| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 89.780,00 |
| Dez/25 | R$ 89.951,00 |
| Nov/25 | R$ 90.087,00 |
| Out/25 | R$ 90.304,00 |
| Set/25 | R$ 90.595,00 |
| Ago/25 | R$ 90.787,00 |
| Jul/25 | R$ 90.933,00 |
| Jun/25 | R$ 91.025,00 |
| Mai/25 | R$ 91.208,00 |
| Abr/25 | R$ 91.292,00 |
| Mar/25 | R$ 91.430,00 |
| Fev/25 | R$ 91.487,00 |
Visão detalhada da Tabela FIPE para o Scania R-113 E 320 6×4 2p Diesel 1995
A Tabela FIPE é uma referência reconhecida no Brasil para valorar veículos usados, desde automóveis até caminhões e caminhonetes comerciais. Quando pensamos no Scania R-113 E 320, configurado em 6×4 com cabine de 2 portas e motor diesel, essa referência atua como um norte técnico e econômico para seguradoras, concessionárias de veículos usados e profissionais de seguro. O objetivo deste conteúdo é apresentar de forma didática o que a Tabela FIPE indica para esse modelo específico, destacando a ficha técnica, o contexto da marca Scania, e como essas informações impactam a avaliação de seguro. Vale ressaltar que, para manter a confiabilidade das informações comerciais, não apresentaremos valores monetários neste texto, pois os dados de preço do veículo são inseridos automaticamente no topo do post, conforme prática comum em conteúdos de corretoras.
A função da Tabela FIPE e sua relevância para caminhões Scania
A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado que consolida valores médios observados em transações reais. Para caminhões pesados como o Scania R-113 E 320, ela cumpre o papel de indicar uma faixa de referência para a desvalorização ao longo do tempo, ajudando seguradoras a definirem cobertura, franquias, e serviços de combustível e assistência. Contudo, é essencial entender que o FIPE não é um preço definitivo nem uma regra fixa: varia conforme o estado de conservação, kilometragem, histórico de manutenção, alterações técnicas, condições estéticas, e a configuração de fábrica ou de concessionária que o veículo possuía no momento da emissão. Diferentemente de um veículo de passeio, caminhões de grande porte costumam ter variações mais acentuadas entre uma unidade e outra, impactando diretamente a taxa de seguro, o valor de reposição e as condições de avaliação de sinistro. Ao consultar a tabela para um SCANIA R-113 E 320, o profissional de seguros observa não apenas a referência monetária, mas também a gama de fatores que influenciam o risco: idade do veículo, uso previsto (transporte de cargas, construção, logística), e histórico de imóveis e de acidentes.

Essa abordagem educativa é essencial para quem atua na área de proteção veicular, bem como para o empresário ou motorista autônomo que depende de um planejamento financeiro robusto ao manter uma frota. O Scania R-113 E 320, ao aparecer na Tabela FIPE, traz consigo elementos de engenharia e de mercado que refletem a robustez do projeto, a disponibilidade de rede de assistência técnica e a familiaridade do mercado com a marca. Por isso, entender o que a FIPE mede e como as categorias de idade e uso aparecem ajuda a alinhar expectativas com o seguro, evitando surpresas no momento de um sinistro ou na renovação da apólice.
Ficha técnica do Scania R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1995
A seguir, apresentamos uma ficha técnica consolidada e estruturada para o Scania R-113 E 320, 6×4, com cabine de 2 portas, ano de 1995 e propulsão diesel. Os dados listados refletem características comuns a essa configuração na década de 1990 e podem variar conforme a configuração de fábrica, adaptações de uso e opções de série. Consulte sempre o manual específico da unidade e o número de chassi para confirmar as especificações do veículo em questão.
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, com deslocamento aproximado próximo de 11,0 a 11,3 litros; potência máxima de 320 cv (DIN); torque elevado para aplicações de transporte de carga pesada.
- Transmissão: manual, com múltiplas marchas (tipicamente 9 velocidades à frente em configurações comuns da época), proporcionando bom controle de torque em ou fora de estrada e em trechos de estrada com variações de aclive.
- Tração e chassi: configuração 6×4, com dois eixos traseiros motorizados, projetado para suportar peso e demanda de reboque/tração em operações de transporte de carga pesada; cabine com 2 portas, proporcionando acesso simples ao assento do motorista e ao passageiro.
- Peso e capacidades: peso bruto total (PBT) típico em torno de 28.000 kg, refletindo o porte de trabalho pesado; chassi robusto, suspensão adaptada para rodar com carretas e semirreboques compatíveis com operações de longo curso ou de distribuição de carga em áreas urbanas e rurais.
Importante observar que esse conjunto técnico é essencial para entender o desempenho do veículo, a vida útil de componentes críticos (motor, transmissão, eixos) e o custo de manutenção. Em termos de seguro, quanto mais próximo da configuração original de fábrica estiver o veículo, maior previsibilidade para a seguradora quanto à avaliação de risco, mas cada unidade pode trazer particularidades que influenciam o custo do seguro, o valor de reposição e o nível de cobertura apropriado.
A marca Scania: tradição, qualidade e rede de serviço
A Scania é reconhecida mundialmente por sua dedicação a caminhões pesados, motores industriais e soluções de transporte. Fundada na Suécia, a marca construiu ao longo de décadas uma reputação baseada em três pilares principais: robustez mecânica, eficiência de consumo e ampla rede de suporte técnico. Em termos de engenharia, a Scania se destacou por desenvolver motores com alto torque em faixa capaz de alimentar veículos de grande porte, com uma relação de peso/potência que facilita operações de carga difícil, subidas íngremes e trajetos com variações de terreno. Além disso, a modularidade de seus caminhões permite adaptações para setores variados — desde construção até logística de apoio a mineração — aumentando a utilidade de cada veículo na frota.
Para empresas de transporte e corretores de seguros, a presença de uma rede de assistência técnica extensa e pronta atende a uma necessidade crítica: redução de tempo de inatividade. Quando um caminhão Scania passa por manutenções programadas ou precisa de reparos, a disponibilidade de peças originais, peças de reposição compatíveis e serviços especializados contribui diretamente para a confiabilidade operacional. Em termos de seguro, a marca transmite comunicação de confiabilidade, o que pode influenciar positivamente as avaliações de risco, especialmente quando o veículo está integrado a contratos de frota com histórico de manutenção regular. É comum que companhias de seguro valorizem as frotas Scania pela previsibilidade de manutenção e pela disponibilidade de registros, que ajudam a sustentar determinados cenários de sinistro e de reposição.
Outro ponto considerável é a percepção de valor a longo prazo. Caminhões de marcas com histórico de durabilidade tendem a manter melhor o valor residual ao término da vida útil, o que pode impactar a percepção de risco de crédito do veículo, especialmente em políticas de seguro com endosso de reposição total ou parcial, bem como no planejamento de contingência para operações de alto custo de substituição.
Impacto da Tabela FIPE no seguro e na avaliação de risco de um Scania 1995
Ao entrar no tema de seguro, a Tabela FIPE atua como base para o cálculo de depreciação, valor de referência para reposição em caso de sinistro total e para a definição de coberturas essenciais, como carro reserva ou reposição de veículo. Para um Scania R-113 E 320 6×4 2p diesel de 1995, o seguro considera o valor registrado pela FIPE como um marco técnico: ele sinaliza o valor de mercado de referência para a unidade, levando em conta o estado típico de um veículo com mais de duas décadas de uso, bem como a disponibilidade de peças e a depreciação natural associada à idade. Esse indicador ajuda a seguradora a dimensionar a proteção necessária, evitando subseguro (quando o veículo está subvalorizado) ou superseguro (quando o valor contratado é acima do valor de mercado real).
Entretanto, é crucial entender que a FIPE é apenas uma referência de mercado. Um caminhão Scania de 1995 pode ter variações significativas dependendo de fatores como: a quilometragem, o histórico de acidentes, a presença de modificações (ex.: adaptações para reboque especial, melhoria de suspensão, alterações elétricas), o estado de conservação da carroçaria e do motor, e a regularidade de manutenção. Dado isso, a seguradora costuma solicitar documentação detalhada para confirmar o estado atual do veículo, como laudos de inspeção, relatórios de manutenção, e histórico de serviços realizados. Esses elementos ajudam a confirmar se o valor de referência da FIPE está alinhado com a realidade operacional da unidade, fortalecendo a precisão da apólice e contribuindo para a simulação de cenários de sinistro.
Para quem gerencia uma frota ou trabalha como autônomo, compreender essa relação entre FIPE e seguro é fundamental para planejamento financeiro. Se o veículo está bem conservado, com registros consistentes de manutenção e sem histórico de grandes danos, é provável que a seguradora ofereça condições mais estáveis, com prazos de renovação previsíveis e opções de coberturas de reposição adequadas ao perfil da operação. Por outro lado, veículos com histórico de uso intenso, longos períodos sem manutenção ou alterações não homologadas podem apresentar aumento de prêmios e exigência de coberturas adicionais, o que se traduz em custo total de propriedade mais elevado.
Como a seguradora utiliza os dados da FIPE na prática
Na prática, a FIPE serve como referência de base para a avaliação de sinistros, depreciação de ativos e parametrização de coberturas. A seguradora utiliza o valor FIPE para determinar o valor de reposição ou de indenização em caso de perda total ou de roubo. Além disso, o FIPE influencia a decisão sobre o tipo de cobertura adequado: seguro total, com ou sem franquia, com opção de carro reserva, e proteção de acessórios originais. Para caminhões específicos como o Scania R-113 E 320, o componente de depreciação é particularmente relevante, pois veículos de transporte de carga pesada podem acumular desgaste significativo em componentes como o motor, a transmissão, o sistema de freios e a suspensão — tudo isso, por sua vez, impacta o cálculo de prêmios e de limitações contratuais.
Também é comum que as seguradoras considerem o uso da unidade — se é para transporte local, regional ou de longa distância — ao combinar o valor FIPE com fatores de risco de operação. Um caminhão que percorre rotas com maior desgaste de asfalto ou que opera sob condições climáticas extremas pode ter um ajuste de prêmio relacionado ao fator de probabilidade de sinistro. Em contrapartida, uma rota bem planejada, com manutenção programada e condições estáveis de operação, pode favorecer condições mais competitivas na apólice.
Boas práticas para seguros de caminhões antigos e a relação com a FIPE
Para quem trabalha com caminhões antigos, como o Scania R-113 E 320 de 1995, algumas práticas podem facilitar o processo de seguro e reduzir custos ao longo do tempo. A seguir, destacamos orientações que ajudam na construção de uma apólice bem estruturada, aproveitando a referência FIPE sem perder a prudência necessária à proteção de ativos importantes:
1) Mantenha um histórico de manutenção completo e organizado: guarde notas fiscais, manuais de fábrica, laudos de inspeção e registros de intervenções. Uma documentação bem organizada facilita a avaliação de risco pela seguradora e facilita a comprovação de estado do veículo em caso de sinistro.
2) Invista em inspeções técnicas periódicas: avaliações regulares ajudam a identificar desgaste prematuro, deterioração de componentes críticos e necessidade de substituição de peças. Além de aumentar a confiabilidade operacional, essas inspeções ajudam a manter o valor de reposição mais próximo da realidade de mercado.
3) Considere upgrades prudentes e homologados: alterações feitas com licenças adequadas, peças originais ou de substituição compatíveis com o veículo ajudam a preservar a integridade estrutural e a aceitação pela seguradora. Modificações não homologadas podem complicar a validação do sinistro e impactar a cobertura.
4) Planeje a proteção sob medida para a frota: se a empresa opera com várias unidades, avalie planos de seguro de frota com condições diferenciadas de franquia, cobertura de danos a terceiros, e opção de reposição com veículos equivalentes. Planos customizados costumam oferecer melhor relação custo-benefício, especialmente quando são baseados no histórico de FIPE das unidades.
Até aqui, a relação entre a Tabela FIPE e o seguro de caminhões como o Scania R-113 E 320 fica clara: FIPE serve como referência de valor de mercado, enquanto a avaliação de risco depende de uma combinação de idade, estado de conservação, uso e manutenção. A boa prática é manter documentação atualizada e buscar orientação de profissionais especializados, como corretores de seguros, para traduzir a referência da FIPE em uma proteção que tenha sentido prático para a operação da frota.
Se você gostaria de entender como a FIPE influencia especificamente a sua apólice, ou se precisa de uma cotação personalizada para o Scania R-113 E 320 6×4 2p diesel de 1995, a GT Seguros oferece orientação especializada. Com uma abordagem educativa, é possível alinhar coberturas, franquias e valores de indenização às necessidades reais da operação.
Em especial para o segmento de transportes pesados, manter o foco na proteção adequada é essencial para reduzir interrupções operacionais, manter a confiança de clientes e garantir que a frota permaneça eficiente ao longo do tempo. O estudo da FIPE, aliado a boas práticas de manutenção e a uma cobertura bem calibrada, resulta em tranquilidade para quem dirige, administra ou trabalha com caminhões pesados de marcas renomadas como a Scania.
Para quem pretende avançar na prática com a avaliação de seguro de um R-113 E 320 6×4 2p, ou deseja alinhar o valor de reposição com as condições reais da unidade, não hesite em realizar uma cotação com a GT Seguros. Uma abordagem simples pode revelar opções que protegem seu patrimônio, reduzem custos desnecessários e mantêm seu negócio funcionando com menos interrupções.
