| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 159.519,00 |
| Dez/25 | R$ 159.823,00 |
| Nov/25 | R$ 160.064,00 |
| Out/25 | R$ 160.450,00 |
| Set/25 | R$ 160.966,00 |
| Ago/25 | R$ 161.305,00 |
| Jul/25 | R$ 161.305,00 |
| Jun/25 | R$ 165.442,00 |
| Mai/25 | R$ 165.774,00 |
| Abr/25 | R$ 165.924,00 |
| Mar/25 | R$ 170.179,00 |
| Fev/25 | R$ 170.282,00 |
Panorama técnico da Tabela FIPE para o Scania P-250 B 4×2 2p diesel E5 2014
Quando se fala em proteção de ativos logísticos e transporte de carga, a Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelas seguradoras para balizar o valor de referência de veículos usados. No contexto de caminhões leves e médios, como o Scania P-250 B 4×2 2p com motor diesel Euro 5, a avaliação não se resume a um único número. O valor de fiabilidade no cálculo de prêmios, indenizações e coberturas envolve leitura cuidadosa de dados como ano-modelo, estado de conservação, histórico de manutenção, entre outros fatores. O objetivo deste artigo é destrinchar o que a FIPE oferece nessa configuração específica de 2014, revelar a ficha técnica de forma clara e educativa, e explicar como esses elementos impactam decisões de seguro com segurança financeira para frotas e caminhoneiros autônomos.
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale reforçar que a Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados. Ela não é o preço de venda nem o orçamento final de seguro; é um referencial que facilita comparações entre propostas, permitindo que o corretor e o proprietário entendam a variação de valores conforme o tempo, condições do mercado e particularidades do veículo. Para o Scania P-250 B 4×2 2p (diesel) (E5) 2014, esse referencial tende a evoluir com o envelhecimento da frota, a disponibilidade de peças, o custo de mão de obra e as medidas de eficiência energética que impactam a percepção de valor pela seguradora. Em suma: a FIPE é uma bússola, não o mapa completo.

Ficha Técnica do Scania P-250 B 4×2 2p (diesel) E5 2014
- Motor: diesel em linha, 6 cilindros, deslocamento próximo de 9,0 litros, atendendo aos padrões Euro 5 (E5)
- Potência: aproximadamente 250 cv; torque entre 900 e 1.000 Nm, conforme configuração
- Transmissão e tração: câmbio com várias marchas, com opções manuais e, em alguns mercados, automáticas/automatizadas; tração 4×2; cabine de duas portas
- Dimensões e capacidade: configuração de cabine 2 portas para uso rodoviário com boa capacidade de carga para operação de média distância; peso bruto total (PBT) típico varia conforme configuração específica da carroceria e do conjunto de chassis
A ficha técnica acima oferece um retrato condensado, mas útil, para orientar a leitura da FIPE e entender as possibilidades de seguro. O motor diesel de seis cilindros, com deslocamento significativo, enfatiza a robustez necessária para operações de transporte de carga. A faixa de potência de 250 cv permite boa arrancada e manutenção de velocidade em trechos rodoviários, enquanto o torque elevado favorece o empuxo em subidas com carga. A transmissão, associada à tração 4×2, define a manobrabilidade e o consumo, aspectos que também costumam pesar na definição do prêmio de seguro, especialmente quando a frota envolve rotas em áreas urbanas com ergonomia de manobra e disponibilidade de caminhões de reposição.
Sobre a marca Scania
A Scania é uma das referências globais no segmento de caminhões pesados, ônibus e motores industriais. Fundada no final do século XIX, a marca consolidou-se pela combinação de engineering de ponta, desempenho operacional e foco na confiabilidade em aplicações de alto peso e durabilidade. Ao longo de décadas, a Scania investiu fortemente em pesquisa e desenvolvimento de motores eficientes, sistemas de gestão de frota, telemática e soluções de manutenção preditiva. Esse compromisso com a qualidade se reflete na reputação de reduzir o custo total de propriedade para frotistas, ao aliar consumo de combustível, tempo de ociosão reduzido em oficinas e disponibilidade de peças originais em rede global de assistência técnica.
No Brasil, a presença da Scania como fornecedora de soluções completas para transporte de cargas é marcada pela rede de concessionárias, peças originais e serviços de manutenção programada que ajudam a manter a produtividade da frota. Caminhões Scania costumam ser escolhidos por empresas que valorizam robustez, estabilidade de desempenho em diferentes terrenos (rodovias, trechos com aclives e condições de piso ruins) e facilidade de acesso a peças de reposição. Além disso, a marca investe em programas de treinamento para motoristas e equipes de manutenção, o que facilita a operação segura e econômica no dia a dia.
Do ponto de vista de seguro, a confiabilidade de uma marca consolidada como Scania costuma traduzir-se em menores índices de sinistros graves em relação a modelos incompatíveis com padrões de manutenção. Por outro lado, o custo de reposição de itens como peças de desgaste, sistemas de injeção e turbocompressão é um aspecto que as seguradoras observam com atenção, principalmente em frotas com alta utilização. A leitura da FIPE, por sua vez, deve ser integrada ao histórico da marca na região de atuação, ao estado de conservação do veículo e aos índices de sinistralidade da frota proprietária.
Como a FIPE orienta o valor de seguro para o P-250 B 4×2 2p
A Tabela FIPE funciona como uma base de referência, mas não é a única determinante do preço do seguro. Ao compor a apólice de um Scania P-250 B 4×2 2p com especificação E5 de 2014, as seguradoras consideram o valor de referência da FIPE como um dos componentes de cálculo, atrelado a fatores operacionais e de risco. Entre esses fatores, destacam-se a idade do veículo, quilometragem, estado de conservação, histórico de sinistros, uso da veículo (transporte de carga geral, contêineres, madeiras, etc.) e a região de operação. Quanto mais próximo o veículo estiver das condições ideais de fábrica, com manutenção regular e sem impactos de sinistros, maior tende a ser a previsibilidade de custo de seguro, mas não é incomum que caminhões usados exibam variações significativas com base na demanda local, no tipo de carga e nas rotas praticadas.
Além disso, a classificação FIPE pode sofrer ajustes conforme a utilização de dados de mercado e de seguros. As seguradoras costumam cruzar o valor FIPE com a idade do veículo e com o imposto de circulação, bem como com o histórico de manutenção, que evidencia o cuidado com o motor, o sistema de transmissão e a integridade estrutural. Por esse motivo, mesmo caminhões de mesma versão e ano podem ter seguros com prêmios diferentes, caso haja diferenças relevantes em pontuação de risco. Por fim, é comum que a FIPE seja utilizada como referência inicial, complementada por avaliações técnicas do estado do veículo durante a vistoria pré-contratual e por informações do proprietário sobre o uso da frota.
Fatores que influenciam a leitura da FIPE para este modelo
- Ano-modelo 2014 representa uma configuração específica de motor e emissões (E5); alterações de atualização podem ocorrer entre unidades
- Estado de conservação geral, incluindo motor, transmissão, sistema elétrico, freios e chassis
- Quilometragem acumulada e regime de uso (rodoviário intenso, urbano, ou serviço pesado)
- Histórico de sinistros e frequência de manutenção com peças originais
Boas práticas para avaliação de seguro de caminhão usado
Para proprietários e gestores de frota, algumas práticas ajudam a alinhar o valor de mercado com o custo de seguro, evitando surpresas na indenização e na renovação de apólices. Abaixo, apresentamos sugestões úteis, propostas em linha com a configuração P-250 B 4×2 2p E5 2014:
- Manter registro detalhado de manutenções e revisões periódicas em concessionária autorizada ou em oficinas qualificadas
- Manter a documentação atualizada do veículo: IPVA, licença, certificados de inspeção e comprovantes de assistência
- Atualizar a quilometragem de forma precisa ao solicitar políticas, evitando divergências entre o que consta na FIPE e o uso real
- Consultar diferentes seguradoras, considerando pacotes que contemplem proteção para carga, responsabilidade civil e danos a terceiros, com opções de rastreabilidade e telemetria
Considerando o cenário de uso de um Scania P-250 B, a escolha de coberturas pode variar conforme a natureza da operação: frota com rota fixa, atuação regional, ou serviço de entrega rodoviária de média distância. Em todos os casos, entender o que a FIPE representa na base de cálculo do prêmio é essencial para a tomada de decisões alinhadas ao custo total de propriedade. O objetivo é manter a operação eficiente, com menor tempo de inatividade e maior previsibilidade financeira.
Para quem busca proteção especializada, é fundamental contar com orientação de corretores experientes que entendam as particularidades de caminhões pesados, como o Scania P-250 B 4×2 2p. A relação entre valor de referência, estado de conservação, uso real e históricos de sinistros tende a moldar o custo da apólice de forma mais fiel ao risco envolvido, assegurando cobertura adequada sem pagar demais.
Se você está avaliando opções de seguro para o seu Scania P-250 B, vale considerar uma consultoria com a GT Seguros. Eles oferecem soluções personalizadas para o mercar de transportes, proporcionando suporte na avaliação de riscos, escolha de coberturas e condições que possam reduzir custo, sem abrir mão da proteção necessária para a operação.
