| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 87.603,00 |
| Dez/25 | R$ 87.770,00 |
| Nov/25 | R$ 87.902,00 |
| Out/25 | R$ 88.344,00 |
| Set/25 | R$ 88.788,00 |
| Ago/25 | R$ 89.569,00 |
| Jul/25 | R$ 90.020,00 |
| Jun/25 | R$ 90.473,00 |
| Mai/25 | R$ 90.655,00 |
| Abr/25 | R$ 91.111,00 |
| Mar/25 | R$ 91.569,00 |
| Fev/25 | R$ 92.030,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Scania T-113 E 320 6×4 Diesel (1996)
Ao tratar de seguros, avaliação de veículos usados ou planejamento de frota, a Tabela FIPE é uma referência recorrente no Brasil. Ela representa uma base de dados consolidada que reúne valores médios de venda de usados e seminovos, atualizados periodicamente e amplamente utilizada por seguradoras, concedentes de crédito e profissionais de proteção veicular. Embora a FIPE não desembarque em especificações de cada item, ela reflete, de maneira agregada, as tendências de mercado para modelos específicos, incluindo caminhões pesados como o Scania T-113 E 320, configurado em 6×4 com 2 portas, movido a diesel e lançado no final dos anos 1990. Compreender como essa tabela funciona, como ela se aplica a um veículo dessa magnitude e quais fatores costumam influenciar o valor estimado é essencial para quem administra seguros, administra frotas ou mesmo para quem pensa na proteção adequada de um ativo com perfil de equipamento industrial pesado.
O que a Tabela FIPE representa para caminhões pesados como o Scania T-113 E 320
A Tabela FIPE funciona como uma referência nacional de precificação de veículos usados. Para caminhões de grande porte, ela captura uma variedade de variações que afetam o valor de mercado: estado de conservação, quilometragem, histórico de uso (carga, trechos rodoviários, condições de manutenção), disponibilidade de peças, tempo de uso na frota e até mesmo a reputação de confiabilidade do modelo ao longo dos anos. No caso de um Scania T-113 E 320 6×4, 1996, o preço de referência dentro da FIPE pode ser influenciado por fatores como:

– Idade do veículo e o seu estágio de desgaste: caminhões escolhidos para longos ciclos de estrada tendem a permanecer com valores mais estáveis quando comparados a veículos com histórico de sinistros repetidos ou com sinais de uso intensivo.
– Configuração de eixo e carroceria: a combinação 6×4 indica uma capacidade de tração maior, o que costuma impactar positivamente a avaliação para aplicações de transporte de cargas pesadas, especialmente em operações que exigem boa estabilidade e distribuição de peso.
– Condições de manutenção e disponibilidade de peças: caminhões Scania, por serem parte de bitola de frotas que costumam priorizar manutenção programada, costumam manter um valor de mercado mais estável quando recebem revisões à risca, componentes originais e histórico de trocas em peças críticas como sistemas de freios, transmissão e motor.
– História de uso e sinistros: veículos com histórico claro, sem sinistros graves ou com documentação de serviço regular costumam receber avaliações mais altas na FIPE, pois transmitem menor risco aos olhos de seguradoras e compradores.
Entender esses parâmetros ajuda não apenas a estimar o valor de mercado, mas também a interpretar o comportamento do prêmio de seguro. A FIPE, aliada a outros fatores de risco avaliados pela seguradora — como perfil do condutor, local de circulação, uso da veículo, entre outros — orienta a definição de cobertura, franquias e limites, sempre visando um equilíbrio entre proteção adequada e custo viável para a operação da frota.
Ficha Técnica do Scania T-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1996
A ficha técnica de um caminhão dessa configuração é útil para entender suas capacidades operacionais e as necessidades de manutenção, o que, por sua vez, influencia a forma como ele é segurado e precificado pela FIPE. Abaixo, apresentam-se itens-chave da configuração típica do Scania T-113 E 320, ano de 1996, com eixo 6×4 e duas portas:
- Motor: diesel de seis cilindros em linha, deslocamento em torno de 9,0 litros, potência nominal de cerca de 320 cavalos (cv). O arranjo turboalimentado é comum nesse patamar de motor, trazendo torque significativo para operação de carga e reboque em eixos traseiros robustos.
- Transmissão: manual com várias marchas, com opções de 12 a 16 velocidades, conforme a configuração de fábrica e a aplicação pretendida. Em muitos setups, utiliza-se uma caixa de câmbio pesada que favorece retomadas em subidas, manobras de carregamento e deslocamentos rodoviários de longa distância.
- Sistema de tração e chassis: configuração 6×4, com dois eixos traseiros motrizes que compartilham a tração para melhor distribuição de carga e aderência em diferentes superfícies e condições de terreno. Suspensão típica de caminhão pesado, com parâmetros ajustados para conforto do motorista e para suportar cargas significativas.
- Dimensões e capacidades: o conjunto inclui parâmetros de comprimento, largura e altura compatíveis com a aplicação de transportes de carga pesada. O peso bruto total (PBT) e a capacidade de carga dependem da configuração específica do chassi e da carroceria, mas costumam situar-se na faixa de operações de grande porte, onde a resistência, durabilidade e robustez são fatores primordiais.
Essa ficha técnica, ainda que resumida, oferece os elementos centrais para entender o desempenho esperado do veículo, bem como as áreas que demandam atenção durante a manutenção. Para quem coordena uma frota ou planeja seguro para esse modelo, os itens acima ajudam a mapear riscos e necessidades de proteção, como proteção de motor, sistemas de freios, transmissão e componentes estruturais, que costumam ter custos relevantes de reposição ou reparo em caso de sinistro ou desgaste natural por uso intenso.
Como a FIPE impacta o seguro deste modelo específico
A relação entre a Tabela FIPE e o custo do seguro é direta: quanto maior o valor de referência, maior tende a ser a avaliação de risco para seguradoras e, consequentemente, o prêmio. No entanto, esse não é o único determinante. Seguradoras costumam considerar um conjunto de fatores que, combinados, definem o custo final de proteção. Entre eles, destacam-se:
– Perfil de uso: caminhões destinados a percursos urbanos longos, áreas com picos de tráfego ou zonas com maior incidência de sinistros podem ter prêmios diferenciados.
– Histórico de manutenção: veículos com documentação de manutenção regular tendem a apresentar menor probabilidade de falha mecânica, o que pode reduzir o prêmio.
– Coberturas escolhidas: a presença de coberturas adicionais, como proteção de componentes de transmissão, guincho, carroceria ou contingências de carga, impacta diretamente no valor do seguro.
– Franquia: a escolha de franquia mais alta pode reduzir o prêmio, mas aumentará o custo de eventual sinistro para o proprietário.
– Uso de garagem e localização: áreas com maior risco de roubo ou vandalismo costumam influenciar o valor final da apólice.
Para quem convive com um Scania T-113 E 320 6×4, o conhecimento da FIPE facilita a negociação com seguradoras ao solicitar cotações. Ao apresentar o valor de referência da FIPE, o segurador tem um ponto de partida objetivo para discutir coberturas, limites de responsabilidade e custos adicionais de proteção. Vale lembrar que a FIPE não é o único critério: a avaliação de risco envolve também a experiência do motorista, a periodicidade de inspeções técnicas, o estado de conservação do veículo e o histórico de sinistros da frota.
Além disso, gestores de frota devem levar em conta que, com o passar dos anos, o valor de referência na FIPE tende a refletir a desvalorização natural de caminhões com mais de duas décadas de uso. Em um cenário de renovação de frota ou de parcerias com seguradoras que trabalham com programas de fidelidade, pode haver discrição de tarifas para veículos mais antigos que ainda cumprem funções vitais, desde que recebam manutenção atualizada e atendam aos padrões de segurança exigidos pela operadora de seguros.
Leitura prática da FIPE para tomada de decisão na gestão de riscos
Para quem gerencia uma frota com Scania T-113 E 320 ou unidades similares, entender a leitura da FIPE facilita tomadas de decisão que impactam no custo total de propriedade. Abaixo, compartilhamos observações que costumam ser úteis na prática:
Primeiro, compare o valor FIPE com o custo total de propriedade (TCO) da frota. Se o valor de reposição estimado pela FIPE estiver muito próximo ou acima do custo de aquisição de uma unidade equivalente, pode ser viável planejar a troca de veículos com maior eficiência de consumo de combustível e menor custo de manutenção ao longo do tempo. Em contrapartida, se o preço FIPE de unidades mais antigas for estável, pode haver espaço para estratégias de seguro mais simples, com coberturas adequadas ao perfil de operação.
Segundo, use a FIPE como referência para negociações com seguradoras. Ao oferecer dados de mercado como referência, você demonstra transparência sobre o valor de reposição e facilita a construção de uma apólice que realmente proteja o patrimônio. Isso é especialmente relevante para caminhões de uso intensivo que sofrem desgaste acelerado e têm maior probabilidade de avarias em componentes críticas.
Terceiro, avalie o estado atual da frota. Um veículo com histórico de manutenção rigoroso tende a ter riscos menores de falhas, o que pode se traduzir em prêmios mais competitivos. Investimentos periódicos, como troca de fluídos, inspeção de freios, alinhamento de rodas e atualizações de sistemas elétricos, ajudam a manter o ativo em condições seguras e confiáveis, o que, por sua vez, pode impactar positivamente a avaliação FIPE de ponta a ponta.
Quarto, considere a idade típica de reposição. Caminhões de grande porte têm ciclos de vida operacionais que variam conforme o tipo de operação, demanda de carga e condições de rodagem. Planejar a substituição por modelos mais novos, conforme a evolução da FIPE, pode evitar sobrecustos de seguros no longo prazo e melhorar a eficiência operacional com novos componentes, motores modernos e sistemas de segurança aprimorados.
Impactos práticos no dia a dia do proprietário e do gestor de frota
Para quem administra ou utiliza um Scania T-113 E 320 6×4, a relação entre FIPE e seguro não é apenas teórica. Ela se traduz em ações práticas que ajudam a manter a operação segura, econômica e competitiva. Abaixo, destacamos algumas recomendações úteis:
– Verifique regularmente a documentação do veículo e mantenha o registro de manutenção completo. Documentação clara facilita avaliações de valor pela FIPE e, por consequência, a negociação de seguros com tarifas mais ajustadas ao risco real.
– Mantenha o veículo adequado às exigências de segurança, como freios em bom estado, sistemas de iluminação funcionando adequadamente, pneus em condições adequadas e itens de conformidade com as normas viárias.
– Considere criar um plano de renovação da frota com base em dados FIPE. A cada ciclo de renovação, compare o custo de propriedade, o desgaste do ativo e o impacto no prêmio de seguro com a aquisição de modelos mais novos. Essa prática ajuda a manter a frota moderna, mais eficiente e menos onerosa para o seguro ao longo do tempo.
– Avalie opções de cobertura de seguro que estejam alinhadas ao uso real do veículo, como proteção de carga, assistência 24 horas, guincho, proteção de cabine e cláusulas contra danos por incêndio ou eventos climáticos. Ajustar as coberturas de acordo com o que é realmente necessário evita pagar por proteções desnecessárias, sem perder a segurança essencial.
Em resumo, a FIPE funciona como um referencial valioso para orientar decisões de seguro e gestão de risco, especialmente para caminhões pesados e configurações específicas, como o Scania T-113 E 320 6×4 2p (diesel) de 1996. O conhecimento do valor de referência, aliado a uma gestão de manutenção sólida e a escolhas bem informadas de cobertura, ajuda a manter a proteção adequada do patrimônio sem abrir mão da eficiência financeira da operação.
Se você busca segurança com foco na proteção de ativos de transporte pesado, vale considerar a condução de uma cotação com a GT Seguros, reconhecida pela especialização em seguros para veículos de grande porte, com opções que costumam acompanhar a evolução da FIPE para modelos clássicos e atuais. Para quem administra uma frota com Scania T-113 E 320, a decisão de escolher a melhor cobertura pode passar pela combinação entre o valor de referência da FIPE, o estado da frota e o custo total da proteção ao longo do tempo. Leve esses elementos em conta na hora de planejar próximos passos para a sua operação e proteja seus ativos com a tranquilidade que sua atividade merece.
