Valor FIPE Atual
R$ 15.518,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 018003-3
Ano: 1998-3
MêsPreço
Jan/26R$ 15.518,00
Dez/25R$ 15.548,00
Nov/25R$ 15.572,00
Out/25R$ 15.610,00
Set/25R$ 15.661,00
Ago/25R$ 15.740,00
Jul/25R$ 15.820,00
Jun/25R$ 15.837,00
Mai/25R$ 15.917,00
Abr/25R$ 15.932,00
Mar/25R$ 15.956,00
Fev/25R$ 15.556,00

Kia Besta EST Full 2.7 Diesel (1998): leitura técnica pela FIPE e panorama histórico da marca

A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil para estabelecer referências de valor de mercado de veículos usados. Para quem atua no mercado de seguros, entender como a FIPE reflete as características técnicas de um modelo específico ajuda a calibrar coberturas, indenizações e prémios com maior assertividade. No caso da Kia Besta EST Full 2.7 Diesel de 1998, o uso da tabela implica observar não apenas o preço de referência, mas também aspectos ligados à mecânica, à confiabilidade da linha de produção da Kia na época e à disponibilidade de peças. A Besta, segmento minivan, representa uma época de crescente internacionalização da Kia, que buscava ampliar sua presença em mercados emergentes com propostas de utilidade prática, espaço interno generoso e custo de aquisição competitivo.

Ficha técnica da Kia Besta EST Full 2.7 Diesel 1998

A seguir, uma síntese técnica que costuma compor a base de referência de uma versão EST Full com motor 2.7 Diesel, associada ao ano de 1998. Os dados apresentam o conjunto motor-câmbio e parâmetros de apoio que costumam constar em fichas técnicas de veículos da época, úteis para quem analisa seguros, manutenção e histórico do veículo.

Tabela FIPE Kia Motors Besta EST Full 2.7 Diesel (10/12lug.) 1998
  • Motor: diesel 2.7 L (2699 cm³), 4 cilindros em linha, turbocompressor com configuração de injeção direta; aplicação típica em utilitários leves e vans de uso familiar/comercial leve.
  • Potência e torque: potência máxima em torno de 90–95 cv (aprox. 66–70 kW) a rotações próximas de 3.500–4.000 rpm; torque máximo ao redor de 16–20 kgf·m (aprox. 157–196 N·m) em regime de baixa a média rpm, o que favorece a dirigibilidade em trechos urbanos e em deslocamentos com carga.
  • Transmissão e tração: manual de 5 velocidades; tração dianteira (FWD) em versões voltadas ao uso urbano e utilitário leve; câmbio tradicional com respostas diretas para manobras e retomadas em aclives.
  • Dimensões, peso e capacidade: carroceria minivan com configuração de 7 lugares; comprimento na faixa de 4,5 a 4,6 metros, largura próxima a 1,7 a 1,8 metros, altura variando conforme a carroceria; entre-eixos em torno de 2,8 metros; peso em ordem de marcha entre 1.4 e 1.7 toneladas; tanque de combustível com capacidade de aproximadamente 60 litros; consumo depende de uso (cidade/estrada) e da carga transportada.

Essa construção técnica ajuda a interpretar o que a FIPE captura para o modelo, especialmente no que tange a custo de reposição de peças originais, manutenção recorrente e expectativa de vida de componentes chave (motor, câmbio, sistema de injeção). Em termos de seguro, compreender a base mecânica facilita a avaliação de risco de sinistro, já que veículos com motores diesel de idade média tendem a exigir atenção especial quanto a disponibilidade de peças, assistência técnica autorizada e custos de reparo de componentes específicos.

Sobre a marca Kia e a trajetória da Besta no mercado brasileiro

A Kia, ao longo das décadas, teve uma trajetória de ascensão no Brasil e em outros mercados globais que reflete uma estratégia de oferecer veículos com boa relação custo-benefício, acompanhados de melhoria contínua em design, conforto, tecnologia e suporte de pós-venda. Na década de 1990, período em que a Besta EST Full 2.7 Diesel circulava, a Kia investia em ampliar sua rede de concessionárias, melhorar a confiabilidade de seus modelos de entrada e, sobretudo, ajustar a percepção de marca junto a consumidores que buscavam espaço interno, robustez e utilidade para uso familiar e profissional leve. A Besta, neste contexto, destacou-se como uma alternativa de van compacta com interior amplo para famílias grandes ou pequenos negócios, aliando o porte de veículo utilitário com a praticidade de um veículo de passeio.

O portfólio da Kia naquela época já mostrava uma linha de veículos que, aos poucos, foi ganhando adesão ao redor do mundo, inclusive no Brasil, onde a presença da marca se consolidou com estratégias de importação localizada, rede de assistência técnica e peças de reposição disponíveis por meio de distribuidores autorizados. Essa evolução afetou diretamente como as seguradoras avaliam risco, custo de cobertura e condições de indenização para modelos de gerações anteriores, como a Besta. Em termos de confiabilidade, a reputação da marca passou por uma curva de melhoria contínua, especialmente a partir do fim dos anos 2000, quando a Kia intensificou seus investimentos em qualidade e design, o que acabou influenciando positivamente a percepção de seguro para modelos mais antigos no portfólio.

Contexto de uso e leitura prática da FIPE para este modelo

Para profissionais de seguros, a leitura da FIPE para a Kia Besta EST Full 2.7 Diesel de 1998 envolve considerar não apenas o valor de reposição do veículo, mas também a função prática do veículo no dia a dia. Um modelo com sete lugares, motor diesel e configuração de carga pode representar um uso misto entre transporte familiar, fretamento leve ou operação comercial com demanda moderada de espaço. Esse mix implica em variáveis que influenciam o seguro, como perfil do condutor, histórico de sinistros, região de circulação, uso do veículo (residencial, trabalho, venda/entrega) e disponibilidade de peças de reposição. Em geral, veículos mais velhos com motores diesel têm manutenção associada a um custo operacional que pode se manter estável por certo tempo, porém com necessidade de cuidado extra em componentes como câmbio, embreagens, turbocompressor e sistema de injeção, aspectos que podem impactar o prêmio se o histórico de reparos indicar falhas recorrentes ou se houver dificuldade de alcançar assistência técnica especializada.

Além disso, a idade do modelo sugere a importância de revisões periódicas e de manter o veículo em boas condições de conservação para evitar riscos de perda total ou de incapacitação da função veicular. A FIPE, por seu turno, atualiza mensalmente as referências de preço com base em transações de mercado, o que oferece uma linha de apoio para as seguradoras recalcularem coberturas de acordo com a realidade de mercado naquele mês, sem necessariamente depender de preços fixos no momento da contratação. Por essa razão, entender o histórico de versões, o tipo de motorização e as especificações técnicas ajuda a calibrar o nível de cobertura, a escolha de franquias e a eventual necessidade de monitorar o desgaste de componentes críticos ao longo do tempo.

Principais considerações para seguros e uso seguro deste modelo

  • Verifique disponibilidade de peças: a idade do veículo pode influenciar a disponibilidade de peças originais ou paralelas. Isso impacta projetos de seguro que envolvem assistência e reparos rápidos em caso de sinistro.
  • Avalie o uso pretendido: o veículo com configuração de 7 lugares e motor diesel costuma ter boa aceitação para uso familiar com carga, mas pode exigir coberturas específicas para terceiros, carregamento de mercadorias e assistência veicular ampliada.
  • Risco de condução e manutenção: histórico de manutenção, periodicidade de trocas de fluídos, filtros, turbocompressor e sistema de injeção ajuda a compor o perfil de risco e a qualidade do seguro contratado.
  • Impacto da idade na franquia e na indenização: para veículos com mais de duas décadas, políticas de indenização podem considerar a depreciação proposta pela FIPE, o que influencia o valor a receber em caso de sinistro total.

Em termos de planejamento, entender a leitura da FIPE para a Kia Besta EST Full 2.7 Diesel de 1998 facilita a avaliação do que está sendo segurado, o que é coberto e a relevância de incluir itens como assistência 24 horas, carro reserva, responsabilidade civil e proteção contra roubo/furto. O diálogo com o corretor de seguros é essencial para alinhar as coberturas às necessidades do veículo e do proprietário, especialmente quando se considera a idade do carro, o estado de conservação e a disponibilidade de serviços de manutenção na região de atuação.

Ao lidar com veículos mais antigos, como a Besta de 1998, é comum que as seguradoras recomendem verificar o histórico de sinistros, manter registros de revisões e ter documentação atualizada de peças e manutenções. Esses elementos contribuem para uma avaliação justa do prêmio e ajudam a evitar surpresas em casos de sinistro. A combinação entre a leitura técnica, o entendimento da marca e a referência FIPE possibilita uma visão mais completa sobre o seguro mais adequado a este modelo específico, considerando o uso pretendido, o perfil do condutor e a realidade de disponibilidade de peças na região.

Se você está buscando entender como fica o seguro para este veículo, considere fazer uma cotação com a GT Seguros para comparar opções supervisoras, coberturas recomendadas e condições específicas aplicáveis à Kia Besta EST Full 2.7 Diesel (1998).