Valor FIPE Atual
R$ 12.477,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 010017-0
Ano: 1992-1
MêsPreço
Jan/26R$ 12.477,00
Dez/25R$ 12.501,00
Nov/25R$ 12.450,00
Out/25R$ 12.404,00
Set/25R$ 12.304,00
Ago/25R$ 12.212,00
Jul/25R$ 12.092,00
Jun/25R$ 11.973,00
Mai/25R$ 11.997,00
Abr/25R$ 12.008,00
Mar/25R$ 12.027,00
Fev/25R$ 12.035,00

Entendendo a Tabela FIPE aplicada ao Chrysler LeBaron 3.0 V6 de 1992

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para orientar o valor de mercado de veículos usados em operações de compra, venda, financiamento e, principalmente, na contratação de seguros. Para quem possui um clássico como o Chrysler LeBaron 3.0 V6 de 1992, compreender como a FIPE funciona ajuda o segurado a entender como a apólice pode reagir diante de um sinistro, indenização ou de uma avaliação de danos. Este artigo aborda o tema com foco educacional, apresentando a ficha técnica do veículo, o contexto histórico da marca e as implicações da referência FIPE para o seguro, sem inserir valores de mercado neste texto. Este conteúdo visa auxiliar proprietários, corretores e interessados a entenderem melhor como o histórico do carro influencia a proteção contratada.

Contexto histórico da marca Chrysler e do LeBaron

A Chrysler Corporation foi uma das grandes fabricantes de automóveis nos Estados Unidos, com presença internacional que se estendeu a diversos mercados ao longo do século XX. No Brasil, a atuação de marcas associadas à Chrysler teve momentos marcantes, especialmente durante as décadas de 1980 e 1990, quando modelos importados e versões locais disputavam espaço com a produção regional. O LeBaron, linha que ganhou destaque no portfólio da marca, consolidou-se como uma proposta de carro com apelo entre o estilo elegante e a sofisticação típica dos sedãs e cupês da época. Em 1992, o Chrysler LeBaron vinha como uma opção que combinava habitabilidade, acabamento e características que marcavam o cenário automotivo daquele período: motores relativamente grandes para a época, interior mais bem equipado e uma linha que buscava aspirar um público que desejava conforto aliado a uma identidade visual marcante.

Tabela FIPE Chrysler LE Baron 3.0 V6 1992

Do ponto de vista técnico e de mercado, o LeBaron 3.0 V6 de 1992 representava uma etapa na transição entre propostas mais tradicionais dos anos anteriores e o uso mais intenso de tecnologia de motorização compartilhada entre marcas do grupo. A época trazia carros com motores de desempenho aceitável para uso diário, câmbios automáticos que priorizavam conforto de condução, e uma configuração de tração dianteira que facilitava a dirigibilidade urbana. A percepção de valor, naquele tempo, também era influenciada pela percepção de luxo acessível, pela disponibilidade de peças de reposição e pela rede de assistência técnica. Tudo isso influencia, de forma indireta, como as seguradoras avaliam o veículo hoje, já que a evolução das categorias de risco e a disponibilidade de peças afetam o custo de reposição e o tempo de serviço de cada unidade.

Para quem atua na área de seguro, compreender esse contexto ajuda a entender por que veículos de marcas históricas podem exigir avaliações específicas, especialmente quando se trata de carros de coleção ou de uso moderado. A FIPE, ao compilar valores, observa não apenas a idade do modelo, mas também a disponibilidade de peças, o histórico de manutenção e o estado geral do exemplar — fatores que se conectam diretamente à probabilidade de sinistro e ao custo da indenização. Por isso, entender o histórico da marca e do modelo contribui para uma análise mais acurada na hora de definir coberturas, franquias e limitações de uso.

Ficha Técnica resumida do Chrysler LeBaron 3.0 V6 (1992)

  • Motor: V6 de 3.0 litros, com injeção de combustível típica da época, configurado para oferecer equilíbrio entre desempenho e conforto de condução. Potência estimada entre 140 e 170 cavalos-vapor, com torque na faixa de aproximadamente 190–230 Nm, dependendo da versão e do mercado.
  • Transmissão e tração: transmissão automática, geralmente com 3 velocidades, havendo em algumas versões opções com 4 velocidades. Tração dianteira, característica comum na linha LeBaron, que favorece a dirigibilidade em uso urbano e em estradas.
  • Carroceria e dimensões: cupê de duas portas (com versões de 4 portas em mercados específicos) com foco em estilo e conforto. Comprimento aproximado na faixa de 4,5 metros, entre-eixos próxima de 2,6 metros e peso estimado entre 1,2 e 1,4 tonelada, variando conforme acabamento, opcionais e ano de fabricação.
  • Capacidade e itens de uso: tanque de combustível com capacidade em torno de 60 litros; suspensão dianteira tipo independente e suspensão traseira construída para equilíbrio entre conforto e estabilidade. Itens de conforto comuns da época incluíam ar-condicionado, controles elétricos, vidros e travas elétricas, e, em algumas versões, sistemas de som e acabamento interior mais requintados.

Observação: números e especificações podem variar conforme o mercado, a versão lançada e o estado de conservação de cada unidade. Para informações exatas sobre o exemplar específico, a consulta a um documento técnico ou ao manual do proprietário é recomendada. A ideia aqui é apresentar uma visão geral que ajude a entender a natureza do veículo dentro da referência FIPE e do cenário de seguros.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro e a avaliação de sinistros

A Tabela FIPE funciona como um indicador de valor de referência para veículos usados, reunindo dados de mercado coletados de anúncios, transações e avaliações oficiais. No âmbito de seguros, esse referencial serve para orientar a composição de coberturas, a definição de valor segurado e, em casos de sinistro, a base de indenização. Embora a FIPE seja amplamente aceita, é importante entender que ela é apenas um referencial. Fatores como a condição de conservação, histórico de manutenção, originalidade de fábrica, modificações, quilometragem e histórico de sinistros podem fazer com que o valor efetivo de indenização varie em relação à referência publicada. Em modelos clássicos e de coleção, os segurados costumam complementar a FIPE com avaliações adicionais, principalmente quando o objetivo é assegurar peças originais, raridade ou estado de conservação excepcional.

> O conhecimento da referência FIPE ajuda o corretor e o segurado a dialogar sobre o que está sendo protegido e qual é a base de pagamento em caso de perda total ou de danos relevantes. Além disso, esse entendimento facilita a negociação de franquias, coberturas de proteção veicular e cláusulas específicas que respondam às particularidades do Chrysler LeBaron 1992.

Para quem trabalha com seguros de automóveis, é comum que as apólices utilizem a FIPE como referência principal, mas permitam acrescer itens de avaliação baseados em laudos, avaliação de terceiros ou avaliações de especialistas em veículos clássicos. Em contratos de seguro com foco em carros históricos, o valor segurado pode incorporar o custo de reposição de peças originais, o custo de reconstrução e até o valor de mercado determinado por uma avaliação formal de um profissional especializado. Em todos os casos, o objetivo é assegurar que o segurado tenha proteção adequada diante de diferentes cenários de sinistro, sem deixar de considerar que a FIPE é um referencial, e não uma garantia única de indenização.

Conservação, uso e fatores que influenciam a avaliação

Quando se fala em veículos antigos como o Chrysler LeBaron 1992, a condição de conservação desempenha papel crucial na avaliação para seguro. Peças originais, integridade da carroceria, histórico de reparos, além da documentação de manutenção, podem impactar significativamente o valor final considerado para cobertura e indenização. Abaixo estão alguns aspectos que costumam influenciar a avaliação na prática:

  • Estado geral da carroceria e da pintura: arranhões profundos, ferrugem exposta ou danos estruturais podem reduzir o valor de referência em comparação com a condição impecável.
  • Originalidade e modificações: carros originais tendem a manter uma valorização mais estável em termos de seguro. Modificações não originais podem influenciar positivamente ou negativamente, dependendo da aceitação pela seguradora e do objetivo da apólice.
  • Histórico de manutenção: um registro completo de revisões, substituições de componentes críticos (filtros, freios, suspensão, sistema de ar), e a confiabilidade comprovada da mecânica aumentam a confiança da seguradora na avaliação de risco.
  • Peças de reposição e disponibilidade: para modelos com menor disponibilidade de peças, o custo de reposição pode ser mais alto, o que tende a influenciar a avaliação de sinistro e o valor segurado em determinadas situações.

É importante que o proprietário tenha em mente que, especialmente para veículos clássicos, o seguro pode oferecer opções adicionais de cobertura, como proteção de peças originais, valor de substituição de peças originais ou até mesmo cláusulas de preservação de originalidade. O corretor de seguros age como ponte entre o histórico do veículo e as coberturas mais adequadas, traduzindo as particularidades do LeBaron de 1992 em uma apólice que ofereça proteção de acordo com o uso pretendido, sem perder de vista a referência FIPE.

Conclusão e convite à cotação

O Chrysler LeBaron 3.0 V6 de 1992 é um exemplo de como veículos clássicos combinam estilo, engenharia da época e um conjunto de particularidades que merecem atenção especial na hora de contratar seguro. A Tabela FIPE continua a ser uma referência útil para entendermos o valor de mercado e para orientar decisões de proteção, mesmo quando o objetivo é manter a originalidade e o charme de um exemplar histórico. Ao considerar uma apólice, vale lembrar que o valor de referência é apenas uma peça do quebra-cabeça: a condição física, o histórico de manutenção, as peças disponíveis e o uso pretendido influenciam a forma como o seguro e a indenização serão estruturados.

Para quem está buscando proteção específica para este modelo, vale considerar uma cotação com a GT Seguros, pois a seguradora pode oferecer opções alinhadas com o perfil de um veículo antigo, levando em conta suas particularidades, o estado de conservação e as necessidades do proprietário.