| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 84.347,00 |
| Dez/25 | R$ 84.508,00 |
| Nov/25 | R$ 84.635,00 |
| Out/25 | R$ 84.839,00 |
| Set/25 | R$ 85.112,00 |
| Ago/25 | R$ 85.292,00 |
| Jul/25 | R$ 85.429,00 |
| Jun/25 | R$ 85.515,00 |
| Mai/25 | R$ 85.687,00 |
| Abr/25 | R$ 85.765,00 |
| Mar/25 | R$ 85.894,00 |
| Fev/25 | R$ 85.946,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) – Millen 1997
Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação na avaliação de veículos usados
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para estimar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela agrega dados provenientes de transações e consultas públicas, refletindo, de forma agregada, a depreciação de automóveis, caminhões e ônibus ao longo do tempo. Para o setor de seguros, a FIPE funciona como uma base de referência para compor o valor segurável de um bem, influenciando a forma como a apólice define coberturas, valores de indenização e procedimentos em caso de sinistro.
Quando se trata de caminhões pesados, como o Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) da linha Millen 1997, o valor FIPE serve para calibrar o montante indemnizatório em diferentes cenários, incluindo perda parcial, total ou cobertura adicional de itens específicos (peças de reposição, acessórios, alterações de configuração, etc.). No entanto, é importante destacar que a FIPE é apenas uma referência: a seguradora pode considerar particularidades do veículo, condições de uso, histórico de sinistros, quilometragem, estado de conservação e demais fatores ao estabelecer o valor de cobertura ou o prêmio de seguro. Assim, entender o que a FIPE abrange ajuda o proprietário de frota e o corretor de seguros a tomar decisões mais informadas, alinhando proteção e custo de forma responsável.

Perfil do modelo: Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) – Millen 1997
O Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p representa uma configuração clássica de caminhão pesado, pensada para operações de grande porte em rodovias e rotas de frete. Abaixo, descrevemos aspectos relevantes do modelo, com foco na aplicabilidade de seguros, avaliação de risco e gestão de ativos.
Sobre a marca Scania, o fabricante sueco é reconhecido mundialmente por fabricar caminhões e ônibus de alto desempenho, com ênfase em durabilidade, eficiência de combustível, tecnologia de motor e redes de serviço amplas. A reputação da marca impacta diretamente na percepção de risco para seguradoras e, por consequência, na construção de pacotes de proteção. A Scania tem uma longa história de inovação em powertrains, soluções de telemática para monitoramento de frota e uma rede global de assistência técnica que tende a favorecer medidas de manutenção preditiva e reposição de peças originais.
Já a designação Millen 1997 sugere uma edição ou configuração característica daquele ano, com cabine NZ (New Zealand) de duas portas, adequada a operações de longa distância com foco em capacidade de carga, conforto do motorista e robustez exigida pelo transporte de cargas pesadas. Em termos de seguro, esse conjunto influencia temas como espaço da cabine, tipo de motor, configuração de eixo (4×2) e histórico de uso, que por sua vez modulam o risco de danos, desgaste de componentes críticos e custos de reparo ao longo do tempo.
Ficha técnica resumida
Abaixo está uma síntese da ficha técnica típica associada a este modelo na faixa de idade correspondente, organizada para facilitar a consulta rápida por profissionais de seguros, frotistas e avaliadores:
- Motor: diesel, seis cilindros em linha, capacidade de cerca de 12,7 litros, potência nominal de aproximadamente 360 cv
- Cabine: NZ (New Zealand) com configuração de duas portas, porta de acesso simples para a cabine e assentos para a tripulação típica de caminhões pesados
- Transmissão: manual com várias marchas, compatível com aplicação de alto torque e rotação adequada para rodagem em trechos de carga elevada
- Configuração de chassis: 4×2, com tração em duas rodas motrizes, adequado a operações de transporte de cargas em rodovias e em trechos com pavimento adequado
Observação: por ser um veículo com quase duas décadas de atuação, pequenas variações de especificação podem ocorrer entre unidades (por exemplo, ajustes no sistema de transmissão, opções de cabine ou componentes de acabamento). A ficha técnica apresentada é uma referência consolidada para o modelo e ano citados, mas a verificação de dados específicos deve considerar o veículo efetivo disponível para consulta FIPE e o registro de propriedade.
Conceitos relevantes da FIPE para este modelo
A avaliação pela FIPE para caminhões de grande porte envolve vários fatores que, juntos, ajudam a formar o valor de referência. Entre eles, destacam-se:
- Idade do veículo: a desvalorização é mais acentuada nos primeiros anos de uso, com desaceleração conforme a idade avança, desde que o veículo tenha histórico de manutenção adequado.
- Condição física e mecânica: caminhões com manutenção preventiva regular, registros de serviços e histórico de reparos apresentam melhor percepção de valor em relação a veículos com histórico de problemas ou de uso irregular.
- Quilometragem e uso: veículos com milhagem elevada e uso intenso podem ter desgaste de componentes críticos (motor, câmbio, eixos, sistema de freios), o que influencia o valor FIPE.
- Mercado de reposição: disponibilidade de peças originais e rede de assistência da marca podem impactar a aceitabilidade do veículo no mercado de usados e, por consequência, sua avaliação FIPE.
É essencial compreender que a FIPE reflete uma média de transações no mercado e não é uma garantia de valor de venda para qualquer unidade específica. Assim, para seguradoras, a FIPE serve como base de referência, enquanto ajustes podem ocorrer com base em condições reais do bem, documentação e operações de frota.
Boas práticas para seguradoras e fretistas
Ao lidar com o Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p da linha Millen 1997, algumas práticas ajudam a alinhar a proteção com o risco real. Abaixo estão orientações úteis para comparação de coberturas, avaliação de risco e gestão de sinistros:
- Documentação em dia: manuais, notas de manutenção, histórico de sinistros e comprovantes de aquisição devem estar organizados para facilitar a cotação e o ajuste de sinistros.
- Manutenção registrada: manter um programa de manutenção regular com registros de serviços aumenta a confiabilidade da frota aos olhos da seguradora e pode reduzir prêmios.
- Verificação de alterações: alterações de carroceria, cargas especiais, acessórios de proteção ou sistemas de telemática devem ser comunicadas à seguradora, pois podem alterar o risco coberto.
- Escolha de coberturas adequadas: além da proteção básica, considerar coberturas de roubo, incêndio, colisão, danos a carga, assistência 24h e cobertura de componentes críticos (motor, transmissão) conforme o uso da frota.
Essa abordagem ajuda a construir um pacote de seguro que reflita o valor de reposição ou reparo do ativo, minimizando surpresas em caso de sinistro e tornando a gestão de custos mais previsível para a empresa.
A Marca Scania e o impacto na gestão de risco
A Scania, como fabricante, tem histórico sólido de confiabilidade, eficiência de motor e rede de assistência técnica em larga escala. Para o segurado, isso se traduz em algumas vantagens práticas:
- Rede de peças e serviço: a disponibilidade de peças originais facilita o reparo rápido, reduzindo o tempo ocioso da frota e, consequentemente, o custo de inatividade.
- Manutenção preditiva: a presença de dados de telemática e diagnóstico remoto é comum em frotas modernas Scania, permitindo agilidade na detecção de falhas antes que causem prejuízos maiores.
- Valor residual: caminhões de grande porte da Scania costumam manter boa aceitação no mercado de usados, o que favorece a avaliação de valores de reparo e reposição no longo prazo.
- Confiabilidade operacional: menos quebras não programadas tendem a reduzir sinistros e interrupções de operação, o que também influencia positivamente a percepção de risco pela seguradora.
Para empresas que operam uma frota com esse tipo de veículo, a compreensão de como a marca influencia o desempenho de seguro pode orientar decisões sobre manutenção, upgrades e escolhas de políticas de proteção, mantendo a operação mais estável e previsível.
Considerações específicas para a Tabela FIPE neste modelo
Ao consultar a Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) – Millen 1997, é comum observar que o valor de referência é mais sensível a fatores como idade, estado de conservação e histórico de manutenção do veículo específico, do que apenas ao modelo isolado. Em frotas grandes, é comum observar ajustes adicionais conforme o tipo de uso (frete de longa distância, distribuição regional, transporte de cargas especiais, entre outros). Além disso, variações regionais podem ocorrer na avaliação devido à disponibilidade de oficinas autorizadas, peças de reposição e demanda por esse tipo de captação de mercado.
Essa dinâmica reforça a importância de uma abordagem integrada entre corretor de seguros, gestor de frota e o responsável pelo inventário. Ao manter o registro de toda a operação (datas de manutenção, substituição de componentes relevantes, histórico de sinistros, rotas de trabalho), a empresa ganha maior precisão na definição de prêmios e limites de cobertura alinhados ao valor efetivo do bem, sem extrapolar o custo de proteção nem subestimar riscos potenciais.
Como interpretar a FIPE ao planejar a proteção do Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p
Ao planejar a proteção de um veículo dessa natureza, alguns apontamentos ajudam a tornar a decisão mais objetiva:
- Interpretação de depreciação: a FIPE traduz a ideia de que veículos mais antigos tendem a apresentar menor valor de reposição. No entanto, itens como motor, transmissão e eixo podem manter valor relativamente estável se bem conservados.
- Riscos específicos de caminhões: roubo de cabines, danos por acidentes de estrada, impactos com objetos na carga e desgaste de componentes de alto custo são fatores que influenciam o custo do seguro e as coberturas necessárias.
- Escolha de franquias: opções de franquia podem influenciar a relação entre prêmio e custo esperado de sinistros. Para frotas com alta disponibilidade de peças, pode haver flexibilidade para coberturas adicionais com franquias menores.
- Atualização de dados: com o tempo, a FIPE passa por revisões. Manter as informações atualizadas com a corretora ajuda a manter a proteção alinhada ao valor de mercado mais recente.
Chamada final para cotação com a GT Seguros
Se você busca alinhar a proteção do Scania T-124 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) às particularidades da Tabela FIPE e às necessidades da sua frota, uma cotação personalizada pode fazer toda a diferença. Para uma avaliação que leve em consideração a especificidade do modelo, ano e uso operacional, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Segurança, clareza e tranquilidade para o seu negócio começam com a orientação certa.
