| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 66.636,00 |
| Dez/25 | R$ 67.996,00 |
| Nov/25 | R$ 69.384,00 |
| Out/25 | R$ 68.698,00 |
| Set/25 | R$ 67.331,00 |
| Ago/25 | R$ 67.655,00 |
| Jul/25 | R$ 66.986,00 |
| Jun/25 | R$ 66.323,00 |
| Mai/25 | R$ 66.670,00 |
| Abr/25 | R$ 66.149,00 |
| Mar/25 | R$ 65.495,00 |
| Fev/25 | R$ 66.833,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Chevrolet D-20 1991: versões CD Lx S4T/Tro.Plus/Lx 3.9/4.0 TDies
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela agrega informações sobre valores médios de mercado com base em dados de transações reais, disponibilidade de peças, histórico de demanda e variações regionais. Para quem contrata um seguro, a FIPE funciona como uma referência neutra para a indenização em caso de sinistro ou para estabelecer o valor segurado de contrato. É importante entender que a FIPE não é um preço de venda, nem um orçamento de revenda: ela reflete tendências de mercado e pode variar conforme estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e configurações específicas do veículo. Modelos com variações de cabines, motorização e tração costumam ter diferentes códigos na base FIPE, o que impacta a leitura do valor de referência para a seguradora. Portanto, ao olhar a Tabela FIPE para um veículo como o Chevrolet D-20, é relevante considerar a versão exata, o ano e os opcionais presentes, já que pequenos detalhes podem influenciar o valor de referência utilizado pela seguradora.
Ficha técnica resumida da Chevrolet D-20 1991 – versões CD Lx S4T/Tro.Plus/Lx 3.9/4.0 TDies
A Chevrolet D-20, lançada e mantida no Brasil ao longo de boa parte das décadas anteriores, é reconhecida pela robustez voltada para o trabalho. Abaixo está um resumo técnico, específico para o conjunto de versões 1991 descrito no tema do artigo (CD Lx S4T/Tro.Plus/Lx 3.9/4.0 TDies). Observe que, dependendo do veículo, alguns itens podem apresentar pequenas variações devido à linha de produção, alterações de ano-modelo e opcionais instalados pela fábrica ou pelo proprietário.

- Motorização: diesel turbo com deslocamento próximo de 3.9 a 4.0 litros, configurado para uso off-road leve a médio e aplicações de trabalho pesado, típico de picapes de cabine simples ou dupla da época.
- Transmissão: câmbio manual de múltiplas marchas (geralmente próximo de 5 velocidades), com embreagem robusta desenvolvida para suportar torque de motor diesel em condições de carga.
- Tração: opções variáveis entre 4×2 e 4×4, com versões de tracção reforçada para uso em terrenos desafiadores ou em serviços agroindustriais, como trocas de rota e transporte de carga em áreas não pavimentadas.
- Capacidade de carga e tanque: payload próximo de 1.0 tonelada, com capacidade de tanque de combustível na faixa típica de picapes médias da época (aproximadamente entre 60 e 70 litros), o que favorece longas jornadas de trabalho sem paradas frequentes para abastecimento.
Além dessas características centrais, a D-20 costuma apresentar cabine com espaço adequado para trabalho diário, robustez estrutural em áreas como para-lamas, caçamba com caimento prático para carga e componentes mecânicos projetados para facilitar manutenção em oficinas com recursos moderados. Vale destacar que as informações da ficha técnica, quando consultadas pela FIPE, são fundamentais para a leitura de cenários de seguro: pequenas variações de motor, cabine ou tração podem alterar o código de referência na base FIPE e, por consequência, o valor segurado utilizado pela seguradora na avaliação de risco.
A marca Chevrolet e a D-20 no Brasil
A Chevrolet, parte da holding global General Motors, construiu uma presença marcante no Brasil com caminhonetes, utilitários leves e picapes que ajudaram a moldar o mercado de frotas, trabalho rural e uso comercial. A linha D-20, destacando-se pela robustez e pela capacidade de enfrentar terrenos desafiadores, tornou-se uma referência entre veículos de trabalho nas décadas de 1980 e 1990. Modelos como o D-20 CD Lx com variações S4T (possivelmente indicando versões com tração e equipamento especial), Tro.Plus (uma designação de pacote de opcionais ou configuração de cabine) e opções de motorização 3.9/4.0 TDies (Diesel Turbo), costumavam ser escolhidos por empresas, produtores rurais e profissionais autônomos que buscavam confiabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças na rede de assistência técnica da marca. A reputação da Chevrolet de então, associada a redes de distribuição bem estabelecidas e a um conjunto de mecânica simples de reparar, contribuiu para que a D-20 se tornasse um ativo de trabalho constante em muitas regiões do Brasil.
Do ponto de vista de seguros, a escolha pela Chevrolet D-20 reflete uma combinação de fatores: o veículo é reconhecido pela durabilidade de chassis e suspensão, pela compatibilidade com uso de carga e pela disponibilidade de peças de reposição. No entanto, trata-se de um veículo com idade em muitos casos, o que exige atenção redobrada quanto à conservação de componentes críticos — freios, sistema de transmissão, sistema de arrefecimento e componentes de diesel, tais como injeção e bomba de combustível. A cultura de proprietário que realiza revisões periódicas, segue programas de manutenção e adota medidas de proteção contra corrosão tende a apresentar menor probabilidade de sinistros e menor severidade de danos, impactando positivamente o custo do seguro e as condições da cobertura.
Como a FIPE reflete o histórico de uso e os riscos para seguros
Para seguradoras, o valor referencial da FIPE funciona como uma base de avaliação que precisa ser calibrada com o estado real do veículo. Em relação à D-20 1991 com as variações S4T, Tro.Plus e motores 3.9/4.0 TDies, algumas considerações aparecem com frequência na prática de seguros:
- Condição de conservação: veículos que passaram por restaurações, pinturas amplas ou substituição de componentes críticos costumam ter variações na leitura FIPE. Um histórico de manutenção documental ajuda a justificar o estado do veículo e a justificar ajustes no plano de proteção.
- Uso específico: o D-20, por ser utilizado muitas vezes em atividades de transporte de carga, rural ou serviços de utilidade pública, sofre desgaste maior em trechos com piso precário, trechos de terra ou estradas não pavimentadas. Esse uso impacta a avaliação de risco de colisão, dano mecânico e danos a componentes de suspensão e chassis.
- Idade do veículo: a antiguidade é um fator relevante para o seguro. Modelos de 1991 costumam exigir avaliações de condição atual, substituição de peças de desgaste natural (pastilhas, freios, filtros), bem como histórico de eventuais sinistros ou sinistros de terceiros que possam influenciar a premiação.
- Disponibilidade de peças: a FIPE observa a disponibilidade de peças de reposição como um indicador indireto de custo de reparo. Em versões com diesel turbo, a disponibilidade de peças originais ou compatíveis pode impactar o tempo de conserto e o custo de mão de obra, contribuindo para o nível de risco no contrato de seguro.
Na prática, quando uma seguradora avalia uma proposta envolvendo uma Chevrolet D-20 1991, ela utiliza a leitura FIPE como referência para compor o teto de indenização, o valor segurado e o custo de cobertura. A FIPE, no entanto, não substitui uma avaliação técnica detalhada realizada por profissionais qualificados, que verificam condições de motor, transmissão, sistema de arrefecimento, suspensão, estado elétrico e integridade estrutural. Por isso, manter o veículo em bom estado de conservação, com histórico de manutenção registrado, ajuda a garantir condições mais estáveis de seguro ao longo dos anos.
Se você está avaliando o seguro para esse veículo, vale considerar itens práticos que costumam reduzir o custo da apólice ao manter o veículo menos volátil em termos de risco: documentação de revisões, rastreamento veicular, instalação de alarmes com monitoramento e, sempre que possível, a participação em planos de manutenção preventiva com oficinas credenciadas. Pequenos cuidados marcam diferenças significativas no seguro de um veículo clássico ou antigo, como é o caso da D-20 em muitas de suas configurações 1991.
Para quem busca orientação mais específica sobre cotação ou condições de cobertura para o Chevrolet D-20, a GT Seguros oferece suporte especializado para avaliar cenários, entender a leitura FIPE aplicada à sua versão exata (CD Lx S4T/Tro.Plus/Lx 3.9/4.0 TDies) e indicar as opções de proteção mais adequadas ao uso do veículo no dia a dia.
Chamada discreta de fechamento: se o seu objetivo é proteger esse veículo com a melhor combinação de cobertura e custo, considere fazer uma cotação com a GT Seguros para conhecer opções alinhadas ao perfil do seu D-20 1991.
