| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 74.003,00 |
| Dez/25 | R$ 75.514,00 |
| Nov/25 | R$ 75.628,00 |
| Out/25 | R$ 75.810,00 |
| Set/25 | R$ 76.054,00 |
| Ago/25 | R$ 76.215,00 |
| Jul/25 | R$ 76.606,00 |
| Jun/25 | R$ 78.170,00 |
| Mai/25 | R$ 78.327,00 |
| Abr/25 | R$ 78.387,00 |
| Mar/25 | R$ 79.987,00 |
| Fev/25 | R$ 81.620,00 |
Panorama técnico e histórico do Scania P-94 GA 260 4×2 NZ 2p diesel de 1999 na Tabela FIPE
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões como o Scania P-94 GA 260 4×2 NZ 2p
A Tabela FIPE é uma referência que reúne valores médios de mercado para veículos usados e comerciais no Brasil. Ela funciona como base para diversas situações, especialmente na área de seguros, aquisições entre empresas, financiamentos e reposição de ativos em sinistros. Quando se trata de caminhões pesados, como o Scania P-94 GA 260 4×2 NZ 2p diesel de 1999, esse referenceamento é ainda mais significativo por lidar com unidades de frota onde o tempo de uso, a quilometragem e as condições de trabalho afetam a avaliação de custo de reposição ou indenização. Embora a FIPE não forneça o preço de venda de um item específico (isso depende da condição, da configuração e do histórico de uso de cada unidade), ela oferece uma linha de base que permite comparar ofertas, planejar sinistros e calibrar a estratégia de proteção veicular com maior clareza.
Para quem trabalha com seguros, entender o papel da FIPE na composição do prêmio envolve observar como o valor referenciado impacta a cobertura de indenização total ou parcial, bem como o seguro de casco para frotas. Em veículos comerciais de origem europeia, como a linha Scania, a variação entre modelos, anos de fabricação e configurações (número de portas, tipo de cabine, transmissão, motor e eixo) pode influenciar o que o contrato considera como valor de reposição. A tabela também serve para acompanhar de perto as mudanças de mercado que ocorrem ao longo de décadas: veículos de 1999, por exemplo, entram em faixas de avaliação diferentes à medida que perdem valor residual e que, para fins de seguro, exigem validação de documentação, histórico de manutenção e, muitas vezes, vistorias técnicas adicionais.

Ficha técnica do Scania P-94 GA 260 4×2 NZ 2p (diesel) – 1999
- Tipo de veículo: Caminhão pesado de duas portas com configuração 4×2; destinado ao transporte de carga em diversos setores logísticos.
- Motorização: Diesel turboalimentado; bloco de várias vias de desempenho típico da linha P-94, com potenciação próxima aos 260 cv (valor associado à designação GA 260).
- Transmissão: Manual, com várias velocidades, adaptada para operação em estrada e uso urbano com curva de torque adequada para trabalho de carga. A configuração exata de marchas pode variar conforme a montagem de fábrica e o mercado.
- Formato de cabine: NZ 2p (cabine com duas portas), compatível com operações de veículo de grande porte usadas em frota ou operações de transporte de carga com equipe reduzida.
Observação importante: as especificações acima representam o conjunto típico da classe P-94 GA 260 4×2 NZ 2p diesel de 1999 e refletem uma configuração comum nessa linha. Em unidades reais, pequenas variações podem ocorrer conforme o lote de fabricação, o país de entrega e upgrades de fábrica ao longo da vida útil do veículo. Para quem utiliza a FIPE como referencial, vale confirmar o inventário específico da unidade e, se possível, consultar o manual original e o certificado de conformidade veicular para confirmar potência, torque, deslocamento e capacidade de carga correspondentes ao veículo avaliado.
A marca Scania: legado e relevância no setor de transporte
Fundada na Suécia no início do século XX, a Scania é reconhecida mundialmente pela produção de caminhões, ônibus e motores diesel de alto desempenho. Ao longo de décadas, a marca consolidou uma reputação baseada em durabilidade, eficiência de combustível, torque estável em regimes de carga e disponibilidade de rede de assistência técnica. Caminhões da linha P, lançados há várias décadas, tornaram-se referência no segmento de transporte de cargas leves a médias e, em muitos mercados, no atendimento a frotas de logística que requerem confiabilidade para jornadas longas e operações contínuas. A economia de combustível, somada à robustez dos componentes mecânicos, tornou a Scania uma escolha comum para operadores que valorizam uptime (tempo de operação) e redução de paradas não programadas.
Além disso, a arquitetura modular da Scania permite adaptações para diferentes usos, desde transporte urbano de carga leve até rodoviários de longo percurso. Em termos de segurança, a marca tem investido em sistemas de frenagem, controle de estabilidade e ergonomia de cabine, fatores que influenciam a experiência de condução do motorista e, por consequência, o custo total de propriedade ao longo de anos de operação. Mesmo modelos mais antigos, como o P-94 GA 260 4×2 NZ 2p de 1999, ainda são considerados ativos valiosos para frotistas que sabem extrair valor de unidades com histórico de manutenção bem documentado e com a documentação regularizada.
Desempenho, tecnologia e manutenção da linha P-94 GA 260 4×2 NZ 2p
O desempenho de um caminhão nessa configuração depende de uma conjunção de fatores: motor diesel robusto, sistema de transmissão calibrado para manter o torque em faixas úteis de trabalho, e eixo traseiro que suporte a carga com boa estabilidade em diferentes condições de piso. A potência nominal de 260 cv, associada a torque suficiente, facilita a condução em rodovias, bem como a transposição de subidas com carga, sem exigir aceleração excessiva que acabe consumindo combustível ou gerando desgaste prematuro. A configuração 4×2 implica que apenas dois eixos recebem tração, o que é comum para caminhões de uso misto que alternam entre transporte de carga e itinerários com boa qualidade de piso.
Para quem opera uma frota com esse modelo, a rotina de manutenção é decisiva para preservar o desempenho ao longo dos anos. Pontos como inspeção de motor, sistema de alimentação de combustível, estado do sistema de frenagem, calibragem de suspensão e verificação da transmissão são rotineiros e costumam impactar diretamente a disponibilidade do veículo. A inspeção de itens como turbocompressor, filtros de ar, óleo do motor e fluidos de transmissão deve ocorrer com a mesma regularidade presente em frotas modernas, ainda que veículos mais antigos exijam atenção especial para substituições adaptadas ao desgaste natural. A documentação de manutenção, notas fiscais e histórico de revisões facilita não apenas o fluxo de manutenção interna, mas também a comunicação com seguradoras, avaliando com maior precisão o risco de sinistrabilidade e o potencial de depreciação a ser considerado pela FIPE e pela seguradora na hora de definir coberturas e prêmios.
Uso da FIPE para seguro e gestão de risco com o Scania P-94 GA 260 4×2 NZ 2p
Quando uma empresa ou indivíduo busca proteção para um caminhão desse porte, a FIPE funciona como uma referência estável para avaliação de valor de reposição ou indenização. Em um seguro, o valor referenciado pela FIPE pode influenciar o valor segurado, o prêmio e o tipo de cobertura disponível. Caminhões mais antigos, como é o caso de 1999, tendem a apresentar depreciação mais acelerada, o que pode exigir ajustes na cobertura ao longo do tempo, bem como a necessidade de comprovação de manutenção para evitar surpresas em caso de sinistro. Além disso, fatores adicionais, como a quilometragem anual, o uso (frota própria, aluguel de veículo, operação de transporte de carga perigosa, etc.), o tipo de carga transportada, a região de operação e o histórico de sinistros, costumam impactar o prêmio de seguro. Por esse motivo, a avaliação de seguro para o P-94 GA 260 4×2 NZ 2p envolve uma combinação de dados da FIPE com informações operacionais da frota e do próprio veículo.
Para empresas que gerenciam frotas, é comum que o contrato de seguro inclua cláusulas específicas de frota, com parâmetros que agregam valoração de substituição, valor de reposição e franquias ajustadas conforme a criticidade do veículo dentro da operação. A valoração adequada também ajuda na negociação de prêmios com seguradoras, permitindo que se tenha proteção adequada sem sobreposição de custos. Em cenários onde o veículo é utilizado para atuar como parte de uma operação essencial de logística, a escolha de coberturas adicionais – como proteção contra terceiros, danos a carga, e extensão de garantia de motor – pode ter impacto significativo em termos de proteção operacional e custo total.
Se estiver considerando a proteção do seu Scania P-94 GA 260 4×2 NZ 2p diesel de 1999, é útil reunir documentação como histórico de manutenções, notas de serviço, comprovantes de revisões e qualquer histórico de sinistro. Esses elementos ajudam a seguradora a calibrar o prêmio com maior precisão, principalmente quando o veículo se enquadra em uma faixa de idade que demanda avaliação mais criteriosa de riscos, como desgaste de componentes de alto impacto (motor, câmbio e sistema de frenagem) e probabilidade de custos de reposição maiores em relação a modelos mais recentes.
Para operadores e proprietários que desejam entender melhor as opções de proteção para esse veículo, analisar a relação entre valor FIPE, condições de uso e estratégias de manutenção pode oferecer insights úteis para otimizar o seguro ao longo da vida útil do caminhão. A escolha de coberturas específicas, o nível de franquia, a necessidade de assistência 24 horas e a proteção de carga dependem de como o veículo é utilizado e das prioridades da frota, sejam elas a continuidade operacional, a proteção de ativos ou o controle de custos de sinistros.
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