros, localização geográfica de operação e perfil de uso, o que pode influenciar o prêmio final. Em todos os cenários, o respeito à norma de que a cobertura precisa refletir adequadamente o valor do bem é fundamental tanto para o proprietário quanto para a seguradora, preservando a capacidade de reposição do veículo com qualidade e sem prejuízos significativos em caso de sinistro.

Ficha técnica do Scania G-480 A 6×4 2p (E5) 2013

  • Motor: D13, 13 litros, seis cilindros em linha, turboalimentado, sistema Euro 5 (SCR/AdBlue). Potência nominal de cerca de 480 cv, com torque máximo em faixa elevada para assegurar desempenho robusto em transporte de carga pesada. Configurações podem variar conforme o lote e as especificações da fábrica.
  • Transmissão: opção de transmissão automatizada Opticruise com 12 velocidades, frequentemente disponível em versões que priorizam trocas suaves e menor esforço do motorista em longos percursos. Em algumas versões, pode haver opções manuais ou automatizadas com diferentes modos de mudança.
  • Eixos e cabine: configuração 6×4, com cabine para dois ocupantes (2p), projetada para operações de médio a longo curso com foco em conforto do motorista. Eixo dianteiro fixo, eixo traseiro com tandem e suspensão geralmente pneumática em versões modernas, proporcionando estabilidade e absorção de impactos em trechos de estrada e terrenos com variações.
  • Capacidade, dimensões e conjunto técnico: PBT (peso bruto total) típico em faixas compatíveis com caminhões de grande porte, variando conforme a configuração de eixos, chassi e acessórios. Entre as características, constam a presença de freios com controle eletrônico (ABS/EBS), sistemas de estabilidade veicular e opções de telemetria para monitoramento de frota. O comprimento e a altura variam conforme o chassi escolhido para atender às necessidades de carga e de infraestrutura rodoviária.

Observação importante: embora a ficha técnica apresentada reflita a configuração comum do Scania G-480 A 6×4 2p diesel Euro 5 de 2013, pequenas variações podem ocorrer entre unidades individuais. Fatores como a configuração de chassi, o tipo de carroceria, o sistema de refrigeração, os itens de conforto da cabine e os acessórios instalados podem modificar ligeiramente o conjunto técnico. Para quem negocia seguros, ter a ficha correta da unidade exata é essencial para o cálculo de prêmio, de cobertura e de eventual indenização.

A marca Scania: tradição, tecnologia e valor de mercado

A Scania é uma das referências mundiais em caminhões pesados, reconhecida pela robustez de seus motores, pela qualidade de construção e pela tecnologia embutida em seus veículos. No Brasil, a marca consolidou uma rede de concessionárias e oficinas autorizadas que facilita a manutenção, o que é um fator decisivo para quem opera frotas de transportes de longa distância. A confiabilidade de um Scania G-480 A 6×4 2p, por exemplo, não depende apenas da potência do motor, mas também da disponibilidade de peças, do treinamento de equipe de serviço e da facilidade de diagnóstico proporcionada pelos sistemas de telemetria e de gestão de frota oferecidos pela marca. O resultado é uma percepção de valor que se traduz em maior facilidade de revenda e em um desempenho estável ao longo de muitos anos de operação, desde que haja uma agenda regular de manutenção preventiva e substituição de componentes críticos conforme as recomendações do fabricante.

Além disso, a Scania investe em tecnologia de propulsão e em soluções para eficiência de combustível, redução de emissões e melhoria de segurança. Componentes como sistemas de injeção de alto desempenho, turbocompressores eficientes e controles eletrônicos de última geração contribuem para reduzir o consumo de combustível em jornadas extensas, o que, por sua vez, impacta positivamente os custos operacionais. Essa linha de inovação influencia diretamente o valor de mercado do veículo na FIPE, já que unidades bem mantidas com recursos adicionais tendem a apresentar desempenho mais próximo do valor de referência ou até superá-lo, dependendo da demanda de mercado e da disponibilidade de peças de reposição.

Outro aspecto relevante é a credibilidade da marca diante das seguradoras. Caminhões com histórico de serviço regular e documentação de manutenção em dia costumam ter apólices com condições mais estáveis, prêmios mais previsíveis e menor propensão a sinistros técnicos graves. Em linhas gerais, a relação entre marca, estado de conservação e valor de mercado tende a favorecer propostas que ofereçam proteção adequada, assistência em viagem e coberturas que tratem de danos estruturais, roubo e perda parcial ou total. Por isso, entender a identidade da Scania, bem como a forma como a FIPE poliniza o valor do veículo, ajuda o corretor a construir um portfólio de seguros mais alinhado com as necessidades do cliente e com o potencial de depreciação ao longo do tempo.

Impacto da FIPE na cobrança de seguros e na avaliação de risco

Ao estruturar uma apólice para o Scania G-480 A 6×4 2p (E5) 2013, as seguradoras costumam usar a FIPE como referência de valor de mercado. Esse parâmetro serve para calibrar o capital segurado, ou seja, o montante que a seguradora usa para ressarcir ou repor o veículo em caso de sinistro. Quando o veículo está bem conservado, com histórico de manutenção atualizado e com recursos de segurança ativos, o risco de desvalorização rápida tende a ser menor e o prêmio pode refletir esse cenário com uma relação prêmio-valor mais estável. Por outro lado, caminhões com maior desgaste, histórico de avarias não reparadas ou falta de manutenção podem sofrer ajustes que elevam o custo do seguro, dada a percepção de maior probabilidade de ocorrências e de custos operacionais adicionais.

É importante considerar que a FIPE é apenas uma peça do quebra-cabeça. Outros componentes da avaliação de risco envolvem a região de atuação, o tipo de carga, as rotas percorridas, a idade da equipe de motoristas, o histórico de sinistros da empresa, as medidas de segurança implementadas (câmeras de monitoramento, rastreamento, controle de velocidade), além de itens de proteção adicionais escolhidos pelo contratante da apólice. Em termos educativos, o cenário ideal é aquele em que o valor segurado e as coberturas são compatíveis com o verdadeiro valor de reposição do bem, com a devida margem para incidentes que possam ocorrer durante operações pesadas, como colisões, tombamentos ou roubos com carga.