| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 167.638,00 |
| Dez/25 | R$ 166.472,00 |
| Nov/25 | R$ 164.295,00 |
| Out/25 | R$ 169.902,00 |
| Set/25 | R$ 170.448,00 |
| Ago/25 | R$ 170.807,00 |
| Jul/25 | R$ 171.081,00 |
| Jun/25 | R$ 171.253,00 |
| Mai/25 | R$ 171.597,00 |
| Abr/25 | R$ 171.752,00 |
| Mar/25 | R$ 172.011,00 |
| Fev/25 | R$ 172.115,00 |
Panorama técnico do Iveco Stralis HD NR 490-S38T 2p (diesel) 2012 e o papel da FIPE na avaliação
A Tabela FIPE é referência relevante para entender o mercado de veículos usados no Brasil, inclusive caminhões de grande porte. Quando falamos do Iveco Stralis HD NR 490-S38T 2p, ano-modelo 2012, entramos em um conjunto de fatores que ajudam proprietários, empresários e corretores a visualizar o valor relativo do veículo dentro de uma faixa de mercado, levando em conta características técnicas, histórico de uso e condições do mercado de caminhões usados. Este artigo oferece uma visão educativa e informativa sobre a ficha técnica, a reputação da marca e a lógica que orienta a leitura da Tabela FIPE para este modelo específico, evitando a exposição de preços neste espaço conforme diretriz da plataforma. Ao entender esses elementos, fica mais simples planejar a proteção veicular, utilizando soluções adequadas ao transporte de cargas pesadas no Brasil.
Ficha técnica do Iveco Stralis HD NR 490-S38T 2p (2012)
- Marca e modelo: Iveco Stralis HD NR 490-S38T
- Ano/modelo: 2012
- Tipo de veículo: Caminhão pesado de rodovia (HD); cabine de 2 portas
- Motor: Iveco Cursor 13 diesel, 12,9 litros, turbo intercooler
- Potência (aprox.): 490 cv
- Torque (aprox.): até cerca de 2.350 Nm
- Transmissão: Automatizada de 12 marchas com trocas eleitas para eficiência e conforto de condução
- Configuração de eixo: comum em configurações HD com até 6×2/6×4, com possibilidade de eixo auxiliar dependendo da montagem de fábrica
- Capacidade de carga e GVW: peso bruto total típico em linha 38 toneladas (38 t); payload variável conforme chassi e implementação de eixo
- Cabine e ambiente: Stralis HD oferece cabina voltada para conforto do motorista em jornadas longas, com interior voltado a ergonomia e funcionalidade
- Combustível: Diesel
- Aplicação típica: transporte de cargas pesadas em longo percurso, logística de distribuição e operações de transporte de cargas volumosas
Observação sobre a ficha: as especificações podem variar conforme a configuração de fábrica, o conjunto de eixos, a presença de eixos auxiliares e as opções de transmissão. Em caminhões usados, é comum encontrar variações que impactam o desempenho, o consumo e a capacidade de carga. Por isso, ao consultar a FIPE para um Stralis HD NR 490-S38T 2p de 2012, vale confirmar a configuração exata do veículo e, se possível, solicitar laudos de conservação, histórico de manutenções e inspeções para fundamentar a avaliação.

Sobre a marca Iveco e a linha Stralis
A Iveco é uma fabricante italiana de veículos comerciais pesados com presença mundial, reconhecida pela robustez de seus caminhões e pela integração de soluções de transporte que atendem a diferentes nichos do mercado. A linha Stralis, dentro do portfólio da Iveco, ganhou destaque por combinar performance, durabilidade e conforto para motoristas rodoviários em operações de longa distância. Em termos de confiabilidade e custo total de propriedade (TCO), o Stralis HD aparece como uma opção competitiva para frota que exige alto desempenho em vias abertas, com capacidade de cumprir cronogramas de entrega com métricas consistentes. Além disso, a rede de assistência técnica da marca no Brasil facilita manutenções e fornecimento de peças, o que é um ponto relevante ao se considerar valores de mercado na Tabela FIPE e a gestão de seguros para veículos pesados.
Ao se pensar na leitura da FIPE para o Stralis HD NR 490-S38T, é importante entender que a reputação da marca influencia a percepção de conservação do veículo e a eventual necessidade de reparos. Caminhões robustos costumam manter uma depreciação relativamente estável quando mantidos com regularidade, o que pode refletir em faixas de preço observadas na tabela de referência. Por isso, para quem administra frotas ou veículos usados para atividades logísticas, entender a associação entre a marca, a configuração específica do veículo e as condições de uso ajuda a orientar decisões de compra, venda e, sobretudo, de proteção veicular adequada ao perfil de risco da operação.
Como a Tabela FIPE reflete o valor de caminhões usados
A Tabela FIPE funciona como uma base de dados amplamente utilizada no mercado brasileiro para leitura de valores de venda de veículos usados. Em caminhões pesados como o Iveco Stralis, os itens que costumam ser observados para a construção da referência incluem o ano de fabricação, a versão (HD, NR, 490-S38T), a configuração de chassis e eixo, o tipo de cabine, a motorização e a disponibilidade de itens adicionais. A FIPE, ao consolidar essas informações, oferece um ponto de referência estável que facilita negociações entre compradores e vendedores, bem como o planejamento de seguros, financiamentos e avaliações de frota. Embora a FiPE seja uma referência, o preço final pode variar conforme o estado de conservação, histórico de uso, quilometragem, manutenção, desgaste de cabina, condições de pneus, integridade do sistema de freios e do conjunto de transmissão, bem como a presença de itens opcionais que agregam valor ao veículo.
Neste sentido, o modelo Stralis HD NR 490-S38T 2p de 2012 pode apresentar diferentes faixas na FIPE de acordo com a configuração de eixo, tipo de transmissão, e se há itens adicionais como ar condicionado, sistema de câmbio automatizado específico, entre outros. Ao consultar a tabela, é comum encontrar variações que refletem justamente a diversidade de montagem encontrada nos caminhões usados, o que reforça a importância de uma avaliação técnica detalhada antes de qualquer decisão de compra ou venda. A leitura cuidadosa da ficha técnica junto com a verificação de documentação e laudos de inspeção ajuda a obter uma leitura mais fiel do estado do veículo em questão.
Fatores que influenciam a variação de preço na base FIPE
- Condição geral do veículo: carroceria, cabine, motor, sistema de transmissão e componentes mecânicos.
- Quilometragem e histórico de uso: caminhões com maior uso podem apresentar depreciação maior, especialmente se houver retrofits ou reparos frequentes.
- Configuração de eixo e versão: a presença de eixo auxiliar, o tipo de chassi e a configuração HD/NR podem impactar a demanda e, consequentemente, o valor de referência.
- Histórico de manutenção e substituição de peças: itens como freios, suspensão, embreagem e sistema de escape, quando bem mantidos, influenciam positivamente a avaliação.
Compreender esses fatores ajuda a alinhar expectativas ao trabalhar com corretoras de seguros, avaliadores e compradores. Em seguros, por exemplo, o estado real do veículo impacta a cobertura, as franquias e as taxas aplicadas, especialmente para caminhões pesados com operações de alto risco logístico. A FIPE oferece um referencial de mercado, mas cada veículo é único, e a avaliação detalhada costuma exigir inspeção física, revisão de documentação técnica e, se necessário, parecer de profissionais especializados em caminhões pesados.
Para quem acompanha o mercado de caminhões usados, é comum notar flutuações sazonais ligadas a custos de manutenção, disponibilidade de peças, variações cambiais e mudanças de regulamentação de emissões. O Stralis HD NR 490-S38T 2p, modelo de 2012, pode ter um comportamento distinto ao longo dos anos conforme as condições da frota brasileira e o desempenho de operação das transportadoras que o utilizam. Nesses cenários, a leitura da FIPE se torna uma ferramenta prática para comparar ofertas, planejar reposicionamentos de frota e estruturar propostas de seguro com base no risco real do ativo.
É fundamental, ainda, considerar a finalidade da leitura da FIPE: se o objetivo é aquisição, venda, avaliação de ativo para garantia de financiamento ou contratação de seguro, a combinação entre ficha técnica, histórico de manutenção e estado de conservação é o que dá sustentação para uma negociação mais equilibrada. Mesmo com uma referência consolidada, o cenário de cada veículo pode exigir ajustes finos na avaliação, sempre com foco na proteção adequada e no alinhamento com as necessidades operacionais da empresa.
Ao planejar a proteção do Iveco Stralis HD NR 490-S38T 2p, vale buscar soluções de seguro com coberturas que considerem a natureza de uso de caminhões pesados, incluindo danos a terceiros, colisões, roubo/furto, incêndio, bem como a necessidade de coberturas adicionais para itens de valor agregado que costumam acompanhar esse tipo de operação (sistemas de rastreamento, equipamentos de telemetria e acessórios de alta demanda). A leitura da FIPE, combinada com uma avaliação técnica criteriosa, ajuda a definir o nível de cobertura adequado, evitando excessos ou lacunas de proteção.
Para encerrar, lembre-se: entender a ficha técnica, conhecer a reputação da marca e interpretar a Tabela FIPE de forma integrada facilita tanto a decisão de compra quanto a proteção veicular. Um suporte especializado pode facilitar o caminho, levando em conta o perfil de operação, o estado da frota e as particularidades da versão 490-S38T 2p de 2012. Em caso de dúvidas específicas sobre seguro ou sobre a avaliação da FIPE para este modelo, procure orientação de profissionais qualificados.
Se você busca uma solução de proteção sob medida, a GT Seguros oferece opções de cotação que podem ser ajustadas ao seu perfil de uso e à configuração do seu Stralis. Faça sua cotação com a GT Seguros e compare condições para encontrar a cobertura que melhor atende à sua operação.
