| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 154.735,00 |
| Dez/25 | R$ 158.464,00 |
| Nov/25 | R$ 158.703,00 |
| Out/25 | R$ 159.085,00 |
| Set/25 | R$ 159.596,00 |
| Ago/25 | R$ 159.932,00 |
| Jul/25 | R$ 160.189,00 |
| Jun/25 | R$ 160.350,00 |
| Mai/25 | R$ 160.672,00 |
| Abr/25 | R$ 160.817,00 |
| Mar/25 | R$ 161.059,00 |
| Fev/25 | R$ 161.156,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicada ao MAXIBUS ASTOR TURISMO (diesel)(E5) 2013 e como isso impacta a gestão de seguro
Ficha Técnica resumida do MAXIBUS ASTOR TURISMO (diesel)(E5) 2013
O MAXIBUS ASTOR TURISMO 2013 é um ônibus pensado para turismo e fretamento, com foco em conforto para trajetos de média e longa distância. Este conjunto, movido a diesel com padrões E5, foi configurado para atender operadoras que valorizam robustez, confiabilidade e capacidade de carga, características importantes para o planejamento de seguro e para a gestão de risco da frota. A seguir, uma síntese técnica que ajuda a entender o perfil do veículo, sem considerar particularidades de cada unidade disponível no mercado.
- Motor: diesel, 6 cilindros, turboalimentado, adotando padrões de emissão E5; desempenho adequado para trajetos variados.
- Dimensões: comprimento aproximado de 12,0 metros; largura em torno de 2,50 metros; altura próxima de 3,70 metros.
- Capacidade e peso: peso bruto total em torno de 19.000 kg; capacidade de passageiros entre 43 e 50 sentados, com espaço de bagagem suficiente para turismo.
- Transmissão: configuração de 6 velocidades, com opção entre manual e automatizada, conforme a configuração da frota e do fabricante.
Essa ficha técnica resumida ajuda a mapear os principais elementos que influenciam o seguro, como propulsão, dimensões, carga transportada e as escolhas de transmissão. Vale notar que, em operações reais, diferentes fabricantes de carroceria, opções de interior e equipamentos adicionais podem alterar discretamente esses parâmetros. Por isso, informações detalhadas de cada unidade devem ser consultadas com o responsável técnico da frota ou com o fabricante para assegurar correspondência com o que é coberto pela apólice de seguro.

A marca MAXIBUS: origem, posicionamento e contribuição para o mercado de turismo
A Maxibus atua no segmento de veículos pesados destinados ao transporte de passageiros, com foco em ônibus de turismo e fretamento. Sua proposta está centrada na busca por durabilidade, conforto e facilidade de manutenção, fatores que são cruciais para quem administra frotas com rotações elevadas e diversas condições de estrada. A seguir, pontos que costumam orientar operadores e avaliadores de risco na hora de escolher esse fabricante:
- Durabilidade e robustez: projetos que contemplam ambientes de estrada com variações de terreno, levando a menor necessidade de intervenções frequentes em componentes críticos.
- Conforto para passageiros: soluções de climatização, acústica interna e ergonomia de assentos, que contribuem para melhor experiência de viagem.
- Assistência técnica e rede de apoio: presença de peças de reposição e suporte técnico que reduzem downtime da frota e ajudam no planejamento de manutenções.
- Adaptação às necessidades do cliente: possibilidades de configuração interna, bagageiro, iluminação e dispositivos de entretenimento conforme a operação solicitada.
Essas características influenciam não apenas a experiência do usuário, mas também a gestão de risco para seguradoras, que avaliam a consistência entre a configuração do veículo e o perfil de uso ao calcular a cobertura necessária, comissões e condições de indenização em caso de sinistro. Embora a marca tenha êxito em diversos mercados, cada frota pode apresentar particularidades de uso, o que reforça a importância de uma avaliação personalizada durante o processo de adesão do seguro.
Como a Tabela FIPE orienta as avaliações de seguros para ônibus de turismo?
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados, incluindo ônibus de turismo, e é amplamente considerada pelas seguradoras para fundamentar a base de avaliação de peças, reparos e recuperação em caso de sinistro. Ainda que o termo “valor” seja frequentemente utilizado, é possível entender o papel da FIPE como uma referência de mercado que ajuda a calibrar a cobertura contratada, o prêmio e as condições de indenização de forma mais objetiva. A seguir, os usos mais comuns na prática de seguros:
- Referência de mercado: a FIPE oferece uma linha de base para entender o valor de reposição ou indenização de ativos automotivos, levando em conta idade, modelo e configuração. Essa referência facilita a comparação entre sinistros e cenários de recuperação.
- Depreciação por idade e uso: ao longo do tempo, veículos perdem valor de referência à medida que envelhecem, acumulam quilometragem e passam por substituição de componentes. A FIPE ajuda a estimar essa depreciação de formapadronizada, o que impacta a cobertura e o entendimento de riscos para o segurado.
- Uniformidade de avaliação: com bases comuns, seguradoras, corretores e clientes conseguem alinhar expectativas sobre o que é coberto em casos de colisão, roubo ou danos parciais, evitando divergências durante a liquidação de sinistros.
- Limites de cobertura e substituição: a tabela orienta a definição de limites de indenização para peças principais, mecânicas e de carroceria, bem como as opções de reposição com modelos equivalentes ou substitutos, conforme o contrato.
É relevante destacar que a FIPE não substitui uma avaliação técnica individual da unidade. Em operações com frotas, a seguradora costuma cruzar a referência com inspeções administrativas, laudos de manutenção e registros de histórico de sinistros, para chegar a uma conclusão de risco mais precisa para cada veículo da frota. Assim, a FIPE atua como um pilar de referência, enquanto a avaliação prática depende de inspeção, documentação e parametrização de uso da empresa.
Fatores operacionais e proteção: o que considerar ao assegurar o MAXIBUS ASTOR TURISMO 2013
Neste segmento, a gestão de seguro envolve não apenas a contratação da apólice, mas também o alinhamento entre uso real do veículo e as medidas de proteção implementadas pela frota. Um modelo 2013, especialmente em operação de turismo e fretamento, pode exigir atenção especial a fatores de desgaste, manutenção e segurança. Abaixo, tópicos que costumam orientar a tomada de decisão de seguros para esse tipo de veículo:
- Risco de uso: ônibus em fretamento de turismo tende a apresentar quilometragem anual elevada e ciclos de operação intensos. Isso influencia a avaliação de desgaste e as necessidades de coberturas específicas para danos a terceiros, colisões e responsabilidade civil.
- Manutenção e histórico: um plano de manutenção regular, com revisões programadas de motor, freios, suspensão, pneus e sistema elétrico, é fundamental para reduzir a probabilidade de falhas que resultem em sinistros ou interrupções de serviço.
- Equipamentos de proteção e monitoramento: a adoção de rastreadores, telemetria, câmeras internas, alarmes e sistemas de monitoramento de velocidade contribui para a prevenção de incidentes e facilita a verificação de responsabilidade em ocorrências.
- Conformidade regulatória e inspeções: manter certificações exigidas para operação de turismo, bem como inspeções técnicas periódicas, ajuda a manter a frota dentro de padrões aceitos pelos órgãos reguladores e pelas seguradoras.
Além dessas práticas, é essencial manter documentação atualizada que comprove a manutenção, o histórico de reparos e o histórico de operações. Ao alinhar o uso real à cobertura contratada, as operações de seguro tendem a oferecer maior tranquilidade e previsibilidade no gerenciamento de risco da fro
