Valor FIPE Atual
R$ 94.780,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513055-7
Ano: 1997-3
MêsPreço
Jan/26R$ 94.780,00
Dez/25R$ 94.961,00
Nov/25R$ 95.104,00
Out/25R$ 95.333,00
Set/25R$ 95.640,00
Ago/25R$ 95.842,00
Jul/25R$ 95.996,00
Jun/25R$ 96.093,00
Mai/25R$ 96.286,00
Abr/25R$ 96.373,00
Mar/25R$ 96.518,00
Fev/25R$ 96.576,00

Panorama técnico da Tabela FIPE para a Scania R-124 GA 420 6×4 NZ 2p diesel (1997)

A Tabela FIPE funciona como referência de álcool, combustível e valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões pesados como a Scania R-124 GA 420 6×4 NZ 2p diesel de 1997. Embora o objetivo principal da FIPE seja oferecer uma base para negociações e seguros, é essencial entender o que a tabela representa e quais limitações ela carrega. Para quem atua no setor de seguros ou gestão de frotas, compreender o funcionamento da FIPE ajuda a dimensionar coberturas, reposição de peças e avaliação de sinistros com maior embasamento técnico. Cabe reforçar que, neste espaço, não serão apresentados preços específicos; os valores de referência da FIPE aparecem no topo do post como parte de um sistema automatizado. Aqui, vamos explorar a fundo o veículo, a marca e as particularidades desse exemplar de 1997 para que você possa entender melhor o seu encaixe na tabela, no seguro e na operação logística.

Sobre a marca Scania e o cenário dos caminhões pesados

A Scania é uma fabricante sueca de veículos comerciais de grande porte, com tradição centenária no desenvolvimento de caminhões, ônibus e motores. A marca se consolidou como referência em robustez, eficiência de motor e soluções de gestão da frota. Um caminhão da linha Scania, especialmente modelos como o R-Series, costuma combinar potência, torque de sobra e sistemas de gerenciamento de motor que favorecem desempenho em longas distâncias, transporte de cargas pesadas e operações em terrenos desafiadores. O portfólio do fabricante destaca características como:

Tabela FIPE SCANIA R-124 GA 420 6×4 NZ 2p (diesel) 1997
  • Engines potentes e duráveis: motores que entregam torque elevado em regimes baixos de RPM, o que facilita arrancada com carga, subida de morros e operação em áreas remotas, onde a confiabilidade é crucial.
  • Sistemas de injeção e turboalimentação: tecnologia que busca equilíbrio entre desempenho e consumo, com intercooler para ganhos de eficiência térmica.
  • Transmissões e eixos otimizados para aplicação pesada: opções manuais e automáticas que visam melhorar a manobrabilidade, economia de combustível e facilidade de manutenção.
  • Rede de serviço e disponibilidade de peças: ampla cobertura global que facilita a manutenção programada, a reposição de componentes originais e o suporte técnico para frotas.

Quando pensamos na Scania R-124 GA 420, 6×4 NZ 2p, entramos em um universo onde o foco é a capacidade de transportar grandes cargas com confiabilidade. A configuração 6×4 indica três eixos, sendo dois deles com tração, o que é comum para caminhões destinados a transporte de carga pesada em estradas e nos cenários de extração e logística com maior exigência de estabilidade. A designação “NZ 2p” aponta, entre outros aspectos, características da cabine e da configuração de assentos, que, mesmo nas versões antigas, refletiam o compromisso da Scania com ergonomia do motorista, segurança e conforto em jornadas longas. Vale destacar que, ao avaliar a ficha técnica ou a avaliação pela FIPE, cada configuração de cabine, carroceria e equipamento pode modificar o valor de referência, o que reforça a importância de considerar o conjunto completo da unidade ao consultar a tabela.

Ficha técnica da Scania R-124 GA 420 6×4 NZ 2p (1997)

A Scania R-124 GA 420 6×4 NZ 2p diesel, ano de fabricação 1997, representa uma configuração típica da década em que caminhões pesados evoluíam para maior robustez, conforto e eficiência operacional. Abaixo apresentamos uma ficha técnica resumida em pontos-chave, lembrando que variações de motor, câmbio, cabine e o tipo de carroceria podem alterar alguns números na prática. Esta seção oferece um guia de referência para leitura da FIPE e para planejamento de seguro, manutenção e operação.

  • Motor: diesel V8, aproximadamente 14,0 litros de cilidrada, turboalimentado com intercooler. A configuração de fábrica para versões 420 costuma priorizar potência nominal na faixa de 420 cavalos‑força (cv), com torque considerável para processos de arranque e subida de rampas. Em termos de faixa, o torque máximo costuma situar-se próximo de 1.800–1.900 Nm, variando conforme mapeamento do motor e ano de fabricação.
  • Transmissão: caixa manual de múltiplas marchas, com configuração típica entre 12 e 16 velocidades, dependendo da seleção de eixo e do conjunto de engrenagens adequado ao caminhão 6×4. A transmissão é associada a diferenciais otimizados para distribuição de torque entre os eixos traseiros, visando estabilidade e economia de combustível em longas distâncias.
  • Tração e cabine: tração 6×4, com dois eixos traseiros impulsionadores e eixo dianteiro simples, projetados para suportar altas cargas. A cabine NZ, com 2 portas, é comum em versões de atuação regional e internacional onde conforto e ergonomia do motorista são valorizados. A distância entre eixos e a largura da carroceria podem variar conforme a configuração de fábrica ou de montagem pelo operador.
  • Capacidade e plataforma: a carga útil e a capacidade de peso bruto total (PBT) variam conforme carroceria instalada, implementação de itens de segurança e restrições legais locais. Em geral, as combinações 6×4 para esse patamar de motor costumam apresentar PBT na faixa de grande porte, com variações significativas entre chassis e carrocerias, desde carrocerias frigoríficas até plataformas abertas para transposição de cargas pesadas.

Observação importante: a ficha técnica acima descreve características típicas da versão 1997 da Scania R-124 GA 420 6×4 NZ 2p. Em prática de frota, há variações devido a alterações de garantia, retrofit de componentes, condições de operação, manutenção e atualizações de especificações ao longo dos anos. Ao consultar a FIPE, é comum encontrar diferentes faixas para modelos com mesmas designações, refletindo a diversidade de configurações disponíveis no mercado de usados. Por isso, ao avaliar o valor de referência para seguro ou venda, é essencial confirmar o conjunto específico de itens da unidade, incluindo cabine, carroceria, sistema de freios, rodas e pneus, bem como o estado geral de conservação.

Contexto de uso, manutenção e leitura da FIPE para esse modelo

Veículos como a Scania R-124 GA 420 com tração 6×4 NZ 2p diesel são comumente empregados em operações de transporte de carga pesada, distribuição de grandes volumes e serviços que exigem robustez e confiabilidade em longas jornadas. O motor de alta cilindrada, aliado a uma transmissão de várias marchas, facilita o atendimento de distâncias significativas e a condução de cargas de grande peso, desde que a cabine e o chassi estejam corretamente configurados para o tipo de serviço. Na prática, isso implica:

  • Manutenção preventiva constante: inspeção regular de sistema de injeção, turbocompressor, intercooler, sistema de freios e suspensão, bem como revisões periódicas de óleo do motor, filtros de combustível e ar; tudo isso reduz o risco de falhas em operações críticas.
  • Escolha da carroceria adequada: a carroceria escolhida para esse chassi impacta diretamente na carga útil efetiva, estabilidade e no consumo de combustível. Caminhões com carrocerias frigoríficas, plataformas ou baús têm requisitos diferentes de peso, freios e refrigeração, o que influencia o valor usado na FIPE e a apólice de seguro.
  • Desgaste e depreciação: o valor de referência na FIPE é sensível à idade, quilometragem, histórico de sinistros e histórico de manutenção; caminhões de 1997 podem exigir ajustes mais conservadores na hora de estipular coberturas, especialmente quando a frota já foi ampliada com versões modernas.
  • Seguros e coberturas: para caminhões pesados, o seguro costuma contemplar cobertura contra colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros e, muitas vezes, proteção a carroceria, guindaste (quando houver) e equipamentos especiais. A seleção de coberturas pode depender da configuração da cabine, da carroceria, da idade do veículo e