| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 64.793,00 |
| Dez/25 | R$ 64.917,00 |
| Nov/25 | R$ 65.015,00 |
| Out/25 | R$ 65.172,00 |
| Set/25 | R$ 65.382,00 |
| Ago/25 | R$ 65.520,00 |
| Jul/25 | R$ 65.625,00 |
| Jun/25 | R$ 65.691,00 |
| Mai/25 | R$ 65.823,00 |
| Abr/25 | R$ 65.883,00 |
| Mar/25 | R$ 65.982,00 |
| Fev/25 | R$ 66.022,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o SCANIA T-113 E 360, 6×4, 2p (diesel) de 1991: visão técnica, histórico da marca e implicações para seguros
A Tabela FIPE funciona como referência de valor de veículos usados no Brasil e é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias, comprador e vendedor para calibrar avaliações, coberturas e indenizações. Quando o tema envolve caminhões pesados, como o SCANIA T-113 E 360 6×4 2p diesel de 1991, a leitura da FIPE ganha contornos ainda mais específicos: há particularidades de idade, configuração de chassis, tipo de motor e uso operacional que influenciam diretamente na avaliação de risco para a apólice de seguro. Neste artigo, vamos explorar não apenas a ficha técnica, mas também o papel da marca Scania, o que a configuração 6×4 representa do ponto de vista de desempenho e manutenibilidade, e como tudo isso se traduz em escolhas mais acertadas de proteção seguradora.
Ficha Técnica do SCANIA T-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1991
- Marca: Scania
- Modelo: T-113 E 360
- Ano de fabricação/modelo: 1991
- Configuração de chassi/cabine: 6×4 com cabine para 2 pessoas
Essa ficha técnica aponta para um caminhão de grande porte, projetado para operações de transporte de carga em rotas de média e longa distância. A configuração 6×4 indica três eixos, com dois deles motrizes, o que confere maior aderência e capacidade de tração em terrenos desafiadores ou em terrenos com demanda de frenagem eficaz durante manobras de carga pesada. A cabine de 2 lugares sugere uma configuração de motorista mais uma pessoa de apoio, comum em caminhões de determinadas missões logísticas que exigem presença de tripulação reduzida, seja para rota de reposição entre armazéns ou para operações de distribuição com equipes mínimas a bordo.

Quanto ao motor, o rótulo “360” normalmente remete a uma potência típica da linha da época, de diesel, com performance adequada para operações exigentes. O conjunto motor-transmissão, aliado a uma construção de chassis robusta, era pensado para suportar cargas pesadas, com ênfase em durabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças em redes de serviço da Scania. Em termos de transmissão, o padrão de caminhões dessa geração envolvia câmbio manual com várias marchas, bem como sistemas de freios e suspensão projetados para suportar longos períodos de operação contínua sem comprometer a estabilidade do conjunto. A estabilidade, aliada à robustez do conjunto 6×4, é uma característica que, na prática, se traduz em maior confiabilidade em trechos com variações de terreno, rampas e condições climáticas adversas.
Além disso, para o estudo da FIPE e do seguro, vale observar que o estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e uso anterior (transporte de cargas gerais, resíduos perigosos, transporte refrigerado, entre outros) influenciam a avaliação de risco. Caminhões com mais de 30 anos costumam exigir uma análise mais criteriosa, principalmente no que tange a desgaste de componentes de motor, transmissão, eixo, freios e sistema de suspensão. Por isso, ao considerar a inclusão de um SCANIA T-113 E 360 6×4 na carteira de seguros, é comum que as seguradoras peçam documentação detalhada sobre manutenção, substituição de peças críticas e eventuais modificações feitas ao veículo.
História e relevância da marca Scania no segmento de caminhões pesados
A Scania é uma fabricante sueca com mais de um século de atuação no mercado de veículos comerciais pesados. Fundada no século 19, a Scania construiu uma reputação sólida ao redor de pilares como durabilidade, eficiência de consumo e rede de serviços amplamente disseminada. A marca consolidou o estilo de engenharia que prioriza torque estável, robustez de chassis e facilidade de atendimento técnico, fatores que se refletem diretamente na confiabilidade de frotas que utilizam caminhões como o T-113 E 360. A característica de manter tempo de atividade elevado é especialmente valorizada em operações de logística que dependem de entregas confiáveis e de baixa incidência de paradas técnicas não programadas.
É comum encontrar em frotas brasileiras modelos Scania de décadas anteriores que preservaram boa parte do seu potencial de uso quando bem mantidos. A linha T, em especial, ficou marcada por oferecer uma combinação de desempenho robusto e adaptabilidade à variedade de carrocerias disponíveis no mercado — desde semipesados para distribuição urbana até pesados para transporte de carga por longas distâncias. A presença global da Scania também facilita o suporte de peças, a disponibilidade de serviços autorizados e a reparação de componentes com padrões originais de fábrica, fatores que influenciam positivamente a avaliação de risco para seguradoras e a percepção de valor do veículo ao longo do tempo.
Por que a FIPE importa para o seguro de caminhões antigos como o T-113 E 360
A Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado para veículos usados, incluindo caminhões de grande porte, em diversas fases de uso e com diferentes graus de deterioração natural. No âmbito de seguros, esse índice não é apenas uma referência de preço de reposição; ele também serve de balizamento para cálculos de indenização em casos de perda total, bem como para a determinação de valores de cobertura, limites e franquias em apólices. Quando se trata de um modelo antigo, como o SCANIA T-113 E 360 de 1991, a FIPE ajuda a assegurar que a cotação de seguro reflita de forma fiel a realidade do mercado para aquele tipo de veículo, levando em conta a desvalorização natural de caminhões veteranos, bem como a raridade de alguns itens de reposição específicos da época.
Nesse cenário, os seguintes aspectos costumam ganhar peso na hora de vincular a FIPE ao seguro do caminhão:
- Estado de conservação geral do caminhão, incluindo carroceria, cabine, chassi e componentes de suspensão.
- Histórico de manutenções preventivas e corretivas, bem como disponibilidade de peças originais ou compatíveis no mercado.
- Distância percorrida/quilometragem total e uso operacional (transporte regional, intermunicipal, longo curso).
- Tipo de carga típica, que influencia o desgaste de componentes como sistema de freios, suspensão e componentes de transmissão.
Ao se tratar de uma peça antiga, muitos proprietários se apoiam em cláusulas específicas de seguro que contemplam: garantia de atualizações de frota relativamente a itens de segurança, substituição de peças críticas com maior duração de serviço e, em alguns casos, melhor condicionamento de sinistros com base no valor de reposição ou no valor de atualidade. A FIPE, ao fornecer um referencial de valor, serve de base para tais decisões, ajudando a evitar subavaliações que poderiam comprometer a indenização em casos de sinistro.
Contexto de uso, manutenção e riscos específicos do T-113 E 360
Para quem administra uma frota ou possui um SCANIA T-113 E 360 6×4, entender o contexto de uso é decisivo na avaliação de seguro. Caminhões dessa idade costumam exigir atenção redobrada para componentes como sistema de freios, pneus, suspensão, e o conjunto de transmissão. O desempenho em terreno acidentado ou com subidas íngremes, bem como a demanda por longas jornadas, tende a impactar o desgaste de componentes, o que, por consequência, influencia o custo de seguro. O fator de risco aumenta com a quilometragem acumulada, especialmente se o veículo estiver exposto a tráfego urbano intenso ou a operações com cargas de alto peso permanente, que geram maior esforço mecânico.
Outro ponto relevante é a disponibilidade de informações de manutenção. Em caminhões antigos, ter registros completos de revisão, substituição de peças, calibração de sistemas de freio e filtros, além de protocolos de inspeção periódica, facilita a avaliação pela seguradora. Quando esses documentos estão em ordem, a seguradora consegue estimar com mais precisão a probabilidade de falhas futuras e, consequentemente, o nível de risco associado ao veículo.
Dimensões operacionais e impactos em seguros
Além da ficha técnica básica, as características operacionais influenciam a avaliação de segurança e o custo do seguro. Os caminhões de 6×4 costumam operar com cargas pesadas em rotas de tráfego variado. Esse uso pode exigir maior atenção a componentes de alto desgaste, como eixo de transmissão, embreagem, freios e suspensão. A idade do veículo também é relevante: caminhões com mais de duas décadas costumam exigir propostas específicas com coberturas reforçadas para danos a terceiros, danos ao veículo segurado e proteção de cargas, dependendo do tipo de mercadoria transportada. Em termos de cobertura, muitos proprietários buscam opções que incluam proteção para roubo, incêndio, colisão, danos elétricos e proteção para semirreboques quando aplicável, sempre alinhando as cláusulas com o uso real do veículo.
Por fim, vale mencionar que a escolha de coberturas e limites deve refletir não apenas o valor de substituição, mas também o custo para recuperação ou reparo do veículo antigo. Em alguns casos, a indenização pode contemplar reposição por veículo equivalente, ou o pagamento de valor atual de mercado, conforme a política da seguradora. Com isso, a FIPE funciona como uma referência prática para calibrar essa decisão, zelando para que o contrato esteja alinhado com o valor de mercado atual do modelo, levando em conta a depreciação e a disponibilidade de reposição no mercado.
Implicações práticas para proprietários e para corretores de seguros
Para proprietários de SCANIA T-113 E 360 6×4 2p diesel de 1991, a melhor prática é manter um conjunto organizado de documentação técnica e de manutenção, com foco na transparência para as seguradoras. Alguns passos práticos que ajudam na hora de negociar ou renovar uma apólice incluem:
- Manter um dossiê de manutenções completas, com registros de revisões, trocas de fluídos e substituições de peças críticas.
- Conservar documentação de inspeções técnicas obrigatórias, quando aplicável, e de eventuais vistorias de danos anteriores.
- Ter clareza sobre o uso atual do veículo, incluindo rotas, tipo de carga comum, e frequência de operações em vias com trechos de subida/descida acentuada.
- Solicitar uma avaliação de risco específica para veículos antigos, com foco em opções de coberturas que protejam tanto o ativo quanto a capacidade de operação da frota.
Para quem atua como corretor de seguros, entender as particularidades do SCANIA T-113 E 360 permite conduzir uma conversa mais assertiva com o cliente: explicar como a FIPE ajuda a estabelecer o valor de referência, discutir as opções de cobertura de acordo com o uso real do veículo, e orientar quanto à necessidade de upgrades de segurança para reduzir o risco de sinistros. Em modelos mais velhos, pode haver maior espaço para discutir franquias mais elevadas ou limites de indenização que façam sentido econômico, sem deslocar a proteção essencial do ativo.
Conselhos finais para quem está adquirindo um SCANIA T-113 E 360 6×4 2p diesel de 1991
Se o seu objetivo é manter a gestão de risco sob controle, a primeira recomendação é alinhar a cotação com uma seguradora que tenha experiência em caminhões pesados históricos. Verifique se a seguradora oferece suporte para avaliação de danos e reparos com peças originais ou equivalentes de boa reputação, bem como condições de indenização que reflitam o valor de mercado atual segundo a FIPE. Além disso, assegure que há disponibilidade de peças de reposição compatíveis para o modelo, pois caminhões de gerações antigas podem exigir itens específicos que, quando indisponíveis, influenciam o custo de reparo e, consequentemente, a confiabilidade de operação da frota.
Outra prática valiosa é acompanhar as inovações em termos de segurança veicular específico para caminhões pesados. Mesmo modelos antigos podem se beneficiar de atualizações simples, como sistemas de freio mais confiáveis, iluminação adequada, dispositivos de controle de velocidade em longas distâncias e, quando possível, melhorias na eficiência de combustível que reduzam o custo total de operação. Tais melhorias não apenas ajudam na performance diária, mas também criam cenários mais favoráveis na avaliação de risco pela seguradora, o que pode resultar em cotações mais justas ao longo do tempo.
Por fim, lembre-se de que o valor de referência da FIPE é uma ferramenta importante, mas não o único fator determinante. O custo de seguro também depende de variáveis operacionais, do estado real do bem e da estratégia de proteção adotada pelo proprietário. Ao combinar o conhecimento técnico da ficha com a visão de mercado proporcionada pela FIPE, é possível construir uma apólice que combine proteção adequada com uma gestão financeira responsável para o seu caminhão SCANIA T-113 E 360 6×4 2p diesel de 1991.
Se você está buscando orientação específica para este veículo, considere falar com a GT Seguros. Eles podem oferecer uma cotação personalizada que considere a tabela FIPE, o estado do veículo, o uso previsto e as coberturas que melhor atendem às suas necessidades. Uma cotação direcionada contribui para uma proteção mais eficaz sem comprometer a sua operação.
