Valor FIPE Atual
R$ 33.970,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504019-1
Ano: 1989-3
MêsPreço
Jan/26R$ 33.970,00
Dez/25R$ 34.035,00
Nov/25R$ 34.087,00
Out/25R$ 34.170,00
Set/25R$ 34.280,00
Ago/25R$ 34.353,00
Jul/25R$ 34.409,00
Jun/25R$ 34.444,00
Mai/25R$ 34.514,00
Abr/25R$ 34.546,00
Mar/25R$ 34.599,00
Fev/25R$ 34.621,00

Entenda a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1317/1317E T 2p Diesel (1989) e suas implicações no seguro

Panorama histórico da Ford Caminhões e a linha Cargo

A Ford tem uma tradição de atuação no segmento de caminhões no Brasil que atravessa décadas. A linha Cargo representa uma parte significativa da estratégia de utilitários pesados da marca, voltada para atender desde operações urbanas de transporte de cargas até serviços de frete em trajetos mais longos. Lançada para atender às demandas de robustez, disponibilidade de frota e facilidade de manutenção, a família Cargo tornou-se referência para motoristas profissionais e garagens de empresas de transporte. Em 1989, esse conjunto de veículos já era conhecido por sua simplicidade de funcionamento, pela facilidade de reparo no pós-venda e pela presença de uma rede de assistência técnica que ajudava a manter frotas em operação contínua, o que é relevante para quem avalia seguros de caminhões usados na Tabela FIPE. Embora os padrões de cada versão tenham evoluído com o tempo, o enfoque principal permanecia: resistência, versatilidade de aplicações e adequação às necessidades de operação de uma frota de médio a pesado porte. Entender a origem e a linha ajuda o leitor a contextualizar o valor de reposição de mercado, ainda que o preço atual seja definido pela tabela FIPE e pela condição específica de cada unidade.

Ficha técnica do Ford Cargo 1317/1317E T 2p (diesel) 1989

O Ford Cargo 1317/1317E T 2p Diesel de 1989 é uma tipificação que remete a um caminhão de cabine simples, com duas portas, preparado para trabalho intenso em operações de frete. Abaixo está um conjunto de informações técnicas úteis, apresentado de forma resumida para facilitar a leitura em contexto de avaliação de seguro e de valor de referência pela FIPE:

Tabela FIPE FORD CARGO 1317/ 1317 E T 2p (diesel) 1989
  • Marca e linha: Ford Cargo
  • Modelo específico: 1317/1317E T 2p
  • Ano de fabricação/modelo: 1989
  • Tipo de veículo: Caminhão pesado, cabine simples com duas portas

O conjunto mecânico desses caminhões costuma apresentar um motor diesel em linha, com eixo traseiro configurado para suportar cargas consideráveis, aliado a uma transmissão manual de várias marchas. A cabine é projetada para acomodar o motorista e, em alguns casos, um ajudante ou carregador, com disposição típica de cabine simples para facilitar a manutenção e o acesso aos componentes do motor. Em termos de freios, a configuração é tradicional para a época, com freios a tambor ou, em alguns casos, sistemas de freio hidráulico com assistência, conforme a versão específica. A tração predominante é a traseira, adequada à maioria das aplicações de carga pesada, com a lateralidade da carroceria ajustada conforme a necessidade de transporte. O peso bruto total (PBT) e a capacidade de carga útil são determinados pela configuração da carroceria e pelo conjunto de eixos instalado pelo fabricante ou pelo proprietário da frota. Esses fatores variam de unidade para unidade, o que faz com que cada exemplar tenha características próprias, ainda que compartilhe o mesmo código de modelo. Para o seguro, isso significa que a avaliação precisa considerar a configuração específica do caminhão, bem como a manutenção realizada ao longo dos anos.

Alguns elementos de ficha técnica, quando estudados de forma prática, ajudam a entender o comportamento do veículo em avaliações de seguro ou de valor de mercado, como: a robustez do conjunto motor-transmissão, a invulnerabilidade relativa a choques mecânicos, a facilidade de reposição de peças originais e a disponibilidade de assistência técnica. Por isso, além das informações declaradas, é comum que seguradoras e peritos verifiquem o histórico de manutenção, o estado da carroceria e os componentes de suspensão e freios antes de definir o nível de cobertura. Em veículos de carga com mais de três décadas, a avaliação não se prende apenas ao valor de substituição, mas também ao custo de reposição de componentes que possam faltar no estoque de peças originais. A combinação dessas especificidades ajuda a entender por que a Tabela FIPE é um recurso essencial para o cálculo de prêmios e cobertura, servindo como referência de mercado para estimar o valor de reposição do veículo, mesmo quando o custo exato de aquisição não está definido no momento da negociação do seguro.

Importância da Tabela FIPE para seguros e avaliação de veículos usados

A Tabela FIPE funciona como referência nacional para o valor de veículos usados no Brasil. Em seguros, esse referencial ajuda a calibrar o prêmio com base no valor de reposição ou no valor de mercado do bem segurado. Para caminhões como o Ford Cargo 1317/1317E T 2p de 1989, a FIPE interpreta o conjunto como um ativo com histórico de uso e de desgaste, onde o estado da frota, a idade do veículo, a configuração da carroceria e os antecedentes de sinistros influenciam o montante de cobertura. Embora não exista um único valor fixo para cada veículo, a FIPE oferece uma referência estável que facilita comparações, cotações e renegociação de planos de seguro. Dessa forma, a FIPE não substitui a avaliação técnica direta, mas serve como base neutra para estimativas de valor e para a estrutura de prêmios. Quando o veículo é avaliado para seguro, as seguradoras costumam cruzar a referência FIPE com informações como estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, alterações na carroceria e a presença de equipamentos adicionais (tração, carroceria bifunção, aditamentos de proteção etc.). Em modelos antigos, fatores como disponibilidade de peças originais, rede de assistência técnica e facilidade de reposição influenciam também o custo do prêmio e as opções de coberturas mais adequadas.

Relação entre uso, manutenção e seguro de caminhões clássicos

Para caminhões de 1989, a relação entre uso e seguro é especialmente sensível. Veículos dessa idade podem ter maior probabilidade de desgaste estrutural, perda de tecnologia embarcada e necessidade de reposição de componentes com menor disponibilidade no mercado. Por isso, na prática, seguradoras costumam levar em conta não apenas a FIPE, mas também o histórico de manutenção do veículo, a regularidade de revisões, a existência de peças originais ou compatíveis de terceiros, e a qualidade da documentação da frota. Proprietários que mantêm registros consistentes de revisões, substituições de itens críticos (sistema de freios, suspensão, direção, motor) e que seguem um calendário de manutenção, tendem a ter prêmios mais estáveis e menos surpresas na hora de renovar a apólice. Além disso, para veículos com função de transporte de carga, é comum a inclusão de coberturas adicionais como proteção contra roubo/furto, danos a terceiros e responsabilidade civil para uso de terceiros, sempre alinhadas às necessidades da operação e ao valor de reposição ou de mercado indicado pela FIPE.

Manutenção essencial e vida útil de um Cargo 1317/1317E

Manter a segurança e a confiabilidade de um caminhão antigo envolve uma rotina de manutenção sistemática. Itens como o sistema de freios, a linha de alimentação do motor diesel, os componentes de suspensão, a transmissão e a embreagem exigem atenção especial. A importância da verificação periódica de vazamentos, desgaste de correias, estado de mangueiras e conectores não deve ser subestimada. A vida útil de componentes críticos está diretamente ligada à maneira como o veículo foi mantido ao longo dos anos, bem como à qualidade da manutenção preventiva executada pela equipe de oficina. Em termos de operação, a conservação da carroceria, do chassi e da cabine influencia não apenas o desempenho, mas também o valor de mercado para fins de seguro e revalidação de apólices. Além disso, condições de uso, como o tipo de carga, a frequência de viagens e as rotas, podem impactar o desgaste de componentes e a necessidade de peças de reposição com maior ou menor disponibilidade. Quando o objetivo é manter um caminhão de idade avançada operando com eficiência, vale a pena investir em um programa de manutenção proativo, alinhando os custos com a garantia de disponibilidade para a frota e com o objetivo de manter o veículo em condições seguras de operação.

Estrutura de avaliação de seguro para caminhões usados: dicas para o proprietário

Ao planejar o seguro de um veículo da linha Cargo com anos de uso, considere as seguintes diretrizes para facilitar o processo de cotação e aprovação da apólice:

  • Histórico de manutenção completo e atualizações;
  • Condição da cabine e da carroceria, com ênfase em corrosão e danos estruturais;
  • Estado do motor, do sistema de transmissão e dos freios, com relatórios de inspeção quando disponíveis;
  • Presença de dispositivos de segurança e de rastreamento para frete, com registro de instalação e funcionamento;

Essa abordagem ajuda a assegurar que a avaliação de risco seja precisa e que o prêmio reflita o estado real do veículo. Além disso, a planilha de FIPE deve ser utilizada como referência para o valor de reposição ou de mercado, dependendo do tipo de cobertura escolhido pela seguradora. O objetivo é alinhar proteção com a realidade operacional, evitando surpresas em caso de sinistro ou ao renovar a apólice ao longo do tempo.

Considerações finais sobre a escolha de seguro para o Ford Cargo 1317/1317E T 2p (diesel) 1989

Para quem trabalha com transporte de cargas, o histórico de uso, a estratégia de manutenção e o cuidado com a documentação são tão importantes quanto o próprio valor do veículo. O Ford Cargo 1317/1317E T 2p de 1989 é um exemplar que pode manter-se relevante em operações específicas, desde que mantido com disciplina técnica e protegido por uma cobertura de seguro que reconheça suas particularidades. A Tabela FIPE oferece a referência de mercado que facilita conversas com corretores e seguradoras, ajudando a estabelecer o prêmio com base em critérios objetivos. A prática de manter o veículo em bom estado, com peças originais ou de qualidade compatível, reduz o risco de sinistros e contribui para uma gestão financeira mais estável da frota. Com o passar dos anos, o cuidado com a manutenção e a escolha de coberturas adequadas tornam-se ainda mais decisivos para a continuidade das operações, para a segurança de motoristas e para a proteção do patrimônio da empresa.

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