Valor FIPE Atual
R$ 28.826,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 028025-9
Ano: 1998-1
MêsPreço
Jan/26R$ 28.826,00
Dez/25R$ 28.541,00
Nov/25R$ 26.610,00
Out/25R$ 26.675,00
Set/25R$ 26.761,00
Ago/25R$ 26.497,00
Jul/25R$ 26.235,00
Jun/25R$ 25.976,00
Mai/25R$ 25.719,00
Abr/25R$ 25.743,00
Mar/25R$ 25.782,00
Fev/25R$ 25.798,00

Entenda como a Tabela FIPE molda a avaliação do Grand Vitara 1.6 16V Automático de 1998 para seguros

Quando se fala em seguro de automóvel, a Tabela FIPE aparece como uma referência central para entender o valor de reposição e a base de indenização em caso de sinistro. No caso do Suzuki Grand Vitara 1.6 16V Aut. 1998, esse referencial ganha ainda mais relevância por ser um veículo com apelo prático: espaço razoável, versatilidade off-road leve e um conjunto mecânico simples, típico de SUVs compactos da década de 1990. Este artigo tem o objetivo de explicar como a FIPE interage com a ficha técnica do carro, o que isso significa para o cálculo de prêmios e coberturas, além de oferecer uma visão educativa sobre como proprietários podem alinhar o seguro com as características reais do veículo.

A Tabela FIPE não representa necessariamente o preço de compra ou venda de um veículo específico. Em vez disso, ela reflete uma média de mercado, com atualização mensal, que considera versões, carrocerias, estado de conservação e histórico de transações. Para o Grand Vitara 1.6 16V Aut. 1998, há variações entre mercados e configurações — por exemplo, entre versões com três portas em alguns mercados e as de cinco portas em outros, bem como entre automáticos e manuais. Compreender essa variabilidade é essencial para que o corretor de seguros possa indicar coberturas que reflitam com mais fidelidade o valor de reposição, evitando cobranças excessivas ou lacunas na proteção. A seguir, mergulhamos na ficha técnica do veículo e no papel da FIPE na prática de seguros.

Tabela FIPE Suzuki Grand Vitara 1.6 16V Aut. 1998

Ficha Técnica do Suzuki Grand Vitara 1.6 16V Aut. 1998

Abaixo apresentamos um resumo técnico que serve como referência para avaliação de coberturas, reposição de peças e critérios de indenização. Vale lembrar que números podem oscilar conforme país, ano de fabricação, carroceria e versão específica do veículo. Considere estas informações como referência para a tomada de decisão com a seguradora.

  • Motor: 1.6 L (1586 cm³), 4 cilindros em linha, 16 válvulas, alimentação a gasolina; configuração DOHC (duplo comando de válvula operando com cabeça dupla).
  • Potência e torque: potência entre 100 e 110 cv, com faixa de torque entre aproximadamente 125 e 132 Nm, variando conforme calibragem de motor e mercado.
  • Transmissão e tração: transmissão automática de 4 velocidades; sistema de tração 4×4 com opções de uso em estrada e fora de estrada leve, atendendo a diferentes condições de piso.
  • Dimensões e capacidades: comprimento próximo a 4,2 metros, largura em torno de 1,75 a 1,80 metros; tanque de combustível com capacidade estimada entre 60 e 65 litros; peso estimado na faixa de 1.300 a 1.500 kg, dependendo da configuração e dos itens de série.

Essas características ajudam a calibrar a percepção de valor do veículo perante a FIPE e, por consequência, influenciam a forma como as seguradoras estruturam coberturas, indenizações e limites. A ficha técnica não funciona isoladamente: ela dialoga com o estado de conservação, o histórico de manutenção, o grau de originalidade de peças e os acessórios presentes no veículo. Por isso, é comum que corretores combinem dados da ficha técnica com informações de manutenção e com o valor FIPE vigente para propor um conjunto de coberturas eficiente e compatível com o caso concreto.

Sobre a marca Suzuki

A Suzuki Motor Corporation é uma casa automotiva japonesa com uma trajetória que remonta a 1909, iniciando como fabricante de bicicletas e evoluindo para uma ampla gama de veículos, incluindo carros compactos, SUVs, quadriciclos e motocicletas. A marca ganhou reconhecimento pela abordagem prática, pela relação custo-benefício e pela facilidade de manutenção de seus veículos. No segmento de SUVs, a Suzuki tem tradição de oferecer modelos que unem robustez, eficiência de combustível e manuseio ágil em cidades, ao mesmo tempo em que conservam certa capacidade de exploração em terrenos não pavimentados. O Grand Vitara, em particular, tem seu apelo na combinação entre espaço interno, cabos de tração e uma estrutura voltada para uso diário com uma pitada de utilidade fora de estrada, sem abrir mão do conforto de condução. A história da marca reforça a percepção de valor para seguradoras: veículos com reputação de confiabilidade tendem a ter sinistralidade estável, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente o custo da apólice ao longo do tempo, especialmente quando o histórico de manutenção está em dia.

Quando se pensa na relação entre fabricante, veículo e seguro, vale considerar não apenas o valor de reposição, mas também a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica, a facilidade de encontrar substituições originais ou equivalentes e a longevidade de componentes-chave. Em termos educativos, isso significa que proprietários e corretores devem considerar a probabilidade de desgaste de itens como motores, transmissões, sistemas de suspensão e componentes elétricos ao analisar as coberturas mais adequadas para um Grand Vitara de fim de século passado. A compreensão da marca ajuda ainda a contextualizar a expectativa de reparos e de manutenção, tornando mais transparente a escolha entre coberturas de assistência, proteção de peças originais e garantia de valor de reposição.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro do Grand Vitara

A FIPE funciona como uma bússola para o valor de referência de mercado de veículos usados. Em seguros, esse valor é relevante para indicar o que deve ser feito em situações de sinistro, especialmente em casos de indenização por valor de reposição. Para o Grand Vitara 1.6 16V Aut. 1998, o valor FIPE serve como base para entender quanto vale hoje o veículo, levando em conta versões, estado de conservação e anos de fabricação. Abaixo estão pontos práticos sobre como esse referencial impacta a apólice:

  • Base de indenização: muitas apólices utilizam o valor FIPE como referência para reposição em caso de perda total ou de danos irreparáveis, desde que o contrato inclua a opção de reposição integral.
  • Ajuste de coberturas: ao comparar propostas, o valor FIPE ajuda a dimensionar limites de cobertura adequados, evitando subcobertura (onde o valor de reposição fica abaixo do necessário) ou supercobertura (despesas desnecessárias).
  • Atualização periódica: como a FIPE é atualizada mensalmente, manter a apólice alinhada com a variação do mercado exige revisões periódicas das coberturas e dos limites, especialmente para modelos mais antigos.

É fundamental que o proprietário tenha em mente que o valor FIPE não é o preço pago pelo veículo no passado, nem um valor único fixo para todas as situações; ele é uma média que varia conforme a configuração do veículo e o estado de conservação. Por isso, ao negociar seguro, recomenda-se que o corretor leve em conta a versão exata do Grand Vitara (por exemplo, carroceria, ano de fabricação, opcionais) para selecionar o grupo FIPE correspondente e propor uma cobertura que reflita a realidade atual do automóvel. A combinação entre a ficha técnica, o histórico de manutenção e o FIPE vigente permite uma proposta mais fiel ao valor de reposição, o que é essencial para evitar surpresas na hora de acionar o seguro.

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