| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 85.368,00 |
| Dez/25 | R$ 87.111,00 |
| Nov/25 | R$ 87.242,00 |
| Out/25 | R$ 87.452,00 |
| Set/25 | R$ 87.733,00 |
| Ago/25 | R$ 87.918,00 |
| Jul/25 | R$ 88.059,00 |
| Jun/25 | R$ 88.148,00 |
| Mai/25 | R$ 88.325,00 |
| Abr/25 | R$ 88.405,00 |
| Mar/25 | R$ 88.538,00 |
| Fev/25 | R$ 88.992,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p (diesel) 1998
A Tabela FIPE é uma referência fundamental para quem atua no mercado de seguros, avaliação de ativos e planejamento financeiro de frotas. Para caminhões de séries antigas, como o Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p (diesel) de 1998, a tabela funciona como base para a estimativa de valor de mercado, o que, por sua vez, influencia o cálculo de coberturas, franquias e indenizações. No setor de seguros, entender o que a FIPE representa ajuda corretoras e clientes a alinharem expectativas, sem depender apenas de orçamentos de terceiros ou de rumores sobre o valor de revenda do veículo. Em termos práticos, a FIPE entrega uma faixa de valores que reflete aspectos de oferta e demanda do mercado de usados, idade do veículo, quilometragem típica, histórico de sinistros, estado de conservação e a disponibilidade de peças de reposição. O caminhão Scania em questão, por se tratar de uma geração de fim dos anos 90, costuma figurar em cruzamentos entre frota própria, aluguel de curto prazo e operações de média e longa distância, dependendo da configuração de cabine, motor e eixos. Assim, compreender o valor de referência facilita a tomada de decisões mais seguras sobre o seguro, sem perder de vista o custo total de posse (TCO) e a capacidade de reposição de ativos para a empresa transportadora.
Por que o FIPE importa para seguros e gestão de risco de frotas
Avaliar o valor de um veículo é um passo essencial para quem contrata seguro. A FIPE não apenas indica quanto o caminhão pode valer em determinado momento, mas também ajuda a calibrar outros parâmetros da apólice, como o valor segurado, o prêmio correspondente, a cobertura de terceiros, a indenização em caso de perda total e o ajuste de franquias. Em veículos comerciais com uso intenso, o seguro não é apenas uma proteção contra roubo ou colisão; ele também funciona como garantidor de continuidade operacional, especialmente quando a carga transportada envolve mercadorias de alto valor agregado ou contratos com clientes que exigem prazos estritos de entrega. Com um modelo como o Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p de 1998, a seguradora tende a observar também o histórico de manutenção, as condições de conservação da cabine e da carroceria, bem como a disponibilidade de peças originais. Todos esses fatores impactam o prêmio final e as opções de cobertura, incluindo redundâncias como proteção a danos a carga, responsabilidade civil e assistência em viagem. Em resumo, o FIPE funciona como uma âncora de referência, que ajuda o corretor a propor soluções de seguro mais alinhadas com a realidade de uso do caminhão no dia a dia.

Ficha técnica resumida do Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p (1998)
- Marca: Scania
- Modelo: P-94 DB 260
- Ano/modelo: 1998
- Configuração de eixo: 6×2 (três eixos, com dois eixos traseiros motorizados)
Observação: a ficha técnica a seguir apresenta dados descritos de forma resumida para referência, com foco nos elementos relevantes para avaliação de seguro e uso operacional. Em veículos de idade avançada, muitas especificações podem variar conforme a configuração original, retrofit realizado pela frota e a disponibilidade de peças na época. A seguir, descrevemos aspectos comumente observados nesse tipo de caminhão e que costumam influenciar a avaliação FIPE e, por consequência, o custo do seguro:
Motor, potência e torque: o P-94 DB 260 utiliza um motor diesel de alta cilindrada, com potência nominal na casa de 260 cavalos. O torque, componente crucial para arrancadas, subida de rampas e operação com carga, costuma ficar em patamares elevados para o porte do veículo, o que impacta diretamente o perfil de risco em sinistros de capotamento ou perda de controle em trechos de subida e em curvas pesadas. Em linhas gerais, veículos com maior torque tendem a exigir atenção redobrada na condução econômica e na manutenção de sistemas de freios motores, comorbidades típicas de trocas de marchas em trechos longos.
Câmbio e transmissão: configurados para oferecer resistência e longevidade, os camiões da linha P da Scania, nessa geração, costumavam empregar transmissões manuais de múltiplas marchas, pensadas para suportar demanda de torque elevado e condições de trabalho severas. A relação entre o conjunto motor-câmbio impacta o consumo, o desgaste de peças e a probabilidade de falhas vinculadas ao eixo de saída, ao diferencial e ao sistema de transmissão em cenários de carga máxima. A escolha pela caixa de câmbio, bem como pelo tipo de embreagem, pode alterar não apenas a performance operacional, mas também o custo de seguro, já que a confiabilidade de transmissão é fator-chave na avaliação de risco.
Cabine e configuração de uso: o código 2p indica uma cabine de duas portas, prática para operações que exigem rápida entrada e saída de motoristas durante a operação logistica. Em termos de seguro, cabines simples tendem a apresentar menos pontos de alto impacto no seguro de valor total, desde que mantidas em bom estado. A área de cabina de um Scania P-94 costuma oferecer conforto básico para o motorista, com recursos mecânicos simples comparados aos padrões mais modernos, o que, por um lado, facilita a manutenção, e por outro demanda atenção contínua contra vibrações, vazamentos e desgastes de componentes internos.
Peso e dimensões: o P-94 DB 260 6×2 de 1998, inserido na categoria de caminhões pesados, geralmente opera com peso bruto total (PBT) próximo de 26 toneladas, com geometrias voltadas à distribuição de carga em reboques ou semirreboques compatíveis com essa configuração de eixo. A capacidade de carga útil varia conforme o chassi, a carroceria e o tipo de semirreboque utilizado, mas valores na faixa de 10 a 18 toneladas de carga útil são comuns para operações de distribuição regional e de longo alcance, dependendo da configuração. O peso e as dimensões influenciam a taxa de imposto de circulação, o consumo de combustível, o desempenho em vias urbanas e a segurança em manobras, aspectos que a seguradora considera ao definir o prêmio e as coberturas.
Tanque de combustível, aerodinâmica e componentes auxiliares: caminhões dessa geração utilizam tanques de combustível com capacidade suficiente para manter operações de longo percurso entre paradas de abastecimento, o que, por sua vez, aproxima o custo de operação e o risco de falhas em trechos longos sem apoio. A aerodinâmica de caminhões de 1998 era menos refinada que a de modelos modernos, o que favorece o consumo, especialmente em viagens de alta velocidade. Além disso, a integridade de sistemas como freios, suspensão, direção e iluminação é primordial para a validação de seguros de frota, pois falhas nesses sistemas podem predispor a acidentes com maior gravidade. Em resumo, a ficha técnica resumida acima oferece um panorama técnico útil para entender o comportamento do veículo sob o aspecto de risco, custo de reposição e manutenção ao longo do tempo.
O que torna a marca Scania relevante no segmento de caminhões pesados
A Scania é uma das marcas mais reconhecidas do mundo no segmento de caminhões e ônibus pesados. Fundada na Suécia no início do século XX, a empresa consolidou-se como líder em engenharia de motores, transmissions robustas e soluções de trem de força que combinam desempenho, durabilidade e eficiência. Um dos pilares da reputação da Scania é a durabilidade de seus veículos, que, em muitas frotas, permanece operando por dezenas de milhares de quilômetros mesmo após anos de uso. Além disso, a rede de concessionárias e oficinas autorizadas fornece suporte técnico e disponibilidade de peças, o que facilita a manutenção preventiva e corretiva, reduzindo indisponibilidades por tempo de reparo e contribuindo para uma gestão de risco mais estável em seguros. A Scania também tem investido em tecnologia de telemetria, diagnóstico remoto e conectividade de frotas, o que facilita a monitoração de desempenho, consumo e condições de manutenção — componentes que também influenciam a decisão de seguradoras ao estipular cláusulas de coberturas e descontos por bom comportamento de condução. Em termos de imagem de marca, a Scania é associada à confiabilidade, à robustez estruturada para operações de carga pesada e à capacidade de suportar operações em condições adversas, como estradas com terrenos desafiadores, climas extremos e horários produtivos que exigem disponibilidade do veículo por longos períodos.
Aplicação prática do Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p na frota
Na prática de frotas, o Scania P-94 DB 260 6×2 de 1998 costuma aparecer em operações de distribuição regional, entrega de cargas pesadas ou serviço de logística que exige uma combinação de capacidade de carga e desempenho em trechos longos com subidas íngremes. A configuração 6×2 é eficiente para manter a tração necessária em vias sinuosas ou com aclives, ao mesmo tempo em que proporciona boa capacidade de carga quando acoplada a semirreboques. Em termos de gestão de seguros, veículos dessa geração costumam ser avaliados com foco na idade, no histórico de manutenções, na qualidade da manutenção preventiva realizada e na confiabilidade de peças de reposição. Condições de freio, sistemas de suspensão e motor, bem como o estado da cabine, são observações comuns nos laudos de vistoria que podem influenciar a avaliação de risco. Além disso, a história de sinistros da frota, o regime de uso (rotas urbanas com paradas frequentes versus trajetos interestaduais), e o regime de crédito utilizado pela seguradora para avaliação de risco de roubo ou dano mecânico também impactam os prêmios. Em suma, esse modelo específico, quando bem mantido, pode oferecer uma relação custo-benefício estável para empresas que precisam de um caminhão capaz de combinar robustez com capacidade de carga, sem sacrificar a confiabilidade ao longo de muitos quilômetros de operação.
Manutenção, segurança e durabilidade: lições para quem cuida de uma frota antiga
Para caminhões de 1998, a manutenção preventiva e a aquisição de peças originais são decisões cruciais para manter o valor de mercado estável e reduzir a exposição a sinistros. A periodicidade de revisões, o controle de desgaste de componentes como freios, suspensão, direção e sistema de transmissão, e a verificação de vazamentos são ações que ajudam a manter o veículo em condições de operação segura. Em termos de segurança, é importante reforçar que caminhões mais antigos podem apresentar limitações em termos de frenagem de emergência, capacidade de manobra em curvas fechadas e alternativas de retardo de freio integradas, por isso a gestão de velocidade, carga e distância de seguimento deve ser mais conservadora do que em modelos modernos. A substituição de peças críticas por componentes originais ou compatíveis de qualidade ajuda a reduzir o risco de falhas catastróficas. Além disso, o uso de monitoramento de telemetria, quando disponível, permite aos gestores de frota detectar padrões de uso que possam indicar desgaste acelerado, como excesso de rotações do motor, regime de marcha lenta prolongado ou operações com sobrecarga acima do especificado. Em termos de seguro, manter registros detalhados de manutenção ajuda a demonstrar diligência na gestão de risco, o que pode favorecer condições de prêmio mais razoáveis e optar por coberturas adicionais de proteções de frota, cargas e responsabilidades.
Considerações ao avaliar o seguro com base na Tabela FIPE
Ao planejar o seguro de um Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p de 1998, a Tabela FIPE funciona como um guia para a definição do valor segurado, que, por sua vez, impacta o valor do prêmio. Ao mesmo tempo, corre-se o risco de desvalorização se a frota não recebe manutenção regular, não possui histórico de sinistros limpo ou se o veículo tem quilometragem acima do usual para a idade. Corretores costumam levar em conta a idade do caminhão, o estado de conservação da carroceria e da caçamba, a configuração do veículo (incluindo a cabine, o eixo dianteiro e o eixo traseiro), e a disponibilidade de peças de reposição para manter a operação sem interrupções. Além disso, a natureza da carga é um fator crítico: cargas de alto valor exigem coberturas adicionais de carga, alta responsabilidade civil e proteção de danos materiais, o que pode alterar significativamente a composição do prêmio. O histórico de sinistros, bem como a reputação do motorista em relação à condução segura, também pesa na avaliação de risco. Por fim, a localização geográfica e o tipo de rota (urbana, rodoviária, com portos ou ferrovias na rota) são elementos que ajudam a moldar o comportamento de risco e, consequentemente, o custo da proteção. Assim, quem utiliza a FIPE como referência precisa integrá-la com dados internos da frota para construir uma política de seguro que maximize a proteção e minimize custos ao longo do tempo.
Para tornar o entendimento ainda mais claro, vale ressaltar que a FIPE não é o único critério utilizado pelas seguradoras. A experiência prática de condução, a qualidade da manutenção e o histórico de proprietários anteriores, entre outros fatores, também dialogam com o preço final da apólice. O objetivo é criar uma solução sob medida que garanta proteção adequada para o caminhão, para a carga que ele transporta e para as responsabilidades associadas à atividade de transporte. Combinando a referência de valor FIPE com boas práticas de gestão de frotas, as empresas podem reduzir o custo total de seguro, aumentar a disponibilidade do veículo e manter a conformidade regulatória em termos de seguros obrigatórios e coberturas adicionais.
Em resumo, o Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p de 1998 é um exemplo de veículo que, dependendo de como é mantido e utilizado, pode oferecer performance estável e custo de propriedade relativamente previsível para operações que exigem força de tração, capacidade de carga e confiabilidade de manutenção. O valor de mercado refletido pela FIPE, aliado a um plano de manutenção bem estruturado e a uma estratégia de seguro alinhada ao perfil de uso, forma a base para uma gestão de risco mais eficaz e uma operação de transporte mais segura e eficiente ao longo dos anos.
Se você está avaliando opções de proteção para este caminhão, lembre-se de considerar não apenas o preço do prêmio, mas também as coberturas oferecidas, as condições de indenização, as franquias, as assistências disponíveis e a rede de atendimento. O equilíbrio entre custo e cobertura é essencial para manter a melhoria contínua da frota e a resiliência do negócio.
Para conhecer as melhores opções
