| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 51.125,00 |
| Dez/25 | R$ 51.223,00 |
| Nov/25 | R$ 51.300,00 |
| Out/25 | R$ 51.424,00 |
| Set/25 | R$ 51.590,00 |
| Ago/25 | R$ 51.699,00 |
| Jul/25 | R$ 51.782,00 |
| Jun/25 | R$ 51.834,00 |
| Mai/25 | R$ 51.938,00 |
| Abr/25 | R$ 51.985,00 |
| Mar/25 | R$ 52.064,00 |
| Fev/25 | R$ 52.096,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Volvo NL-10 280 6×2 2p (diesel) 1991 e entender a ficha técnica do veículo
A Tabela FIPE é a referência mais utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões e veículos comerciais de maior porte. Para quem atua na corretagem de seguros, compreender como essa tabela se aplica a um modelo específico, como o Volvo NL-10 280 6×2 2p (diesel) de 1991, é fundamental para calibrar propostas, apólices e coberturas. Ao tratar de veículos pesados presentes na maioria das frotas brasileiras, a FIPE ajuda a estabelecer uma referência objetiva frente a variações de mercado, condição de uso, estado de conservação e histórico de manutenção. A seguir, exploramos como a FIPE se relaciona com esse modelo clássico da Volvo, quais são as informações técnicas mais relevantes e como isso impacta a apólice de seguro.
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale destacar que a Tabela FIPE não é exatamente o preço de venda nem o valor de reposição de um bem específico em uma transação. Ela funciona como um indicador médio, calculado a partir de negociações de mercado, anúncios e bases de dados diversas, com atualizações mensais para refletir oscilações de demanda, disponibilidade de peças e condições macroeconômicas. Em seguros, esse valor de referência serve como um piso para estimar o valor segurado, o que, por sua vez, influencia o prêmio, a franquia e as opções de cobertura. Para caminhões com configuração NL-10 280, ano 1991 e 6×2, 2 portas, esse raciocínio é ainda mais pertinente, pois veículos de origem industrial costumam ter desvalorizações diferenciadas conforme estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros e uso operacional.

Quando a seguradora utiliza a FIPE como base, ela costuma complementar a referência com uma avaliação de risco específica do veículo e da operação. Em muitos casos, o valor de reposição é considerado em situações de sinistro total, especialmente para frota ou caminhões que integram operações críticas de distribuição ou logística de alta demanda. Por isso, entender a composição da ficha técnica e os fatores que influenciam o preço na FIPE ajuda o corretor a orientar o cliente sobre coberturas adequadas, limites de cobertura e condições de indenização. A approached de seguro para um Volvo NL-10 280 deve considerar, além da FIPE, a natureza do uso (cargas leves, médias ou pesadas), a taxa de utilização ao longo do ano e a proteção adicional que o veículo recebe com inspeções técnicas e manutenções preventivas.
Ficha técnica do Volvo NL-10 280 6×2 2p (diesel) — 1991
Abaixo apresentamos a referência de ficha técnica para o Volvo NL-10 280, com a configuração 6×2 e cabine de 2 portas, fabricado em 1991. Trata-se de um caminhão de aplicação pesada, comum em operações de distribuição, logística de rota longa e uso em frota regional. Dados apresentados aqui são representações conceituais e podem variar conforme a unidade específica, disponibilidade de peças e configuração original de fábrica. Em qualquer caso, esses itens costumam ser os que aparecem nas fichas técnicas de catálogos Volvo da época e em documentação de frota:
Tipo de veículo: Caminhão pesado com configuração 6×2, ou seja, dois eixos motrizes com um eixo de comando auxiliar, aplicado para melhor tração em terrenos desafiadores e com capacidade de carga superior. A Cabine: 2 portas, acomodação típica para motorista e um ajudante, voltada para operações de oficina, transporte de cargas e logística em curtas ou médias distâncias.
Motor e alimentação: Diesel, com disposição de 6 cilindros em linha. Em caminhões dessa geração, a linha de motores Volvo era conhecida pela robustez, com aplicações que privilegiavam torque estável em faixa média e alto regime de giro, permitindo boa resposta sob carga e manutenção relativamente simples para a época.
Potência e torque: Em referência, a potência nominal costuma situar-se em torno de 280 cv, com torque suficiente para manter desempenho consistente em subidas e trechos com carga. Vale notar que números exatos variavam conforme a configuração do motor, rotação de faixa de potência e especificações do fabricante no momento da linha de produção. O que importa para a FIPE e para a seguradora é ter uma estimativa coerente com o que o veículo entrega em operação real.
Transmissão: Manual, com várias velocidades. Caminhões pesados clássicos dessa época tipicamente utilizavam cambiamentos com 9 a 12 marchas, com engates por conjunto de engrenagens que favoreciam a relação de arrancada, recuperação de carga e economia de combustível para diferentes tipos de rotas. A presença de retificadores, redutores de velocidade e diferenciais também influenciava o comportamento de condução, especialmente em ladeiras e terrenos irregulares.
Configuração de tração: 6×2. O termo indica dois eixos de tração em frente, com um eixo adicional motriz — o que oferece maior capacidade de tração e resistência à carga útil em uso em estradas com pavimento irregular ou em operações de distribuição com maior peso transportado. Em caminhões com 6×2, o peso no eixo traseiro pode ser utilizado para distribuir a carga e manter a estabilidade durante a condução sob condições de peso máximo permitido.
Cabine e ergonomia: Cabine de duas portas, com espaço de conforto para o motorista e possível configurações de assentos para o acompanhante conforme a versão. Em muitos modelos dessa época, as cabines eram projetadas para facilitar a manutenção do motor e acesso aos componentes de serviço, o que ajuda na redução de custos operacionais ao longo da vida útil do veículo.
Dimensões, peso e capacidade: Dados de comprimento, entre-eixos, altura e largura variam conforme a carroceria instalada e a configuração de roda. A capacidade de carga útil típica varia com o conjunto de eixos e o PBT (peso bruto total) permitido pela legislação, chegando a faixas que permitiam transportar cargas significativas para atividades logísticas. O peso próprio e o peso máximo permitido influenciam diretamente nas despesas de seguro, no consumo e na performance da operação.
Pneus e rodas: Pneus de aro grande, com especificações comuns de 22,5 polegadas. Pneus dessa magnitude proporcionam estabilidade, capacidade de tração e resistência a perfurações em terrenos urbanos e rodoviários. A escolha de pneus influencia o consumo, a manutenção e a percepção de risco em sinistros, por isso é relevante para a avaliação de risco pela seguradora.
Condições de operação típicas: Caminhões dessa
