| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 59.766,00 |
| Dez/25 | R$ 61.342,00 |
| Nov/25 | R$ 61.100,00 |
| Out/25 | R$ 60.350,00 |
| Set/25 | R$ 62.539,00 |
| Ago/25 | R$ 60.425,00 |
| Jul/25 | R$ 61.359,00 |
| Jun/25 | R$ 61.321,00 |
| Mai/25 | R$ 61.444,00 |
| Abr/25 | R$ 59.367,00 |
| Mar/25 | R$ 59.204,00 |
| Fev/25 | R$ 57.900,00 |
Guia completo para entender a Tabela FIPE da Toyota Hilux 2004, versão CD DX 4×2 com motor 3.0 8V a diesel
A Tabela FIPE funciona como um referencial de valor de mercado utilizado por seguradoras, compradores e vendedores para calcular prêmios, coberturas e indenizações. Quando falamos da Toyota Hilux do ano 2004, especialmente na configuração CD DX 4×2 movida a diesel 3.0 com motor 8V gerando aproximadamente 90 cv, o impacto da variação de versão, estado de conservação, quilometragem e equipagens pode ser significativo. Este artigo atende ao tema exato: “Tabela FIPE Toyota Hilux CD DX 4×2 3.0 8V 90cv Diesel 2004” sob uma ótica educativa, com foco em entender como esse modelo específico se encaixa na base FIPE e como isso dialoga com escolhas de seguro. Ao longo do conteúdo, vamos abordar a ficha técnica, o posicionamento da marca e pontos úteis para quem busca proteção veicular especializada.
Visão geral da linha Hilux 2004 e o que significa CD DX 4×2
Desde sua origem, a Toyota Hilux tem sido reconhecida pela combinação entre robustez, confiabilidade e capacidade de trabalho pesado. Em 2004, a Hilux já era consolidada como uma das pick-ups favoritas de quem precisava de um veículo capaz de enfrentar terrenos desafiadores e tarefas cotidianas com tranquilidade. O segundo semestre da década passada trouxe variações de acabamento, motorizações e configurações que, para fins de FIPE, costumam influenciar o equilíbrio entre preço de referência e custo de aquisição ou de seguro.

Na nomenclatura CD DX, a conferência de acabamento e cabine varia conforme o mercado, mas, de modo geral, a diferença entre as versões se dá pela combinação de cabine, espaço interno e equipamentos de conforto. O termo 4×2 aponta para a tração traseira com tração dianteira desativada, ou seja, um sistema de tração simples, sem a capacidade de tracionar em eixos dianteiro e traseiro simultaneamente. Em termos de seguro e valor de referência, versões com cabine simples costumam ter um perfil de uso diferente, frequentemente associadas a ocupação mais voltada para trabalho, enquanto cabines dupla podem impactar peso, dimensões e, consequentemente, o valor de referência na FIPE, dependendo da configuração específica e do estado de conservação.
Para quem consulta a FIPE com o objetivo de orçar seguro, é essencial ter em mente que pequenas diferenças entre CD e DX, ou entre cabine simples e cabine dupla, podem afetar o valor base utilizado pela seguradora. Além disso, o histórico de manutenção, a origem do veículo, a quilometragem atual e o histórico de sinistros influenciam o preço do seguro de maneira prática. Por isso, compreender a ficha técnica do modelo, o espaço que ele ocupa na tabela FIPE e as características de uso ajudam a guiar escolhas mais conscientes na contratação de seguros, franquias e coberturas adicionais.
Ficha técnica resumida da Toyota Hilux CD DX 4×2 3.0 8V Diesel 2004
- Motor: Diesel 3.0 L (aprox. 2.993 cm³), 8 válvulas, potência de cerca de 90 cv
- Transmissão: Manual de 5 velocidades; tração 4×2
- Dimensões e capacidade: comprimento aproximado de 4,58 m; entre-eixos próximo a 2,75 m; tanque de combustível em torno de 60 L
- Uso típico: veículo de serviço leve a moderado com boa capacidade de carga útil, adequado para trabalho diário e deslocamentos em diferentes tipos de solo
Observação: os valores apresentados na ficha técnica resumida são estimativas com base nas especificações típicas da linha Hilux 2004 e na configuração CD DX 4×2 com motor diesel 3.0 8V. Pequenas variações podem ocorrer entre mercados e séries específicas, inclusive em relação à cabine (cabine simples ou cabine dupla) e aos pacotes de acabamento.
A marca Toyota: tradição, inovação e confiabilidade no foco
A Toyota faz parte de um ecossistema global que valoriza a qualidade de engenharia, a confiabilidade e o longo ciclo de vida dos seus veículos. Em especial, a Hilux carrega a reputação de ser uma pick-up que encara com facilidade tarefas de trabalho pesado, sem abrir mão do conforto do uso diário. A marca investe em durabilidade de componentes mecânicos, robustez estrutural e uma rede de assistência técnica que facilita a manutenção preventiva, mesmo em regiões com menor disponibilidade de concessionárias. Esses fatores costumam ser observados pela FIPE, pela seguradora e pelo proprietário quando se avalia a expectativa de vida útil, o custo de reposição de peças e o histórico de sinistros.
Além disso, a Toyota tem presença global marcante na indústria automotiva, com práticas de qualidade como o “Toyota Production System” (TPS), que prioriza redução de falhas, melhoria contínua e atendimento rápido a problemas de produção. Essa filosofia se traduz em carros que percorrem muitos milhares de quilômetros com manutenção regular, gerando, por consequência, uma percepção de menor risco de sinistralidade para seguros, desde que as condições de uso e as manutenções sejam adequadas. Ao considerar a FIPE como referência, quem escolhe uma Hilux 2004 pode relacionar esse histórico de confiabilidade com o custo potencial do seguro, que tende a refletir a menor probabilidade de falhas graves quando o veículo está bem cuidado.
Outra dimensão importante da marca é a disponibilidade de peças de reposição e a facilidade de suporte técnico em várias regiões do Brasil e do mundo. Isso pode influenciar não apenas a manutenção, mas também o valor de revenda e a atratividade de determinadas coberturas de seguro na FIPE, incluindo itens como assistência 24 horas, carro reserva e cobertura para terceiros. Em suma, a reputação da Toyota, associada à linha Hilux, costuma favorecer escolhas de seguro que valorizem a proteção do veículo de trabalho com custo-benefício estável ao longo do tempo.
Como a FIPE influencia seguro, manutenção e decisões de compra
A Tabela FIPE funciona como um “termômetro” de valor de mercado para o veículo, servindo de base para cálculos de cobertura, franquias, indenizações e, em muitos casos, para a negociação de prêmios com seguradoras. No caso da Hilux CD DX 4×2 3.0 8V Diesel 2004, o conjunto de fatores que a FIPE considera — estado de conservação, versão, idade do veículo e histórico de sinistros — se correlaciona diretamente com a precificação de apólices. Em termos práticos, isso significa que um veículo bem conservado, com manutenção regular documentada e sem incidentes pode apresentar uma condição mais favorável na avaliação da seguradora, resultando em prêmios potencialmente mais estáveis e, em algumas circunstâncias, condições de coberturas mais adequadas ao perfil do motorista e das circunstâncias de uso.
É importante notar que a FIPE não captura apenas o preço de aquisição original do veículo, mas sim a avaliação de mercado com base em transações ocorridas. Por isso, alterações que afetam o valor de mercado — como alterações estruturais, danos não reparados de forma adequada, ou substituição de componentes originais por peças não compatíveis — podem impactar o cálculo de cobertura e o custo total do seguro. Em contrapartida, a documentação de manutenção, as revisões periódicas e o registro de serviços, quando disponível, costumam refor
