| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 63.097,00 |
| Dez/25 | R$ 62.319,00 |
| Nov/25 | R$ 63.242,00 |
| Out/25 | R$ 63.560,00 |
| Set/25 | R$ 63.218,00 |
| Ago/25 | R$ 63.498,00 |
| Jul/25 | R$ 64.517,00 |
| Jun/25 | R$ 64.554,00 |
| Mai/25 | R$ 64.879,00 |
| Abr/25 | R$ 65.206,00 |
| Mar/25 | R$ 63.594,00 |
| Fev/25 | R$ 63.914,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Kia Sorento 3.5 V6 24V 4×2 Aut. 2012
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência nacional para o valor de carros usados no Brasil. Ela serve como base para negociações de compra e venda, bem como para estabelecimentos de seguro, avaliação de indenizações e reposições no mercado automobilístico. Quando pensamos em um veículo como o Kia Sorento 3.5 V6 24V 4×2 Automático do ano de 2012, entender como a FIPE chega a um valor e como esse valor é aplicado na prática dentro de uma corretora de seguros é essencial para quem quer proteção correta, sem surpresas, em caso de sinistro ou de necessidade de substituição do bem.
Para corretores de seguros e para proprietários, a referência FIPE não representa apenas um preço fixo, mas um intervalo de referência que reflete as condições gerais de mercado para aquela combinação específica de ano, versão, combustível e transmissão. No entanto, é crucial lembrar que o valor FIPE é apenas uma referência. A condição do veículo, a quilometragem, o estado de conservação, a existência de acessórios originais ou opcionais, o histórico de sinistros e a forma de uso (residencial, familiar, comercial) influenciam diretamente no valor efetivo aceito pela seguradora na hora de contratar ou acionar uma apólice.

Ao longo deste texto, vamos explorar como a Tabela FIPE se relaciona com a seguridade do Kia Sorento 2012, detalhar a ficha técnica do modelo específico, falar sobre a reputação da marca Kia no mercado brasileiro e oferecer orientações sobre como consultar a FIPE de maneira prática. Tudo isso com o objetivo educar e orientar o leitor na hora de buscar uma proteção de seguro que reflita o valor de mercado do veículo, sem subestimar ou supervalorizar o bem analisado.
Ficha técnica resumida do Kia Sorento 3.5 V6 24V 4×2 Aut. 2012
- Motorização: V6 3.5 litros, 24V, com potência aproximada de 270 cv e torque em torno de 333 Nm, desenvolvendo desempenho adequado para uma SUV de porte médio.
- Transmissão: Automática de 6 velocidades com opções de modo manual/eco para adaptar o comportamento conforme o uso, trânsito urbano ou viagens em rodovias.
- Tração: 4×2, com configuração de tração dianteira; a variante 4×4 existe em outras versões, mas neste caso específico a indicação é de tração simples, o que impacta consumo, dirigibilidade em pisos molhados e capacidade fora de estrada moderada.
- Dimensões e capacidade de ocupantes: amplo espaço interno, com capacidade para 5 a 7 passageiros, dependendo da configuração de bancos; porta-malas generoso para a categoria, adequado para família e viagens.
Essa ficha técnica resume as informações mais relevantes para avaliação de seguro, planejamento de proteção e comparação com outras alternativas do segmento. Vale destacar que, embora o Sorento 3.5 V6 24V 4×2 Aut. 2012 traga motores potentes e boa potência para deslocamentos, a escolha de coberturas e a forma como o veículo aparece na FIPE podem variar conforme o estado de conservação e o histórico de manutenção. Por isso, a documentação completa do veículo, incluindo manuais, registros de serviço e histórico de proprietários, facilita a avaliação pela seguradora e ajuda a chegar a uma indenização justa no caso de sinistro.
Se você busca entender melhor como cada elemento da ficha técnica pode influenciar o valor segurado, vale conversar com a GT Seguros. Uma cotação pode alinhar coberturas, franquias e o valor de reposição ao valor de mercado estimado pela FIPE, proporcionando tranquilidade durante toda a vigência da apólice.
A marca Kia: trajetória, design e confiança no mercado brasileiro
A Kia é uma montadora sul-coreana que consolidou nos últimos anos uma reputação de oferecer veículos com boa relação custo-benefício, design moderno e baixo custo de manutenção. No Brasil, a marca tem investido fortemente em redes de concessionárias, peças originais e assistência técnica, o que influencia positivamente na percepção de confiabilidade por parte de consumidores e corretores de seguros. O Sorento, como SUV médio que integra o lineup da Kia, representa uma proposta de valor que combina espaço interno, conforto e recursos tecnológicos acessíveis, sem abrir mão de desempenho.
O que consolida a presença da Kia no Brasil é a constante melhoria de qualidade percebida pelos proprietários: materiais internos de acabamento, ergonomia dos bancos, avanços em sistemas de infotainment e assistentes de condução, além de garantia competitiva. Esse conjunto de fatores impacta diretamente a percepção de risco para a seguradora: veículos bem mantidos tendem a apresentar menor probabilidade de falhas mecânicas graves, o que pode influenciar positivamente as condições de cobertura, prazos de indenização e custos adicionais de seguro ao longo do tempo. A Kia, nesse panorama, aposta na compatibilidade entre design atraente, confiabilidade mecânica e valores acessíveis para o consumidor brasileiro.
Para quem contrata um seguro, compreender a reputação da marca ajuda a calibrar expectativas. Um veículo com histórico de recalls, de custos de reposição elevados ou de necessidade de peças específicas pode exigir coberturas adicionais ou itens de apólice com limites distintos. A boa prática é discutir com a corretora a possibilidade de incluir proteções adicionais, como cobertura para itens originais, assistência 24 horas, carro reserva e proteções contra danos por terceiros, sempre alinhando as escolhas ao valor estimado pela FIPE e às necessidades do proprietário.
O papel da FIPE no contexto de seguros: impactos práticos
A aplicação prática da FIPE nas apólices de seguro vai além da simples comparação de valores entre carros usados. Ela influencia diretamente na definição de alguns tipos de cobertura e no cálculo de indenização. Por exemplo, na indenização por perda total ou roubo, o valor de reposição ou de mercado pode ser embasado na tabela FIPE, conforme as regras da seguradora e o tipo de apólice contratada. Já em casos de indenização parcial, o valor de reposição de peças originais ou de assistência pode considerar o valor de referência para peças equivalentes ao valor de mercado do veículo na data de ocorrência do sinistro.
É comum que seguradoras utilizem o valor FIPE como referência de valor de veículo, ajustando-o conforme o estado de conservação e a quilometragem. Veículos com baixa quilometragem, manutenção em dia e histórico de proprietários estáveis costumam apresentar valores segurados mais próximos ao topo da faixa FIPE, enquanto carros com maior uso ou histórico de sinistros podem ter o valor ajustado para valores mais baixos. Por isso, manter registros de manutenção, manuais de peças originais, acessórios originais e um histórico limpo de sinistros ajuda a sustentar o valor pretendido na apólice.
Outra prática relevante é entender a diferença entre valor de mercado, valor de reposição e valor de indenização. Em muitas apólices, o valor de mercado, que pode divergir para cima ou para baixo do FIPE, funciona como referência para o quantum reservado pela seguradora. Em coberturas de reposição, o objetivo é repor o veículo por um modelo semelhante em termos de ano, versão e condições de uso, o que pode exigir uma avaliação mais cuidadosa da FIPE e de itens de personalização. Por fim, é fundamental que o corretor oriente o cliente sobre a escolha de franquias, coberturas adicionais e limites de indenização, para que o seguro reflita de maneira mais fiel o valor do veículo no mercado.
Se a sua intenção é entender de forma prática como esse ecossistema funciona, uma dica útil é fazer uma simulação de valor com a GT Seguros. A cotação ajuda a visualizar como o FIPE, o estado do veículo e as coberturas escolhidas impactam o custo total de proteção, oferecendo uma base real para decisão de aquisição de seguro.
Como consultar a Tabela FIPE para o Sorento 2012: um guia simples
Consultar a Tabela FIPE não é tarefa complexa, mas requer atenção a alguns detalhes que podem afetar o valor final utilizado pela seguradora e pela corretora. Abaixo está um guia prático para quem quer ter embasamento antes de falar com a corretora:
- Defina a versão exata: Sorento 3.5 V6 24V 4×2 Aut. 2012. A indicação de motor, ano, versão de tração e transmissão é crucial para localizar a referência correta na FIPE.
- Observe o estado de conservação: o valor FIPE é uma referência para veículos usados, então o estado de conservação, procedência, histórico de manutenção e itens originais influenciam no valor aplicado pela seguradora.
- Considere a quilometragem: quanto maior a quilometragem, menor tende a ser o valor de mercado indicado pela FIPE, dentro de faixas de depreciação definidas pela metodologia vigente.
- Verifique atualizações mensais: a FIPE é atualizada com frequência, refletindo mudanças de mercado. Sempre utilize a edição mais próxima da data de avaliação para decisões de seguro ou venda.
Além de seguir esse guia, é recomendável manter documentação que comprove o histórico de manutenções, revisões periódicas, trocas de peças originais e qualquer serviço autorizado. Esses documentos
