Valor FIPE Atual
R$ 72.042,00
↑ 2,7% vs mês anterior
FIPE: 025158-5
Ano: 2008-3
MêsPreço
Jan/26R$ 72.042,00
Dez/25R$ 70.152,00
Nov/25R$ 69.470,00
Out/25R$ 71.583,00
Set/25R$ 71.615,00
Ago/25R$ 71.647,00
Jul/25R$ 71.679,00
Jun/25R$ 70.777,00
Mai/25R$ 68.384,00
Abr/25R$ 66.072,00
Mar/25R$ 68.469,00
Fev/25R$ 68.173,00

Guia completo para entender a Tabela FIPE aplicável ao Renault Master 2.5 dCi Executivo 115cv 16L Dies 2008

A Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente adotada no mercado brasileiro para indicar, de forma geral, o valor médio de mercado de veículos usados. Embora o preço final de venda ou de seguro possa variar conforme o estado de conservação, quilometragem e itens de série, a FIPE serve como um norte para avaliações, negociações e cálculos de seguro. Ao falar do Renault Master 2.5 dCi Executivo 115cv 16L Dies 2008, entender como a tabela se relaciona com o veículo ajuda empresários, gestores de frotas e corretores de seguros a tomar decisões mais embasadas sobre aquisição, revisão de valor segurado e cobertura adequada.

Ficha técnica do Renault Master 2.5 dCi Executivo 115cv 16L Dies 2008

A Renault, ao desenvolver a Master, buscou oferecer uma van robusta, com espaço interno generoso e confiabilidade para uso diário em frotas de empresas. A versão Executivo de 2008, equipada com o motor 2.5 dCi, apresenta um conjunto pensado para equilibrar desempenho, economia e conforto para o dia a dia de trabalho. Abaixo estão os aspectos técnicos-chave, apresentados de forma objetiva para facilitar a comparação com outros modelos da mesma faixa e ano.

Tabela FIPE Renault Master 2.5 dCi Executivo 115cv 16L Dies 2008
  • Motor: 4 cilindros em linha, 2.5 litros, turbocompressor com intercooler (diesel common-rail), alimentando boa parte da linha Master da época.
  • Potência e torque: aproximadamente 115 cv (85 kW) de potência, com torque suficiente para ultrapassagens, deslocamento de carga e retomadas em vias urbanas e rodoviárias; o torque situava-se próximo de valores entre 280 e 320 Nm, dependendo do catalogação da versão e do ano específico.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades, com tração dianteira, típico de muitas furgonetes modernas do segmento, o que oferece bom aproveitamento de espaço, boa tração em piso urbano e menor altura de linha para manobras.
  • Capacidade de carga e condições de uso: payload aproximado ao redor de 1,2 a 1,5 toneladas, com tanque de combustível de cerca de 80 litros, o que favorece longas jornadas de entregas sem necessidade frequente de reabastecimento, dependendo da configuração e do peso de mercadoria transportada.

Essa ficha técnica resume o essencial para quem avalia a Master como opção de compra ou como parte de uma frota. Vale lembrar que pequenas variações podem ocorrer entre unidades por conta de equipamentos de fábrica, ajustes regionais e eventuais modificações trazidas ao longo dos anos dentro de uma mesma linha de produção. Em função disso, ao consultar a Tabela FIPE para o modelo específico, é crucial considerar a versão exata, a motorização, o estado de conservação e a quilometragem para que a avaliação de valor de mercado seja a mais fiel possível.

O que a Renault representa no segmento de furgões comerciais

A Renault trabalha, historicamente, com foco na oferta de soluções eficientes para o transporte profissional. Em mercados onde a logística é decisiva para a competitividade, os utilitários leves como a Master ocupam lugar de destaque, especialmente para pequenas empresas, oficinas, distribuidores e prestadores de serviço móvel. A Master, ao longo de sua trajetória, tornou-se sinônimo de versatilidade: há versões voltadas para carga, para transporte de passageiros e combinações entre as duas, além de versões com diferentes alturas de teto e comprimentos para se ajustar às necessidades do negócio. A linha Executor, em particular, tende a trazer itens de conforto e conveniência que ajudam o motorista e a equipe de logística, como ar-condicionado, controles de áudio mais simples, maior isolamento acústico e, em alguns mercados, opções de acabamento interno mais sofisticado. Esse equilíbrio entre robustez mecânica e usabilidade diária é um dos pontos fortes da Renault no universo de furgões, cuja presença é marcante em redes de varejo, oficinas, transportes urbanos de mercadorias e serviços de entrega de última milha.

Por que a Tabela FIPE é relevante para seguros e avaliações de veículos

A Tabela FIPE funciona como referência oficial de mercado para veículos usados no Brasil, ajudando a padronizar avaliações para seguros, para financiamento, impostos e negociações entre particulares. Quando se trata de seguros, o valor referenciado pela FIPE normalmente influencia o valor segurado (a soma segurada) e pode influenciar o prêmio, principalmente em políticas que utilizam o valor de reposição ou de mercado como base para estipular a indenização. Além disso, a FIPE serve como guia para entender a depreciação esperada ao longo dos anos e como isso afeta a comparação entre propostas de diferentes seguradoras. Em termos práticos, conhecer a posição do Renault Master na tabela FIPE ajuda a alinhar expectativas sobre cobertura, franquias e reajustes de prêmio conforme o tempo de uso do veículo.

Para quem administra frotas, esse conhecimento se traduz em decisões mais consistentes: saber qual valor base de referência usar ao pensar em renovação de seguros, reavaliação de cobertura por ano de uso ou mesmo quando se avalia o custo-benefício de manter ou vender um veículo da frota. Em linhas gerais, a FIPE oferece um marco objetivo, reduzindo incertezas em negociações que envolvem o valor de reposição ou indenização, sem substituir, é claro, a avaliação técnica detalhada de cada unidade específica, que pode ser afetada por estado de conservação, histórico de manutenção, acessórios instalados e condições de uso.

Aspectos práticos para o seguro da Renault Master 2.5 dCi Executivo 115cv 16L Dies 2008

Para quem busca cobertura adequada, é importante vincular o seguro ao uso real do veículo e ao perfil do negócio. No caso da Renault Master 2.5 dCi Executivo, as principais considerações envolvem o tipo de uso (frota comercial, entregas urbanas, rota regional), o perfil do motorista, a periodicidade de uso e os itens de segurança instalados na unidade. A Tabela FIPE ajuda, mas o seguro também leva em conta fatores como histórico de sinistros, quilometragem anual prevista, zonas de operação (áreas urbanas com alta incidência de roubos, por exemplo) e consultoria técnica sobre as melhorias que agregam valor à proteção.

Se a Master estiver equipada com acessórios adicionais – por exemplo, reorganização interna para transporte de mercadorias específicas, sistema de alarme, proteção de carga ou dispositivo de telemetria – esses itens costumam influenciar a avaliação de risco pelo seguro. Em especial, sistemas de rastreamento e monitoramento podem favorecer reduções de prêmio, pois ajudam na localização de veículo roubado, na gestão de frota e na prevenção de perdas. Já itens de conforto superiores, como ar-condicionado de série, sistemas de som avançados ou acabamentos internos premium, podem aumentar o valor segurado, o que, por sua vez, pode exigir atenção especial quanto à cobertura de risco total.

Outro aspecto importante é a cláusula de uso comercial. Seguros voltados para veículos empregados em atividades profissionais costumam exigir limites de uso anual, que, quando excedidos, podem impactar o prêmio e até a validade da cobertura em determinadas situações. Por isso, manter o cadastro de uso atualizado com a seguradora, bem como registrar eventuais mudanças no percurso ou na função do veículo, ajuda a manter a proteção adequada sem surpresas no momento de acionar o seguro.

Conselhos educativos para entender melhor a relação entre a FIPE e seguros de frotas

Para gestores de frota e corretores, é útil compreender que a FIPE é uma referência estável, mas não substitui avaliações específicas de cada veículo. Em situações de sinistro, por exemplo, a indenização pode se basear no valor de reposição (novo) ou no valor de mercado, conforme o tipo de apólice contratada. Em muitos contratos, o valor de referência da FIPE orienta o lucro de vida útil do veículo, penalizando ou beneficiando certas configurações de seguro. Além disso, a FIPE tende a acompanhar a inflação de forma gradual, refletindo mudanças de mercado ao longo do tempo. Por isso, é comum que as seguradoras peçam atualizações periódicas do valor segurado, especialmente para frotas com modelos de várias idades ou com várias versões dentro de uma mesma linha de veículo.

É fundamental também manter documentação técnica atualizada da Master, incluindo informações sobre motor, transmissão, peso bruto total e capacidade de carga. Esses dados ajudam na hora de enquadrar o veículo no segmento correto da tabela FIPE, bem como a dimensionar com precisão o seguro necessário para a operação da empresa. Além disso, compreender as particularidades da versão Executivo – com seus recursos de conforto e configuração interna – permite que o corretor recomende coberturas que realmente protejam contra riscos comuns de negócios, como danos estéticos, roubo, incêndio e responsabilidade civil contra terceiros durante atividades de transporte de mercadorias.

Em termos de planejamento financeiro para seguros, vale considerar também cenários de renovação anual. Uma prática comum é revisar o valor segurado sempre que houver renovação de frota ou quando a condição de mercado indicar uma mudança relevante no preço de reposição. A Tabela FIPE serve como ancoragem, mas a decisão final deve levar em conta o estado de cada veículo, o histórico de manutenção e o custo-benefício de manter coberturas adicionais, como assistência 24 horas, carro reserva, cobertura de carga, responsabilidade civil adicional e proteção contra roubo qualificado. Com uma gestão adequada, é possível equilibrar proteção eficiente com custos de seguro compatíveis com o orçamento da empresa.

Para quem busca orientação especializada, alternativas de cobertura variam desde seguros com indenização por Valor de Mercado até planos com Indenização por Valor de Reposição, passando por pacotes que combinam cobertura contra colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros e proteções específicas para cargas. A escolha adequada depende da função do veículo, da rota típica, do valor de reposição pretendido e da tolerância a riscos da empresa. A combinação entre a leitura da FIPE, a avaliação técnica do veículo e as propostas de seguro resulta no melhor equilíbrio entre custo e proteção operacional.

Se você está avaliando o Renault Master 2.5 dCi Executivo 115cv 16L Dies 2008 para a sua frota, lembre-se: a tabela FIPE é um ponto de partida valioso, mas o sucesso da proteção depende de uma avaliação holística que considera uso, estado do veículo, acessórios instalados e o perfil de risco da operação. Com essa abordagem, é possível assegurar que a Master receba a cobertura adequada para manter a continuidade do negócio, reduzir perdas e facilitar a gestão de frotas ao longo do tempo.

Para questões específicas de cotação ou para entender melhor como a GT Seguros pode oferecer uma cobertura alinhada às necessidades da sua empresa, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. Eles podem ajudar a personalizar a proteção da Renault Master 2.5 dCi Executivo 115cv 16L Dies 2008 de acordo com o seu tipo de uso e com as particularidades da sua operação.