| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 85.104,00 |
| Dez/25 | R$ 86.006,00 |
| Nov/25 | R$ 87.180,00 |
| Out/25 | R$ 90.343,00 |
| Set/25 | R$ 90.403,00 |
| Ago/25 | R$ 87.347,00 |
| Jul/25 | R$ 88.191,00 |
| Jun/25 | R$ 86.850,00 |
| Mai/25 | R$ 87.287,00 |
| Abr/25 | R$ 84.336,00 |
| Mar/25 | R$ 84.909,00 |
| Fev/25 | R$ 87.990,00 |
Entendendo a Tabela FIPE e o valor referencial da Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel (2006) para seguros
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado pelo setor de seguros para avaliar o valor de mercado de veículos usados. Ao mencionar a linha “Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel” do ano 2006, é fundamental compreender como o índice FIPE funciona, quais fatores influenciam essa referência e como isso impacta a contratação de seguros, incluindo coberturas como casco, incêndio, roubo e assistência. Este artigo, direcionado a quem atua na assessoria de seguros ou busca entender melhor a relação entre o veículo e a proteção contratada, aborda a aplicação da Tabela FIPE na prática para o modelo especificado.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de automóveis
A Tabela FIPE representa uma média de valores de venda de veículos usados pesquisados em um conjunto de fontes de mercado. Ela é atualizada mensalmente e serve como referência para diversos serviços financeiros e comerciais, incluindo seguros, financiamentos, venda de usados e avaliação de danos. Quando uma seguradora avalia a necessidade de uma cobertura e o valor segurado de um veículo, o ponto de partida é quase sempre o valor referencial da FIPE. Esse valor é utilizado para várias modalidades de cobertura, como o valor de mercado para sinistros de colisão, roubo ou quebra total, bem como para escolha entre coberturas com valor de reposição ou valor de mercado atualizado.

Para o caso específico da Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel de 2006, o valor FIPE reflete a posição desse modelo no mercado de usados no período, considerando fatores como idade, configuração de chassis, motorização, tipo de transmissão e a configuração de tração 4×2 (tração traseira em muitos mercados onde a Hilux dessa geração foi comercializada). Além disso, a FIPE também é influenciada por sazonalidade, disponibilidade de peças e o histórico de confiabilidade do modelo ao longo do tempo. Profissionais de seguros utilizam esse referencial para calibrar prêmios e limites de cobertura, a fim de equilibrar proteção adequada com custo acessível para o segurado.
Ficha técnica da Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel 2006
Abaixo estão os destaques da ficha técnica deste veículo específico. Foram selecionados itens relevantes para avaliação de risco, manutenção e entendimento técnico do modelo, sem entrar em pormenores operacionais que variem com equipagens adicionais ou modificações não originais.
- Motor Diesel 3.0 D-4D (2982 cm³) com potência de 163 cv
- Torque máximo próximo de 343 Nm
- Transmissão manual de 5 velocidades
- Tração 4×2 (propulsão com eixo traseiro) e configuração CD SRV
É importante notar que, dentro da linha Hilux, diferentes configurações de carroceria, cabine (dupla, simples) e itens de acabamento podem alterar pequenos detalhes da ficha técnica. No entanto, para a unidade descrita (CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel 2006), os pontos acima sintetizam os elementos centrais de hardware que influenciam a dinâmica de condução, consumo, manutenção e, consequentemente, a avaliação de risco pela seguradora.
Sobre a marca Toyota: confiabilidade, presença global e evolução tecnológica
A Toyota é reconhecida mundialmente pela combinação de qualidade, durabilidade e eficiência. Fundada em 1937, a marca consolidou-se como símbolo de confiabilidade, com redes de assistência técnicas amplas e uma estratégia de produção enxuta que privilegia melhoria contínua (kaizen). No segmento de pick-ups e utilitários leves, a Hilux destaca-se pela robustez, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças em diversos mercados. Em linhas gerais, a Toyota investe em motores robustos, sistemas de suspensão duráveis e chassis que suportam uso misto — urbano, rodoviário e off-road moderado — o que a torna referência para proprietários que buscam uso prático, com boa relação custo-benefício a longo prazo.
Quando uma seguradora avalia o veículo, a reputação da marca pode influenciar positivamente a perceptível confiabilidade do modelo, refletindo em menor probabilidade de sinistro grave relacionado a falhas mecânicas recorrentes, desde que o veículo seja mantido em conformidade com as manutenções recomendadas. Para o caso da Hilux 2006, a tradição da Toyota em oferecer motores de durabilidade comprovada costuma ser um fator favorável na avaliação de risco, desde que a unidade esteja com a manutenção em dia e sem modificações de desempenho que alterem a configuração original de fábrica.
Impacto da Tabela FIPE na cotação de seguros da Hilux 2006
Ao comparar cotações de seguros para a Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel, as seguradoras costumam observar alguns pilares que utilizam o valor FIPE como base, além de outros critérios que podem modificar o prêmio final. Eis os pontos-chave para esse modelo específico:
- Valor referencial: o FIPE serve como referência para estabelecer o montante segurado em caso de cobertura de casco ou com valor de reposição. Um valor de referência estável ajuda a evitar subseguro (quando o veículo é avaliado abaixo do real valor de mercado) ou superseguro (valor excessivo que eleva o prêmio sem benefício correspondente).
- Idade do veículo: modelos com idade avançada costumam apresentar prêmios diferenciados, principalmente se houver histórico de sinistros ou desgaste relevante de componentes críticos (motor, câmbio, suspensão). A Hilux 2006, por exemplo, entra em uma faixa de veículo com considerável quilometragem média por uso misto, o que pode impactar a necessidade de maior cuidado com a cobertura de roubo/furto e lucros com peças originais.
- Condições de uso e local de circulação: áreas com maior risco de sinistro ou com maior densidade de roubo/roubo de catalisadores, entre outros fatores, podem elevar o prêmio. A FIPE é apenas a referência inicial; o perfil de utilização real do veículo ajuda a ajustar o valor efetivo da cobertura.
- Opções de cobertura: seguradoras costumam oferecer pares de opções, como “valor de mercado” (valor FIPE como referência) ou “valor de reposição” (reposição com base no preço de um veículo novo ou próximo de fábrica). Em modelos veteranos, o custo de reposição pode exigir avaliação cuidadosa da relação custo-benefício, especialmente se o veículo tiver modificações que afetem o custo de reposição.
Além disso, é comum observar que, para modelos de nicho ou com histórico de período, o veículo pode exigir comprovante de manutenção, histórico de sinistros, e documentação de adequação de peças. A Hilux 2006, por ser uma picape de uso intenso em alguns cenários, demanda atenção especial à manutenção preventiva, o que também influencia a avaliação de risco e, consequentemente, o prêmio de seguro.
Considerações práticas para proprietários e corretores
Para proprietários e profissionais de corretagem, algumas recomendações ajudam a navegar com mais segurança pelo tema FIPE e seguros para a Hilux D4-D 2006:
- Manter documentação de revisões e manutenções periódicas em dia: a seguradora valoriza histórico de manutenção regular, o que pode reduzir o risco de falhas e sinistros técnicos.
- Conferir se a configuração de fábrica está preservada: alterações significativas de motor, suspensão ou itens de proteção podem influenciar a aceitação de determinadas coberturas ou exigirem ajuste na avaliação do valor segurado.
- Considerar opções de franquia e valor de reposição: modelar diferentes cenários com o corretor ajuda a entender o custo-benefício entre manter o valor FIPE como referência e optar por reposição total ou parcial em caso de sinistro.
- Negociar com a GT Seguros uma cotação personalizada: a escolha de coberturas, limites e assistências deve refletir o uso real do veículo, o ambiente de circulação e as necessidades do proprietário.
Reflexões finais sobre a relação entre FIPE, veículo e proteção
A Tabela FIPE funciona como um alicerce padrão para a maioria das cotações de seguro, incluindo o caso específico da Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel de 2006. Contudo, o valor de mercado de um veículo usado não depende apenas de números abstratos; ele se molda com base no desgaste, na manutenção, no histórico de uso e nas políticas da seguradora. Por isso, ao estruturar a proteção, é essencial que o corretor utilize o FIPE como referência inicial, complementando com informações do proprietário, condições de uso e opções de coberturas que melhor atendam às necessidades reais do motorista e do veículo.
O papel da marca, como a Toyota, e a confiabilidade associada ao modelo também pesam na percepção de risco. A Hilux, com sua reputação de durabilidade e capacidade de resposta em ambientes desafiadores, tende a oferecer uma base estável para a construção de um programa de seguros adequado. Entretanto, cada unidade tem particularidades — quilometragem, histórico de acidentes, manutenção e eventual personalização — que podem modificar o cenário de proteção. Este equilíbrio entre o referencial FIPE e as particularidades do veículo é o que, na prática, determina a performance da apólice ao longo de sua vigência.
Em suma, a Tabela FIPE para a Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv TDI Diesel 2006 não é apenas um número isolado, mas sim a âncora de uma estratégia de proteção que considera o veículo sob uma ótica de uso real, manutenção responsável e escolhas de cobertura que priorizam segurança, tranquilidade e custo-benefício. A adequada leitura dessa relação assegura que, em caso de sinistro, o processo de indenização seja mais claro, rápido e alinhado às expectativas do segurado.
Para conhecer opções de proteção adequadas ao seu perfil, faça uma cotação com a GT Seguros.
