Valor FIPE Atual
R$ 21.780,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 004064-9
Ano: 1995-1
MêsPreço
Jan/26R$ 21.780,00
Dez/25R$ 21.822,00
Nov/25R$ 21.855,00
Out/25R$ 21.908,00
Set/25R$ 21.979,00
Ago/25R$ 22.026,00
Jul/25R$ 22.062,00
Jun/25R$ 22.085,00
Mai/25R$ 22.130,00
Abr/25R$ 22.150,00
Mar/25R$ 22.184,00
Fev/25R$ 22.198,00

Entenda como a Tabela FIPE se aplica ao GM Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1995 e o que isso significa para seguro e planejamento financeiro

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Embora o objetivo principal seja indicar preços de venda, ela também serve como referência para seguradoras, compradores e vendedores avaliarem o custo de reposição ou indenização em caso de sinistro. Quando falamos do GM Suprema CD 4.1 / 3.0 do ano de 1995, compreender como a FIPE classifica esse modelo exige atenção às variações de motorização, versão, estado de conservação e histórico do veículo. Para corretores de seguros, entender esse recorte é essencial para indicar coberturas adequadas, calibrar o prêmio com base no valor referencial e orientar o cliente sobre o que considerar ao planejar a proteção veicular.

Antes de mergulharmos na ficha técnica, vale registrar o papel da marca GM no cenário automotivo brasileiro. A Chevrolet, pertencente ao grupo de fabricantes de origem norte-americana, consolidou ao longo de décadas uma presença robusta no Brasil, oferecendo modelos que, apesar de terem passado por mudanças ao longo dos anos, deixaram marca pela combinação de conforto, robustez e disponibilidade de rede de assistência. A Suprema, em especial, figura como um exemplar de sedã que buscava oferecer espaço interno generoso, acabamento adequado à época e uma sensação de veículo de estrada confortável para famílias e uso corporativo. Estudar a Suprema CD 4.1 / 3.0 dentro do mapa de valores FIPE envolve reconhecer esse legado, bem como as particularidades de conservação que podem influenciar o valor de referência na prática de seguros.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 1995

Ficha técnica resumida do Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 (1995)

Abaixo está uma apresentação concisa, com foco nos principais aspectos que costumam compor a ficha técnica de um veículo clássico dessa época. Observação: as informações variam conforme versão e estado do exemplar; utilize a ficha técnica do veículo específico para confirmar dados exatos.

  • Motorização: opções de motor 4.1 L (inline-six) ou 3.0 L (V6). A escolha de motor influencia a sensibilidade do valor referencial na FIPE, devido a diferenças de desempenho, consumo e apelo histórico de cada configuração.
  • Transmissão: disponibilidade de câmbio manual de várias marchas ou câmbio automático, com variações por versão e ano de fabricação. A transmissão impacta a dirigibilidade, consumo e, por consequência, a percepção de valor do veículo entre compradores e seguradoras.
  • Carroceria e configuração: sedan de quatro portas, com proporções próprias de um sedã de grande porte da década de 1990. O espaço interno costuma ser um ponto de destaque para o público que busca conforto em viagens mais longas ou uso corporativo.
  • Tração e estrutura: layout com motor dianteiro e tração traseira (ou eixo motorizado conforme referência da linha), características comuns em modelos GM da época. A arquitetura mecânica influencia manutenibilidade, disponibilidade de peças e custo de reparo, aspectos relevantes para o cálculo de cobertura e custo de seguro.

Além desses itens, a ficha técnica pode incluir dados complementares como peso aproximado, dimensões (comprimento, largura e altura), capacidade do porta-malas, tipo de suspensão e sistemas de freios. Entretanto, para o contexto da Tabela FIPE e da cotação de seguro, o essencial costuma residir na motorização, na transmissão, na configuração de carroceria e na base de tração, pois esses elementos costumam refletir diretamente no valor de referência utilizado pela FIPE e, por extensão, na estimativa de risco pela seguradora.

Como a Tabela FIPE é usada no cálculo de prêmios de seguro para o Suprema

Para seguradoras, o valor referencial da FIPE funciona como um ponto de partida para estimar o custo de reposição do veículo em caso de perda total ou roubo. No caso do GM Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1995, a presença de versões distintas (com 4.1 L ou 3.0 L) faz com que haja variação de classificação dentro da tabela, o que pode refletir em faixas de valores parcialmente distintas entre uma motorização e outra. Em termos práticos, o valor de referência influencia o cálculo de prêmios de seguro, a definição de coberturas necessárias e a escolha de franquias, sem porém caracterizar um custo fixo ou uma condição única para todos os exemplares dessa linha.

Ao interpretar a FIPE, corretores e proprietários devem considerar que o veículo pode apresentar diferentes condições: estado de conservação, histórico de manutenção, alterações não originais, quilometragem e regularidade documental. Esses aspectos não aparecem na FIPE como números fixos, mas afetam diretamente a percepção de risco da seguradora e, portanto, o prêmio. É comum que veículos clássicos ou com apelo histórico tenham ajustes de valor conforme sua originalidade e disponibilidade de peças, fatores que, em conjunto com o estado financeiro da seguradora, ajudam a moldar a cotação de seguro.

Fatores que influenciam o valor referencial na prática de seguros

Para entender como o valor referencial da FIPE se transforma em prêmio de seguro para o Suprema, é útil considerar os seguintes aspectos operacionais:

  • Estado de conservação e originalidade: veículos bem conservados, com peças originais e preservação de itens originais tendem a apresentar valores FIPE mais estáveis, o que pode influenciar positivamente o prêmio, especialmente em apólices com proteção para peças originais e valor de reposição semelhante à referência FIPE.
  • Quilometragem: a quilometragem é um indicativo de desgaste. Veículos com baixa quilometragem, dentro de usos mais moderados, costumam ser vistos com menor nível de risco de falhas prematuras, o que pode refletir em condições mais favoráveis de seguro, especialmente em coberturas que contemplam assistência e cobertura de peças de desgaste.
  • Histórico de sinistros: um histórico sem sinistros relevantes pode resultar em prêmio mais estável. Por outro lado, histórico de colisões, furtos ou danos recorrentes pode elevar o nível de risco percebido pela seguradora, impactando, entre outros fatores, as condições da cobertura.
  • Coberturas e franquias escolhidas: o conjunto de coberturas (contra roubo, incêndio, colisão, proteção de vidros, assistência 24h, carro reserva etc.) e o valor da franquia afetam diretamente o custo do seguro. Mesmo com base na FIPE, a escolha do plano é o principal determinante do preço final da apólice.

É importante notar que a FIPE não é um indicador único de valor para todos os cenários. Em veículos clássicos ou com versões menos comuns, a seguradora pode levar em conta fatores adicionais, como disponibilidade de peças, custo de reposição de itens originais, grau de modificação e a reputação da rede de assistência autorizada. Por isso, ao planejar a cobertura do GM Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1995, vale conversar com a corretora para ajustar a apólice às características específicas do exemplar e às metas de proteção do proprietário.

Boas práticas para proprietários: mantendo o Suprema alinhado à referência FIPE

Para quem possui um Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1995 e deseja manter a relação entre o valor referencial da FIPE e o prêmio de seguro sob controle, algumas ações simples e eficazes ajudam a preservar o equilíbrio entre proteção e custo. Abaixo, seguem dicas úteis que podem ser incorporadas no dia a dia da manutenção e da gestão do veículo.

  • Conservação da originalidade: manter peças originais quando possível, documentar substituições com nota fiscal e manter registros de manutenção ajuda a sustentar o valor de referência da FIPE e a reduzir dúvidas na avaliação de risco pela seguradora.
  • Manutenção regular do motor e sistemas críticos: manter o motor em bom estado, com revisões periódicas, troca de óleo, filtros e checagens de suspensão e freios é fundamental para evitar ações que aumentem o custo de reparo ou causem danos extensivos em eventual sinistro.
  • Documentação em dia: licenciamento, certidões, histórico de serviços e eventuais reformas devem estar organizados. A documentação facilita a auditoria de valor pela seguradora e evita questionamentos desnecessários.
  • Manter registro de uso e conservação do interior: conservação de estofados, painéis, itens de acabamento e itens originais de conforto pode influenciar positivamente a percepção de conservação e, por consequência, a avaliação de valor na FIPE e na apólice.

É essencial entender que, mesmo com uma boa manutenção, o valor FIPE pode oscilar ao longo do tempo em função de mercado, disponibilidade de peças e interesse de colecionadores. Por isso, proprietários de GM Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1995 devem manter um diálogo aberto com a corretora de seguros, atualizando informações sobre o veículo sempre que houver mudanças significativas na condição, uso ou configuração do automóvel.

Considerações finais: contexto de seguro para um modelo clássico da Chevrolet

Modelos como o GM Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1995 ocupam um espaço especial no portfólio de seguros de carros usados. A combinação de motorizações distintas, a presença de uma carroceria tradicional de sedã e o apelo histórico contribuem para que esse conjunto exija uma avaliação cuidadosa por parte de quem atua no ramo de seguros. A FIPE, ao servir de referência, oferece um referencial de mercado que ajuda a calibrar a cobertura, mas o valor final da apólice é resultado de um conjunto de fatores, entre eles o uso, o estado de conservação, a disponibilidade de peças originais e as escolhas de cobertura. Em termos práticos, o segurado deve estar ciente de que a FIPE é um marco de referência e não um preço fixo de reposição. A interpretação correta desse referencial, associada a uma avaliação técnica do veículo, permite uma proteção adequada sem surpresas no momento de acionar a coberturadiante de um eventual sinistro.

Em suma, para quem busca compreender como a Tabela FIPE se aplica ao Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1995 e quais impactos isso tem no seguro, o caminho envolve alinhar o conhecimento técnico do veículo com as necessidades de proteção, levando em consideração as particularidades de cada motorização, a condição geral do exemplar e as opções de cobertura disponíveis no mercado. Quando bem compreendidos, esses elementos ajudam a manter o equilíbrio entre proteção financeira e tranquilidade no dia a dia de quem dirige um clássico bem-sacado pela história da Chevrolet no Brasil.

Se você está considerando a melhor forma de proteger este modelo com a cobertura certa e as condições ideais, pense também na assessoria de uma empresa especializada que entenda as especificidades de carros clássicos. Uma cotação personalizada com a GT Seguros pode ajudar a esclarecer as opções de coberturas, franquias e níveis de proteção mais adequados ao seu Supremo CD 4.1 / 3.0 de 1995, levando em conta o valor referencial da FIPE e as particularidades do veículo. Fale com a GT Seguros e peça uma cotação sob medida para o seu caso.