Valor FIPE Atual
R$ 87.922,00
↓ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 002090-7
Ano: 2007-3
MêsPreço
Jan/26R$ 87.922,00
Dez/25R$ 89.373,00
Nov/25R$ 88.334,00
Out/25R$ 89.855,00
Set/25R$ 90.364,00
Ago/25R$ 92.458,00
Jul/25R$ 91.390,00
Jun/25R$ 89.403,00
Mai/25R$ 86.380,00
Abr/25R$ 86.914,00
Mar/25R$ 86.366,00
Fev/25R$ 88.113,00

Panorama técnico e histórico do Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D (2007) no contexto da Tabela FIPE e do seguro

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para a avaliação de veículos usados e seminovos no Brasil. Para quem trabalha com seguros, entender como esse parâmetro é aplicado ajuda a calibrar o valor a ser segurado, o nível de risco e as coberturas adequadas. Quando falamos da Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D, ano 2007, entra em cena uma combinação de robustez, capacidade off-road e tradição da marca que influenciam diretamente as escolhas de proteção veicular. Este artigo não traz valores da tabela, pois a prática de publicação automática do preço fica no topo do post; o objetivo é apresentar uma visão educativa sobre o modelo, sua ficha técnica, o papel da FIPE para o seguro e as principais variáveis que afetam o prêmio de uma apólice para esse tipo de veículo.

Ficha Técnica resumida do Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D (2007)

  • Motor e desempenho: diesel turbo D-4D, 3.0 litros (2982 cm³), 4 cilindros em linha, injeção direta com sistema common rail; potência nominal em torno de 125 kW (aproximadamente 170 cv) a cerca de 3.600 rpm; torque de aproximadamente 343 Nm entre 1.400 e 2.800 rpm.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; sistema de tração 4×4 com reduzida (Hi/Lo) para uso off-road, proporcionando maior controle em terrenos desafiadores; diferencial traseiro com opções de bloqueio em algumas configurações.
  • Estrutura, suspensão e freios: chassi tipo ladder frame (escada), suspensão dianteira independente com braços e mola helicoidal, suspensão traseira por eixo rígido com feixes de molas; freios a disco na dianteira e tambores ou disco nas traseiras conforme a versão; sistema de ABS disponível em boas combinações de acabamento.
  • Dimensões e capacidades: carroceria de porte intermediário para pickup, entre-eixos valorizado para adequação de peso e carga; tanque de combustível com capacidade relevante para longas jornadas; capacidade de carga útil e de reboque compatíveis com uso comercial e hobbies outdoor; adequada altura de condução para visibilidade e ângulo de ataque em trilhas.

A marca Toyota e a Hilux: tradição de confiabilidade e presença global

A Toyota é uma das fabricantes automotivas mais reconhecidas mundialmente pela busca incessante de qualidade, confiabilidade e satisfação do cliente. O conceito de produção enxuta (Lean Manufacturing) e o sistema de melhoria contínua, conhecido como Toyota Production System (TPS), moldaram a reputação da marca ao longo de décadas. Em especial, a Hilux conquistou ao redor do planeta a imagem de veículo capaz de suportar uso intenso, condições adversas e trabalhos pesados, sem abrir mão de conforto suficiente para a condução diária. Em termos de história, a Hilux surgiu para atender necessidades de utilitários robustos, combinando utilidade, durabilidade e facilidade de manutenção — atributos que fortalecem a percepção de valor diante de seguradoras e compradores. No Brasil, a linha Hilux tornou-se referência para frotistas, empreendedores e entusiastas, especialmente versões equipadas para 4×4, que permitem enfrentar estradas de terra, lama e trechos montanhosos com maior previsibilidade de desempenho.

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0  TDI Dies. 2007

O desenho e o acabamento da Hilux 2007, com a configuração CD SR D4-D, refletem foco em utilidade sem abrir mão de itens de conforto, como cabine com espaço adequado para motorista e passageiro, além de detalhes que ajudam na visibilidade e na ergonomia. Em termos de valor de uso, a confiabilidade histórica do modelo tende a influenciar positivamente a percepção de risco por parte de seguradoras, desde que o veículo esteja bem mantido, com histórico de revisões em dia e com documentação adequada. Além disso, a disponibilidade de peças de reposição, a rede de assistência técnica da marca e a experiência de oficinas especializadas também pesam na avaliação de custo de reparo, o que, por consequência, pode impactar os prêmios de seguro ao longo do tempo.

FIPE e seguros: como o valor de referência impacta na proteção do seu Hilux 2007

Quando uma corretora ou seguradora utiliza a Tabela FIPE, o objetivo é associar o valor de mercado do veículo a um patamar de indenização em caso de perda total ou roubo, bem como influenciar a composição de coberturas, franquias e o equilíbrio entre prêmio e proteção. Para veículos com asterisco de uso utilitário, como a Hilux 2007, esse valor pode orientar não apenas o montante segurável, mas também decisões de coberturas adicionais, como proteção contra terceiros, rastreamento veicular, ajuda 24 horas e garantia estendida de peças. É comum que o preço de tabela sirva como referência para o “valor venal” ou “valor de mercado” do veículo, usados pela seguradora em situações de sinistro total ou para ajustar indenizações em casos de perda parcial, sempre observando as condições contratuais, o estado de conservação e o histórico de manutenção do veículo.

É importante notar que o valor FIPE não é sinônimo de custo do seguro. O prêmio é resultado de diversos fatores, entre eles a idade do veículo, a idade do motorista, o perfil de uso (residencial, urbano, rural, deslocamento para trabalho), o histórico de sinistros, a região de circulação, as coberturas escolhidas e a presença de dispositivos de segurança. Em veículos robustos como a Hilux, a proteção contra furtos e roubos, a instalação de rastreadores e alarmes, bem como a adoção de coberturas de assistência 24 horas, podem influenciar significativamente o custo da apólice. Por isso, combinar informações de FIPE com um histórico de manutenções, localização de uso e hábitos de condução é essencial para uma avaliação de seguro mais adequada.

O que considerar ao planejar o seguro do Hilux CD SR D4-D 4×4 (2007)

Para quem dirige uma Hilux 2007 com 4×4, diesel D-4D, alguns pontos costumam desempenhar papéis centrais no cálculo do prêmio e na qualidade da cobertura:

1) Perfil de uso e quilometragem: veículos usados para trabalho em áreas rurais, obra ou serviços leves costumam apresentar riscos diferentes em comparação com circulação predominantemente urbana. Essa diferença pode impactar a probabilidade de sinistros e o desgaste de componentes, influenciando o custo do seguro. Um histórico de manutenções regulares e revisões em dia tende a favorecer condições de prêmio mais estáveis ao longo do tempo.

2) Condições técnicas e manutenção: o motor 3.0 D-4D, por ser turbo diesel, requer atenção especial a componentes como o sistema de intercooler, o desgaste de embreagem, o estado dos filtros de combustível e a qualidade do combustível utilizado. A boa manutenção, como troca de óleo, filtros, correias e diagnóstico periódico, geralmente favorece a confiabilidade do veículo e pode reduzir o risco de sinistros e reparos, impactos diretos no prêmio.

3) Perfil de condução e uso off-road: a Hilux com tração 4×4 está associada a condições de condução mais exigentes. O uso em trilhas, lama ou terrenos acidentados aumenta o desgaste de conjunto de rodas, sistema de transmissão, e suspensão, o que pode influenciar o custo de seguro, especialmente se houver histórico de sinistros relacionado a esse tipo de uso. A inclusão de cobertura específica para danos em trilhas, assistência veicular e rastreamento pode ser uma boa estratégia para controlar esse custo.

4) Segurança e dispositivos de proteção: itens como travas antirroubo, rastreador, alarme, sistema de imobilizador e sensores podem reduzir o risco de furto e vandalismo, refletindo positivamente no prêmio. Além disso, a escolha das coberturas – capaz de cobrir danos a terceiros, danos com colisões, colisões com animais, guincho e assistência 24h – deve refletir o uso real do veículo e a tranquilidade desejada pelo proprietário.

5) Histórico de sinistros e região de atuação: regiões com maior índice de roubo de veículos ou com tráfego intenso em grandes centros podem influenciar a percepção de risco. Um histórico de sinistros passados também é considerado, ainda que haja possibilidade de melhoria de condições com a adoção de medidas preventivas, como a manutenção preventiva, uso de rastreador e políticas de economia de combustível.

6) Manutenção do veículo e documentação: manter a documentação em dia, registros de manutenção, laudos e notas fiscais ajuda a comprovar o estado do veículo, o que facilita o processo de avaliação por parte da seguradora. Em modelos de geração mais antiga, como o Hilux 2007, esse cuidado se torna ainda mais relevante para evitar surpresas durante o pagamento de sinistros ou indenizações.

7) Coberturas adicionais e franquias: a escolha de franquias mais altas pode reduzir o valor do prêmio, mas aumenta o custo de reparo em caso de sinistro. Por outro lado, coberturas adicionais, como assistência 24h, carro reserva, proteção para acessórios ou garantia de peças, podem aumentar o custo do seguro, mas oferecem tranquilidade adicional em situações de emergência.

8) Valor FIPE utilizado pela seguradora: