| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 274.236,00 |
| Dez/25 | R$ 271.423,00 |
| Nov/25 | R$ 281.268,00 |
| Out/25 | R$ 273.779,00 |
| Set/25 | R$ 280.799,00 |
| Ago/25 | R$ 281.390,00 |
| Jul/25 | R$ 276.355,00 |
| Jun/25 | R$ 276.633,00 |
| Mai/25 | R$ 277.188,00 |
| Abr/25 | R$ 277.438,00 |
| Mar/25 | R$ 277.855,00 |
| Fev/25 | R$ 278.022,00 |
Como a Tabela FIPE aborda o Iveco TECTOR 260E30 6×4 2p (diesel)(E5) 2019 e o que isso significa para seguros e gestão de frotas
Entendendo a função da Tabela FIPE e a utilidade para seguradoras e frota
A Tabela FIPE é um referencial de preços médios de mercado de veículos usados, criado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Ela funciona como uma referência padronizada que orienta negócios diversos no setor automotivo: avaliação de valor de venda, arrojo de garantias em contratos de financiamento, cálculo de prêmios de seguros e até mesmo reajustes contratuais. Para caminhões e veículos pesados, o valor refletido pela FIPE condensa um conjunto de fatores que vão além da simples idade do veículo. Entre os principais elementos que pesam na composição do preço de referência estão a configuração técnica (motor, transmissão, eixos), o tipo de carroceria, a tração (4×2, 6×4, etc.), o nível de emissão (Euro 5, Euro 6), bem como o estado de conservação e a demanda do mercado de caminhões usados na região onde o veículo circula. No caso específico da Tabela FIPE para o Iveco TECTOR 260E30 6×4 2p (diesel)(E5) 2019, a combinação de potência, configuração de tração e normas de emissões confere à versão um patamar de referência que atua diretamente na determinação de prêmios de seguro e no valor venal utilizado pela seguradora para indenização em caso de sinistro total ou parcial, bem como na base de cálculo de impostos, licenciamento e negociação de transações de frota.
É importante notar que o preço listado pela FIPE não é um custo fixo, nem representa o preço de venda ou compra de um veículo específico. Ele reflete a média de transações observadas no mercado e pode ser ajustado por fatores regionais, condições de mercado, quilometragem, histórico de manutenção, estado geral do conjunto motor-transmissão e eventuais pacotes de equipamentos especiais instalados pela fabricante ou por concessionárias. Por isso, para quem atua com seguros, a FIPE funciona como uma referência essencial, mas a seguradora também considera o estado documental, o histórico de sinistros, a manutenção preventiva, a utilização prevista (carga, rota urbana, longas distâncias) e o perfil do condutor para chegar à avaliação final do risco e ao prêmio correspondente.

A compreensão desse mecanismo facilita escolhas mais conscientes na contratação de seguro, na definição de coberturas, franquias e assistências, bem como na tomada de decisões logísticas e de investimento em ativos de frota. Ao analisar a Tabela FIPE do modelo 260E30, 6×4, 2p, Euro 5, 2019, é possível avaliar não apenas o custo de proteção, mas também o impacto de upgrades técnicos, de manutenção e de eventuais trocas de especificações no valor venal que sustenta o acordo com a seguradora.
Conhecendo o Iveco e a linha TECTOR: robustez para operações pesadas
A Iveco é uma fabricante italiana com forte atuação no segmento de veículos comerciais pesados, reconhecida pela robustez, eficiência operacional e pela aplicação de tecnologias voltadas à produtividade. No portfólio de caminhões, a linha TECTOR surge como uma família de veículos voltados a transporte de cargas pesadas, com foco em durabilidade, conforto para jornadas extensas e facilidade de manutenção. O TECTOR tem histórico de uso em transporte regional, distribuição de grande porte, operações logísticas que exigem confiabilidade dos motores e estabilidade no desempenho em condições adversas de estrada.
Dentro dessa linha, a configuração 6×4 do Iveco TECTOR é especialmente valorizada para operações de maior carga útil e com necessidade de tração adicional em terrenos desafiadores ou em pistas com variações de inclinação. A sigla 6×4 indica que o conjunto possui três eixos, sendo que dois deles recebem tração, o que aumenta a capacidade de tração, reduz o risco de atolamento em terrenos úmidos ou mal pavimentados e oferece maior capacidade de condução sob cargas elevadas. O fator E5 refere-se à norma de emissões Euro 5, estabelecendo padrões mais baixos de emissão de gases poluentes em comparação a gerações anteriores. Essa conformidade com padrões ambientais não apenas facilita a circulação em áreas com restrições, mas também pode influenciar positivamente a aceitação de seguradoras que buscam reduzir o risco ambiental e de conformidade regulatória.
Ao considerar o 260E30 6×4 2p 2019, a junção de motor diesel, configuração de tração robusta e a adesão a padrões Euro 5 cria uma proposta de valor que costuma ser bem avaliada pela FIPE e, por consequência, pelas seguradoras. Essa combinação tende a refletir em prêmios de seguro compatíveis com o uso típico de veículos de grande porte, sem abrir mão de coberturas essenciais para operações logísticas, como proteção de carga, responsabilidade civil e assistência em viagem.
Ficha técnica resumida do Iveco TECTOR 260E30 6×4 2p (diesel)(E5) 2019
- Potência nominal: aproximadamente 260 cv
- Torque: aproximadamente 1000 Nm (varia conforme configuração e ano-modelo)
- Motor/Emissão: Diesel Euro 5 (conformidade ambiental, com filtro de partículas)
- Tração e configuração: 6×4, com cabine de 2 portas
Observação: a ficha técnica apresentada representa a configuração típica associada ao código 260E30 6×4 2p E5 de 2019. Variações podem ocorrer conforme pacotes de fábrica, opções de cabine (dia/alta linha), transmissão (manual com várias marchas, ou automátic), e quantidades de peças instaladas pela montadora ou pelo concessionário. Para dados exatos, consulte a documentação oficial do veículo ou a base FIPE correspondente ao veículo específico em questão.
Como o valor FIPE se aplica ao modelo específico: 260E30 6×4 2p E5, 2019
Quando o tema é o 260E30 6×4 2p (diesel)(E5) 2019, o valor venal expresso pela FIPE leva em conta a combinação de potência, configuração de tração, norma de emissões e idade-modelo. Em termos práticos, caminhões com tração 6×4 costumam manter um patamar superior de valor quando comparados a configurações com menos eixos, exatamente pela capacidade de carga e pela estabilidade de condução em trepagens e rotas com exigências adicionais de tração. A presença da norma Euro 5 também costuma contribuir para manter o valor de revenda, uma vez que veículos com emissões mais controladas enfrentam menos restrições operacionais em áreas urbanas, rotas com zonas de congestionamento e programas de renovação de frota que favorecem padrões mais modernos de transporte. O ano-modelo 2019, por sua vez, representa uma faixa de idade que, dependendo da quilometragem, histórico de manutenção e uso da frota, pode puxar o valor venal para cima ou para baixo, em função da obsolescência e do custo de substituição por uma unidade mais nova.
Para as seguradoras, isso se traduz em uma base de cálculo mais estável para o prêmio de casco, levando em conta o risco de depreciação acelerada em relação a modelos mais recentes ou a caminhões pouco conservados. Em outras palavras, a FIPE oferece uma referência que, ao ser calibrada com informações específicas do veículo, como quilômetros rodados, rotas de operação (cargas, peso bruto total, uso em áreas com empinadas), histórico de sinistros e pacotes de proteção contratados, ajuda a construir um seguro adequado ao perfil do ativo. É comum que a seguradora utilize o valor FIPE como referência para a indenização em caso de perda total, mas também incorpore o ajuste pela condição atual do veículo, pelas garantias agregadas (assistência 24h, veículo de substituição, rastreamento, etc.) e pelo nível de risco de roubo ou avarias.
Implicações da configuração 6×4, Euro 5 e ano-modelo 2019 para o valor FIPE
A configuração 6×4 implica maior complexidade mecânica, maior peso e maior demanda de manutenção, o que tende a refletir positivamente no valor de referência quando comparado com opções com 4×2 em aplicações de transporte pesado. Por outro lado, o fato de ser Euro 5 pode introduzir uma relação de custo-benefício: veículos com emissões mais limpas podem ter vantagem em cidades com restrições de circulação, além de terem potencial de manter-se mais competitivos no mercado de usados conforme regulamentações ambientais se tornam mais restritivas. O ano-modelo 2019, por sua vez, está posicionado entre opções mais antigas (com maior depreciação) e modelos mais novos (com ganhos de tecnologia, conforto e eficiência). Em resumo, o conjunto 2019 com especificações 6×4 E5 tende a receber avaliações estáveis na FIPE, com variações que emergem principalmente da quilometragem, do histórico de manutenção, do estado da cabine e da carga ú
