| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 270.279,00 |
| Dez/25 | R$ 271.638,00 |
| Nov/25 | R$ 272.662,00 |
| Out/25 | R$ 272.072,00 |
| Set/25 | R$ 272.750,00 |
| Ago/25 | R$ 272.726,00 |
| Jul/25 | R$ 272.652,00 |
| Jun/25 | R$ 274.023,00 |
| Mai/25 | R$ 275.401,00 |
| Abr/25 | R$ 276.785,00 |
| Mar/25 | R$ 278.176,00 |
| Fev/25 | R$ 274.046,00 |
Volvo VM 270 6×2 2p Diesel E5 (2019): guia completo da Tabela FIPE e impactos na avaliação de seguro
A Tabela FIPE é o referencial oficial utilizado no Brasil para indicar valores de veículos, servindo como base para negociações, seguros, financiamentos e calçados de indenização. Quando falamos de caminhões leves, médios e pesados, como o Volvo VM 270 6×2 2p, a interpretação da FIPE exige atenção a fatores específicos do segmento de uso, da configuração de eixo, da cabine e da motorização. O modelo VM 270, fabricado em 2019, entra na lista de caminhões da Volvo com características próprias que influenciam tanto o valor de mercado quanto a avaliação para seguros. Este artigo explora a fundo o que a FIPE reflete para esse veículo, apresenta uma ficha técnica objetiva, destaca a tradição da marca Volvo e mostra como esse referencial impacta a contratação de seguro para frotistas e autônomos. No final, você encontrará uma dica discreta para facilitar sua cotação com a GT Seguros.
Entendendo a Tabela FIPE para caminhões Volvo
A Tabela FIPE funciona como um mecanismo de avaliação estável para veículos usados no Brasil, inclusive para caminhões. Ela agrega dados de transações observadas, levando em conta o ano de fabricação, o modelo, a versão, a motorização e a configuração de carroceria. Para caminhões como o Volvo VM 270 6×2 2p Diesel E5 2019, a FIPE é útil sobretudo para:

- Definir um valor de referência para indenizações em seguros, considerando depreciação natural, idade do veículo e estado de conservação.
- Estabelecer parâmetros de compra e venda usadas entre empresas ou entre profissionais autônomos que trabalham com fretamento, logística e distribuição.
- Guia de ajuste para revisões contratuais de frota, onde o histórico de manutenções, quilometragem média e a configuração de eixo podem influenciar o valor final.
- Servir como base para negociações com oficinas, peças e serviços, especialmente quando o veículo é um ativo relevante da operação logística.
Para veículos comerciais pesados, é comum que as seguradoras complementem a leitura da FIPE com informações específicas da frota, histórico de sinistros, quilometragem atual e as particularidades da configuração do caminhão. O Volvo VM 270 6×2 2p, por representar uma configuração tipicamente empregada em operações de distribuição de mercadorias e transporte regional, costuma estar sujeito a variações regionais de preço e disponibilidade de peças, fatores que também entram na avaliação de risco e, por consequência, no cálculo de prêmios. Quem utiliza a FIPE para seguro deve considerar a diferença entre o valor de mercado estimado pela tabela e o valor de reposição contratado pela seguradora, bem como a possibilidade de ajuste por depreciação baseada na idade do veículo e na condição funcional. Em todas as situações, o ideal é manter documentação atualizada, com histórico de manutenção e de eventuais sinistros, para que a apólice reflita com mais precisão o valor de reposição ou de indenização que o veículo pode exigir.
Ficha Técnica do Volvo VM 270 6×2 2p (Diesel) E5 2019
- Configuração do veículo: Caminhão pesado com especificação 6×2, destinado a operações de distribuição e transporte de carga em curtas e médias distâncias; cabine de dois lugares com layout adequado para motorizações diesel e serviços de apoio à frota.
- Motor e tração: motor a diesel, Euro 5 (E5); configuração de injeção avançada para eficiência de combustível e emissões; transmissão disponível em versões manuais ou automatizadas conforme equipagem de fábrica e personalização da montadora.
- Desempenho e drivetrain: potências típicas associadas à designação VM 270, com foco em entregas de torque estável em faixas de rotações que favorecem o trabalho de carregamento e a manutenção de velocidade em subidas; o conjunto eixo-dianteiro e eixo-traseiro define a tração 6×2, com suspensão e freios calibrados para uso comercial intenso.
- Dimensões, peso e capacidade: o PBT (Peso Bruto Total) e a capacidade de carga dependem da carroceria instalada e da configuração final de fábrica; o veículo costuma oferecer boa relação entre peso, tamanho e capacidade de carga útil para operações urbanas e regionais, além de possuir tanque de combustível compatível com jornadas de operação típicas.
Observação importante: a ficha técnica acima descreve componentes e configurações com foco em utilidade operacional e no que costuma constar nas versões VM 270 6×2 2p Diesel E5 2019. Valores exatos (medidas, capacidades específicas, torque, transcrição de marchas e dimensões) variam conforme a configuração exata de fábrica, a carroceria escolhida pela operadora e eventuais atualizações de linha da Volvo. Na prática, ao consultar a FIPE para esse modelo, é comum cruzar as informações da tabela com o histórico do veículo, o ano de fabricação, os quilômetros rodados e a presença de itens adicionais que impactam o valor de mercado e, por consequência, o prêmio de seguro.
A marca Volvo: tradição, inovação e foco em segurança
A Volvo Buses e Volvo Trucks são reconhecidas globalmente pela combinação de robustez, confiabilidade e foco em segurança. Fundada em 1927 pela dupla Gustav Larson e Assar Gabrielsson, a Volvo construiu uma reputação sólida no setor automotivo com uma cultura centrada no bem-estar do motorista, na proteção de pedestres e na manutenção da integridade da carga durante o transporte. No segmento de caminhões, a Volvo consolidou o compromisso com a proteção de vidas e com a eficiência operacional, investindo em tecnologias que reduzem o risco de acidentes e aumentam a disponibilidade da frota.
Entre as âncoras da marca estão inovações que vão desde sistemas de segurança ativa e passiva até soluções de conectividade que ajudam as operações logísticas a otimizar rotas, monitorar condições do veículo e manter salvaguardas para o carregamento. Além disso, a Volvo busca oferecer uma rede de assistência técnica ampla, com peças originais, programas de manutenção programada e opções de financiamento que tornam a gestão da frota mais previsível. O VM 270, dentro dessa linha, representa uma combinação de desempenho e versatilidade para serviços que exigem confiabilidade em operações diárias, com capacidade de atender a diferentes configurações de carroceria, desde caçambas até plataformas de carga, sempre com o objetivo de reduzir o tempo ocioso e aumentar a produtividade.
Do ponto de vista do proprietário de frota ou motorista autônomo, a escolha por uma marca com histórico de qualidade e suporte técnico pode impactar diretamente não apenas o desempenho diário, mas também o custo total de propriedade ao longo do tempo. A disponibilidade de peças de reposição, a rede de assistência técnica e a facilidade de obtenção de serviços especializados influenciam o valor da frota em termos de confiabilidade e de manter o veículo ativo nas atividades, o que, por sua vez, pode refletir na percepção de risco para seguradoras e, consequentemente, no custo do seguro.
Como a FIPE impacta o seguro do Volvo VM 270 6×2 2p
Para seguradoras, a Tabela FIPE é um ponto de partida importante para calcular o valor de indenização em casos de sinistro ou de perda total. No entanto, vale lembrar que o processo de avaliação de seguro é multifatorial. A FIPE indica um valor de referência com base em observações de mercado, mas a apólice pode prever ajustes com base em:
- Quilometragem atual e histórico de uso da frota, que influenciam a depreciação efetiva.
- Condição do veículo, incluindo estado de conservação da cabine, carroceria, sistema de freios, motor e transmissão, bem como a existência de itens opcionais ou de segurança adicionais.
- Tipo de operação: carga transportada, horários de uso, áreas de atuação (urbana, regional, rodoviária) e riscos inerentes à rota, como áreas de maior incidência de furtos ou acidentes.
- Fortalezas de segurança e tecnologia embarcada: sistemas de telemetria, controle de freios, estabilidade e monitoramento de condições podem influenciar o prêmio pela redução de risco.
Quando o seguro utiliza a FIPE como base, o valor de indenização pode ser interpretado como o valor de reposição a novo ou o valor de mercado, dependendo do tipo de apólice contratado (valor de reposição, valor de uso ou indenização ao valor de mercado). Caminhões como o VM 270, com uso intensivo em operações logísticas, costumam exigir coberturas que considerem a depreciação pela idade, mas também benefícios adicionais — como blindagem mínima contratual contra roubo de carga, assistência 24 horas e cobertura de peças de reposição — para manter a função de operação sem interrupções. Além disso, em muitos regimes de seguro, a FIPE pode ser ajustada pela kilometragem anual prevista, pelo estado do veículo e pelo histórico de sinistros da frota, o que pode alterar o prêmio ao longo do tempo.
Para quem administra frotas, compreender a interseção entre FIPE, estado do veículo, uso operacional e as cláusulas da apólice é essencial para evitar subseguro (valor de indenização inferior ao necessário) ou superseguro (valor de indenização desnecessariamente alto). Um gerenciamento proativo da documentação, com manutenções regulares, registro de kilometros, paybacks de peças críticas e um inventário atualizado de acessórios (radares, sensores, sistemas de freio auxiliar, etc.) ajuda a manter a elegibilidade para níveis de cobertura adequados sem surpresas em uma eventual indenização.
Dicas para manter o valor refletido na FIPE e facilitar a contratação de seguro
Embora a FIPE seja apenas uma referência, algumas práticas ajudam a manter o valor da tabela mais próximo do real no dia a dia da operação. Considere estas ações como parte da gestão de risco da frota e da relação com a seguradora:
1) Manutenção regular e documentação organizada: mantenha registros de todas as revisões, troca de peças críticas e serviços de manutenção preventiva. Documentação bem organizada facilita a apuração do estado do veículo para a seguradora e pode evitar surpresas no momento da indenização.
2) Controle de quilometragem e uso real: registre a quilometragem de cada veículo com regularidade. A variação entre uso diário, distância percorrida no mês e padrões sazonais pode impactar a depreciação e, por consequência, o valor de reposição indicado pela FIPE.
3) Equipamentos de segurança e telemetria: investir em sistemas de telemetria, monitoramento
