| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 3.563,00 |
| Dez/25 | R$ 3.508,00 |
| Nov/25 | R$ 3.454,00 |
| Out/25 | R$ 3.399,00 |
| Set/25 | R$ 3.406,00 |
| Ago/25 | R$ 3.353,00 |
| Jul/25 | R$ 3.359,00 |
| Jun/25 | R$ 3.364,00 |
| Mai/25 | R$ 3.372,00 |
| Abr/25 | R$ 3.376,00 |
| Mar/25 | R$ 3.382,00 |
| Fev/25 | R$ 3.385,00 |
Entenda a Tabela FIPE para a Kasinski Cruise II 125 2004 e como ela influencia a proteção do seu veículo no seguro
Dentro do universo das seguradoras e corretoras, a Tabela FIPE é uma referência fundamental para entender o valor de mercado de um veículo usado. Quando o assunto é uma motocicleta como a Kasinski Cruise II 125, ano 2004, a FIPE serve como base para estimar o capital segurado, orientar o ajuste de prêmio e definir cenários de indenização em caso de sinistro. O objetivo deste artigo é apresentar, de forma educativa e prática, como a Tabela FIPE se aplica especificamente a esse modelo, quais são as implicações para a contratação de seguro e que fatores podem impactar o valor listado pela tabela ao longo do tempo. Sem perder o foco técnico, discutiremos a ficha técnica, a história da marca e as principais considerações de proteção para quem dirige uma Cruise II 125 nesse período de anos.
Ficha técnica resumida da Kasinski Cruise II 125 (2004)
A Cruise II 125 é um modelo da Kasinski voltado para uso urbano, com foco em eficiência, baixo custo de manutenção e praticidade no dia a dia. Abaixo estão os dados-chave do perfil técnico do modelo 2004, apresentados de forma sintética para facilitar a leitura pelo leitor que atua na área de seguros e precisa alinhar informações técnicas com o valor de mercado indicado pela FIPE.

- Cilindrada e motor: 125 cm³, motor 4 tempos, 1 cilindro, arrefecimento a ar, alimentação por carburador.
- Transmissão: 5 velocidades, embreagem convencional, destinada ao uso urbano com bom retorno de torque em baixas rotações.
- Sistema de freios e suspensão: freio dianteiro e traseiro com freio a tambor (comuns na linha de entrada da época); suspensões dianteira tipo garfo telescópico e traseira com dois amortecedores.
- Dimensões e capacidade: peso seco próximo de patamar modesto para a categoria, tanque de combustível com capacidade suficiente para deslocamentos diários; característica de design voltada para conforto de assento e manobrabilidade em tráfego.
Observação: os números acima refletem o que era comum para esse tipo de modelo na década de 2000, podendo haver pequenas variações entre unidades fabricadas em diferentes lotes. A ficha técnica é útil para fundamentar a comparação com o valor de referência da FIPE, mas sempre vale confirmar dados específicos da moto junto ao fabricante ou ao prontuário de cada unidade ao realizar a vistoria para o seguro.
Sobre a Kasinski: trajeto da marca e o que isso representa para o seguro
A Kasinski foi uma marca brasileira de motocicletas que ganhou espaço no mercado nacional ao longo das últimas décadas, oferecendo opções de entrada com foco em custo-benefício, praticidade e consumo eficiente. Modelos como a Cruise II 125 entraram no portfólio com a proposta de atender à demanda de quem circula pela cidade, busca manutenção simples e peças com disponibilidade de reposição. Em termos de seguro, o histórico da marca pode influenciar a percepção de risco por parte das seguradoras, que consideram não apenas o ano e o modelo, mas também a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica autorizada e a depreciação associada a uma linha de produção com ciclos de atualização mais amplos. A presença de uma marca brasileira com soluções modestas também pode impactar o prêmio, especialmente quando comparado a modelos de marcas com histórico de revenda mais estável ou com maior rede de assistência. Entender esse contexto ajuda o corretor a calibrar as expectativas de indenização e o planejamento de proteção adequado para o proprietário.
O que é a Tabela FIPE e como ela funciona no seguro de motos usadas
A Tabela FIPE, oficialmente mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolidou-se como referência no setor automotivo brasileiro para valorar veículos usados. Ela funciona como um amálgama de dados de transações reais de venda de veículos usados, agrupados por fabricante, modelo, ano e versão, computados ao longo de determinados períodos. Em termos práticos para o seguro, a FIPE fornece um valor de referência que serve como base para diversas operações, entre as quais:
– Indenização por sinistro parcial ou total: quando a seguradora avalia o veículo acidentado e precisa determinar o montante a ser pago para reparo ou substituição, o valor de referência da FIPE costuma orientar o ajuste do capital segurado.
– Definição do valor de mercado para operações de cobertura adicional: em apólices com cláusulas de valor de mercado, o preço listado pela FIPE pode ser o piso para o cálculo de prêmios ou de limites máximos de indenização.
– Apoio à negociação com o cliente: o corretor usa o valor FIPE para justificar o prêmio, a franquia e as coberturas escolhidas, alinhando expectativa do segurado com a realidade de mercado.
Para o modelo Kasinski Cruise II 125, 2004, a tabela FIPE é o referencial de referência de mercado. Ela acrescenta previsibilidade às tratativas contratuais, mas é importante frisar que o valor FIPE nem sempre corresponde ao preço atual de venda entre particulares ou ao custo de reposição de peças em uma eventual reparação integral. Existem margens de variação entre o valor FIPE e o valor de indenização acordado na apólice, dependendo de cláusulas contratuais, do estado de conservação do veículo, do histórico de manutenção e de eventuais alterações realizadas na motocicleta ao longo do tempo.
Como a FIPE impacta o cálculo do prêmio e a indenização na Cruise II 125
Ao considerar a Cruise II 125 na tabela FIPE, as seguradoras costumam usar o valor de referência como base para o capital segurado. Esse capital é o montante que a apólice define para indenizar em caso de sinistro total ou para pagar a reparação em caso de sinistro parical. Em termos de prêmio, o valor FIPE influencia diretamente o custo da proteção, já que o prêmio é calculado com base em diversos fatores de risco, entre eles o valor de substituição ou reparo do veículo. Em termos simples, quanto maior o valor FIPE, maior tende a ser o custo do seguro, desde que não haja outros fatores atenuantes, como bons hábitos de condução, histórico sem sinistros ou redução de exposição de risco por uso restrito.
É comum que as apólices apresentem diferentes modalidades de cobertura com variações de teto indenizável: o valor de mercado (baseado na FIPE), o valor de reposição (quando a seguradora oferece reposição com veículo equivalente novo ou seminovo) ou o valor contratado pelo cliente. Em todas as situações, a compreensão clara do que está embasando o prêmio facilita a negociação, evita surpresas e assegura que o seguro realmente proteja o bem da forma desejada. O modelo 125 da Kasinski, por ser uma moto popular e com peças acessíveis, pode ter prêmios mais competitivos em termos de custo total, desde que o estado de conservação seja mantido dentro de padrões aceitáveis pela seguradora.
Fatores que influenciam o valor FIPE da Kasinski Cruise II 125 (2004)
O valor listado pela FIPE para a Cruise II 125 pode variar por diversos motivos. Compreender esses fatores ajuda o segurado a manter o valor de referência estável e a planejar manutenções que evitem quedas precipitadas no preço de mercado. A seguir estão quatro pilares que costumam ter impacto significativo no valor FIPE de um modelo como a Cruise II 125:
Condição geral do veículo: a condição física da moto, incluindo pintura, sinais de desgaste, ottimo funcionamento mecânico e ausência de danos estruturais, influencia fortemente o valor de mercado. Veículos bem conservados tendem a receber avaliações FIPE mais altas do que unidades com desgaste visível ou com histórico de sinistros não resolvidos. A regularidade da manutenção, com registro de trocas de óleo, filtros, correias, velas e revisões, sustenta uma boa percepção de valor.
Quilometragem e uso: motos com quilometragem menor costumam manter melhor o valor de mercado, pois indicam menor desgaste acumulado e maior vida útil prevista. No entanto, a forma como o veículo foi utilizado (cidade com tráfego intenso, trajetos curtos, condução agressiva) pode alterar a percepção de uso e, consequentemente, o ajuste de preço na tabela.
Acessórios originais versus modificações: itens originais de fábrica, manuais, certificações de revisão e acessórios compatíveis podem valorizar a moto dentro da FIPE ou, pelo menos, amortecer quedas de preço, especialmente quando as modificações não comprometem a confi
