| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 102.249,00 |
| Dez/25 | R$ 101.237,00 |
| Nov/25 | R$ 101.390,00 |
| Out/25 | R$ 100.387,00 |
| Set/25 | R$ 98.419,00 |
| Ago/25 | R$ 100.428,00 |
| Jul/25 | R$ 100.943,00 |
| Jun/25 | R$ 103.004,00 |
| Mai/25 | R$ 103.211,00 |
| Abr/25 | R$ 103.304,00 |
| Mar/25 | R$ 102.282,00 |
| Fev/25 | R$ 101.270,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel 1993 e aplicar no seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões e caminhões de porte médio, como o SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel de 1993. Embora muitas pessoas associem a FIPE apenas a carros de passeio, o seu papel é igualmente relevante no Universe de transportes de carga. Não se trata apenas de um número; trata-se de uma ferramenta de referência que orienta negociações, seguros, financiamentos e precificação de peças. No caso específico de modelos da linha R da Scania, a leitura da tabela envolve interpretar o contexto histórico da marca, as características técnicas do veículo e as condições de mercado daquele período, a fim de entender o que compõe o valor de referência e como ele se relaciona aos contratos de proteção veicular.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa
A Tabela FIPE é publicada mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e representa, em termos práticos, o valor médio de mercado de veículos usados à vista no país. Ela leva em conta uma amostra ampla de transações existentes no mercado, desagregando por marca, modelo, ano de fabricação, estado de conservação e configuração. Para caminhões e demais veículos comerciais, essa referência não é apenas um dado estatístico; funciona como referência de custo para indenizações, cálculo de prêmios de seguro, definição de valores de reposição e até mesmo para renegociação de contratos com instituições financeiras. Em seguros, por exemplo, o valor FIPE é utilizado como base para estabelecer o capital segurado e alinhar as coberturas com a realidade de mercado do veículo segurado.

Para quem está adquirindo ou avaliando um SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel de 1993, entender a FIPE requer considerar que a referência varia conforme a configuração. Caminhões com a mesma designação de modelo, potência e tração podem ter diferenças relevantes em itens como cabine, opções de conforto, pneus, estado de conservação e histórico de manutenção. Assim, é fundamental olhar não apenas para o número da tabela, mas para o contexto do veículo específico — quando foi produzido, qual era a configuração original, quais modificações passaram a existir ao longo dos anos, e quão bem preservado está o exemplar em questão. Essa compreensão evita distorções de preço e facilita negociações com revendas, leilões e, especialmente, com seguradoras.
Quando a seguradora utiliza a FIPE como referência, o objetivo é estabelecer um valor de referência estável para o veículo, que sirva de base para a indenização em caso de sinistro total ou parcial, bem como para orientar o cálculo de prêmios. No caso de um SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel de 1993, esse processo é ainda mais sensível a fatores de idade, disponibilidade de peças, rede de assistência técnica e custo de manutenção de um caminhão de reposição com características semelhantes. Por isso, entender a lógica por trás da FIPE e a forma como a seguradora aplica o valor de referência ajuda o proprietário a alinhar expectativa, cobertura e custo total da proteção veicular.
Ficha técnica resumida do SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel 1993
A Scania, como fabricante de caminhões, costuma apresentar a linha R com foco em desempenho, durabilidade e eficiência para operações de transporte rodoviário. A configuração R-113 H 360 4×2 2p diesel de 1993 é um exemplo clássico da engenharia da época, pensada para carga, distância, robustez e disponibilidade de serviço. Abaixo, uma ficha técnica resumida que contempla os quatro pilares fundamentais para a compreensão do veículo dentro da referência FIPE:
- Motor diesel de alta potência com turbocompressor: a configuração de potência visava entregar desempenho estável em longas jornadas, enfrentando subidas com carga e condições de estrada diversas.
- Potência nominal de 360 cv: esse patamar de potência era utilizado para caminhões de porte médio a pesado, indicado para operações de frete de médio a pesado sem sacrificar a confiabilidade do conjunto motriz.
- Tração 4×2 e cabine com duas portas: a configuração 4×2 situa-se entre a tração traseira e a propulsão principal comum em veículos rodoviários de transporte de cargas, associada a uma cabine prática para atuação diária, com espaço suficiente para dois operadores de cabine em muitos setups.
- Transmissão manual com várias velocidades: o conjunto de transmissão horizontalmente acessível era típico para automóveis comerciais da época, oferecendo a relação de marchas necessária para manter o motor em faixa de torque eficiente, tanto em trecho urbano quanto rodoviário.
Essa ficha técnica resumida oferece um panorama rápido, útil para entender o perfil do veículo na FIPE e para orientar decisões de seguro. Vale notar que números exatos de especificações podem variar conforme o conjunto específico adquirido, histórico de modificações, ano de fabricação dentro do ciclo de 1993 e o estado de conservação atual. Por isso, ao considerar uma avaliação FIPE ou um seguro, é essencial referenciar o veículo específico que está sendo avaliado, e não apenas a designação de modelo genérica.
A marca SCANIA: tradição, inovação e presença global
A Scania é uma fabricante sueca com uma identidade construída ao longo de décadas de atuação no segmento de caminhões, ônibus e motores industriais. Fundada em 1891, a marca consolidou-se no cenário mundial como símbolo de robustez, confiabilidade e continuidade de operação. O portfólio da Scania historicamente valoriza não apenas a performance do motor, mas também o conjunto de serviços que o cercam — redes de assistência técnica, disponibilidade de peças originais, programas de manutenção preditiva e uma rede de concessionárias que opera em múltiplos países. Essa combinação de engenharia, apoio e rede de serviços cria um ecossistema onde o caminhão não é apenas um veículo, mas uma parte integrada da operação logística do cliente.
Para o segmento de transporte de carga, a reputação da Scania se traduz em várias vantagens práticas. Em primeiro lugar, a marca tem histórico de durabilidade e resistência, características muito importantes em frotas que operam com jornadas longas e cargas pesadas. Em segundo lugar, a eficiência de consumo e a capacidade de adaptar o veículo a diferentes necessidades (p. ex., ajustes de cabine, opções de transmissão, configuração de eixo e aerodinâmica) ajudam as transportadoras a manter margens competitivas. Terceiro, a rede de assistência técnica e de peças originais reduz o tempo de indisponibilidade, o que impacta diretamente a confiabilidade da operação. Por fim, a Scania investe em soluções de telemática, diagnóstico remoto e serviços conectados que auxiliam a gestão de frotas, a manutenção programada e o controle de custos operacionais.
É importante notar que o SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel de 1993 faz parte de uma era em que a confiabilidade da marca já era testada e comprovada em milhares de quilômetros de operação. Modelos desse porte costumavam exigir uma atenção dedicada à manutenção, com partes sujeitas a desgaste previsível. Contudo, a marca também abriu caminho para melhorias contínuas ao longo dos anos, com inovações em motores, sistemas de injeção, elettronônica de gestão do motor e opções de configuração que deram mais versatilidade para quem administra uma frota de peso médio a pesado. Essa herança de inovação explica por que muitas seguradoras reconhecem a Scania como uma marca com boa estabilidade de valor a longo prazo, especialmente quando o veículo passa por verificações de manutenção e inventário de peças originais.
FIPE, seguros e avaliação de risco: como o valor de referência orienta contratos
Para quem atua no mercado de seguros, o valor da FIPE não é apenas uma curiosidade estatística. Ele funciona como um norte para o dimensionamento de coberturas, a precificação de prêmios e a definição de termos de indenização. No caso de caminhões, incluindo o SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel de 1993, o valor de referência ajuda a estimar quanto seria necessário para recompor o ativo em caso de perda total ou para manter uma frota com reposição tecnológica compatível com as operações atuais. Além disso, a FIPE serve como uma referência de mercado que facilita o diálogo entre o proprietário, o corretor de seguros e a seguradora, uma vez que oferece um referencial comum para o valor de mercado do veículo usado naquele momento.
É comum que as seguradoras, ao consultar a FIPE, também façam uma avaliação adicional do veículo: condições da carroceria, histórico de colisões, estado do motor, sistema de freios, suspensão, estado das rodas e pneus, bem como a validade de inspeções técnicas. Tudo isso influencia o prêmio final e as opções de cobertura, como proteção contra roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros e responsabilidade civil. Assim, entender o papel da FIPE ajuda o proprietário a alinhar suas expectativas com a realidade de mercado e a escolher um conjunto de coberturas que ofereça valor real, sem sobre ou subestimar o preço de reposição do veículo.
Cuidados práticos para um SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel 1993
Modelos com mais de duas décadas exigem uma estratégia de manutenção ainda mais cuidadosa. Abaixo estão práticas recomendadas para manter o SCANIA R-113 H 360 4×2 2p diesel em condições estáveis, reduzindo riscos operacionais e otimizando a relação custo-benefício da proteção veicular:
- Manutenção preventiva regular: acompanhamento periódico de óleo, filtros, sistema de injeção, correias, sistema de ar comprimido e componentes críticos do motor para evitar falhas imprevisíveis.
- Condição de freios e suspensão: verificação constante de pastilhas, discos, tambor de freio na roda traseira, estado dos tambores, além da suspensão, que assegura a estabilidade em carga e em velocidades de cruzeiro.
- Condição de pneus e alinhamento: inspeção de desgaste igualitário, calibragem de acordo com especificações de fábrica e alinhamento para manter eficiência de consumo e segurança em estrada.
- Documentação e histórico de manutenção: manter fichas técnicas, notas de serviço, listas de peças originais e comprovação de revisões, facilitando a futura auditoria de seguros e a aquisição de peças sobressalentes.
Além desses pontos, é recomendável considerar a inspeção encomendada por
