Valor FIPE Atual
R$ 128.925,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 506040-0
Ano: 2009-3
MêsPreço
Jan/26R$ 128.925,00
Dez/25R$ 126.856,00
Nov/25R$ 124.795,00
Out/25R$ 124.722,00
Set/25R$ 127.920,00
Ago/25R$ 131.201,00
Jul/25R$ 131.412,00
Jun/25R$ 135.592,00
Mai/25R$ 135.864,00
Abr/25R$ 137.668,00
Mar/25R$ 137.845,00
Fev/25R$ 135.988,00

Guia detalhado para interpretar a Tabela FIPE no Iveco Eurocargo Attack 230-E24 3-E. 2p Diesel (2009) e as implicações para seguro

Visão geral da marca Iveco e seu papel no transporte de cargas no Brasil

A Iveco é uma fabricante italiana de veículos comerciais reconhecida mundialmente pela robustez, confiabilidade e diversidade de linhas voltadas ao transporte de mercadorias, distribuição e operações logísticas. No Brasil, a marca construiu uma presença sólida especialmente com caminhões de médio e pesado porte, além de opções de chassis cabine que atendem diversas aplicações, desde distribuição urbana até operações de longo percurso e serviços especializados. A credibilidade da Iveco no segmento de frotas se deve a uma combinação de rede de assistência técnica, disponibilidade de peças e uma linha de motores que privilegia torque estável e durabilidade em jornadas contínuas.

Quando falamos da Tabela FIPE para veículos comerciais, como o Iveco Eurocargo Attack 230-E24, estamos tratando de um referencial de mercado que ajuda seguradoras, bancos e compradores a terem uma noção comum sobre o valor de reposição ou de venda de cada unidade, levando em conta idade, uso e configuração específica. É importante entender que a FIPE não é o preço de venda atual, mas sim um índice que orienta avaliações de mercado e, por consequência, afeta cálculos de prêmios de seguro, de depreciação contábil e de tributação de ativos.

Tabela FIPE IVECO EUROCARGO/ATTACK 230-E24 3-E. 2p (dies.) 2009

Decifrando a nomenclatura: o que significa 230-E24 3-E. 2p (dies.)

Ao ler a designação do modelo Iveco Eurocargo Attack 230-E24, é comum encontrar códigos que ajudam a identificar características técnicas básicas. Abaixo, uma leitura didática para facilitar a compreensão, lembrando que as variantes podem sofrer pequenas alterações conforme o mercado e a configuração de fábrica:

  • 230: geralmente refere-se à classificação de potência ou à linha de versões dentro da família Eurocargo. Em muitos casos, esse número está associado a uma faixa de potência próxima de 230 cavalos, mas pode haver variações entre 230 e valores próximos na linha de produção.
  • E24: pode indicar uma combinação de motor, sistema de exaustão e nível de acabamento da cabine na nomenclatura interna da Iveco. Em algumas gerações, esse código ajuda a distinguir, entre outras coisas, o conjunto motor-transmissão e a adaptação para aplicações com maior torque.
  • 3-E: o “3” sugere a configuração de três eixos (3-Eixos), o que implica um formato de entrecarro com três envolvimentos no chassi. Em termos práticos, isso costuma representar maior capacidade de carga e aplicação em rotas que exigem estabilidade de tração em surfaces variadas.
  • 2p: indica cabine com duas portas (2 portas), comum para versões de trabalho que priorizam o espaço de carga e a mobilidade na área de operação de frota.
  • dies.: abreviação de diesel, identificando o tipo de motor utilizado pelo veículo.

Essa combinação de código nos ajuda a entender, de forma geral, as características de uso previstas para o veículo, bem como as potenciais necessidades de manutenção, consumo de combustível e requisitos de seguro. Vale notar que, dentro do universo FIPE, cada configuração pode ter variações de acordo com o ano de fabricação, a região de venda e as opções de equipamento de fábrica. Por isso, para a cotação de seguro e para a comparação entre veículos, é essencial confirmar a ficha técnica exata do exemplar específico da frota.

Ficha técnica prática do Iveco Eurocargo/Attack 230-E24 (2009)

A seguir, apresentamos uma ficha técnica consolidada, com base nas configurações mais comuns para a versão citada e com ressalvas sobre variações por configuração de fábrica, ano de fabricação dentro da linha 2009 e opcionais de cada unidade. Essa seção visa oferecer um panorama educativo para entender os impactos na FIPE e na condução diurna de uma frota que utiliza esse tipo de caminhão.

  • Motorização e desempenho: diesel, 6 cilindros, bloco de alta durabilidade para operações de carga contínua. Potência típica na casa dos 230 cavalos e torque na faixa próxima de 850 Nm, com faixa de variação entre 780 e 980 Nm conforme calibração e rotação do regime de funcionamento. A configuração de motor costuma privilegiar torque para partir sob carga e manter desempenho estável em aclives.
  • Transmissão e eixo: transmissão manual de várias marchas (geralmente entre 6 e 9 velocidades, dependendo da configuração de fábrica e da necessidade de encaixe com a relação de marcha para uso urbano ou rodoviário). A tração pode variar entre 6×2 ou 6×4, com o terceiro eixo atuando como eixo auxiliar de tração em versões com maior capacidade de carga. O conjunto eixo-dianteiro e eixo traseiro é projetado para suportar a distribuição de peso típica de um caminhão de três eixos.
  • Dimensões, peso e capacidade: o veículo costuma operar com um peso bruto total (PBT) entre 18.000 kg e 26.000 kg, refletindo a flexibilidade de configuração para diferentes tipos de carga. A capacidade de carga útil (payload) varia com o eixo e com a configuração do chassi, ficando comum entre 8.000 kg e 12.000 kg em muitos cenários, porém pode exceder esse intervalo em versões específicas com chassis reforçado. Comprimento da cabina ao fim do chassi, em geral, fica flexível conforme a cabine escolhida e o balanço entre espaço de carga e acessibilidade de manutenção.
  • Cabine, conforto e equipamentos: cabine com duas portas (2p), tipicamente de simples ou dupla função conforme a aplicação, com assentos para motorista e passageiro, ar-condicionado, direção hidráulica assistida, painel de instrumentos claro e comandos ergonômicos. Em alguns pacotes, recursos adicionais de conforto e segurança podem incluir controles de climatização, sistemas de áudio e conectividade básica, bem como pacotes de segurança de base, como ABS e controle de tração conforme o legado de cada ano-modelo.

Observação importante sobre a ficha técnica: os números apresentados acima são referências hipotéticas com base na faixa de configuração mais comum da linha Eurocargo Attack 230-E24 em 2009. A variação entre versões, opcionais e práticas de operação pode alterar significativamente a especificação final de uma unidade. Sempre confira a ficha técnica exata do veículo específico para cálculos precisos de seguro, financiamento ou depreciação na FIPE.

Como a Tabela FIPE se conecta ao seguro de caminhões como o Eurocargo Attack

A Tabela FIPE funciona como uma referência consolidada para a avaliação de valor de mercado, e isso interfere diretamente na precificação de seguros de veículos comerciais. Para caminhões de grande porte, a FIPE ajuda a seguradora a estimar o custo de reposição em caso de sinistro, bem como a definir o valor de indenização em situações de perda total ou de danos significativos. Além disso, o FIPE serve como referência para cálculos de depreciação de ativos na contabilidade da empresa segurada e na avaliação de risco para prêmios de seguro. Mesmo que o preço de aquisição e as condições de frota possam divergir, a FIPE oferece um eixo comum para comparações entre diferentes veículos, faixas de ano e versões, o que facilita a tomada de decisão quando o objetivo é cobrir o caminhão com a proteção adequada.

Para operadoras de seguros, entender a especificação de cada versão do Eurocargo Attack é crucial. A diferença entre 6×2 e 6×4, por exemplo, pode ter impacto direto no valor de reconstrução do veículo em caso de sinistro, uma vez que o custo de reparo envolve a linha de componentes de eixo, suspensão, transmissão e até o tipo de cabine instalada. Além disso, a idade do veículo (no caso, 2009) tende a influenciar a premium por estar mais próximo da vida útil exigida para pautar depreciação e renovação da frota. Por fim, o uso do veículo — transporte regional, urbano, carga seca, refrigerada ou outras especializações — impacta o perfil de risco, visto que diferentes operações apresentam diferentes frequências de exposição a colisões, desgaste de pneus, consumo de combustível e necessidade de manutenções preventivas.

Custos operacionais, manutenção e melhores práticas para manter o valor FIPE e a segurança operacional

Embora a ênfase aqui seja a interpretação da Tabela FIPE e a ficha técnica, vale salientar como manutenção e uso influenciam a segurança e a longevidade de um caminhão como o Eurocargo Attack. Abaixo, algumas diretrizes educativas para equipes de frota e motoristas:

Primeiro, mantenha um programa regular de inspeção de motor, sistema de transmissão, freios e suspensão. Caminhões com três eixos costumam ter exigências adicionais de alinhamento, controle de desgaste de pneus em combinações diferentes e verificação de componentes do eixo traseiro, que suportam grande parte da carga. Em segundo lugar, priorize a manutenção de fluídos — óleo do motor, fluido de transmissão, fluido de freio e refrigerante — para evitar falhas catastróficas que elevem o custo de seguro e o tempo de inatividade. Terceiro, registre e utilize dados da operação para orientar escolhas de rota, para a seleção de pneus com maior durabilidade e para a avaliação de custo-benefício entre substituição de itens e reparo. E por fim, opere apenas com peças originais ou de qualidade equivalente e com assistência técnica autorizada. A adesão a essas práticas não apenas reduz o risco de sinistro, como também preserva o valor de mercado do veículo ao longo do tempo, o que, consequentemente, influencia positivamente a avaliação FIPE.

Dicas de condução segura e manutenção preventiva para caminhões com três eixos

Veículos pesados exigem atenção especial à segurança e à ergonomia de operação. Aqui vão algumas recomendações práticas para motoristas e equipes de frota:

1) Realize inspeções diárias antes da saída, com foco em freios, iluminação, pneus e estado do eixo traseiro. Pneus careados ou com desgaste irregular comprometem o controle do veículo, especialmente em curvas ou frenagens bruscas.

2) Planeje a manutenção com base no regime de uso — caminhões que operam mais em deslocamentos urbanos costumam exigir trocas de componentes com maior frequência devido à inércia de paradas frequentes e acelerações constantes.

3) Adote hábitos de direção que reduzem o desgaste, como velocidades estáveis, antecipação de paradas, suavidade de aceleração e freios, evitando frenagens de emergência que elevem o risco de colisões.

4) Mantenha a cabine limpa e organizada, com controles de conforto bem posicionados. Um motorista menos cansado tende a reagir com mais rapidez a situações de trânsito, o que reduz a probabilidade de incidentes.

Resumo educativo: entendendo o valor FIPE e o impacto na contratação de seguro

Ao lidar com um veículo como o Iveco Eurocargo Attack 230-E24 (2009), compreender a relação entre a ficha técnica, a configuração de fábrica e a referência FIPE é essencial para uma cobertura de seguro adequada. A Tabela FIPE oferece um referencial de mercado, levando em conta a idade do veículo, a configuração de eixo, o tipo de motor e as condições de uso. Essas informações alimentam o cálculo de prêmio, a definição de coberturas (com e sem carência, franquias, indenização integral ou parcial) e a avaliação do risco por parte da seguradora. Por isso, ao comparar propostas de seguro, é fundamental que a cotação considere não apenas o valor de aquisição, mas também o PBT, payload, tipo de eixo, cabine, idade, histórico de manutenção e uso operacional da frota. A precisão nesses aspectos facilita a obtenção de proteções que realmente atendam às necessidades da operação, sem extrapolar o orçamento.

Ao final deste guia, é pertinente reforçar que o universo FIPE para veículos comerciais é dinâmico, com variações entre versões, anos-modelo e configurações. A melhor prática é confirmar a ficha técnica exata diretamente com o fabricante ou com o vendedor/frota, para assegurar que a leitura da referência FIPE reflita o veículo específico. Também é recomendável envolver uma consultoria especializada em seguros de frota para alinhar a proteção adequada às características da operação, da idade do veículo e da manutenção programada.

Se você está buscando proteção adequada e um pacote de seguro alinhado às necessidades da sua frota com caminhões Iveco Eurocargo Attack, vale considerar uma avaliação com a GT Seguros. Faça uma cotação com a GT Seguros para entender as opções de cobertura que melhor protegem o seu investimento e mantêm a operação da frota segura e eficiente. Conheça as possibilidades e encontre a solução ideal para