Valor FIPE Atual
R$ 3.549,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 004143-2
Ano: 1987-1
MêsPreço
Jan/26R$ 3.549,00
Dez/25R$ 3.556,00
Nov/25R$ 3.562,00
Out/25R$ 3.571,00
Set/25R$ 3.583,00
Ago/25R$ 3.591,00
Jul/25R$ 3.597,00
Jun/25R$ 3.601,00
Mai/25R$ 3.609,00
Abr/25R$ 3.613,00
Mar/25R$ 3.619,00
Fev/25R$ 3.584,00

Entenda a Tabela FIPE para o GM Monza 1987 com motores 1.6i e 1.8i

Para quem atua na área de seguros, a Tabela FIPE é um referencial essencial para entender o valor de um veículo no mercado nacional. Quando o assunto é o Chevrolet Monza, especialmente a versão 1987 com os motores 1.6i e 1.8i, o ajuste entre o valor de mercado e as coberturas pode impactar diretamente na indicação de seguro, na definição de franquias e na avaliação de sinistros. Este artigo desdobra, de forma educativa, como a Tabela FIPE contempla o Monza 1987, quais são as características técnicas que influenciam esse enquadramento e por que a marca GM cumpre um papel relevante na história automotiva brasileira. A ideia é oferecer uma visão clara para corretores, clientes e interessados entenderem as nuances de valor, sem depender apenas de números da tabela, mas compreendendo os fatores que a estruturam.

Ficha técnica do Chevrolet Monza 1987 (1.6i / 1.8i)

O Chevrolet Monza, lançado no Brasil sob a égide da General Motors, marcou uma virada importante na linha de sedans médios da época. Em 1987, as versões equipadas com motor 1.6i e 1.8i traziam injeção eletrônica, refletindo a tendência de maior eficiência e resposta de motor que caracterizou a transição tecnológica daquele período. Abaixo estão os elementos centrais da ficha técnica, apresentados de forma objetiva para facilitar a compreensão rápida e útil no dia a dia de atuação com seguros:

Tabela FIPE GM – Chevrolet Monza 1.6i/1.8i (restante) 1987
  • Tipo de motor: 4 cilindros em linha, com injeção eletrônica, projetado para uso comum de gasolina, compatível com o funcionamento urbano e com trechos rodoviários.
  • Cilindrada: versões de 1.6 litros (1.6i) e 1.8 litros (1.8i), cada uma oferecendo respostas distintas de torque e potência dentro do espectro típico dos motores da época.
  • Transmissão: tipicamente manual, com número de velocidades alinhado às configurações disponíveis na linha da época (com variações entre 4 e 5 marchas conforme ano/modelo e mercado); a proposta era equilibrar simplicidade de manutenção com boa experiência de condução.
  • Tração e configuração de carroceria: tração dianteira, carroceria sedan de quatro portas, com foco no espaço interno para passageiros dianteiros e traseiros, bem como um porta-malas com capacidade adequada ao segmento.

Além desses itens, vale destacar que a utilização de motores com injeção eletrônica no Monza 1987 trouxe melhorias de resposta em aceleração e eficiência de combustível em comparação a sistemas antigos de carburador, o que, por consequência, influenciou na percepção de valor de mercado, especialmente em avaliações para seguros que ponderam consumo, disponibilidade de peças e facilidade de manutenção. Em termos de dimensões e desempenho, o Monza mantinha uma silhueta típica de sedans médios da época: equilíbrio entre o tamanho externo, espaço interno razoável para família e bagagem, além de uma suspensão que buscava conforto para uso diário sem abrir mão de uma condução enxuta em vias rápidas.

Para quem trabalha com seguros, entender esses aspectos ajuda a contextualizar a menor ou maior probabilidade de certos tipos de ocorrências. Por exemplo, motores com injeção eletrônica da época costumavam ter disponibilidade de peças elencadas pela rede de assistência da GM, o que costuma impactar positivamente na avaliação de custo de reparo em determinadas situações. A consistência de manutenção, aliada à disponibilidade de peças de reposição, costuma ser considerada no estágio de cotação e pode influenciar a percepção de risco pela seguradora. Abaixo, ainda no campo técnico, destacam-se pontos operacionais que costumam aparecer em avaliações de risco para modelos do ano 1987 com essas motorização:

• A substituição de componentes eletrônicos pode simplificar ou encarecer reparos, dependendo do acesso a peças originais e de aftermarket.
• A disponibilidade de mão de obra especializada para modelos com injeção eletrônica daquela época é um fator a ser considerado pelas oficinas; isso pode aparecer como variável de custo na avaliação de sinistros.
• A robustez das transmissões manuais daquela geração influenciava, em muitos casos, a previsibilidade de falhas comuns, como desgaste de embreagem, que por sua vez se reflete na avaliação de risco de perda total ou de danos parciais.
• O conjunto suspensão/rodas, típico de sedans médios, tende a responder bem a rotas urbanas, porém o desgaste de componentes de suspensão é um ponto relevante na hora de se considerar sinistros de danos estruturais ou de direção.

Contexto histórico e relevância da marca GM no Brasil

A General Motors tem uma presença de longa data no Brasil, moldando o cenário automotivo nacional com uma linha que acompanhou as mudanças de demanda, legislações ambientais e avanços tecnológicos. O Monza surgiu como uma continuidade de uma tradição de sedans familiares que a GM cultivava, conectando o legado do Opala com um design que buscava contemporaneidade para o final dos anos 80. O Monza foi apresentado ao público brasileiro como uma opção com boa relação entre conforto, espaço interno e desempenho moderado — atributos muito valorizados em seguros, onde o equilíbrio entre custo, disponibilidade de peças e facilidade de manutenção é essencial para a tomada de decisão sobre coberturas e franquias.

Ao longo da década de 1980, a GM promovia a ideia de confiabilidade mecânica aliada a uma rede de assistência com presença nacional. Essa rede não apenas assegurava a disponibilidade de peças, como também contribuía para o entendimento de clientes sobre custos de serviços. Em termos de mercado, o Monza ocupava uma posição de relevância entre os sedans médios da época, competindo com modelos nacionais e importados de características similares. Essa posição de mercado influencia, ainda hoje, a forma como a FIPE observa o modelo dentro da sua curva de valor histórico, especialmente quando analisamos veículos com trajetória consolidada no Brasil e com identidade de marca bem marcada pela Chevrolet. A marca GM, por sua vez, é frequentemente associada a uma tradição de engenharia que busca alcançar soluções equilibradas entre durabilidade, desempenho e custo de manutenção — aspectos que, no universo de seguros, costumam aparecer nos critérios de avaliação de risco, na escolha de coberturas adequadas e no dimensionamento de prêmios.

Como a FIPE é utilizada por seguradoras e corretores

A Tabela FIPE funciona como o referencial de preço médio de mercado para veículos automotores no Brasil. Seguradoras a utilizam para guiar valores de referência em propostas de seguros, convalidação de sinistros e determinação de coberturas. No caso do Monza 1987 com motores 1.6i/1.8i, a FIPE agrega valor considerando a faixa de idade do veículo, seu histórico de uso, disponibilidade de peças de reposição, condições da rede de assistência e a reputação de confiabilidade associada à marca e ao modelo ao longo de suas décadas de atuação. Mesmo que o valor de referência suíce números específicos ao longo do tempo, a leitura de tendências ajuda as seguradoras a calibrar prêmios, comissões e opções de cobertura, bem como a orientar clientes sobre cenários de seguro contra danos, roubo, colisão e danos a terceiros.

Para corretores, entender a lógica da FIPE facilita explicações transparentes aos clientes sobre por que o valor de referência pode oscilar entre lançamentos de séries específicas e condições do mercado. Em muitos casos, versões com injeção eletrônica e com histórico de boa manutenção tendem a apresentar uma estabilidade maior na curva de valor ao longo dos anos, o que, por sua vez, pode refletir diretamente em condições de prêmio mais estáveis. Por outro lado, carros com histórico de danos estruturais, com necessidade de peças específicas de difícil obtenção, podem exigir avaliações mais detalhadas para assegurar cobertura adequada sem desvalorizar o veículo no momento de um sinistro. O papel da FIPE, portanto, está em fornecer um parâmetro objetivo que, aliado a avaliações de risco, auxilia na construção de soluções de seguro mais justas e eficientes para o Monza 1987.

Fatores que influenciam a percepção de valor do Monza 1987 na prática de seguros

Embora a Tabela FIPE seja um referencial, o avaliador de seguros leva em conta uma série de fatores adicionais para entender o verdadeiro valor do Monza 1987 na prática. Abaixo estão aspectos que costumam aparecer na avaliação de contratos de seguro, sem entrar em números específicos, mas com a devida clareza conceitual:

• Condição geral do veículo: veículos bem conservados, com histórico de manutenção documentado, costumam apresentarem uma posição mais favorável na hora de estabelecer o valor segurado.

• Quilometragem e uso: carros que mostraram uso moderado, com histórico de uso urbano e rodoviário equilibrado, tendem a ter menos depreciação acentuada, o que é relevante para o ajuste de prêmios.

• Disponibilidade de peças: a rede de assistência da GM no Brasil, bem como a disponibilidade de peças de reposição originais ou alternativas compatíveis, são fatores que intervêm no custo estimado de reparo e, por consequência, no valor de cobertura.

• Histórico de sinistros: um passado com poucos acidentes ou danos reparos de forma adequada pode contribuir para uma percepção de menor risco, influenciando positivamente o valor segurado. Em contrapartida, casos com danos recorrentes ou reparos inadequados podem elevar o risco percebido.

• Manutenção de itens de segurança: condições de freios, suspensão, iluminação e itens de segurança podem impactar a avaliação de risco. Carros com manutenção adequada nesses componentes costumam oferecer menores probabilidades de falhas graves que, por consequência, afetam o custo de sinistros.

• Qualidade de documentação: a disponibilidade de documentação de origem, histórico de proprietários, notas de serviço e comprovantes de manutenção influencia a confiabilidade da avaliação da seguradora e pode facilitar a aprovação de Cobertura com condições mais estáveis.

Impactos práticos para corretores de seguros

Para o corretor, compreender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do Monza 1987 e o histórico de uso do veículo é essencial para orientar o cliente na escolha de coberturas que façam sentido. Uma leitura bem fundamentada ajuda a explicar por que determinadas coberturas são mais indicadas para um veículo com motor 1.6i ou 1.8i, por exemplo. Além disso, a compreensão de fatores como disponibilidade de peças, custos de manutenção e histórico de sinistros facilita a comunicação com o cliente sobre as implicações de escolher Coberturas contra Roubo e Furto, Colisão, Danos a Terceiros e Custo de Reparos. A ideia é oferecer ao cliente uma solução que esteja alinhada com o valor de mercado, com o custo de reposição em caso de sinistro e com as necessidades reais de proteção do veículo e de seus ocupantes.

É comum que corretores apresentem cenários de seguro que se ajustam ao perfil do Monza 1987, destacando a importância de manter a documentação em dia e de realizar revisões periódicas de seguridade. A educação do cliente sobre o funcionamento da FIPE, a maneira como o valor de referência é determinado e como isso se traduz na apólice é um diferencial que aumenta a confiança no processo de contratação de seguros. Ao final, o objetivo é que o proprietário do Monza entenda que a FIPE não é apenas um número estático; é uma referência construída com dados de mercado, histórico de uso, disponibilidade de peças e cenário de seguro, que, quando bem aplicada, resulta em proteção mais adequada e custo-benefício mais justo.

Para quem está buscando orientação, uma referência importante é comparar o valor FIPE com o estado de conservação do carro, consultar o histórico de manutenção e, se possível, obter uma avaliação de um profissional de confiança para compor uma apresentação de seguro que reflita com fidelidade o verdadeiro valor do veículo. Em termos práticos, essa abordagem ajuda a evitar surpresas no momento de uma indenização ou de uma renegociação de apólice, oferecendo tranquilidade para o proprietário durante toda a vigência do contrato.

Se você quiser explorar opções de seguro para o Monza 1987 com 1.6i ou 1.8i, a GT Seguros está pronta para contribuir com uma cotação personalizada que leve em conta o perfil do veículo, o uso pretendido e as suas necessidades de proteção. Solicite uma cotação e descubra como alinhar custo, cobertura e tranquilidade em uma solução sob medida para o seu Chevrolet Monza.