Valor FIPE Atual
R$ 10.290,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 018004-1
Ano: 1997-3
MêsPreço
Jan/26R$ 10.290,00
Dez/25R$ 10.310,00
Nov/25R$ 10.326,00
Out/25R$ 10.351,00
Set/25R$ 10.385,00
Ago/25R$ 10.407,00
Jul/25R$ 10.424,00
Jun/25R$ 10.435,00
Mai/25R$ 10.456,00
Abr/25R$ 10.466,00
Mar/25R$ 10.363,00
Fev/25R$ 10.370,00

Entenda como a Tabela FIPE embasa a avaliação do Kia Besta Furgão 2.2 Diesel 1997 para seguros

Quando falamos de seguros de automóveis usados, a Tabela FIPE aparece como uma referência fundamental para compreender o valor de reposição ou de mercado de um veículo. Ela serve como base para que seguradoras estabeleçam prêmios, coberturas e limites de indenização, fazendo com que a avaliação seja padronizada e, ao mesmo tempo, adaptável às variações de condição e uso de cada exemplar. No caso do Kia Besta Furgão 2.2 Diesel de 1997, veículo que tradicionalmente atende a pequenos empreendedores, autônomos e serviços de entregas de curta e média distância, a Tabela FIPE ajuda a traduzir a percepção de desgaste, de conservação e de histórico de uso em números que orientam as apólices de seguro. A ideia central é simples: o valor de referência utilizado pelas seguradoras não depende apenas do ano, mas também da configuração de motor, da carroceria e das condições de funcionamento, aspectos que, no conjunto, refletem o custo potencial de reposição ou de indenização caso haja uma perda total ou roubo.

Para proprietários e corretores, entender a ligação entre o FIPE e o Kia Besta Furgão 2.2 Diesel envolve reconhecer fatores que, de modo geral, influenciam o valor veicular ao longo do tempo. O modelo de 1997 pertence a uma era em que veículos utilitários de porte leve, com foco em funcionalidade, compunham uma parcela expressiva do parque de frotas de microempresas. Nesses casos, a manutenção da frota pode exigir peças específicas, disponibilidade de serviço técnico e custos de reposição que, em conjunto, impactam o valor de seguro. Em termos práticos, o FIPE atua como referência de mercado para consultas de preço de reposição ou de venda entre terceiros, o que ajuda as seguradoras a estabelecer o valor segurado adequado, evitando tanto a subsegurança quanto o supervalor agregado à apólice.

Tabela FIPE Kia Motors Besta Furgão 2.2 Diesel 1997

Ficha Técnica do Kia Besta Furgão 2.2 Diesel 1997

  • Motorização: Diesel 2.2 L, 4 cilindros, alimentação por injeção direta
  • Transmissão: Manual de várias marchas
  • Carroceria: Furgão leve com espaço de carga versátil, adequado ao uso comercial
  • Arquitetura e uso: motor dianteiro com propulsão típica para utilitários leves, equilibrando desempenho urbano e capacidade de carga para entregas diárias

Esses itens resumem a essência técnica do Kia Besta Furgão 2.2 Diesel de 1997, um conjunto que combina simplicidade mecânica com a robustez esperada de um utilitário de uso diário. A ficha técnica, quando apresentada de forma clara, serve de referência para que quem cuida da proteção do veículo possa avaliar com mais precisão quais são os riscos mais relevantes, como desgaste de componentes do motor, vida útil de filtros e sistemas de escape, além de considerar a idade do veículo na hora de definir coberturas para colisões, incêndio, roubo e danos a terceiros. Vale lembrar que, embora o conjunto técnico seja importante, o estado real do exemplar – conservação, histórico de manutenção, alterações não originais e condições de uso – é o que realmente molda o valor na prática de segurabilidade.

A marca Kia na década de 1990 e o contexto brasileiro

A Kia, empresa sul-coreana que começou a construir sua presença internacional nos anos 1990, trouxe para o Brasil uma proposta de valor centrada em soluções acessíveis, com foco na relação custo-benefício. Durante esse período, a adoção de modelos utilitários leves contribuiu para que pequenas empresas pudessem contar com veículos com boa capacidade de carga, manutenção viável e rede de assistência técnica que, ainda que em expansão, começava a crescer de forma estruturada no país. O Kia Besta Furgão, em especial, representou uma das ofertas da marca voltadas a segmentos comerciais que demandavam versatilidade, baixo custo de aquisição e durabilidade suficiente para suportar jornadas de trabalho diárias. A trajetória da Kia nesse contexto também ajudou a consolidar uma visão de marca que viria a se consolidar ao longo das décadas como referência de valor pelo custo, com políticas de garantia e disponibilidade de peças que, para muitos empresários, faziam diferença na hora de planejar orçamentos anuais de frota ou de uso individual do veículo.

Nesse cenário, a reputação de uma marca como a Kia é construída não apenas pela performance em estrada, mas pela consistência do suporte ao cliente, pela facilidade de encontrar peças originais e alternativas compatíveis, e pela previsibilidade na manutenção. Mesmo diante de modelos mais antigos, a percepção de confiabilidade pode influenciar a decisão de manter o veículo ativo por mais tempo, buscando renovação de seguro com base em valores que reflitam a realidade de uso, presença de histórico de manutenção e condições de uso. Em resumo, a Kia, ao longo de sua trajetória de expansão, associou-se a uma ideia de mobilidade prática e acessível, conceito que muitas empresas de menor porte valorizam quando buscam proteção veicular para frotas modestas.

O que a FIPE considera ao classificar o Kia Besta Furgão 2.2 Diesel 1997

A Tabela FIPE é construída a partir de pesquisas que agregam observações de mercado de compra e venda de veículos usados. Para veículos de idade média, como o Besta de 1997, a FIPE leva em conta fatores que ajudam a mensurar um “valor de referência” que represente uma média de negociação entre terceiros, desconsiderando condições específicas de cada exemplar. No caso do Kia Besta Furgão, a classificação leva em conta o conjunto de fatores que compõem o veículo: idade, versão (furgão), motor (diesel 2.2 L), configurações de carroceria, histórico de uso (comercial), e a disponibilidade de peças no mercado de reposição. Em termos práticos, isso significa que, para a apólice de seguro, o valor da mercadoria protegida, bem como o prêmio de cobertura, é ajustado com base no valor de mercado estimado pela FIPE, que pode ser menor ou maior do que o preço de compra original, dependendo das condições observadas pelos pesquisas de mercado naquele período.

É importante entender que o valor FIPE não é estático. Ele muda periodicamente para refletir as oscilações do mercado de usados, a disponibilidade de peças, o custo de substituição de componentes e a percepção de depreciação para modelos específicos. Para modelos com mais de vinte anos, como o Besta 1997, o valor FIPE tende a refletir uma mistura de desgaste natural, histórico de manutenção e, muitas vezes, uma preferência de consumo por parte de compradores que procuram utilitários simples, com custo de operação contido. É por isso que, ao elaborar uma cotação de seguro, as seguradoras consideram não apenas o valor FIPE, mas também a documentação do veículo, o estado de conservação, alterações mecânicas e a finalidade de uso, como transporte de mercadorias para uma atividade comercial. Tudo isso contribui para estabelecer o preço do prêmio de forma mais fiel ao risco representado pelo veículo.

Custos de seguro e cobertura: como a FIPE orienta as decisões

Quando o assunto é seguro de um veículo com idade avançada, a FIPE desempenha o papel de guia para o estabelecimento do valor segurado. O valor segurado pode ser alinhado com o valor de reposição no mercado de usados, com base na referência FIPE, ou com o preço de venda em condições específicas, de acordo com as políticas da seguradora. Em muitos casos, as apólices utilizam o valor FIPE como referência primária para determinar o montante reparável em caso de colisão ou o custo de substituição do veículo em caso de perda total. Essa abordagem visa oferecer ao segurado uma cobertura compatível com o que o mercado entende como custo de reposição, evitando tanto a subvalorization (subseguro) quanto a supervalorização que poderia tornar a apólice desnecessariamente onerosa.

Para o proprietário do Kia Besta Furgão 2.2 Diesel, isso significa acordos mais transparentes entre o que o veículo realmente representa em termos de utilidade prática e o que está coberto pela apólice. Além disso, é essencial que o estado de conservação, o histórico de manutenção e as eventuais modificações ou adaptações para usos específicos de serviço sejam comunicados à seguradora. Detalhes como reparos no motor, substituição de componentes de suspensão, alterações de carroceria ou adaptação para transporte de carga que modifique seções de proteção veicular podem influenciar o cálculo de prêmios, encarecendo ou tornando mais adequado o custo mensal do seguro conforme o caso. Em especial, veículos com maior probabilidade de uso comercial tendem a exigir coberturas adicionais, como proteção contra roubo específico de mercadoria, proteção de acessórios ou cobertura para terceiros em operações de entrega, o que pode refletir na estrutura do prêmio.

Problemas comuns e dicas práticas para proprietários

Navegar pelas particularidades de um veículo antigo exige uma abordagem proativa. Proprietários do Kia Besta Furgão 2.2 Diesel devem ficar atentos a aspectos que, se negligenciados, podem reduzir o valor de cobertura ou aumentar os custos de seguro ao longo do tempo. Primeiro, manter um histórico de manutenção organizado, com registros de revisões, trocas de fluídos, filtros, velas, correias e intervenções de freios, ajuda a demonstrar que o veículo foi cuidado, o que pode influenciar positivamente a avaliação da FIPE e, consequentemente, o prêmio. Segundo, manter as peças originais ou compatíveis de boa qualidade facilita a reposição sem surpresas, evitando discrepâncias entre o estado real do veículo e o valor informado às seguradoras. Terceiro, registrar alterações que concedem maior segurança ou eficiência (por exemplo, instalação de itens de proteção anti-roubo, melhoria de iluminação, ou ajustes que reduzem consumo) pode impactar a percepção de risco pela seguradora, com reflexo nos custos de apólice. Quarto,