| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 15.764,00 |
| Dez/25 | R$ 15.609,00 |
| Nov/25 | R$ 15.456,00 |
| Out/25 | R$ 15.304,00 |
| Set/25 | R$ 15.004,00 |
| Ago/25 | R$ 14.857,00 |
| Jul/25 | R$ 14.711,00 |
| Jun/25 | R$ 14.567,00 |
| Mai/25 | R$ 14.423,00 |
| Abr/25 | R$ 14.141,00 |
| Mar/25 | R$ 14.002,00 |
| Fev/25 | R$ 13.864,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Chevette 1.6 de 1990 da GM: versões L, DL, SL, SL/e e SE
A Tabela FIPE é o referencial utilizado no Brasil para estimar valores de veículos usados. No seguros, esse referencial serve como base para cálculos de cobertura e indenização, ajudando a definir limites, franquias e condições de contratação. Quando falamos do Chevrolet Chevette 1.6, ano-service 1990, a GM oferecia uma gama de versões que influenciam o valor referencial na FIPE: L, DL, SL, SL/e e SE. Cada uma dessas configurações traz um conjunto distinto de itens de série, acabamento e, por consequência, diferentes patamares de valor dentro da tabela. Este texto explora como interpretar a Tabela FIPE no contexto do Chevette 1990, quais particularidades marcam as variantes e como a seguradora, incluindo a GT Seguros, utiliza esse referencial para estruturar coberturas adequadas para veículos históricos ou de uso diário.
Contexto histórico da GM no Brasil e o Chevette
Para compreender por que o Chevette 1.6 de 1990 ocupa um lugar importante na memória automotiva brasileira, vale revisitar o papel da General Motors no Brasil nas décadas anteriores. O Chevrolet Chevette chegou ao mercado brasileiro em meados dos anos 1970, como uma opção popular, despojada de luxo, porém prática para as atividades diárias de famílias urbanas. Produzido em centros da GM no Brasil, o Chevette tornou-se referência de custo-benefício, com mecânica simples de manutenção e disponibilidade de peças, características que ajudaram a popularizar o veículo em diversas regiões do país.

Entre as décadas de 1980 e início dos anos 1990, a GM expandiu a linha do Chevette para atender a diferentes necessidades de clientes: versões mais básicas com foco em economia, até opções com mais conforto e recursos. As variantes L, DL, SL, SL/e e SE representam esse espectro de configuração, cada uma oferecendo combinações distintas de acabamento, equipamentos e, claro, patamar de valor de mercado. Esse ecossistema de versões também influenciou a forma como o mercado de usados percebe o Chevette e, por consequência, como as seguradoras calibram coberturas para esses veículos.
O Chevette 1.6 de 1990, em particular, marca uma fase de transição na qual o motor 1.6 deu margem a uma proposta de uso mais robusta, mantendo a simplicidade que caracterizava o modelo. A presença de versões com injeção eletrônica (em especial a SL/e) reforça o papel do Chevette na linha GM brasileira, demonstrando como o veículo acompanhou evoluções tecnológicas simples, mas significativas, para o seu tempo.
Ficha Técnica do Chevette 1.6 1990
Abaixo, uma síntese técnica, útil para entender como as características do veículo dialogam com os valores presentes na Tabela FIPE. A ficha técnica aqui apresentada está organizada para facilitar a leitura de correlação com as variantes L, DL, SL, SL/e e SE.
- Motor: 1.6 litros, quatro cilindros. Configuração típica para o Chevette dessa época, com alimentação que variava entre carburador (em versões mais simples) e injeção eletrônica (em versões superiores, como SL/e, em alguns anos).
- Transmissão: manual de 4 marchas, com relações ajustadas para uso urbano e leve rodagem na rodovia.
- Dimensões e peso: comprimento próximo de 3,8 a 3,9 metros, largura em torno de 1,6 metro e entre-eixos próximo de 2,4 metros; peso em ordem de marcha variando conforme versão e acabamento entre aproximadamente 750 a 900 kg.
- Desempenho: potência aproximada variando entre 60 e 75 cavalos-vapor, com torque em faixas que costumam ficar na casa dos 9 a 11 kgf.m, dependendo da calibração específica da versão e do mercado.
É importante lembrar que esses valores são referência agregada, sujeita a variações por ano de fabricação, tipo de combustível utilizado, estado de conservação do veículo e, especialmente, pela configuração de cada versão (L, DL, SL, SL/e e SE). Em termos de seguro, tais variações costumam soar como um fator determinante para o nível de cobertura e a estimativa de valor segurável, já que a FIPE utiliza a versão específica como um dos atributos na composição do valor referencial.
Principais diferenças entre as versões: L, DL, SL, SL/e e SE
As variações entre as versões do Chevette 1990 se refletem em itens de série, acabamento, conforto e, consequentemente, no valor referencial observado pela FIPE. A seguir, um panorama conciso sobre o que costuma diferenciar cada uma das versões mais comuns na linha 1.6:
– L: versão de entrada, com o essencial de conforto e itens básicos de conveniência. Espaço de carga modesto, menos opções de acabamento e equipamento. O foco é oferecer custo de aquisição menor e manutenção simples.
– DL: etapa intermediária, com melhorias em acabamento e em recursos de conforto. Pode incluir banco com três posições, vidros e travas manuais, rádio simples, entre outros itens que elevam o patamar de comodidade sem tornar o veículo muito mais caro.
– SL: configurações superiores com mais itens de conveniência, acabamento estético e, em muitos casos, opções de equipamentos que afinam a experiência de condução e conforto a bordo, como melhor instrumentação e, em algumas versões, opcionais de climatização.
– SL/e: a versão com injeção eletrônica (SFI/EFI) e, em alguns mercados, itens adicionais de conforto; a presença de sistema de injeção eletrônica marcou uma transição tecnológica importante, com impacto direto na confiabilidade e na percepção de qualidade do veículo na FIPE.
– SE: edição especial ou top de linha, normalmente oferecendo o conjunto mais completo de itens originais de fábrica, incluindo itens de acabamento, som, instrumentação mais completa, e, muitas vezes, opções estéticas diferenciadas.
É fundamental que quem avalia ou orça seguro leve em conta qual versão está sendo considerada, pois a FIPE segmenta o valor com base nesse atributo, somado ao estado de conservação, quilometragem e região. Em termos de seguro, isso se traduz em diferenças potenciais na indenização ou na necessidade de notas fiscais de peças originais, quando cabível.
Como a FIPE é utilizada pela seguradora no Chevette 1990
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