Valor FIPE Atual
R$ 40.925,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 510002-0
Ano: 1998-3
MêsPreço
Jan/26R$ 40.925,00
Dez/25R$ 41.003,00
Nov/25R$ 41.213,00
Out/25R$ 42.055,00
Set/25R$ 42.191,00
Ago/25R$ 42.280,00
Jul/25R$ 42.348,00
Jun/25R$ 42.391,00
Mai/25R$ 42.476,00
Abr/25R$ 42.515,00
Mar/25R$ 42.579,00
Fev/25R$ 42.605,00

Guia completo para a Tabela FIPE do Navistar International 4700 com 3 eixos, cabine 2 portas e motor diesel (1998)

A tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no mercado brasileiro para estimar o valor de reposição e de depreciação de veículos usados. Quando se trata de caminhões médios, especialmente modelos com configurações específicas como o Navistar International 4700 com 3 eixos e cabine dupla, a leitura correta da FIPE facilita a definição de coberturas mais adequadas em apólices de seguro e a determinação de limites de cobertura compatíveis com o uso real do veículo. Para proprietários, frotistas e corretores de seguros, entender como esse quadro técnico impacta a avaliação de risco e o seguro é fundamental. Abaixo exploramos o que a FIPE costuma refletir sobre esse modelo específico, suas características técnicas, a importância da marca e as implicações para a contratação de seguro, com foco educativo e informativo.

Ficha técnica: Navistar International 4700, 3 eixos, cabine 2 portas, diesel (1998)

A versão de 1998 do Navistar International 4700 com 3 eixos e cabine 2 portas representa um patamar de caminhões médios-pesados projetados para operações de carregamento, distribuição e transporte em rotas urbanas e rodoviárias. A seguir, apresentam-se dados típicos da ficha técnica associada a esse conjunto de configuração, levando em conta variações de motor e transmissão que podem ocorrer entre unidades de fábrica ou entre mercados regionais. Este quadro serve como referência educativa para entender o perfil do veículo e como isso se reflete na avaliação de risco para seguros:

Tabela FIPE NAVISTAR INTERNATIONAL 4700 3-Eixos 2p (diesel) 1998
  • Categoria: Caminhão médio/pesado com configuração 6×4 (três eixos) para maior capacidade de carga e melhor distribuição de peso em carretas e caixas de carga.
  • Tipo de motor: Diesel, com opções comuns na época entre motores de deslocamento entre 7,0 e 7,6 litros, utilizadas pela linha International para esse modelo. Potência típica variava entre aproximadamente 170 e 230 cv, com torque significativo para manobras de carregamento e pull em subidas modestas.
  • Transmissão: Em geral caixa manual de 5 a 6 marchas, com opções de transmissão automática em algumas unidades ou pacotes específicos de frota. Embreagem robusta para suportar as cargas elevadas deste conjunto de três eixos.
  • Configuração de eixo e suspensão: 6×4 com dois eixos dianteiros não motrizes ou com eixo dianteiro simples, e dois eixos traseiros com diferencial tracionado, próprio para suportar maiores cargas. Pneus comuns na época: 11R22,5, com capacidade de sustentar pesos elevados de trem de força.

É importante notar que, embora essa ficha técnica represente o perfil típico da versão 1998, variações regionais, opções de motorização e pacotes de equipamento podem alterar, de forma relevante, alguns números de torque, potência e especificações de transmissão. A leitura cuidadosa da documentação específica de cada unidade e o cruzamento com o cadastro FIPE local são práticas recomendadas para quem trabalha com seguros e avaliações de risco.

A marca Navistar International: legado, confiabilidade e aplicações modernas

Navistar International Corporation é a razão social por trás de uma história de longos anos de atuação no setor de veículos comerciais. Originalmente conhecida como International Harvester, a empresa consolidou-se como fabricante de caminhões, ônibus e motores robustos para aplicações comerciais pesadas. Nas décadas de 1980 e 1990, a transição para a marca Navistar ocorreu como parte de uma reestruturação estratégica que buscava alinhar produto, rede de distribuição e suporte técnico com as demandas do mercado global.

O legado da Navistar no Brasil e em diversos países da América Latina está associado à construção de caminhões que alia durabilidade, resistência a condições de trabalho exigentes e facilidade de manutenção. Modelos como o 4700, quando configurados para operações pesadas com 3 eixos, são exemplos de plataformas que atendem a serviços de distribuição pesada, construção civil, transporte de logística e operações de frota regular com demanda de alto torque e capacidade de carga. A marca, ao longo dos anos, também investiu em motores com maior eficiência de combustível dentro do categorizado desempenho de produtos diesel, além de oferecer opções de atendimento, peças de reposição e redes autorizadas que facilitam o processo de sinistros, revisões periódicas e programa de manutenção preventiva.

Para quem atua no setor de seguros, entender o posicionamento da Navistar no portfólio de caminhões médios ajuda a antecipar necessidades de coberturas, licenças de operação, histórico de uso da frota e requisitos de manutenção. Em veículos com a mesma base mecânica, as particularidades de cada ano-modelo, como a disponibilidade de peças e a robustez dos componentes, costumam influenciar índices de sinistralidade, custos de reparo e até o valor segurado utilizado como referência pela FIPE para depreciação.

Contexto de uso e considerações de seguro para o Navistar International 4700 (3 eixos, diesel, 1998)

Operacionalmente, o Navistar International 4700 nessa configuração é amplamente utilizado para transporte de carga geral, distribuição de mercadorias, logística de grandes centros urbanos e operações em áreas com necessidade de elevado ângulo de ataque de carga. A presença de três eixos — com dois eixos propulsores — confere maior payload, maior capacidade de tração em subidas e melhor estabilidade em condições de piso irregular, fatores que influenciam diretamente o cenário de seguro. Abaixo estão discussões educativas sobre como esse perfil impacta a seleção de coberturas, limites e condições de contratação:

1) Complexidade de operação e sinistralidade: caminhões com configuração 6×4 tendem a apresentar maior exposição a danos decorrentes de colisões com cargas, tombamentos por curvas em alta velocidade e desgaste de componentes em rodovias com pavimento irregular. A FIPE, ao refletir o valor de reposição e depreciação, ajuda a calibrar o prêmio de seguro de forma mais alinhada ao risco agregado dessa configuração.

2) Importância de coberturas para carga: a natureza de operação de um 3-eixos costuma envolver carga de maior peso, o que aumenta a necessidade de cobertura de danos à carga, bem como de itens acessórios de proteção e sistema de amarração. Sem a devida proteção, perdas em guinadas, freios, ou avarias na caçamba/painel podem gerar custos operacionais significativos.

3) Considerações sobre manutenção e peças: a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência técnica da Navistar podem impactar o tempo de reparo e, consequentemente, os custos de seguradora em caso de sinistro. Um histórico de manutenção bem documentado pode influenciar positivamente a avaliação de risco e o teto de cobertura sem efeito de franquias abusivas.

4) Responsabilidades legais e seguro de terceiros: como em qualquer veículo que circule com carga, a proteção de terceiros é essencial. Em uma frota com caminhões deste porte, é comum que operadores adotem responsabilidades adicionais para garantir a segurança de terceiros, principalmente em ruas urbanas com tráfego intenso. A FIPE ajuda a definir o valor de reposição, que, por sua vez, molda o teto de indenização de danos a terceiros quando não houver seguro de responsabilidade civil equipado com limites adequados.

Para apoiar a tomada de decisão, abaixo apresentamos um conjunto de coberturas recomendadas para esse perfil de veículo. Lembre-se de que a necessidade de cada item pode variar conforme o uso, a idade do veículo e o histórico de sinistros da frota:

  • Cobertura contra danos a veículo (colisão, capotagem, capotamento, incêndio, explosão, queda de raio) para manter o valor de reposição conforme FIPE.
  • Responsabilidade civil (dano a terceiros) com limites compatíveis à operação de transporte de carga.
  • Cobertura específica de carga e acessórios de amarração (ietens de proteção, lona, dispositivos de fixação) para evitar prejuízos econômicos adicionais.
  • Assistência 24h e cobertura de despesas com aluguel de veículo reserva em caso de reparo prolongado, para reduzir impactos na operação da frota.

Observação: a junção entre o valor da FIPE e as coberturas disponíveis da seguradora permite ao corretor traçar um pacote de proteção que combine custo-benefício com a real necessidade de proteção da operação. Em veículos com configuração 3-eixos, a ênfase costuma recair sobre robustez estrutural, redundância de sistemas de freio e suspensão, e a proteção da carga, todos pontos que influenciam diretamente o prêmio final e as limitações da apólice.

Como a FIPE orienta a cotação de seguro para esse veículo

A tabela FIPE oferece o valor de referência que serve de base para o cálculo de várias coberturas, inclusive o valor de reposição. Embora não seja o único fator, ele funciona como âncora para o preço da apólice, especialmente na etapa de indenização integral ou parcial. Além disso, a FIPE ajuda a calibrar o limite de responsabilidade civil e a definir percentuais de depreciação para veículos com idade próxima de 20 anos, como é o caso de um 1998 que ainda está ativo na frota de muitos operadores de transporte. Ao usar a FIPE para esse modelo específico, considere o seguinte no momento da cotação:

– O histórico de uso da frota (frequência de sinistros, áreas de operação, trechos urbanos vs. rodoviários) influencia o prêmio e a condição de renovação da apólice.

– A configuração 6×4 com dois eixos de tração tende a exigir coberturas específicas de carga e de danos a componentes de suspensão e eixos, o que impacta o valor do seguro.

– A idade do veículo, a manutenção regular, o histórico de inspeções e a disponibilidade de peças de reposição podem reduzir ou aumentar o custo da apólice, dependendo do perfil de risco avaliado pela seguradora.

Se você está buscando orientação especializada para um Navistar International 4700 3-eixos 2 portas, diesel, de 1998, a leitura cuidadosa da FIPE, combinada com uma avaliação técnica da condição atual do veículo, é o caminho mais seguro para obter uma cobertura que atenda à sua operação sem surpresas no momento de uma indenização. A abordagem educativa apresentada aqui visa oferecer embasamento para que proprietários e corretores façam escolhas informadas, reduzindo ruídos no mercado de seguros e assegurando que o veículo esteja protegido de acordo com a sua função na frota.

Conclusão: a combinação entre o conhecimento técnico do veículo, o entendimento da marca e a leitura adequada da FIPE permite que a cobertura de seguro seja calibrada com precisão para o Navistar International 4700, 3 eixos, 2 portas, diesel, ano 1998. Essa leitura integrada ajuda a evitar lacunas de proteção que poderiam gerar custos inesperados em caso de sinistro, mantendo a operação da frota mais estável e previsível.

Se desejar uma avaliação personalizada para a tabela FIPE e as coberturas ideais para o seu Navistar 4700, entre em contato com a GT Seguros para uma cotação prática e objetiva. Tenha a tranquilidade de uma proteção alinhada ao valor de reposição, à natureza da operação e ao seu orçamento.