| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 159.228,00 |
| Dez/25 | R$ 160.029,00 |
| Nov/25 | R$ 160.834,00 |
| Out/25 | R$ 161.021,00 |
| Set/25 | R$ 161.455,00 |
| Ago/25 | R$ 163.217,00 |
| Jul/25 | R$ 164.038,00 |
| Jun/25 | R$ 165.086,00 |
| Mai/25 | R$ 165.916,00 |
| Abr/25 | R$ 163.172,00 |
| Mar/25 | R$ 163.418,00 |
| Fev/25 | R$ 162.906,00 |
Guia de consulta da Tabela FIPE para o IVECO TECTOR STRADALE 240E25S 6×2 2p diesel (2012)
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para a maioria dos veículos usados no Brasil, inclusive para caminhões de grande porte como o IVECO TECTOR STRADALE 240E25S 6×2 2p (diesel) 2012. Este artigo tem o propósito educativo de explicar como interpretar a FIPE no contexto de uma frota, identificar os fatores que costumam influenciar o valor de mercado deste modelo específico e destacar implicações práticas para seguros. Abordaremos também a ficha técnica e o papel da marca Iveco, além de orientações úteis para gestão de risco e proteção de ativos em operações de transporte.
Ficha técnica resumida
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, aproximadamente 7,8 litros de deslocamento; potência nominal em torno de 240 cv (cerca de 176 kW)
- Transmissão: caixa manual de 6 velocidades (configuração típica para o conjunto 6×2)
- Configuração de eixo e peso: 6×2, peso bruto total (PBT) em torno de 25.000 kg, com capacidade de carga útil estimada entre 12.000 e 13.000 kg, dependendo da carroceria e da configuração de tanque
- Capacidade de combustível: tanque aproximado de 300 litros, variável conforme a carroceria instalada
Observação: as especificações podem variar conforme a carroceria, o ano de fabricação, ajustes de mercado e opcionais instalados pela montadora ou pela concessionária. Para dados exatos de uma unidade específica

Interpretando a Tabela FIPE para o Iveco TECTOR STRADALE 240E25S 6×2 2p (diesel) 2012
Contexto e relevância da FIPE no mercado de caminhões usados
A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil, incluindo caminhões pesados como o Iveco Strale StradalE StradaLe? (nome do modelo no corpo de texto) 240E25S, com configuração 6×2 e carroceria de dois pontos, movido a diesel, ano de fabricação 2012. A função educativa deste conteúdo é esclarecer como interpretar esse parâmetro no âmbito de uma frota industrial, destacando os fatores que costumam influenciar o preço de referência e as implicações práticas para seguros e gestão de ativos. Ao se trabalhar com frotas, é comum adotar a FIPE como um ponto de partida para estimativas de depreciação, planejamento de reposição e definição de coberturas de seguro. Contudo, é importante compreender que o valor FIPE é uma média de mercado, sujeita a variações regionais, configurações específicas de cada unidade e o estado de conservação do veículo.
Para quem administra operações de transporte, entender o que a FIPE representa dá às equipes de aquisição, financiamento e seguro uma base comum para negociação e avaliação de risco. Em termos simples, a FIPE oferece uma “nota de referência” que ajuda a comparar ofertas de compra ou venda, estimar o custo de reposição ou de indenizações em caso de sinistro, e orientar decisões sobre políticas de renovação de frota. No entanto, a utilidade prática depende de alinhamento com as condições reais do veículo: quilometragem, manutenção, histórico de avarias, configuração de cabine e eixo, bem como modificações executadas pela montadora ou pelo concessionário.
Perfil técnico do modelo e implicações para a avaliação de valor
- Motor diesel de seis cilindros em linha com deslocamento aproximado de 7,8 litros, entregando potência nominal em torno de 240 cavalos (cerca de 176 kW).
- Transmissão típica é manual, com seis velocidades, adequada ao conjunto 6×2 empregado pela linha StradaLe para o transporte de cargas pesadas.
- Configuração de eixo 6×2, com peso bruto total (PBT estimado próximo de 25.000 kg e capacidade de carga entre 12.000 e 13.000 kg, variando conforme a carroceria, tanque e opcionais instalados pela montadora.
- Capacidade de combustível em torno de 300 litros, com variações conforme a carroceria instalada (tanques adicionais ou ajustados podem alterar o total).
- Observação importante: as especificações citadas podem oscilar conforme o tipo de carroceria, ano de fabricação, ajustes de mercado e opções de fábrica ou concessionária.
Para a referência de mercado, é relevante entender que o valor FIPE não é o preço de venda atual de uma unidade específica, tampouco o custo de reposição novo. Em vez disso, ele representa uma média histórica de transações de uso, atualizada periodicamente, que reflete um equilíbrio entre oferta e demanda naquele momento. No caso de caminhões pesados como o 240E25S 6×2, essa média é particularmente sensível a fatores como disponibilidade de peças de reposição, rede de serviços autorizados, idade do veículo e sua capacidade para cumprir prazos operacionais.
Fatores que tipicamente moldam o valor FIPE deste 6×2 específico
Embora a FIPE seja um indicador central, vários elementos do veículo influenciam o valor de referência que aparecerá para uma versão 2012 com configuração 6×2 e dois pontos de cabine. Entre os mais relevantes estão:
- Quilometragem correspondente ao uso real: veículos de frota antiga com quilometragem moderada podem manter um valor FIPE mais estável do que unidades com desgaste acelerado, especialmente em componentes críticos como motor, transmissão e sistema de freios.
- Condição geral de conservação: pintura, corrosão, estado de carroceria e integridade da cabine impactam o preço de referência, pois afetam a percepção de custo de restauração e de manutenção futura.
- Histórico de manutenção: registros completos de revisões, trocas de óleo, fluídos, filtros, e de reparos relevantes aumentam a confiabilidade percebida, elevando o valor de mercado estimado pela FIPE.
- Versões e opcionalidade: itens como ar-condicionado, sistemas de telemetria, dispositivos de segurança, melhorias de suspensão ou de motor podem influenciar o valor, conforme a disponibilidade de peças e de mão de obra especializada.
- Tipo de carroceria e configuração de eixo: a escolha de cabine simples versus cabine dupla, o tipo de tanque, ou a presença de acessórios específicos para determinadas cargas (por exemplo, betoneira, tanque, carrocerias frigoríficas) podem provocar variações no valor de referência, pois alteram a utilidade operacional do veículo.
- Mercado regional e disponibilidade de demanda: regiões com maior ou menor demanda por caminhões usados influenciam o preço efetivo observado em transações locais e podem se refletir na média de FIPE para o modelo.
- Idade do veículo: unidades de 2012 enfrentam depreciação natural de acordo com a idade, o que costuma reduzir o valor FIPE em comparação com modelos mais novos, ainda que uma condição excepcional possa atenuar essa tendência.
Como consultar e obter dados exatos para uma unidade específica
Para chegar a uma estimativa de valor fiável para uma unidade concreta, siga um fluxo de consulta que leve em conta as particularidades descritas:
- Identifique a linha de referência na base FIPE correspondente a caminhões pesados da marca Iveco, com a configuração 6×2 e cabina de dois pontos, ano-modelo 2012, diesel. Em particular, procure pela variante que melhor descreve a sua unidade (peso, carroceria e opcionais).
- Filtre pelos dados regionais quando a FIPE mostrar diferenças entre estados ou regiões, pois a demanda local pode impactar o valor observado para unidades com características semelhantes.
- Verifique a data da apuração: a FIPE é atualizada com frequência mensal, portanto utilize a referência mais recente para embasar negociações ou conversões de seguro.
- Ao registrar o valor, considere a condição do veículo: a FIPE oferece faixas de valor conforme estado de conservação (bom, regular, excelente) e histórico de uso (privado ou frota), o que pode exigir ajuste na prática de avaliação.
- Faça uma comparação cruzada com dados de mercado suplementares, como cotações de revendedores autorizados, avaliações de empresas de inspeção ou dados de transações de frota. Esse cruzamento ajuda a confirmar se a referência FIPE está alinhada com o preço efetivo do seu território e configuração.
Implicações para seguros: como a FIPE orienta a proteção de ativos
O valor FIPE atua como uma das referências centrais na determinação de coberturas de seguro de veículos pesados. Em termos práticos, ele costuma influenciar a definição do valor segurado para indenização total, bem como o cálculo de prêmios em apólices voltadas a frotas. A seguir, pontos-chave sobre o relacionamento entre FIPE e seguros para este modelo:
- Indenização: em muitos contratos, o pagamento em caso de perda total é vinculado ao valor de mercado estimado pela FIPE, ajustado pela condição do veículo e pela documentação de manutenção. Em alguns casos, pode haver preferência por “valor de reposição” (custo para adquirir uma unidade equivalente) ou pelo “valor de mercado” efetivo, que pode divergir da FIPE dependendo da apólice.
- Valor segurado: o montante contratado como proteção costuma derivar do valor estimado pela FIPE acrescido de fatores específicos da frota, como o custo de adaptação de carroceria, itens de segurança e eventuais garantias estendidas. O ideal é manter o valor segurado alinhado com a realidade de mercado para evitar tanto sobreseguro quanto subseguro.
- Variação por estado de conservação: assim como na prática de venda, a condição da unidade pode exigir ajuste no prêmio. Veículos bem conservados podem ingressar com apoios de cobertura mais favoráveis, enquanto unidades com histórico de avarias ou uso intenso podem exigir termos mais restritivos ou apólices com cláusulas de depreciação.
- Validade de peças e reposição: em operações de transporte, a disponibilidade de peças originais e o tempo de reparo afetam o custo total de propriedade. Seguradoras costumam considerar essas variáveis ao estabelecer a linha de cobertura para componentes essenciais, o que pode refletir, por consequência, no valor segurado.
- Ajustes por idade e uso: veículos de 2012, ao entrarem em faixas de idade mais altas, podem exigir revisões periódicas de prêmio, com base em políticas de uso de frota, histórico de sinistros e padrões de manutenção observados pela seguradora.
Risco e gestão de ativos para operações de transporte com este modelo
Gerir uma frota que contém unidades Iveco StradaLe 240E25S 6×2 envolve um conjunto de boas práticas para equilibrar desempenho operacional, custo de propriedade e proteção de ativos. A FIPE é uma ferramenta útil, mas seu uso eficaz depende de uma estratégia integrada de gestão de risco:
- Monitoramento contínuo do valor de referência: manter uma atualização periódica da FIPE para cada unidade da frota ajuda no planejamento de substituição, renegociação de seguros e avaliação de depreciação real ao longo do tempo.
- Manutenção programada e histórico documental: a regularidade de revisões, substituição de componentes críticos e registro de ocorrências evita surpresas na hora de ajustar o valor de mercado e reduz o risco de sinistros caros por falhas evitáveis.
- Gestão de risco de operação: planejar rotas, monitorar condições de tráfego, prever períodos de demanda sazonal e ajustar a composição da frota conforme necessidade de capacidade de carga. Uma frota bem dimensionada reduz o desgaste prematuro e mantém o valor de mercado mais estável.
- Atualização de cadastros e documentação: manter as informações da carroceria, cabine, configuração de eixo, câmbio e opções instaladas sempre atualizadas facilita a consulta à FIPE e o ajuste de seguros e de recursos financeiros, se necessário.
- Estratégia de reposição: definir políticas claras para renovação de frota com base em indicadores de performance, custo de propriedade e retorno sobre o investimento, sempre calibrando o momento de compra de unidades novas ou seminovas com a leitura da FIPE.
Ficha técnica focalizada na marca Iveco e na linha StradaLe para o perfil 240E25S 6×2
O fabricante Iveco é reconhecido pela rede de assistência técnica, disponibilidade de peças de reposição e por oferecer soluções de configuração de chumbo para operações de transporte de carga. Ao considerar o StradaLe 240E25S 6×2, aspectos práticos que costumam influenciar a avaliação de mercado incluem:
- Confiabilidade de powertrain: motores diesel de alto torque são cruciais para a performance de veículos de grande porte em diferentes tipos de carga. A capacidade de manter desempenho com eficiência de combustível impacta positivamente a percepção de valor de mercado ao longo do tempo.
- Redes de serviço e manutenção: a presença de centros autorizados Iveco e disponibilidade de peças facilita a reposição, reduzindo o custo total de propriedade e a ansiedade dos gestores de frota frente a sinistros ou necessidades de reparo.
- Atualizações tecnológicas: sistemas de gestão de frota, telemetria, monitoramento de condições de unidades e recursos de segurança podem ser compatíveis com esse modelo, o que pode acrescentar valor de mercado quando presentes como opcionais ou itens de fábrica.
- Eficiência operacional: caminhos de uso típicos – distribuição regional, operações de longo curso ou transporte de cargas pesadas – influenciam o desgaste de componentes essenciais e a necessidade de reparos ou substituições.
- Impacto do cenário de mercado: o desempenho da FIPE para este modelo é, em parte, reflexo da disponibilidade de unidades comparáveis, bem como da demanda de frota, o que pode variar de estado para estado e de período para período.
Boas práticas para preservar o valor de mercado e reduzir riscos operacionais
Para gestores de frota, algumas ações costumam trazer benefícios diretos ao manter o valor de referência estável e reduzir riscos:
- Manutenção pré-determinada e registro completo: siga planos de manutenção recomendados pelo fabricante, com documentação acessível para auditorias de seguro e venda futura.
- Controle de quilometragem e uso: evite operações que causem desgaste desnecessário em componentes críticos; use telemetria para monitorar o comportamento de condução e detectar problemas precocemente.
- Gestão de estoque de peças: mantenha um inventário adequado de peças de reposição chave para reduzir o tempo de reparo em caso de falhas, o que também protege a disponibilidade da frota.
- Avaliações periódicas de seguro: reflita a evolução da FIPE no contrato de seguro, ajustando o valor segurado para evitar lacunas entre o valor de mercado e a cobertura contratada.
- Treinamento da equipe: capacite motoristas e equipes de manutenção para melhorar a performance operacional e a longevidade dos componentes, reduzindo perdas ao longo da vida útil da unidade.
Considerações finais: como lidar com a Tabela FIPE na prática de gestão de frotas
Ao incorporar a Tabela FIPE ao planejamento de aquisição, orçamento, seguro e gestão de riscos, é possível alinhar a estratégia de propriedade de ativos com a realidade do mercado. A leitura cuidadosa das nuances de cada configuração (6×2, 2p, diesel, ano 2012) ajuda a evitar ultrapassagens de custo, exageros de prêmio ou lacunas de cobertura. Em particular, para veículos pesados com trajetos intensivos, a sinergia entre FIPE, manutenção de qualidade, e uma política de seguro bem ajustada costuma trazer ganhos expressivos em disponibilidade de frota, previsibilidade de custos e tranquilidade operacional.
Em termos de alinhamento estratégico, empresas que operam com estas unidades costumam se beneficiar de uma análise integrada: comparar a FIPE com dados de mercado locais, manter documentação consistente, planejar a renovação de frota com base em indicadores de desempenho, e negociar seguros que reflitam com precisão o valor de reposição ou o valor de mercado da unidade. Essa prática reduz surpresas financeiras em sinistros e facilita a tomada de decisão diante de oportunidades de aquisição de novas unidades ou de reposição de ativos com menor risco de desvalorização abrupta.
Se você busca uma orientação especializada para estruturar suas coberturas de seguro com base na realidade de uma frota que inclui o Iveco TECTOR STRADALE 240E25S 6×2 2p diesel (2012) sob a ótica da FIPE, a GT Seguros oferece consultoria com foco em planejamento de riscos de transporte, avaliação de valor de mercado e estratégias de proteção de ativos. Conte com a experiência da GT Seguros para uma simulação personalizada e condições que considerem a volatilidade do mercado de usados, o estado da sua frota e as exigências operacionais.
