| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 90.620,00 |
| Dez/25 | R$ 90.793,00 |
| Nov/25 | R$ 90.930,00 |
| Out/25 | R$ 91.149,00 |
| Set/25 | R$ 91.442,00 |
| Ago/25 | R$ 91.635,00 |
| Jul/25 | R$ 91.782,00 |
| Jun/25 | R$ 91.874,00 |
| Mai/25 | R$ 92.059,00 |
| Abr/25 | R$ 92.142,00 |
| Mar/25 | R$ 92.281,00 |
| Fev/25 | R$ 92.337,00 |
Guia técnico-comercial: Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) 1999 na Tabela FIPE e o que ele diz sobre o mercado
Contexto da Volvo na linha NH e o que a nomenclatura revela
A Volvo é uma marca reconhecida mundialmente pela robustez, segurança e confiabilidade de seus caminhões e soluções de transporte. Em meados do final do século XX, a linha NH consolidou-se como uma referência de produtividade para atuação pesada, combinando desempenho de motor com robustez estrutural para operações de longas distâncias, entregas de carga pesada e aplicações de construção. A designação NH costuma indicar uma família de caminhões com cabine mais compacta, mas que carrega elevado torque e vigor de motor para manter a cadência de trabalho em regimes exigentes. Dentro dessa família, a configuração NH-12 380 6×4 2p, datada de 1999, representa a combinação entre motor potente, tração de quatro rodas motrizes e cabine com duas portas, voltada para quem precisa de performance em rotações elevadas com carga expressiva. Ao considerar uma Tabela FIPE para esse modelo, é fundamental compreender que o valor de mercado reflete não apenas o ano de fabricação, mas também o estado de conservação, o histórico de uso (carga transportada, rotas, condições de operação) e as escolhas de equipamento que possam ter sido instaladas pela siderúrgia de frota, concessionária ou proprietário anterior.
Ficha técnica resumida do Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) 1999
- Configuração de chassis e cabine: 6×4 com cabine de 2 portas, destinada a operações de grande porte e com necessidade de estabilidade em terreno variado.
- Motor: diesel de 12 litros, seis cilindros em linha, projetado para sustentar torque elevado em faixas de rotação médias a altas.
- Potência nominal: aproximadamente 380 CV, indicador de desempenho capaz de manter carga significativa em subidas íngremes e em trajetos de alta demanda.
- Transmissão e tração: transmissão com várias marchas (tipicamente manual de 9 marchas); configuração 6×4 com dois eixos traseiros motrizes, assegurando tração estável e capacidade de tracionar carretas de peso considerável.
Como interpretar a Tabela FIPE para esse exemplar específico
A Tabela FIPE é uma referência essencial para entender o posicionamento de mercado de veículos usados no Brasil. Para caminhões pesados como o Volvo NH-12 380 6×4 2p, a FIPE considera, entre outros fatores, o ano de fabricação, a condição de uso, a disponibilidade de itens de conforto e segurança, bem como a generalidade de equipamentos comumente encontrados nesse conjunto. A leitura correta envolve comparar com unidades semelhantes em termos de configuração de motor, eixo e cabine, atentando-se a variações regionais de preço e disponibilidade de peças. O objetivo é oferecer um parâmetro de referência que oriente compradores, vendedores, frotistas e corretores de seguros na avaliação de custo-entrada, de depreciação e de ajuste de prêmio de seguro. Importante destacar que o valor apresentado pela FIPE serve como base de negociação e não constitui um preço fixo: pode haver defasagens ou entrelinhas decorrentes de quilometragem, histórico de manutenção, estado de conservação, manutenção de itens de segurança e atualizações de acessórios. Assim, entender a tabela envolve uma leitura contextualizada, especialmente para caminhões com configuração NH-12 380 6×4 2p, cuja complexidade de uso exige avaliação técnica ocupacional para cada unidade.

Fatores que influenciam o valor de revenda e leitura prática da tabela
Avaliando caminho de depreciação, as particularidades do NH-12 380 6×4 2p costumam influenciar significativamente o preço de revenda. Abaixo estão aspectos-chave para interpretar o cenário de mercado sem entrar em números específicos:
Primeiro, o estado geral do conjunto propulsor e da mecânica de transmissão. Caminhões pesados exigem manutenção preditiva, com histórico de trocas de peças vitais como filtros, bombas, correias, sistemas de admissão de ar e componentes do sistema de exaustão. Um motor que demonstre boa regularidade de óleo, diagramas de compressão estáveis e ausência de ruídos incomuns na partida tende a ker mais valor; já custos de recuperação excessivos podem reduzir o valor de forma relevante.
Segundo, a quilometragem e o tipo de uso. Caminhões que operaram de forma contínua em rotas longas com carga estável e com manutenção adequada ao RPM de cruzeiro costumam manter melhor desempenho e aceitação no mercado. Por outro lado, uso intenso em pátios de obras, com curtos períodos de descanso, pode indicar desgastes diferenciados que refletem na FIPE, ainda que a idade seja semelhante.
Terceiro, a cabine, itens de conforto, estado de acabamento e itens de segurança. A presença de ar-condicionado, sistema de entretenimento, câmbio com trocas suaves (ou automático) e sistemas de freios com atualização de segurança pode tornar o veículo mais atraente para frotistas. Além disso, a documentação regular, histórico de incêndio/roubo e cumprimento de revisões também impacta a percepção de valor no mercado.
Quarto, a configuração de eixo e a documentação de itens de segurança, como ABS, controle de tração e assistentes de frenagem, podem modificar a atratividade de determinadas faixas da FIPE. Em geral, modelos NH com 6×4 costumam exibir maior atratividade para operações de carga pesada, desde que mantidos com boa manutenção e sem históricos significativos de avarias estruturais.
Impacto do seguro para o Volvo NH-12 380 6×4 2p (1999) e considerações práticas
Para seguradoras, o Volvo NH-12 380 6×4 2p é classificado entre caminhões de grande porte, com perfil de risco elevado devido ao alto valor agregado, custo de reposição de peças, e potencial de danos em acidentes de trânsito ou em operações em via pública. A composição do seguro de caminhões costuma incluir coberturas como casco total, responsabilidade civil, roubo/furto, incêndio, danos a terceiros, carga transportada e assistência 24 horas. Além disso, alguns itens costumam exigir avaliação específica, como:
– Valor declarado da carga e anexos de amparo (cadeado, rastreamento, vigilância);
– Histórico de sinistros e de manutenção do veículo;
– Perfil de uso (rota, tipo de carga, taxa de utilização diária);
– Opções de proteção adicionais (proteção de motor, proteção legal, apólice com assistência em viagem).
Para o corretor, entender a leitura da FIPE e cruzar com o estado real do NH-12 ajuda a propor coberturas proporcionais ao risco, evitando tanto subseguro quanto superproteção. Em termos de gestão de risco, vale considerar manter um plano de manutenção preventiva alinhado com as revisões recomendadas pelo fabricante, o que, por sua vez, contribui para manter o valor de revenda estável ao longo do tempo e facilita negociações de seguro com condições mais vantajosas.
Como a gestão de risco e a contratação de seguro ajudam na prática de frotas
Quando uma frota utiliza Volvo NH-12 380 6×4 2p, a composição de seguro pode ser pensada para manter continuidade operacional. A combinação entre um seguro adequado e a filosofia de gestão de risco pode evitar interrupções por imprevistos. Algumas diretrizes úteis incluem: manter registro de manutenções, atualizações de itens de segurança, controle de kilometraje, planejamento de substituição de peças críticas e a implementação de soluções de rastreamento para a frota. Essas práticas ajudam a reduzir a exposição a sinistros e a melhorar a confiabilidade operacional, o que, por consequência, facilita negociações com a seguradora, incluindo a possibilidade de pacotes personalizados com limites apropriados para carga, responsabilidade e custos de reparo.
Em termos de leitura da FIPE, o corretor pode orientar o usuário sobre como interpretar variações sazonais de preço, entendendo que determinadas configurações de motor e câmbio podem estar mais ou menos presentes no mercado, o que impacta o valor de referência. A avaliação de veículo usado envolve não apenas o dado da tabela, mas uma avaliação técnica abrangente que considere a condição do motor, transmissão, sistema de freios, suspensão, carroceria, cabine e acessórios originais.
Para quem está em processo de aquisição ou renovação de frota, compreender esses aspectos facilita a tomada de decisão. A decisão de contratar cada tipo de cobertura — casco, roubo, incêndio, carga e responsabilidade civil — deve refletir o perfil da operação, a criticidade da linha de transporte e a vulnerabilidade de perdas associadas à rota. Em resumo, uma leitura consciente da Tabela FIPE, associada a uma gestão de manutenção proativa, tende a oferecer maior previsibilidade de custos, incluindo o custo total de propriedade ao longo do tempo.
Se o objetivo é proteção contínua, vale considerar a proximidade com especialistas que possam acompanhar a evolução do mercado de caminhões pesados, bem como avaliar propostas de seguro que contemplem as particularidades do NH-12. O objetivo é alcançar equilíbrio entre custo de asseguramento, cobertura necessária e continuidade de operação da frota, sem comprometer o fluxo de caixa da empresa.
Para quem busca proteção completa e personalizada, a GT Seguros oferece soluções de cotação com condições adaptadas ao seu perfil de uso e ao seu negócio. Faça uma cotação com a GT Seguros para ter uma base prática de cobertura alinhada com o Volvo NH-12 380 6×4 2p de 1999 e com as particularidades da sua operação.
