Valor FIPE Atual
R$ 252.434,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 508043-6
Ano: 2016-3
MêsPreço
Jan/26R$ 252.434,00
Dez/25R$ 252.915,00
Nov/25R$ 253.295,00
Out/25R$ 253.905,00
Set/25R$ 254.721,00
Ago/25R$ 255.258,00
Jul/25R$ 255.668,00
Jun/25R$ 255.924,00
Mai/25R$ 256.437,00
Abr/25R$ 256.669,00
Mar/25R$ 257.055,00
Fev/25R$ 257.210,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Marco Polo Volare Fretamento W9/DW9 2016 (diesel, Euro 5)

Ficha Técnica do Marco Polo Volare Fretamento W9/DW9

A linha Marco Polo Volare destinada ao fretamento reúne veículos pensados para o transporte de passageiros com foco em robustez, facilidade de manutenção e operação contínua. O conjunto W9/DW9 de 2016 representa uma configuração comum para frotas que atuam em turismo, fretamento urbano e serviços que demandam transportes de passageiros com regularidade. A ficha técnica a seguir oferece um quadro descritivo, destacando aspectos que costumam aparecer na documentação técnica e nos catálogos de época. Vale lembrar que, dentro da mesma linha, diferentes lotes de fabricação podem apresentar variações de especificação, por isso é importante confirmar com o fabricante ou a documentação oficial da versão específica de cada unidade contratada pela frota.

  • Fabricante: Volare; carroceria associada ao chassis Marco Polo na função de fretamento
  • Tipo de veículo: fretamento de passageiros (microônibus/micro-ônibus de médio porte, conforme configuração)
  • Ano/modelo: 2016, versão W9/DW9
  • Combustível: Diesel
  • Emissão: Euro 5 (E5)
  • Motor: motor diesel, configuração voltada a uso frequente e longa duração de jornadas (potência e torque variam conforme o conjunto propulsor instalado)
  • Transmissão: opções de transmissão podem incluir câmbio manual ou automático, conforme a configuração
  • Capacidade de passageiros: determinada pela carroceria interna; envolve layout com bancos, espaço para bagagem e áreas de circulação
  • Dimensões principais: comprimento, largura e altura dependem da carroceria específica; a aproximação comum para esse tipo de fretamento fica entre medidas que facilitam manobra e capacidade de viação
  • Peso: peso próprio varia conforme acabamento, bancada de bagagem e itens de conforto instalados
  • Tanque de combustível: capacidade definida pelo projeto de cada unidade; geralmente otimizada para autonomia em trajetos de fretamento
  • Freios e segurança: sistema de freios com especificações modernas para o período; itens como ABS podem estar presentes na configuração

Observação importante: a ficha acima representa um retrato de referência para o Marco Polo Volare W9/DW9 2016, com foco em características típicas desse tipo de veículo de fretamento. Como há variações entre lotes de fabricação e entre estados de conservação, confirme os dados exatos consultando a nota técnica do veículo específico ou os catálogos oficiais de época. Em seguros e avaliações, esse cuidado impacta a leitura de dados, o valor segurável e as coberturas necessárias.

Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE FRETAMENTO W9/DW9 (diesel)(E5) 2016

Sobre a marca Marco Polo e a Volare

A Volare é uma marca brasileira com atuação histórica no segmento de ônibus e micro-ônibus, especialmente voltada a soluções de mobilidade para fretamento, turismo e transporte de passageiros. Em muitos cenários, as carrocerias Marco Polo aparecem associadas a chassis da Volare para atender demandas de frotas com maior durabilidade, confiabilidade de uso diário e compatibilidade com serviços de longa e curta distância. A união entre a marca de carroceria (Marco Polo) e o fabricante de chassis (Volare) ilustra a prática comum no setor de transporte por fretamento: a montagem de soluções modulares que equilibram capacidade de ocupação, robustez estrutural e disponibilidade de peças de reposição. Em termos de mercado, veículos com esse perfil são amplamente escolhidos por empresas que precisam manter uma operação estável, com menos paradas para manutenção frequente, e com custos de propriedade previsíveis ao longo de contratos de fretamento de diferentes durações. Além disso, o histórico de atendimento técnico, redes de assistência e suporte de peças rápidas costuma pesar na decisão de compra e, consequentemente, na percepção de valor de mercado ao longo do tempo.

Ao falar de marcas no setor de fretamento, é comum observar que o desempenho depende não apenas da mecânica, mas também da qualidade da carroceria, do conforto oferecido aos passageiros e do custo de operação diário. A Volare, ao lado de parceiros de carroceria, busca oferecer soluções que atendam a exigências de rotas curtas, atuações urbanas e serviços de turismo, com foco na resistência a jornadas repetidas, na facilidade de manutenção e na disponibilidade de peças de reposição no mercado nacional. O marco do ano de 2016 representa um período em que as configurações de fretamento já contemplavam padrões de segurança e conformidade com as normas vigentes, o que influencia também as avaliações de valor para uso, venda ou seguro dessas unidades.

Como a Tabela FIPE funciona para veículos de fretamento e o impacto no seguro de frotas

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para determinar o valor médio de mercado de veículos usados no Brasil. Ela é alimentada por transações reais ocorridas no mercado e passa por atualizações periódicas que refletem as mudanças de demanda, disponibilidade de modelos e condições de mercado. Quando se trata de veículos de fretamento, como o Marco Polo Volare W9/DW9, a FIPE serve como base para o cálculo do valor segurável, influenciando o prêmio de seguro, o limiar de indenização e as opções de cobertura oferecidas. No entanto, a FIPE é apenas uma referência: contratos de seguro para frotas costumam considerar diferentes cenários, como indenização por reposição a valor de mercado, reposição a valor de custo ou mesmo reposição a valor de referência com ajustes por idade e condição do veículo.

A variação do valor FIPE ao longo do tempo reflete diversos fatores, e entender esses itens ajuda gestores de frota a planejar melhor a proteção. Entre os componentes que costumam impactar o valor de referência, destacam-se:

  • Conservação geral do veículo: veículos bem conservados tendem a manter o valor de mercado em patamares mais estáveis
  • Quilometragem: unidades com maior uso costumam apresentar menor valor de revenda, na linha de referência
  • Versão e configuração: diferenças entre carroceria, interior, itens de conforto e segurança podem mover o valor
  • Mercado regional e demanda por fretamento: áreas com maior atividade de turismo e fretamento podem elevar a demanda de determinadas versões

Para empresas que administram frotas, entender a dinâmica da FIPE significa traduzir essa referência em decisões de proteção. O valor de referência influencia o nível de cobertura, as opções de indenização e o custo total da proteção do patrimônio. Além disso, ele deve ser confrontado com o custo de reposição de uma unidade equivalente, especialmente para frotas que precisam manter operação contínua com substituição rápida em casos de sinistro.

Por que o valor FIPE é importante para a gestão de seguro da frota

O valor FIPE atua como uma bússola ao planejar a apólice de seguro de uma frota de fretamento. Ele orienta a definição de coberturas como indenização a valor de mercado, reposição ou soma segurada correspondente ao custo de substituição de uma unidade similar. Em contextos de fretamento, onde a disponibilidade de veículos substitutos e a continuidade da operação são cruciais, escolher o tipo de indenização adequado ajuda a evitar lacunas de proteção. Além disso, a FIPE auxilia na avaliação de depreciação de itens de reposição, como peças de motor, transmissão, sistemas de freios e componentes de segurança, que têm impactos diretos no custo total do seguro ao longo do tempo. Em suma, a referência FIPE, quando bem aplicada, contribui para uma proteção mais alinhada ao valor real de reposição da frota e para escolhas de coberturas que acompanhem a evolução do patrimônio da empresa.

Cuidados com a vistoria, documentação e manutenção do Marco Polo Volare W9/DW9

Antes de fechar qualquer contrato de seguro, é essencial ter documentação completa e uma vistoria precisa do veículo. Em operações de fretamento, as vistorias costumam contemplar itens de segurança, sendo especialmente criteriosas com o estado dos freios, pneus, parte elétrica, extintores, e o estado interno e externo da carroceria. Documentação adequada também é indispensável: certidões de regularidade, licença de operação para fretamento, certificados de inspeção técnica quando aplicável e demais licenças exigidas pelos órgãos competentes. A boa gestão da frota passa pela manutenção preventiva: cronogramas de revisões, substituição de peças críticas e registro de todo o histórico de intervenções. Ao alinhar a manutenção com as exigências da FIPE e as exigências de seguro, a empresa aumenta a previsibilidade de custos e reduz o risco de sinistros, o que, por consequência, pode favorecer condições mais estáveis de prêmio ao longo do tempo.

Pontos de atenção para gestão de risco na frota

  • Manutenção proativa: revisões periódicas, substituição oportuna de itens críticos e registro