| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 151.755,00 |
| Dez/25 | R$ 152.044,00 |
| Nov/25 | R$ 152.273,00 |
| Out/25 | R$ 152.640,00 |
| Set/25 | R$ 153.131,00 |
| Ago/25 | R$ 153.454,00 |
| Jul/25 | R$ 153.700,00 |
| Jun/25 | R$ 153.854,00 |
| Mai/25 | R$ 154.163,00 |
| Abr/25 | R$ 154.302,00 |
| Mar/25 | R$ 154.534,00 |
| Fev/25 | R$ 154.627,00 |
Guia detalhado para entender a Tabela FIPE aplicada ao SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p diesel, ano 2004
Por que a Tabela FIPE importa para seguros e avaliação de veículos pesados
A Tabela FIPE é uma referência de mercado amplamente aceita no Brasil para estimar o valor de carros usados, caminhões e comerciais leves. No universo de seguros, ela serve como base para cálculos de indenização, avaliação de prêmio e definição de cobertura. Quando se trata de caminhões pesados, como o SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p movido a diesel de 2004, a leitura da FIPE exige atenção a detalhes de configuração, ano de fabricação, estado de conservação e eventual avaliação de itens adicionais instalados pelo operador. Diferentemente de veículos de passeio, caminhões desse porte costumam ter variações significativas entre uma unidade e outra, mesmo dentro do mesmo modelo, justamente pela personalização para diferentes operações logísticas (carga sólida, líquidos, perecíveis, entre outros) e pela intervenção de oficinas autorizadas em cada região. A finalidade da FIPE, nesse contexto, é proporcionar uma referência estável e comparável, ajudando corretoras e seguradoras a alinhar expectativas de indemnização com a realidade de mercado.
Além disso, entender como a FIPE se relaciona com o SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p é fundamental para quem administra frotas. A configuração 6×2, que indica uma tração adicional e a possibilidade de um eixo auxiliar, impacta diretamente o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro, pois modifica o peso, a capacidade de carga e a tecnologia embarcada. O número de série, a quilometragem, o histórico de manutenção e as eventuais alterações de carroceria também pesam na avaliação. Em suma, a FIPE funciona como um ponto de partida, mas a apuração final envolve um conjunto de variáveis observadas pela seguradora, pela concessionária e pelo proprietário.

Ficha técnica do SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p (diesel) — 2004
A seguir estão as bases técnicas representativas para o modelo citado, reconhecendo que variações podem ocorrer conforme configuração de fábrica e adaptações realizadas pelo operador. A ficha técnica ajuda a estruturar o entendimento sobre o que o mercado considera ao referenciar este caminhão na FIPE e, por consequência, no seguro.
- Motor: Scania D13, diesel, 12,7 litros de deslocamento, potência em torno de 420 cv, torque elevado para operações de carga pesada.
- Configuração de chassis: 6×2 com eixo auxiliar, cabine LA (longa), adequada para transporte de volumes elevados e com possível espaço de acomodação de motorista para longos percursos.
- Transmissão: câmbio manual de 12 velocidades (com opções de automatização em algumas versões), desenhado para tráfego intenso e trechos de estrada com variabilidade de inclinação.
- Capacidade de peso e uso: o peso total autorizado e a capacidade de carga dependem da configuração específica do chassi e de acessórios. Em linhas gerais, veículos dessa configuração apresentam faixa de PBT entre aproximadamente 28 e 40 toneladas, com carga útil compatível ao tipo de operação (viação, distribuição, transporte de vadios, entre outros).
É importante notar que, embora a ficha técnica reúna informações-chave, cada unidade pode apresentar pequenas diferenças devido a retrofit, apresentando opcionais como carroceria, tanques adicionais, dispositivos de proteção e itens de conforto para o motorista. Por isso, ao consultar a FIPE e ao negociar seguros, equipes técnicas costumam confirmar a configuração exata do veículo por meio do número de chassi (VIN) e do manual de especificações original da fábrica. A compreensão dessa configuração garante uma comparação mais fiel entre veículos usados e, por consequência, uma avaliação de seguro mais precisa.
A marca Scania: tradição, rede de serviço e confiabilidade para frotas
A Scania é uma fabricante sueca de caminhões e ônibus com presença global, reconhecida pela robustez de seus motores, pela qualidade da engenharia e pela eficiência no consumo de combustível em longas jornadas. No segmento de caminhões pesados, a linha T, que inclui variações como o T-124 LA 420, é associada a aplicações de alta demanda — transporte de cargas pesadas, distribuição de grande volume e operações de longo curso. A marca investe fortemente em tecnologia de motor, transmissão e suspensão, buscando reduzir o tempo de inatividade da frota e facilitar a manutenção preventiva.
Entre os pontos que ajudam a construir a reputação da Scania para frotas está a rede de assistência técnica e peças. A disponibilidade de peças originais, a capacitação de técnicos e a logística para atender operações em diferentes regiões do Brasil são fatores de valor para quem administra seguros, pois influenciam diretamente no tempo de resposta a sinistros e na recuperação de ativos após incidentes. Além disso, os caminhões Scania costumam trazer soluções de telemetria, sistemas de diagnóstico remoto e opções de configuração para adaptar o veículo às necessidades logísticas específicas de cada cliente. Esses elementos não apenas elevam a performance operacional, como também podem influenciar a avaliação de risco de seguro, pela previsibilidade de manutenções e pela previsibilidade de custos de reposição de peças.
Como a Tabela FIPE reflete o desempenho e o uso do SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p
Para caminhões de 2004, a Tabela FIPE tenta capturar a depreciação ao longo do tempo, com base na oferta e demanda de unidades similares. No entanto, caminhões de grande porte, especialmente com configurações específicas como 6×2 2p, exibem volatilidade maior na avaliação. Condições de uso, histórico de sinistro, quilometragem elevada, alterações estruturais na carroceria, bem como upgrades mecânicos (por exemplo, aprimoramentos de motor ou de cabina) podem afastar o valor de referência da FIPE do valor efetivo de mercado de uma unidade particular. Em contrapartida, a FIPE oferece uma linha de referência estável para comparação entre unidades semelhantes, o que facilita o processo de seguro, financiamento e transação de venda entre empresas.
Quando o tema é seguro, essa referência é complementada por uma leitura cuidadosa do estado do veículo: o CHASSI é um elemento de identificação para confirmar a configuração original, a manutenção regular reduz o risco de sinistros mecânicos graves, e a verificação de revisões técnicas pode revelar histórico de reparos que influenciam o prêmio. Assim, a FIPE não substitui uma avaliação técnica detalhada, mas funciona como um parâmetro inicial para calibrar expectativas de indenização, prêmios e condições contratuais. Para quem trabalha com frotas de caminhões pesados, entender a relação entre FIPE e o perfil operacional do SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p é essencial para desenhar planos de seguro que protejam o ativo com equilíbrio entre custo e cobertura.
Fatores que influenciam a leitura da FIPE para este modelo específico
Ao interpretar a FIPE para o SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p diesel 2004, alguns fatores merecem atenção especial. Primeiro, a condição de conservação do veículo é determinante: danos estruturais, corrosão, desgaste do motor e do sistema de transmissão podem reduzir significativamente o valor de reposição indicado pela FIPE em relação ao preço de compra atual. Segundo, a quilometragem acumulada ao longo dos anos tem peso relevante: veículos comerciais com menos uso tendem a manter o valor mais próximo à referência de FIPE, enquanto those com alta kilometragem sofrem depreciação acelerada. Terceiro, o histórico de manutenção é crucial: registros de revisões periódicas, trocas de componentes críticos (corros, embreagens, freios, pressão de pneus, filtros) e conformidade com as normas de emissões ajudam a manter o veículo dentro de faixas de valor mais estáveis. Quarto, modificações e adaptações na carroceria (por exemplo, instalação de módulos de contêiner, tarugos de içamento, sistemas de peso bruto total autorizado avaliados pelo operador) podem impactar a avaliação de FIPE de forma relevante, porque alteram a configuração original prevista pela fábrica e, assim, o custo de reposição ou indenização em caso de sinistro. Por fim, o uso da frota também molda o cenário: caminhões empregados em operações de logística de alta demanda, com turnos amplos e disponibilidade de substituição, podem influenciar a percepção de risco da seguradora, levando a ajustes de prêmio.
Para profissionais de seguros, o objetivo é harmonizar o valor FIPE com as particularidades de cada unidade. O SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p é, por si só, uma referência de alta capacidade e robustez, o que tende a favorecer procedimentos de indemnização adequados quando a operação é bem documentada e a manutenção é previsível. A rede de assistência técnica da Scania, aliada à boa documentação, contribui para reduzir a incerteza no processo de sinistros, resultando muitas vezes em prêmios mais estáveis ao longo do tempo. Em contrapartida, unidades com histórico de acidentes, avarias recorrentes ou falta de manutenção regular podem apresentar variações de prêmio e até limitações de cobertura, dependendo da política da seguradora e da avaliação de risco.
Se você gerencia uma frota com esse perfil de caminhão, vale considerar como a FIPE impacta a negociação de seguros: use a tabela como referência inicial, peça à seguradora uma avaliação específica da sua unidade com base no código de chassis e no histórico completo, e verifique a necessidade de coberturas adicionais, como proteção de carga, responsabilidade civil, roubo/furto qualificado, e opções de assistência 24 horas. O equilíbrio entre o custo do seguro e a proteção efetiva depende de uma leitura cuidadosa do cenário de operação e da qualidade da manutenção da frota.
Neste contexto, a abordagem de seguros para caminhões pesados envolvendo o SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p deve considerar não apenas a referência de preço da FIPE, mas também o custo de reposição com base na disponibilidade de peças, a rede de atendimento da marca e a agilidade na substituição de componentes críticos. A combinação dessas variáveis pode provocar diferenças relevantes entre a oferta inicial de uma seguradora e a condição real de mercado da unidade, sobremaneira quando se trata de veículos com especificações tão específicas quanto o modelo descrito.
Para fechar, reforce a ideia de que a FIPE é um instrumento valioso, mas não único. A leitura de cada ficha técnica, o histórico de manutenção, o estado atual da carroçaria e as peculiaridades da operação de transporte devem sempre orientar a escolha da melhor cobertura. A consultoria de uma corretora especializada pode facilitar a conversa com a seguradora e assegurar que a proteção oferecida esteja alinhada ao valor de reposição real do veículo, levando em conta eventuais particularidades da frota e do negócio.
Se você procura proteção adequada para a
