| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 177.313,00 |
| Dez/25 | R$ 175.782,00 |
| Nov/25 | R$ 175.863,00 |
| Out/25 | R$ 174.191,00 |
| Set/25 | R$ 175.917,00 |
| Ago/25 | R$ 176.713,00 |
| Jul/25 | R$ 175.791,00 |
| Jun/25 | R$ 173.253,00 |
| Mai/25 | R$ 172.612,00 |
| Abr/25 | R$ 173.809,00 |
| Mar/25 | R$ 173.429,00 |
| Fev/25 | R$ 173.254,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×4 2.8 TDI Aut. 2019 e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para mensurar o valor de venda de veículos usados. Quando falamos da Toyota Hilux CD SR 4×4 2.8 TDI Diesel Aut. 2019, entender como a tabela funciona ajuda tanto na hora de planejar o seguro quanto na avaliação de propostas de cobertura. Este artigo, direcionado a quem atua no universo de corretagem de seguros, explica de forma clara como a FIPE influencia a cotação, quais fatores da versão 4×4 impactam o valor referencial e como manter a documentação alinhada para uma contratação mais assertiva.
Ficha técnica da Toyota Hilux CD SR 4×4 2.8 TDI Diesel Aut. 2019
A seguir, apresento uma visão concisa das especificações técnicas relevantes para entender o perfil do veículo e como ele interage com a Tabela FIPE e as coberturas de seguro. Este conjunto de dados ajuda a situar o time de seguros na avaliação do risco, da reparação e do valor de proteção necessário.

- Marca e modelo: Toyota Hilux CD SR 4×4 2.8 TDI Diesel Automática, cabine dupla (CD) – ano/modelo 2019.
- Motor: 2.8 L turbodiesel com tecnologia de injeção direta (1GD-FTV), turbo com intercooler.
- Potência máxima: aproximadamente 177 cv a cerca de 3.400 rpm.
- Torque máximo: cerca de 420 Nm entre 1.400 e 2.400 rpm.
- Câmbio: automático de 6 marchas.
- Tração: 4×4 com reduzida, design voltado para uso urbano com capacidade off-road moderada a alta.
- Combustível: diesel.
- Capacidade do tanque de combustível: em torno de 80 litros.
- Dimensões (aprox.): comprimento ≈ 5.335 mm; largura ≈ 1.860 mm; altura ≈ 1.820 mm.
Esses itens compõem o retrato técnico da Hilux 2019 na versão SR com tração 4×4 e câmbio automático. Congregar informações como potência, torque, tipo de motor e configuração de tração ajuda o analista de seguros a entender o nível de desempenho do veículo, o que pode influenciar o perfil de risco, a probabilidade de danos em colisões e a necessidade de coberturas específicas.
Por que a Tabela FIPE é relevante para seguros de automóveis?
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) utiliza dados de mercado para compilar valores médios de venda de veículos usados ou seminovos. Esses valores servem como referência para seguros, financiamentos e indenizações. Ao solicitar uma cotação de apólice, muitas seguradoras utilizam o valor FIPE como parâmetro de referência para estabelecer o valor segurado, o prêmio e as coberturas. Entender esse mecanismo evita surpresas e facilita a conversa entre corretora e seguradora.
Alguns pontos centrais sobre a FIPE, especialmente no contexto de veículos como a Hilux 2019 2.8 TDI Aut. 4×4:
- A FIPE não representa necessariamente o preço de venda atual de mercado para aquele exemplar específico. Diferenças como estado de conservação, quilometragem, opcionais originais e histórico de oficinas podem afastar o valor da tabela do preço pago em uma transação individual.
- A atualização mensal da FIPE reflete mudanças de mercado, variações regionais de demanda e disponibilidade de peças. Por isso, a cotação de seguro pode oscilar com o tempo, mesmo para o mesmo veículo.
- Itens opcionais ou acessórios que agregam valor ao veículo podem impactar o valor segurado de forma indireta, mas a base de referência comum segue a FIPE, o que reforça a necessidade de manter o histórico de manutenções e de revisões em dia.
- Em caso de sinistro total, o valor indenizado poderá considerar o valor FIPE como referência para o valor de reparação ou de substituição, conforme a apólice contratada e as cláusulas específicas.
Para corretoras de seguros, compreender que a FIPE funciona como guia de referência ajuda a conduzir a conversa com o cliente, explicando que o objetivo é alinhar o valor segurado à realidade do veículo, sem depender exclusivamente de uma estimativa de venda de um único exemplar. Dessa forma, o processo de cotação se torna mais transparente e previsível.
Especificidades da versão SR 4×4 e o impacto no cálculo de valor segurado
A Hilux CD SR 4×4 2.8 TDI Aut. 2019 traz características específicas que podem influenciar o valor de referência na FIPE e, consequentemente, o seguro. O conjunto SR (superior de acabamento em alguns mercados) costuma incluir itens que elevam o valor do veículo, como acabamento interno diferenciado, proteção de carroceria, pneus e rodas de maior diâmetro, bem como itens de conveniência. A tração 4×4 e o motor turbodiesel de torque considerável aumentam o risco de danos em situações de uso off-road, o que, por sua vez, pode impactar o prêmio de seguro, principalmente em categorias de proteção mais amplas.
Ainda que a cobertura básica para terceiros seja comum, muitos proprietários optam por adesão a coberturas adicionais. Entre as variáveis que costumam aparecer na cotação, destacam-se:
- Cobertura compreensiva (casco) para danos causados por acidente de veículo e colisões, incluindo danos causados a terceiros, com possíveis restrições de uso fora de estrada.
- Roubos e furtos, com avaliação baseada no valor FIPE do veículo na configuração SR 4×4 2.8 TDI Aut. 2019.
- Demais coberturas acessórios (dano a equipamentos originais, guinchos, snorkel e outros itens de proteção) que podem ter seu valor refletido na apólice conforme a política da seguradora.
- Assistência 24 horas e cobertura para guinadas, imobilização, ou carros reserva conforme o plano contratado.
O conjunto de dados da versão 4×4, combinado ao histórico de uso (profissão do proprietário, frequência de deslocamento, trajetos urbanos versus rurais) ajuda as seguradoras a calibrar o risco. Veículos com perfil de uso mais intenso ou com histórico de sinistros tendem a ter prêmios mais elevados ou limites diferenciados, sempre com base na avaliação técnica e, é claro, na referência FIPE.
Como a FIPE influencia a escolha de coberturas e o valor segurado
A relação entre FIPE e o seguro pode ser entendida em termos práticos. Primeiro, a FIPE oferece um piso de referência para estabelecer o valor de indenização em caso de perda total. Em segundo lugar, quando o cliente escolhe coberturas adicionais, o prêmio é calibrado com base na soma do valor segurado (que pode ser, em parte, atrelado à FIPE) e aos riscos adicionais cobrados pela seguradora (roubo, furto, danos elétricos, entre outros). Por fim, a FIPE também serve como ferramenta de auditoria interna, ajudando a confirmar se o valor segurado está alinhado com as condições de mercado para aquela versão e configuração específica.
Para profissionais de corretagem, é útil destacar ao cliente que ajustes de valor segurado podem ser necessários ao longo do tempo, especialmente se houver alterações relevantes no veículo — como substituição de pneus de alta performance, elevadas alterações estéticas ou instalado de acessórios que elevem o valor agregado. Nesses casos, a equipa de seguros pode revisar a apólice para manter a proteção condizente com o valor de mercado exposto pela FIPE, evitando lacunas ou sobreproteções desnecessárias.
Boas práticas para manter o valor FIPE estável e facilitar a cotação
Embora o valor FIPE seja uma média de mercado, existem ações simples que ajudam a preservar a confiabilidade da referência ao longo do tempo. Abaixo, listo quatro diretrizes úteis para motoristas e corretores, com foco na Hilux 2019 em configuração SR 4×4 2.8 TDI Auto:
- Manter as revisões em dia e guardar notas fiscais de serviços; o histórico de manutenção contribui para a percepção de cuidado e pode influenciar positivamente o valor de referência na FIPE.
- Preservar a carroceria e o interior: conservação estética ajuda a manter o valor de revenda ou de referência, especialmente se o veículo apresentar poucas avarias e um estado de conservação elevado.
- Evitar alterações não originais que possam reduzir o valor de mercado ou a aceitação da FIPE como referência. Se houver modificações, registre-as e avalie com a seguradora como impacto no valor segurado.
- Atualizar periodicamente a seguradora sobre uso real do veículo (ex.: se o veículo passa mais tempo em áreas de risco alto ou rodovias com maior incidência de roubos). Transmitir informações precisas pode otimizar a configuração da apólice.
Essas práticas não garantem números fixos, mas contribuem para uma avaliação mais alinhada com o que o mercado realmente paga na prática. Ao manter a documentação organizada e as informações atualizadas, a relação com a seguradora se torna mais transparente, facilitando futuras renovações de apólice e eventuais revisões de valor segurado com base na FIPE atualizada.
A marca Toyota e o papel da Hilux na percepção de seguro
A Toyota é reconhecida mundialmente pela confiabilidade, durabilidade e rede de assistência. A Hilux, no portfólio da marca, tornou-se um símbolo de resistência e versatilidade para uso profissional, agrícola e de lazer. Em termos de seguro, essa reputação costuma contribuir para uma percepção de menor risco em algumas situações, especialmente quando o veículo está bem conservado, com histórico de manutenção regular e cobertura adequada. No entanto, o 4×4 com motor diesel apresentando potência elevada implica em considerações específicas de uso, desgaste de componentes e custos de reparo em eventual sinistro. Por isso, a escolha de coberturas com proteção de reparo, peças originais e serviços de assistência se mostra especialmente pertinente para o perfil de uso desta Hilux.
Além disso, a rede de concessionárias e oficinas autorizadas da Toyota facilita o fluxo de reparo, o que pode influenciar positivamente prêmios quando as seguradoras avaliam o tempo de reparo e disponibilidade de peças. A familiaridade com o modelo, combinada com o histórico de confiabilidade da marca, costuma favorecer o entendimento entre corretora, seguradora e cliente, simplificando a discussão sobre o valor segurado, as coberturas mais adequadas e as condições de indenização.
Conclusão: como a Tabela FIPE orienta decisões de seguro para a Hilux SR 4×4 2.8 TDI Aut. 2019
Ao considerar a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×4 2.8 TDI Diesel Aut. 2019, o corretor deve observar que a FIPE oferece uma referência prática para o valor de mercado, servindo de base para seguros, indenizações e negociações de apólices. A configuração 4×4, o motor diesel 2.8 e o câmbio automático aportam características de desempenho, robustez e custo de reparo que influenciam o risco avaliado pela seguradora. A ficha técnica apresentada acima dá suporte técnico para esse entendimento, ajudando a alinhar expectativas entre clientes e seguradoras quanto ao valor segurado, às coberturas recomendadas e às eventuais exclusões ou limites.
Para fechar, lembre-se de que a melhor prática na relação com a seguradora é manter a documentação organizada, informar mudanças relevantes no uso do veículo e revisitar o valor segurado periodicamente, especialmente quando a FIPE for atualizada. Assim, a cobertura se mantém condizente com o valor de mercado e com o risco agregado ao perfil de uso da Hilux SR 4×4 2.8 TDI Aut. 2019.
Se quiser entender melhor como a FIPE impacta a apólice da sua Hilux ou da frota da sua empresa, faça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação cuidadosa pode trazer equilíbrio entre proteção adequada e custo anual de seguro, com condições alinhadas ao seu perfil de uso.
