| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 30.102,00 |
| Dez/25 | R$ 29.085,00 |
| Nov/25 | R$ 28.775,00 |
| Out/25 | R$ 27.802,00 |
| Set/25 | R$ 28.811,00 |
| Ago/25 | R$ 28.956,00 |
| Jul/25 | R$ 29.102,00 |
| Jun/25 | R$ 29.321,00 |
| Mai/25 | R$ 28.937,00 |
| Abr/25 | R$ 29.987,00 |
| Mar/25 | R$ 30.686,00 |
| Fev/25 | R$ 29.821,00 |
Visão geral da Tabela FIPE para a Hyundai Tucson 2.0 16V Aut. 2006: como ela orienta o seguro e a gestão de riscos
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguradoras
Ao falar de seguro de automóvel, a referência mais comum para o valor venal de um veículo é a Tabela FIPE. Ela funciona como um barômetro do mercado, reunindo transações de compra e venda entre pessoas físicas para o período de referência. Na prática, o valor FIPE serve de base para o cálculo de indenizações e de prêmios, especialmente em coberturas que envolvem restituição em caso de perda total ou roubo. No caso específico da Hyundai Tucson 2.0 16V Aut. 2006, a Tabela FIPE oferece um referencial estável para entender o quanto o modelo contribui para a composição do prêmio e para a decisão sobre coberturas, franquias, guinchos e serviços adicionais. É importante observar que, embora o valor referenciado pela FIPE seja essencial, o custo do seguro não depende apenas dele. Outros fatores, como o perfil do motorista, o histórico de sinistros, o uso do veículo, a região de circulação e as opções de proteção, também influenciam significativamente o valor final da apólice. Portanto, entender como a FIPE se relaciona com o Tucson 2006 ajuda o consumidor a tomar decisões mais bem fundamentadas, reduzindo surpresas e alinhando o seguro às necessidades reais do veículo e do motorista.
Ficha técnica da Hyundai Tucson 2.0 16V Aut. 2006
- Motorização: motor 2.0 litros com distribuição de 16 válvulas (DOHC), baseado em arquitetura que privilegia boa elasticidade em uso urbano e performance leve em estrada. Alimentação a gasolina com gerenciamento eletrônico para ajuste de ralenti, injeção contínua e resposta progressiva do acelerador.
- Potência e torque: potência por volta de 140 cv (valor aproximado para a faixa 2.0 16V da época) com torque que se aproxima de 18 kgf·m, entregues a rotações compatíveis com uso diário, o que facilita respostas rápidas na cidade e manutenção de velocidade estável em rodovias moderadas. Os números podem variar conforme o ano de fabricação e o tipo de calibração regional.
- Transmissão e tração: câmbio automático de 4 velocidades, com opções de tração dianteira, e, em versões específicas, configuração 4×4 para terrenos desafiadores. A transmissão automática ajuda a reduzir fadiga em deslocamentos urbanos com trânsito intenso e oferece experiência de condução mais suave para o dia a dia.
- Dimensões e características gerais: comprimento próximo de 4,5 metros, largura ao redor de 1,8 metro e altura mantendo a silhueta típica de SUV compacto. O entre-eixos fica em torno de 2,6 metros, proporcionando espaço interno razoável para passageiros e bagagem. O peso variava conforme a unidade, mas era compatível com o patamar de SUV urbano da época, o que impacta diretamente na dinâmica de condução, consumo e esforço do motor em subidas.
A trajetória da Hyundai e o posicionamento da marca no Brasil
A Hyundai, originária da Coreia do Sul, consolidou, ao longo das últimas décadas, uma trajetória marcada por melhoria contínua em tecnologia, design e confiabilidade. A marca investiu fortemente em acabamento, segurança e garantia, fatores que contribuíram para a construção de uma base de clientes leais no Brasil. Nos anos de 2000, a Hyundai começou a ampliar sua rede de concessionárias, fortalecer o suporte pós-venda e oferecer modelos que combinavam praticidade com um apelo moderno, especialmente na linha de SUVs. A Tucson, como parte dessa estratégia, representou uma proposta de utilidade com estilo, capaz de atender famílias, profissionais que precisam de espaço para equipamentos e usuários que valorizam a presença de um veículo mais alto, com boa visibilidade e capacidade de enfrentar trajetos variados. Além disso, a dependência de itens de segurança ativos e passivos, aliada a motores relativamente eficientes para um SUV da época, ajudou a consolidar a reputação da marca no segmento de utilitários esportivos médios. Hoje, ao analisar a Tabela FIPE para um Tucson 2006, é possível perceber a importância histórica desse modelo dentro de uma linha que evolui com foco em tecnologia, conectividade e opções de motorização mais eficientes, sem perder a característica fundamental de robustez que a marca, em diferentes gerações, sempre procurou oferecer.

Como a Tabela FIPE impacta o cálculo de seguro da Tucson 2006
Para quem busca contratar um seguro para a Hyundai Tucson 2.0 16V Aut. 2006, a referência FIPE atua como uma âncora de valor que ajuda a definir a base de indenização em cenários de sinistro com perda total ou parcial. Um valor venal mais alto, por exemplo, tende a elevar o prêmio relativo às coberturas que dependem do custo de reposição, como a cobertura contra roubo/furto ou a assistência 24h com reposição de veículo. Por outro lado, um valor FIPE mais baixo pode impactar diferente na composição do prêmio, especialmente em coberturas de valor de indenização em caso de sinistro. Além disso, o FIPE orienta a escolha de coberturas adicionais, como franquias, veículos de substituição, proteção de vidros e acessórios originais, ajudando o corretor a propor um pacote que corresponda ao real risco apresentado pelo veículo e pelo uso do motorista. É fundamental que o tomador de seguro compreenda que a FIPE não é o custo integral do seguro, mas sim um componente essencial da avaliação de risco e da parametrização da apólice. Transparência nessa relação facilita a negociação com a seguradora e evita surpresas ao acionar a cobertura em eventual evento.
Interpretação prática da referência FIPE para o Tucson 2006
Ao considerar a Tabela FIPE para a Hyundai Tucson 2.0 16V Aut. 2006, vale buscar entender alguns pontos-chave. Primeiro, a idade do veículo é um fator de depreciação natural, o que significa que unidades com maior quilometragem tendem a ter valor venal menor, influenciando o prêmio de forma direta. Segundo, o histórico de manutenção impacta positivamente a percepção de conservação do carro; peças originais, trocas regulares e revisões com notas comprováveis ajudam a manter o valor do veículo mais próximo do aceitável pela FIPE. Terceiro, a região de uso altera o risco de roubo, acidentes e danos naturais, o que, por consequência, se reflete no custo do seguro. Quarto, a disponibilidade de peças e a facilidade de reparo em oficinas independentes podem favorecer ou dificultar a reposição em caso de sinistro, influenciando o ajuste de prêmios. Com esses elementos, o corretor pode orientar o cliente a escolher coberturas proporcionais ao valor venal estimado pela FIPE, mantendo o equilíbrio entre proteção adequada e custo acessível.
Aspectos de manutenção que ajudam a manter o valor venal e a segurança financeira
Manter o Tucson 2006 em bom estado não apenas preserva o conforto e a segurança do dia a dia, mas também forma uma base sólida para negociações de seguro ao longo do tempo. Uma manutenção regular, com histórico documentado, ajuda a sustentar o valor venal e reduz a probabilidade de sinistros decorrentes de falhas mecânicas. A verificação periódica do sistema de freios, suspensão, suspensão, e do estado de pneus contribui para uma condução mais estável e segura, o que, por sua vez, tende a reduzir o risco para a seguradora. Além disso, manter itens de segurança ativos, como sistema de iluminação em dia, triângulo, extintor acessível e cintos de segurança em pleno funcionamento, reforça a percepção de responsabilidade do motorista e pode influenciar positivamente condições de seguro, como franquias e coberturas adicionais. Por fim, registrar conversões, acessórios originais e manuais de consumo com notas de serviço ajuda a compor um dossiê de histórico que, na hora de avaliação pela FIPE, tende a refletir uma imagem mais fiel do que o veículo realmente representa em termos de valor e uso.
Ao planejar a proteção do seu Tucson 2006, é comum que o comprador busque uma solução que combine custo-benefício com tranquilidade. Nesse ponto, a visão integrada entre o valor venal estimado pela FIPE, o uso pretendido do veículo, o perfil do condutor e as opções de proteção disponíveis pode fazer a diferença entre uma cobertura suficiente e uma proteção que realmente cubra os cenários de risco mais relevantes. O seguro, nesse contexto, não é apenas uma obrigação regulatória, mas uma ferramenta de gestão de risco pessoal que permite planejar o futuro sem abrir mão da mobilidade e da qualidade de vida associadas ao uso diário do carro.
Para quem está pronto para avançar, a cotação com a GT Seguros pode ser um caminho eficiente para comparar coberturas, entender ajustes de prêmio com base no valor FIPE do Tucson 2006 e encontrar opções que equilibrem proteção com orçamento. A escolha consciente das coberturas certas, alinhada ao seu estilo de uso, é um passo importante para manter a tranquilidade na estrada, independentemente de imprevistos.
