Valor FIPE Atual
R$ 223.487,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516135-5
Ano: 2013-3
MêsPreço
Jan/26R$ 223.487,00
Dez/25R$ 223.913,00
Nov/25R$ 224.250,00
Out/25R$ 224.250,00
Set/25R$ 228.358,00
Ago/25R$ 228.839,00
Jul/25R$ 229.206,00
Jun/25R$ 229.436,00
Mai/25R$ 229.896,00
Abr/25R$ 230.104,00
Mar/25R$ 230.450,00
Fev/25R$ 230.450,00

Guia de leitura da Tabela FIPE para o Volvo FMX 460 6×4 2p (E5) 2013

Ficha técnica resumida do Volvo FMX 460 6×4 2p (E5) 2013

O Volvo FMX 460 6×4 2p, ano-modelo 2013, é uma referência entre caminhões pesados destinados a usos severos em construção, logística de média e longa distância com combates a terrenos desafiadores. Embora o foco deste texto seja a Tabela FIPE e seu papel na cotação de seguros, é importante situar o veículo em seus componentes técnicos. O FMX é conhecido pela robustez de chassi, tecnologia de suspensão pensada para manuseio de cargas pesadas e cabina desenhada para permitir conforto do motorista em jornadas extensas. A configuração 6×4 indica tração nas quatro rodas traseiras, com o eixo dianteiro voltado para direção e os eixos traseiros recebendo potência para sustentar grandes pesos. A designação 2p informa, entre outras coisas, a configuração de cabine com duas portas, comum em caminhões com foco utilitário e de serviço em frotas empresariais.

  • Motor: diesel de grande deslocamento, com injeção avançada para desempenho em ocasião de cargas elevadas e respeito a padrões de emissão E5.
  • Transmissão: opção de transmissão automatizada I-Shift de 12 velocidades ou alternativas manuais, adaptadas ao uso intenso em operação de frota.
  • Tração: 6×4, que garante estabilidade em terrenos irregulares e capacidade de tracionar carretas pesadas, além de suportar picos de torque em subidas longas.
  • Emissão: E5, refletindo a norma de biocombustíveis combinada ao combustível diesel de alta performance disponível na época de fabricação.

Sobre a marca Volvo e a linha FMX

Volvo Trucks é uma das referências globais no setor de caminhões pesados, com origem no Grupo Volvo, uma empresa sueca reconhecida pela engenharia avançada, foco em segurança veicular e confiabilidade de longo prazo. A filosofia da marca valoriza uptime — ou seja, disponibilidade operacional — e suporte de rede de serviços que sustenta frotas de grande porte, com planos de manutenção programada, assistência técnica e disponibilidade de peças. A linha FMX, dentro do portfólio Volvo, é especialmente desenhada para aplicação em obras, mineração, transporte de cargas pesadas e situações em que a resistência estrutural do conjunto é tão importante quanto o desempenho do motor. No entorno de 2013, os caminhões FMX já apresentavam inovações destinadas a reduzir paradas não programadas, como sistemas de monitoramento, cabines com ergonomia aprimorada para reduzir fadiga do motorista e soluções de suspensão que equilibravam conforto com estabilidade de marcha em terrenos acidentados. Além disso, a linha FMX compartilha a herança de qualidade de montagem, teste de durabilidade e uma ampla rede de serviço — fatores que, para fins de seguros, costumam influenciar a percepção de valor residual, desgaste de componentes e custo de reposição de peças.

Tabela FIPE VOLVO FMX 460 6×4 2p (diesel) (E5) 2013

Para quem gerencia frotas, a escolha por um Volvo FMX 460 6×4 2p de 2013 implica considerar não apenas o desempenho de tração e potência, mas também a disponibilidade de peças de reposição, a rede de oficinas autorizadas e o histórico de manutenção da única unidade ou da frota inteira. Em termos de seguro, a reputação da marca em termos de confiabilidade pode colaborar com um prêmio mais estável ao longo dos anos, desde que a manutenção seja mantida dentro de padrões técnicos recomendados. A marca também influencia a percepção de valor de revenda dentro da Tabela FIPE, que, por sua vez, é uma referência amplamente utilizada no Brasil para precificação de veículos usados, incluindo caminhões pesados, a depender da versão e das condições do mercado local.

Como a Tabela FIPE funciona para caminhões pesados

A Tabela FIPE é um conjunto de valores de referência amplamente utilizado no Brasil para orientar negociações, seguros, financiamentos e avaliações de mercado de veículos usados. No caso de caminhões pesados como o Volvo FMX 460 6×4 2p (E5) 2013, o processo envolve coletar dados de vendas de exemplos semelhantes no mercado de usados, ajustando por idade, condição, rotação de frota e características técnicas da versão. Diferentemente de carros de passeio, o mercado de caminhões envolve variações maiores em função de uso, milhagem, tipo de serviço (carga leve, média ou pesada) e regime de emissões. A Tabela FIPE não se limita a uma única linha de preço; ela organiza faixas com base em ano-modelo, versão e condição reportada, permitindo que corretores, avaliadores e gestores de frota cheguem a um valor de referência para comparação e planejamento financeiro.

Para quem atua no ramo de seguros, entender a estrutura da FIPE ajuda a calibrar coberturas de casco, riscos adicionais (roubo, incêndio, danos por colisão), bem como o valor segurável apropriado às regras de cada seguradora. Em termos práticos, o valor de referência da FIPE serve como uma referência inicial para definir limites de cobertura, com ajustes que podem ocorrer com base no estado de conservação, histórico de sinistros, e eventuais melhorias ou modificações realizadas no veículo desde a data de uso inicial. É comum que seguradoras utilizem a FIPE como base de cálculo para o valor de reposição ou para a determinação de coberturas específicas, como casco total, cobertura contra terceiros e proteções adicionais, sempre considerando as particularidades de um caminhão de grande porte, como o FMX 460 6×4 2p.

Principais fatores que influenciam a Tabela FIPE para caminhões pesados

  • Ano de fabricação e versão específica do modelo — pequenas variações entre versões podem impactar o valor de referência.
  • Condição do veículo e quilometragem acumulada — frotas com histórico de manutenção regular tendem a manter o valor de referência mais estável.
  • Configuração de motor, transmissão e tração — diferenças entre transmissão automatizada I-Shift e transmissão manual, bem como variações de torque e configurações de eixo, afetam a desirabilidade do veículo no mercado.
  • Mercado de reposição, disponibilidade de peças e custos de manutenção — a facilidade de reposição e o custo de peças podem influenciar o valor de mercado e, por consequência, a referência FIPE.

Uso da FIPE na proteção com seguros: como corretores aprovam a prática

Ao pensar em seguros para caminhões pesados, o objetivo é definir o valor segurável de maneira que cubra a reposição ou reposição com base no valor de mercado, evitando subseguro ou sobreseguro. A FIPE atua como uma âncora: fornece o valor de referência para o veículo usado, que pode ser usado para dimensionar a cobertura de casco (proteção contra danos ao veículo) e as garantias adicionais. Em operações com Volvo FMX 460 6×4 2p (E5) 2013, o corretor e o proprietário devem considerar também o cenário de uso da frota, a frequência de sinistros, a idade da frota, o tipo de serviço (cargas pesadas, operações em locais com vias precárias, atividades de mineração ou construção) e o perfil do motorista. Esses elementos ajudam a compor um mapa de risco que, aliado à FIPE, orienta a construção de um pacote de seguros adequado ao valor real de reposição e ao custo-benefício para a empresa.

Além disso, quando o veículo é parte de uma frota maior, é comum que a seguradora utilize o histórico da frota para ajustar prêmios, aplicando descontos por fidelização, condições de segurança implantadas (monitoramento de frotas, telemetria, manutenção preventiva) e regras de sinistralidade. O resultado é uma tarifa que reflete não apenas o valor contábil do veículo, mas também o custo esperado de sinistros e a probabilidade de recuperação de ativos após eventos adversos. Em resumo, a FIPE funciona como um barômetro do valor de mercado, enquanto a seguradora utiliza esse parâmetro aliada a fatores de risco para calcular o prêmio e as coberturas adequadas a cada caminhão da frota.

Diretrizes práticas para corretores e proprietários na hora de consultar FIPE para seguros

Para extrair o máximo de utilidade da Tabela FIPE na hora de contratar ou renovar um seguro para o Volvo FMX 460 6×4 2p (E5) 2013, considere as seguintes diretrizes práticas:

  • Verifique a versão exata do veículo e confirme se a configuração 6×4, 2 portas, motor E5 está refletida na consulta FIPE. Pequenas discrepâncias de versão podem gerar variações de faixa na tabela.
  • Considere a condição atual do caminhão, incluindo histórico de manutenções, substituições de componentes críticos e estado da carroçaria. Veículos bem mantidos tendem a ter valores de referência FIPE mais estáveis.
  • Avalie a quilometragem acumulada e o regime de uso (frota de aluguel, serviço de construção, transporte de carga pesada em ambientes desafiadores). O uso intensivo pode impactar a depreciação relativa ao valor de referência.
  • Considere eventuais melhorias ou itens adicionais instalados (cabine de maior conforto, sistemas de telemetria, proteções adicionais, itens de segurança). Tais melhorias podem afetar o valor segurável e, portanto, a escolha entre reposição a valor de mercado ou valor de reposição.

Impacto da FIPE na avaliação de seguros: cenários e estratégias

Quando uma seguradora utiliza a FIPE como base, há um conjunto de cenários que o proprietário de frotas pode considerar para otimizar custos sem comprometer a proteção. Em primeiro lugar, a FIPE oferece um ponto de partida comum entre seguradora, corretor e proprietário, reduzindo a assimetria de informações. Em seguida, é comum que haja ajustes por fatores regionais e por o veículo fazer parte de uma frota com histórico de sinistros. Em termos práticos, algumas estratégias podem incluir a neutralização de variações por idade do veículo, retenção de parte do valor de reposição para casos de danos de valor alto, e a adoção de coberturas adicionais, como proteção de cabine, responsabilidade civil facultativa para cargas específicas ou assistência 24h em território nacional e internacional, quando cabível. Tudo isso, claro, sempre ancorado pela referência FI