Valor FIPE Atual
R$ 33.327,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504034-5
Ano: 1988-3
MêsPreço
Jan/26R$ 33.327,00
Dez/25R$ 33.391,00
Nov/25R$ 33.442,00
Out/25R$ 33.523,00
Set/25R$ 33.631,00
Ago/25R$ 33.702,00
Jul/25R$ 33.757,00
Jun/25R$ 33.791,00
Mai/25R$ 33.859,00
Abr/25R$ 33.890,00
Mar/25R$ 33.941,00
Fev/25R$ 33.962,00

Conheça a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1617: aspectos históricos e a forma de interpretar o financiamento de seguros para um caminhão diesel de 1988

Visão geral: o que é a Tabela FIPE e como ela se aplica aos modelos de 1988

A Tabela FIPE é a referência amplamente utilizada no Brasil para a avaliação de veículos usados. Ela agrega informações sobre preço médio de venda, levando em conta o modelo, o ano de fabricação e a configuração do veículo. Para caminhões antigos como o Ford Cargo 1617, ano 1988, a leitura da FIPE exige atenção especial: muitos fatores influenciam o valor de referência, incluindo o estado geral do veículo, a quilometragem, a originalidade de componentes e possíveis substituições de peças. O objetivo da FIPE, nesse contexto, não é definir um preço de venda preciso, mas oferecer uma base padronizada para que seguradoras, concessionárias e proprietários possam alinhar expectativas de cobertura, indenização e renovação de contratos.

Para quem atua no setor de seguros, entender como a FIPE é construída ajuda a evitar distorções no valor segurado de caminhões mais antigos. Em veículos com mais de três décadas, a tabela pode refletir variações entre estados, condições de conservação e histórico de uso, o que, por consequência, impacta as opções de coberturas, limites de indenização e franquias. Por isso, conversar com a seguradora sobre o contexto do veículo — incluindo manutenções, histórico de sinistros e modificações — é parte fundamental do processo de organização de uma apólice adequada.

Tabela FIPE FORD CARGO 1617 3-Eixos 2p (diesel) 1988

Ficha Técnica do Ford Cargo 1617 (1988)

  • Dados Gerais: Ford Cargo 1617, ano/modelo 1988, versão 3 eixos com cabine de 2 portas. Classe: caminhão pesado, utilizado para transporte de cargas serveral de longo curso. Peso bruto total estimado em torno de 24.000 kg, com capacidade de carga útil aproximada de 16.000 kg, o que reforça sua vocação para operações de logística em frota regional e interestadual.
  • Motorização e Desempenho: motor diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento estimado em 7,5 litros. Potência aproximada de 170 cavalos de potência (hp) e torque por volta de 52 kgf.m, refletindo a necessidade de desempenho estável em trechos com subidas e sobrecargas moderadas. As especificações podem variar conforme a origem do motor e a configuração de fábrica da época.
  • Transmissão, chassis e freios: transmissão manual de 5 velocidades, com embreagem robusta para suportar o peso da carga. Freios a ar comprimido com tambor nas posições de roda, alinhados a uma suspensão que combina molas – dianteira e traseira – para suportar trechos com irregularidades de piso. Direção hidráulicamente assistida era comum em caminhões dessa geração, contribuindo para manobras com carga.
  • Dimensões, capacidades e pneus: comprimento total próximo de 8,5 metros, largura em torno de 2,5 metros e altura próxima a 3,2 metros. Pneus na configuração típica 12.00R20, que equilibram carga, tração e conforto de condução. Entre-eixos aproximado entre 4,8 e 5,0 metros, contribuindo para a distribuição de peso entre os eixos dianteiro e traseiro. Essas medidas são estimativas, refletindo a variação entre submodelos dentro da linha Cargo 1617 na década de 1980.

A marca Ford e a presença de caminhões Cargo no Brasil

A Ford tem uma história consolidada no mercado brasileiro de veículos comerciais. O portfólio de caminhões da marca, incluindo a linha Cargo, desempenhou papel central na logística de empresas de diversos setores, desde transporte de cargas até serviços de entrega regional. A participação do Ford Cargo no mercado brasileiro esteve associada a uma rede de concessionárias e oficinas técnicas, que, ao longo dos anos, ajudou a manter a disponibilidade de peças, manutenções e suporte técnico para frotistas. Em termos de legado, o Cargo é lembrado pela robustez de seus conjuntos mecânicos, pela simplicidade de uso e pela capacidade de operação em condições de uso intenso, características muito valorizadas por empresas que dependem de eficiência operacional mesmo em modelos mais antigos.

A década de 1980, quando o Cargo 1617 foi lançado, posicionou a Ford como uma opção competitiva frente a outras marcas internacionais presentes no Brasil, incluindo opções de fabricantes com foco em caminhões de longo curso. A escolha por uma marca com uma rede estruturada de assistência técnica pode facilitar a programação de revisões periódicas, a obtenção de peças originais ou compatíveis e a organização de contratos de seguro ajustados ao perfil do veículo. Além disso, a experiência acumulada ao longo de anos no transporte de cargas reforça a percepção de que caminhões desse porte exigem planejamento para faixas de manutenção, atualizações de trocas de componentes pesados e um monitoramento especial de consumos e desempenho em diferentes terrenos.

Como interpretar a Tabela FIPE para veículos de 1988 e impactos no seguro

Para modelos antigos como o Ford Cargo 1617, a leitura da FIPE envolve entender que o valor referência funciona como base de referência, e não como divulgação de preço atual de mercado. A FIPE leva em conta a configuração, ano, tipo de motor, número de eixos e estado de conservação. Em muitos casos, veículos de 1988 podem receber ajustes de valor com base no histórico de manutenção, originalidade de componentes, presença de itens de fábrica e também em relação a atualizações de normas de segurança ao longo do tempo. Quando o veículo é listado para seguro, as seguradoras costumam usar a FIPE como um dos insumos, porém avaliam o veículo de forma mais granular para definir coberturas, limites de indenização e valor segurado. Por isso, é comum que o valor segurado encontre uma margem entre a FIPE e a avaliação realizada pela própria empresa de seguros, que pode incluir inspeção física, fotos detalhadas e documentação de manutenção.

Além disso, vale observar que caminhões com 30 a 40 anos de uso costumam apresentar particularidades no mercado de seguros. A depreciação é mais acentuada, o histórico de sinistros pode influenciar prêmios e, às vezes, as seguradoras recomendam cláusulas específicas — como coberturas de danos a motores, proteção de carga, cobertura contra roubo/furto, danos elétricos decorrentes de uso prolongado e assistência 24 horas em viagem. Por esse motivo, quem administra uma frota com unidades de Ford Cargo 1617 ou veículos semelhantes pode se beneficiar de uma avaliação cuidadosa com corretores especializados em veículos pesados, que compreendam as nuances da FIPE e as necessidades de proteção de ativos logísticos.

Guia prático para seguros de caminhões antigos com o foco no Ford Cargo 1617

Ao considerar uma cobertura para um caminhão diesel com idade próxima de 1988, algumas diretrizes ajudam a planejar uma proteção eficaz e economicamente viável:

1) Priorize coberturas que cubram danos a terceiros, danos ao veículo e risco de roubo/furto, ajustando os limites com base no valor segurado calculado pela jurisprudência FIPE e pela avaliação de conservação do veículo.

2) Considere opções de proteção de motor e sistema elétrico — componentes custosos de reposição em caminhões mais velhos — para reduzir impactos de eventuais falhas mecânicas que gerem custos elevados de reparo.

3) Inclua assistência 24 horas em viagem e cobertura de itens como pneus, acessórios originais e itens de cabine, que costumam apresentar desgaste maior em veículos de uso contínuo em rotas diversas.

4) Reúna documentação prática, como histórico de manutenções, notas fiscais de reparos, laudos de inspeção e fotos atuais, para facilitar a contratação e eventuais indenizações, além de facilitar a consulta sobre a FIPE para o ano/versão do veículo.

Conclusão: onde buscar apoio confiável para o Ford Cargo 1617 e a FIPE

O Ford Cargo 1617, fabricado no final dos anos 1980, representa uma peça de história de transporte de cargas no Brasil. Para quem administra uma frota ou possui esse tipo de caminhão em operação, entender o funcionamento da Tabela FIPE e como ela interage com as apólices de seguro é essencial para manter cobertura adequada sem comprometer a viabilidade financeira da operação. A combinação entre uma leitura cuidadosa da FIPE, a manutenção preventiva e uma escolha acertada de coberturas contribui para reduzir surpresas no longo prazo, especialmente em veículos de idade avançada que ainda cumprem um papel significativo na logística de carga.

Para segurança do seu patrimônio, faça uma cotação com a GT Seguros.