| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 536.250,00 |
| Dez/25 | R$ 527.604,00 |
| Nov/25 | R$ 528.397,00 |
| Out/25 | R$ 529.669,00 |
| Set/25 | R$ 531.370,00 |
| Ago/25 | R$ 544.995,00 |
| Jul/25 | R$ 545.869,00 |
| Jun/25 | R$ 548.613,00 |
| Mai/25 | R$ 551.370,00 |
| Abr/25 | R$ 554.141,00 |
| Mar/25 | R$ 556.926,00 |
| Fev/25 | R$ 559.725,00 |
Interpretação da Tabela FIPE para o Scania G-540 A 6×4 2p (diesel)(E5) 2019 e seus impactos no seguro
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para a maioria dos veículos usados no Brasil, incluindo caminhões pesados como o Scania G-540 A 6×4 2p, ano de fabricação 2019. Ao consultar essa tabela, corretores de seguros, proprietários e concessionárias buscam entender qual é o valor de mercado considerado como base para indenização, cobertura de casco, valor de reposição e demais cláusulas contratuais. No caso específico do Scania G-540 A 6×4 2p, a leitura da FIPE requer atenção a detalhes da configuração, da tecnologia embarcada e da finalidade de uso do veículo. A seguir, vamos explorar como a FIPE se aplica a esse modelo, quais fatores costumam influenciar o valor referencial e como esse conhecimento pode auxiliar na hora de fechar uma apólice de seguro com condições justas e adequadas às suas necessidades.
Ficha técnica do Scania G-540 A 6×4 2p (2019)
O Scania G-540 A 6×4 2p de 2019 representa a linha de caminhões pesados da marca sueca reconhecida globalmente pela robustez, confiabilidade e performance em aplicações de alto volume de carga. Abaixo estão as características-chave, descritas de forma técnica para facilitar a compreensão pelo leitor que atua no segmento de seguros, frotas e operações logísticas. Vale destacar que, conforme a configuração de carroceria e a política de fábrica, podem existir variações, mas o conjunto informado captura a essência da configuração mais comum para esse modelo na época.

- Motor: 6 cilindros em linha, diesel turboalimentado, código de motor D13K, deslocamento próximo de 13 litros; potência nominal de até 540 cv; torque máximo geralmente situado em faixa elevada para facilitar arranque e retomadas com carga, com norma ambiental E5.
- Transmissão: opção de transmissão automática Opticruise de 12 marchas, com engates suaves e redução de desgaste para operações de longa distância; alternativa com transmissão manual de mais marchas, conforme configuração de fábrica e mercado.
- Chassi e tração: configuração 6×4, com três eixos, dois deles motrizes, adequado para cargas pesadas e terrenos desafiadores; projeto de chassis visando rigidez estrutural e boa distribuição de peso entre eixos.
- Cabine e sistema de freios: cabine de capacidade para motorista e copiloto com espaço para caminhões de longo curso; sistema de freios com ABS/EBS, podendo incluir retardador para auxiliar o controle de velocidade em descidas, especialmente quando a carroceria transporta cargas volumosas.
Essa ficha técnica sintetiza os traços que costumam ter impacto direto na avaliação FIPE: motor de alto torque, capacidade de carga, tipo de transmissão e configuração de eixos. O conjunto de componentes determina não apenas o desempenho, mas também a percepção de desgaste e valor de reposição, fatores que influenciam a base de cálculo da seguradora quando se define o valor segurado e as coberturas incluídas na apólice.
Como a FIPE é usada no contexto de seguros para caminhões pesados
A Tabela FIPE oferece um valor de referência amplamente utilizado pelo mercado para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões, sem depender da negociação entre vendedor e comprador. No âmbito dos seguros, esse valor funciona como uma linha de base para diferentes aspectos contratuais. Entre os principais pontos, destacam-se:
– A FIPE ajuda a estabelecer o valor de referência para indenização integral em caso de sinistro total. Quando uma apólice prevê reposição ou indenização a valor de mercado, o valor FIPE orienta a definição de quanto a seguradora deverá pagar para recompor o veículo ou indenizar com base no que o mercado entende como preço justo naquele momento.
– A FIPE serve como parâmetro inicial para o cálculo do prêmio. Embora o prêmio final considere inúmeros fatores adicionais — como o risco de roubo, uso da frota, região de operação, histórico de sinistros e o perfil de condução —, o valor de referência da FIPE influencia a base econômica do seguro, especialmente para veículos de maior idade ou com configurações específicas.
– Em contratos com cláusula de valor de reposição ou de indenização com base no valor de mercado, corretores e seguradoras costumam verificar se o valor FIPE está alinhado com o estado real do veículo: quilometragem, manutenção, substituição de componentes e alterações no veículo que possam ter impacto na depreciação.
– A FIPE também é relevante para o orçamento de gestão de riscos em frotas. Empresas que operam Scania G-540 A 6×4 2p podem usar o valor de referência como referência de depreciação contábil para planejamento de substituição de ativos, bem como para negociações com bancos e instituições que fornecem crédito para renovação de frota.
É importante observar que a FIPE não representa, por si só, o preço pedido em uma negociação direta de venda ou a avaliação exata de um veículo em condições específicas. Fatores como o estado de conservação, a idade da frota, a quilometragem, a configuração da carroceria (caçamba, baú, plataforma, entre outros) e eventuais acessórios adicionais influenciam o valor real de mercado naquele momento. Portanto, na prática de seguros, a FIPE funciona como referência estável, que deve ser contextualizada pela avaliação técnica do veículo, pela análise de risco vigente e pela política de cobertura contratada.
Fatores que influenciam o valor FIPE para o Scania G-540 A 6×4 2p
Para entender como o valor FIPE pode se comportar para esse modelo específico, vale considerar que existem diferentes fatores que costumam impactar a degradação do valor com o tempo. A seguir descrevemos os pontos centrais, de forma educativa para quem atua na corretagem de seguros, sem entrar em números específicos que possam variar de acordo com o mercado e a data de consulta:
O estado de conservação do caminhão é determinante. Um Scania bem cuidado, com histórico de manutenção regular, peças substituídas conforme as recomendações do fabricante e sem impactos estruturais, tende a manter um valor FIPE mais próximo de referências mais altas. Por outro lado, caminhões com histórico de colisões não reparadas, infiltrações, ferrugem significativa ou falhas recorrentes em componentes críticos podem sofrer decréscimos mais acentuados na avaliação de mercado.
Quilometragem é um elemento-chave. Caminhões com uso intensivo, acumulando muitos quilômetros ao longo de sua vida útil, costumam apresentar depreciação maior do que unidades com uso moderado, especialmente se a manutenção foi adequada e as revisões foram realizadas dentro dos intervalos recomendados.
Tipo de carroceria e configuração de carroceria também influenciam. A FIPE considera o valor agregado pela utilidade do veículo na prática operacional. Em um G-540 A 6×4 2p, a presença de carrocerias específicas para cargas voluminosa, refrigeração, plataformas ou baús pode alterar o apelo de mercado e, consequentemente, o valor de referência, já que certas carrocerias exigem componentes adicionais, peças de desgaste e manutenção diferenciada.
Idade de fabricação e a disponibilidade de peças de reposição é outro fator relevante. Lotes de produção mais recentes podem manter valores mais estáveis
