Valor FIPE Atual
R$ 46.017,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509013-0
Ano: 1993-3
MêsPreço
Jan/26R$ 46.017,00
Dez/25R$ 46.105,00
Nov/25R$ 46.175,00
Out/25R$ 46.287,00
Set/25R$ 46.436,00
Ago/25R$ 46.534,00
Jul/25R$ 46.609,00
Jun/25R$ 46.656,00
Mai/25R$ 46.750,00
Abr/25R$ 46.793,00
Mar/25R$ 46.864,00
Fev/25R$ 46.893,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz 1714 com 3 eixos e cabine de duas portas (diesel) de 1993

Quando falamos em avaliação de veículos usados na tabela FIPE, especialmente modelos veteranos como o Mercedes-Benz 1714, 3-eixos e com motor a diesel de 1993, é essencial compreender não apenas o que a referência de mercado representa, mas também como essa classificação impacta seguros, manutenção e decisões de compra. A Tabela FIPE atua como uma referência central para o valor de veículos no Brasil, organizando informações por marcas, modelos, versões e odd times de produção. No caso do 1714, a etiqueta “3-eixos 2p (diesel) 1993” descreve uma configuração específica de caminhão com três eixos e cabine de duas portas, equipado para atividades de transporte de cargas que exigem robustez e resistência. A seguir, exploramos aspectos técnicos, histórico da marca e implicações para seguros, sempre mantendo o foco no tema central deste artigo: a Tabela FIPE Mercedes-Benz 1714 3-Eixos 2p (diesel) 1993.

O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para compradores e seguradoras

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é uma base de dados amplamente utilizada como referência de preço de veículos usados no Brasil. Ela serve de referência para negociações de compra e venda, avaliações de sinistros, depreciação e, em muitos casos, para a formulação de coberturas por parte das seguradoras. Ao falar de um veículo antigo, como o Mercedes-Benz 1714 de 1993, a FIPE funciona como uma bússola que guia a seguradora na definição de limites de cobertura, identificação de grupos de risco e estimativas de reposição ou indenização em caso de sinistro. É importante notar que a FIPE não fornece apenas números fixos; o valor refletido na tabela representa uma média de mercado com base em dados de condições de uso, conservação, quilometragem e histórico de manutenção. Dessa forma, para um veículo com idade avançada, a variação entre condições reais e a referência pode ser mais pronunciada, exigindo ajustes na apólice de seguro e, muitas vezes, na franquia, na cobertura de terceiros e na proteção de responsabilidade civil.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ 1714 3-Eixos 2p (diesel) 1993

Além disso, compreender a classificação do modelo no âmbito da FIPE facilita o entendimento de trechos contratuais e cláusulas de proteção. Em modelos com três eixos e cabine de duas portas, a utilização tende a incluir caminhões de carga leve a média, com aplicações em logística regional, distribuição e atividades industriais que demandam robustez de chassis e capacidade de manejo de peso. Assim, a leitura cuidadosa da ficha técnica e a comparação entre versões ajudam o proprietário ou comprador a alinhar expectativas com as condições de seguro e com o potencial de uso diário do veículo.

Ficha técnica do Mercedes-Benz 1714 (1993) — 3 eixos, 2 portas, diesel

Abaixo apresentamos uma ficha técnica resumida, com base na configuração típica da versão 1714 de 1993, levando em conta as informações disponíveis na linha FIPE para esse agrupamento de características. Este quadro técnico é apresentado para fins educativos e de compreensão, sem assumir números de mercado específicos. A ideia é oferecer um ver contento claro para leitores que desejam entender o que, em termos gerais, caracteriza esse agregado automotivo.

  • Configuração do veículo: Caminhão pesado com três eixos (tração 6×4), adequado para operações de transporte de carga em diferentes rotas e terrenos.
  • Propulsor: Motor diesel de 6 cilindros em linha, com arquitetura típica da época, projetado para oferecer torque adequado para deslocamento de peso significativo em curtas e médias distâncias.
  • Cabine: Duas portas, volume interno adaptado à cabine de motorista e, quando houver, espaço para um acompanhante ou comitiva de operação, comum em veículos comerciais dessa classe.
  • Transmissão: Caixa de câmbio manual com várias velocidades, projetada para suportar torque de arranque e condução com cargas, além de facilitar a manutenção em oficinas com foco em caminhões.

Essa ficha técnica ilustra, de maneira resumida, os componentes centrais que definem a atuação do 1714 em operações de frota. Vale observar que, dentro de cada ano-modelo, pequenas variações na motorização, na transmissão e em itens de acabamento podem ocorrer, refletindo evoluções técnicas ao longo do ciclo de produção e adaptações para atender demandas regionais ou operacionais específicas.

Contexto histórico da Mercedes-Benz na indústria de caminhões e o legado no Brasil

A Mercedes-Benz é uma das marcas mais tradicionais do setor automotivo mundial, com legado consolidado em caminhões desde as primeiras décadas do século XX. No Brasil, a presença da Mercedes-Benz para veículos comerciais remonta a várias décadas, com plantas locais, redes de concessionárias, assistência técnica e uma gama de modelos voltados tanto para transporte de carga quanto para serviços de fornecimento logístico. O 1714, dentro da linha de caminhões de sua época, representa uma proposta de utilidade prática para operações com demanda de robustez, confiabilidade de motor diesel e capacidade de cumprir rotas com variação de carga.

O enfoque da Mercedes-Benz na engenharia de caminhões envolve, historicamente, o equilíbrio entre desempenho, durabilidade e facilidade de manutenção. Em ambientes industriais e logísticos, a disponibilidade de peças de reposição, a rede de assistência técnica e a carteira de serviços sustentam a operação contínua de frotas, o que é um diferencial muitas vezes valorizado por empresas e autônomos que dependem da prontidão de suas atividades. Além disso, a marca investiu em tecnologias de segurança e eficiência, contribuindo para reduzir consumos e melhorar a trajetória de manutenção de veículos de grande porte. O resultado é uma reputação de confiabilidade que, mesmo décadas depois, influencia a percepção de valor e a confiança de empresas ao considerar veículos usados da marca para reposição ou expansão de frota.

Como a FIPE influencia seguradoras e decisões de proteção

Para as seguradoras, a Tabela FIPE funciona como referência central para calibrar prêmios, avaliar depreciação e estruturar coberturas compatíveis com o uso real de cada veículo. Modelos como o Mercedes-Benz 1714 com configuração de três eixos recebem consideração especial por fatores intrínsecos a caminhões antigos: maior probabilidade de desgaste, histórico de uso em rotas de carga, necessidade de manutenção frequente e o impacto de eventuais substituições de peças. Em termos práticos, a FIPE ajuda a estabelecer um piso de valor de indenização, orienta o cálculo de franquias proporcionais e facilita a comunicação com o cliente sobre o nível de proteção esperado. Em outros termos, quanto mais claro o histórico de uso, a condição da carroceria, a manutenção preventiva e o estado geral do motor, mais fiel a cobertura pode ser ajustada às necessidades reais do proprietário.

Para quem administra uma frota ou utiliza esse tipo de veículo para atividades comerciais, entender a relação entre FIPE e seguro é essencial. A depreciação de caminhões, principalmente de séries antigas, tende a ser menos linear do que a de automóveis de passeio modernos. Enquanto a FIPE fornece uma referência de mercado, a seguradora pode levar em conta outros elementos: histórico de sinistros, quilometragem anual, estado de conservação, histórico de revisões, condição dos componentes de freios, suspensão, sistema de direção, o estado do motor diesel e a disponibilidade de peças originais. Em muitos casos, operadores optam por coberturas que equilibram valor segurado com custos de prêmio, priorizando proteção contra roubo/furto, incêndio, colisão e danos a terceiros, além de incluir cláusulas específicas para veículos de transporte de carga, como responsabilidade civil ambiental ou cobertura de carga transportada, conforme o tipo de operação.

Ao planejar a proteção de um Mercedes-Benz 1714, recomenda-se a realização de uma avaliação de seguro com foco na natureza da operação, nas rotas percorridas e no regime de manutenção da frota. O objetivo é alinhar a proteção com o uso real do veículo, evitando tanto a subcobertura — que pode representar risco em caso de sinistros — quanto a superproteção, que pode onerar desnecessariamente a operação. Uma abordagem equilibrada envolve o entendimento das opções de franquia, das coberturas adicionais como proteção de cabine, assistência em viagem, guincho e cobertura de carga, bem como a consideração de planos de sinistro com reparos em rede autorizada, que podem ser mais econômicos e confiáveis para caminhões de idade avançada.

Se o leitor busca orientação prática para navegar nesse cenário, um caminho comum é consultar uma corretora que ofereça avaliações personalizadas, comparando propostas de seguradoras com foco em veículos comerciais. Uma cotação refletiria o estado atual do veículo, o uso típico, as rotinas de manutenção e as exigências regulatórias locais. É comum que, com base nesses dados, haja propostas com diferentes combinações de cobertura e aviso de renovação, sempre visando manter o veículo operando com a máxima disponibilidade, sem comprometer a segurança do motorista e a proteção da carga.

Para quem está interessado em entender mais sobre os aspectos práticos da cobertura de um antigo Mercedes-Benz 1714, é útil considerar também a importância de manter um programa de manutenção preventivo rigoroso. Em anos anteriores, a confiabilidade de motores diesel podia depender bastante da regularidade de trocas de óleo, verificação de sistemas de injeção, estado de filtros, e a condição geral do sistema de arrefecimento. A produção de peças de reposição, a disponibilidade de serviços autorizados e o custo associado à manutenção de modelos mais antigos são pontos que costumam influenciar o custo total de propriedade e, por consequência, a decisão de compra ou de renovação de seguro. Quando bem gerido, o veículo pode continuar a oferecer desempenho estável para operações de menor intensidade de uso, mantendo-se como ativo valioso dentro de uma frota bem administrada.

Em resumo, a relação entre a Tabela FIPE, o histórico da Mercedes-Benz no segmento de caminhões e as exigências do seguro torna-se um triângulo de decisões. A FIPE fornece referência de mercado; o histórico e o estado do veículo afetam a depreciação real; e o seguro, por sua vez, deve ser dimensionado para proteger o patrimônio, a operação e a responsabilidade civil associada à atividade de transporte. Compreender esse ecossistema ajuda proprietários, gestores de frota e profissionais de seguros a tomar decisões mais informadas e alinhadas com as necessidades de negocio.

Se você precisa conhecer opções de proteção para esse tipo de veículo, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Uma abordagem especializada pode esclarecer o caminho mais adequado para a sua operação, ajudando a escolher coberturas que combinem segurança, custo-benefício e tranquilidade para quem depende da confiabilidade de um Mercedes-Benz 1714 em sua atividade diária.