Valor FIPE Atual
R$ 264.418,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513249-5
Ano: 2013-3
MêsPreço
Jan/26R$ 264.418,00
Dez/25R$ 264.922,00
Nov/25R$ 265.320,00
Out/25R$ 266.654,00
Set/25R$ 267.511,00
Ago/25R$ 268.074,00
Jul/25R$ 268.504,00
Jun/25R$ 269.854,00
Mai/25R$ 271.211,00
Abr/25R$ 273.650,00
Mar/25R$ 275.026,00
Fev/25R$ 276.409,00

Entenda a Tabela FIPE para o SCANIA G-360 A: diferentes configurações 4×2/3-eixos e 6×2/2p (diesel, E5) de 2013

O que a Tabela FIPE representa para seguros e avaliação de caminhões usados

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões. Para corretores de seguros, frotistas e proprietários, a FIPE oferece uma base padronizada que ajuda a calibrar premiações, indenizações por perda total ou parcial e o valor de reparação em casos de sinistros. Em veículos pesados como o SCANIA G-360 A, a variação de preço segundo a FIPE pode depender de fatores como a configuração do chassi (4×2 com determinados eixos ou 6×2 com outros arrangements), a idade do veículo, o histórico de uso, o estado de conservação, o tipo de motor e a sua configuração de emissões. Importante destacar que o objetivo da FIPE é servir como referência de mercado, e não como preço fixo de venda ou de aquisição. Por isso, seguradoras costumam complementar a referência com informações de manutenção, quilometragem atual, histórico de sinistros e condições específicas de cada veículo.

Ao tratar de um modelo como o SCANIA G-360 A, o corretor precisa considerar que há variações relevantes entre as configurações de chassi e de eixo. Essas diferenças afetam não apenas o desempenho e a capacidade de carga, mas também a percepção de risco pela seguradora. Por exemplo, uma configuração 6×2 pode ter maior propensão a desgaste de componentes do eixo traseiro e a despesas de manutenção associadas a reboque ou intermediação de semi-reboques, influenciando a avaliação de risco e, consequentemente, a composição da apólice. Assim, manter o cadastro atualizado com a versão exata do veículo e o estado atual facilita a correspondência entre a FIPE e as coberturas mais adequadas para cada caso.

Tabela FIPE SCANIA G-360 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p (dies.)(E5) 2013

Neste artigo, exploramos o SCANIA G-360 A de 2013, com foco nas duas configurações citadas: 4×2 com 3-eixos e a versão 6×2 com 2 portas. A intenção é oferecer uma visão educativa sobre a ficha técnica, as particularidades de cada configuração e como esses aspectos dialogam com a proteção oferecida por um seguro veicular de frotas ou de caminhões pesados. A leitura busca não apenas esclarecer o que a FIPE reflete, mas também orientar pequenos- e médios empresários, motoristas e corretoras na tomada de decisão com a devida prudência e planejamento financeiro.

Ficha técnica do SCANIA G-360 A (2013) — 4×2 com 3-eixos e 6×2 com 2 portas

A seguir apresentamos uma ficha técnica resumida, pensada para facilitar o entendimento dos principais itens que costumam aparecer na configuração de 2013 desse modelo específico da SCANIA. Vale lembrar que as especificações podem sofrer variações conforme o chassi, a configuração de eixos, o tipo de cabine, a transmissão escolhida e o mercado de venda.

  • Marca/Modelo: Scania G-360 A
  • Configurações disponíveis para este conjunto: 4×2 com 3-eixos; 6×2 com 2 portas
  • Motor/Emissões: diesel, sistema de emissões E5, potência aproximada de 360 cv
  • Ano/modelo: 2013

Complementando a ficha técnica, é relevante entender como cada item se conecta ao uso prático e à gestão de risco para seguros. A configuração 4×2, com dois eixos motrizes menos o eixo auxiliar, tende a oferecer menor consumo de combustível em percursos com menos reboque e maior facilidade de manuseio em operações urbanas ou rodoviárias com polos logísticos bem distribuídos. Já a versão 6×2, com dois eixos traseiros propulsando o conjunto, amplia a capacidade de carga e a estabilidade em longas distâncias com semirreboque ou com geometrias de reboque que exigem maior rigidez de chassis. Em termos de responsabilidade de custo de seguro, a 6×2 pode apresentar prêmios diferentes em função da maior tráfego de eixos e da necessidade de componentes de suspensão, diferencial e sistema de transmissão com desgaste adicional. A potência de 360 cv, combinada a um motor diesel com tecnologia E5, reflete uma propensão a consumo moderado para o porte do veículo, mas com exigência de manutenção rigorosa para evitar quedas de performance que possam impactar o risco de sinistro.

Como a configuração de eixo influencia na apólice de seguro

As configurações de eixo de caminhões pesados são determinantes para o risco avaliado pela seguradora. O 4×2 com 3-eixos e o 6×2 com 2 portas representam perfis operacionais diferentes, que podem impactar o prêmio de várias formas:

  • Capacidade de carga e carga útil: veículos com maior capacidade de transporte costumam ter valor de reposição elevado. A FIPE reconhece esse valor e, em muitas apólices, o nível de cobertura depende da estimativa de valor atual do veículo, que pode variar conforme configuração de eixo e chassi.
  • Patrimônio de manutenção: a configuração 6×2 tende a exigir mais componentes de suspensão,ixos de eixo e freios que, com o tempo, elevam o custo de manutenção e, consequentemente, o risco agregado para a seguradora.
  • Perfil de uso: caminhões configurados para longas distâncias com semirreboques costumam enfrentar maiores exigências de desgaste mecânico, o que influencia a avaliação do risco de falhas. Em trajetos urbanos com manobras frequentes, a configuração 4×2 pode oferecer menor complexidade de reparos.
  • Visibilidade de sinistros: operações com mais eixos podem ter maior probabilidade de danos envolvendo mudanças de diretriz de reboque, colisões com reboques ou ocorrências em vias com pavimento irregular. Isso, por sua vez, pode ter impacto na história de sinistros e no ajuste de prêmio.

É fundamental que o corretor de seguros analise com o cliente não apenas o valor atual do veículo segundo a FIPE, mas também o uso pretendido, o ambiente operacional (região, tipo de estrada, climas extremos), o histórico de sinistros da frota e a disponibilidade de assistência 24h, guincho e peças de reposição. Essas variáveis ajudam a compor uma apólice que ofereça proteção adequada sem sobrecarga de custo. Em resumo, a configuração 4×2 pode favorecer prêmios mais comedidos em situações de menor demanda de carga, enquanto a 6×2 pode exigir uma avaliação mais cuidadosa de custo-benefício, principalmente em frotas com grande volume de operações ou com reboques frequentes.

Itens de cobertura recomendados para o SCANIA G-360 A

Para caminhões dessa linha e ano, algumas coberturas são particularmente importantes para assegurar uma proteção abrangente diante de riscos comuns do transporte de carga e da operação de frota. Abaixo estão itens típicos que costumam compor uma apólice robusta:

  • Cobertura de casco (valor de reposição ou valor de mercado, conforme escolha);
  • Responsabilidade civil (caso de danos a terceiros durante a operação);
  • Proteção contra roubo e furto, com ou sem retirada de carga;
  • Assistência 24h, guincho e carro reserva em caso de pane ou acidente;

Além dessas coberturas básicas, dependendo da operação, podem ser consideradas adicionais como proteção a acessórios especiais, cobertura para danos elétricos e eletrônicos, e cláusulas específicas para cargas valiosas ou perigosas. A escolha depende do perfil da rota, da segurabilidade da empresa e da criticidade da operação para o negócio. Um corretor experiente pode orientar sobre limites de cobertura, franquias e possíveis descontos para programas de manutenção preventiva, rastreadores veiculares, ou histórico de boas práticas operacionais.

Boas práticas para manter a sinistralidade sob controle e valor FIPE alinhado

Para que a soma da proteção seja eficiente, vale adotar práticas que ajudam a manter o valor de reposição ou o valor de mercado próximo da realidade, de modo a reduzir surpresas no momento de um sinistro ou de uma indenização. Dicas úteis incluem:

  • Manter documentação atualizada: registro de manutenção, troca de peças, histórico de revisões e certificados de vistorias ajudam a demonstrar o bom estado do veículo.
  • Atualizar o cadastro da FIPE sempre que houver alterações relevantes: mudanças de configuração de eixo, cabine ou motor podem alterar o valor de mercado estimado pela tabela.
  • Monitorar a quilometragem e o uso da frota: padrões de uso distinto entre 4×2 e 6×2 podem influenciar desgaste e necessidade de reposição de componentes.
  • Investir em rastreadores e programas de manutenção: muitas seguradoras oferecem descontos ou condições especiais para frotas que adotam monitoramento remoto e planos de manutenção, reduzindo o risco de sinistro.

É importante que o transportador avalie, junto ao corretor, a melhor combinação entre o valor estimado pela FIPE, as coberturas desejadas e as franquias que melhor se adequam ao fluxo de caixa da empresa. A correta leitura da FIPE para o SCANIA G-360 A implica entender que pequenas variações entre as configurações podem significar diferenças na cobertura, no custo final do seguro e na velocidade de indenização em casos de sinistro. Por isso, a clareza sobre a configuração exata do veículo, bem como sobre o uso operacional, é cada vez mais determinante para uma proteção adequada e econômica.

Se você está buscando uma orientação prática e personalizada para o SCANIA G-360 A com as configurações 4×2/3-eixos ou 6×2/2p, entre em contato com a GT Seguros para uma cotação sob medida. A equipe pode avaliar sua situação específica, considerando a FIPE, o perfil da operação e as coberturas ideais para o seu caso, buscando o equilíbrio entre proteção, custos e tranquilidade para a sua frota.