| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 19.242,00 |
| Dez/25 | R$ 19.279,00 |
| Nov/25 | R$ 19.308,00 |
| Out/25 | R$ 19.355,00 |
| Set/25 | R$ 19.418,00 |
| Ago/25 | R$ 19.459,00 |
| Jul/25 | R$ 19.491,00 |
| Jun/25 | R$ 19.511,00 |
| Mai/25 | R$ 19.551,00 |
| Abr/25 | R$ 19.569,00 |
| Mar/25 | R$ 19.376,00 |
| Fev/25 | R$ 19.388,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Alfa Romeo 155 1997 e compreender seu impacto no seguro
A Tabela FIPE é a referência mais utilizada no Brasil para estimar o preço de mercado de veículos. No caso de modelos mais antigos, como o Alfa Romeo 155, ano 1997, ler esse referencial exige atenção especial: o conjunto de fatores que compõem o valor muda conforme a versão, o estado de conservação, a quilometragem, modificações e até o histórico de manutenção. Este artigo, voltado a quem atua no ramo de seguros, busca esclarecer como a Tabela FIPE se aplica a esse exemplar específico da Alfa Romeo, quais versiões estavam disponíveis naquela época e de que maneira esse referencial influencia a avaliação de sinistros, a escolha de coberturas e o planejamento financeiro ligado ao seguro automotivo.
Contexto da Tabela FIPE
A Tabela FIPE é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e atualizada mensalmente com base em transações de venda efetivas, anúncios e dados de mercado. Ela funciona como uma média estatística de valores de mercado para cada modelo, levando em conta a versão, o ano e o tipo de configuração. No entanto, para veículos com idade de duas décadas ou mais, o valor apresentado pela FIPE é apenas uma referência: ele não substitui uma avaliação detalhada do veículo, nem considera peculiaridades que podem influenciar o preço real no momento da venda ou na indenização de um sinistro. Por isso, profissionais de seguro costumam complementar a leitura da FIPE com outros critérios objetivos, como o estado geral do carro, o histórico de revisões, o número de proprietários, as alterações mecânicas e a quilometragem de fábrica ou atual.

No Alfa Romeo 155 1997, a leitura da FIPE requer cuidado especial por envolver versões distintas sob o mesmo teto, cada uma com características de motor, suspensão e acabamento que podem impactar a percepção de valor. É comum encontrar variações significativas entre uma configuração menos equipada e uma versão esportiva mais valorizada pela performance ou pela raridade. Além disso, como o Alfa Romeo é uma marca com apelo emocional e histórico de competição, muitos compradores valorizam itens como o conjunto de freios, a configuração de suspensão esportiva e o acabamento interno, o que pode estimular desequilíbrios entre as leituras da FIPE e o valor percebido pelo comprador ou pela seguradora. Por isso, a compreensão de como o FIPE funciona para esse modelo envolve cruzar dados estatísticos com uma leitura prática do estado do veículo e de suas versões específicas.
Ficha técnica do Alfa Romeo 155 1997
O Alfa Romeo 155 chegou ao Brasil no século XX como um sedan de linhas características da marca italiana, associando desempenho com acabamento europeu. A versão de 1997, último ciclo de produção dessa geração, trazia opções de motorização que contemplavam diferentes perfis de uso — do transporte diário ao prazer de condução em estradas. Abaixo estão os aspectos principais da ficha técnica, apresentados de forma clara e objetiva para orientar avaliações de seguro, negociações com clientes e tomada de decisão sobre coberturas.
Fabricante e modelo: Alfa Romeo 155 (família de modelos de 4 portas, linha de 1992 a 1997, com a última atualização de 1997)
Motorização: diversas opções a gasolina, com injeção eletrônica. Entre as versões mais comuns para o mercado europeu e brasileiro, destacavam-se: 1.7 Twin Spark 8V, 1.8 Twin Spark 16V, 2.0 Twin Spark 16V e a variação aspiracional com motor V6 de 2,5 litros (quando disponível em mercados específicos). Cada versão apresentava características distintas de torque, faixa de rotação útil e resposta de acelerador, o que influenciava o comportamento dinâmico do veículo.
Transmissão: manual de 5 velocidades ou automática de 4 a 5 velocidades, conforme a versão e o mercado. A presença de câmbio automático era especialmente valorizada por quem buscava conforto de uso diário, enquanto o manual era preferido por entusiastas que priorizavam a condução esportiva.
Tração: dianteira, com configuração típica de sedan esportivo da época. A tração dianteira contribuía para o equilíbrio entre comportamento em curva e desempenho em condições urbanas, sendo comum encontrar ajustes de suspensão que privilegiavam a resposta do eixo dianteiro.
Configuração de carroceria: quatro portas, sedan, com espaço interno voltado para conforto de ocupantes e uma linha de teto que reforçava o apelo estético da marca. O design refletia a linguagem italiana de design automotivo, com elementos que buscavam expressar dinamismo sem abrir mão da elegância.
Outros itens relevantes: acabamento interno com materiais que dialogavam com o espírito de carro premium da época, suspensão com foco em equilíbrio entre conforto e desempenho, sistema de freios com opções que variavam conforme a versão, e disponibilidade de opcionais que podiam incluir pacotes esportivos, bancos com apoio lateral reforçado e detalhamento estético específico de determinadas versões.
Sobre a marca Alfa Romeo
A Alfa Romeo é uma marca italiana com mais de um século de tradição no automobilismo e no design automotivo. Fundada na cidade de Milão, a Alfa Romeo consolidou-se como símbolo de estilo, engenharia e paixão por performance. Ao longo dos anos, a marca ficou conhecida pela combinação de motores potentes, chassis bem ajustados e uma identidade visual marcante, que costuma despertar o reconhecimento imediato de entusiastas e colecionadores. O portfólio da Alfa Romeo, especialmente em décadas passadas, foi construído sobre a ideia de oferecer prazer de condução aliado a uma presença de estrada inconfundível, com características que transmitem sentimento de exclusividade. O Alfa Romeo 155, em particular, é lembrado como um exemplar que equilibra a tradição esportiva da marca com a praticidade de um sedã de uso cotidiano, tornando-se, para muitos, uma referência de investimento emocional e técnico. Em termos de seguro, esse conceito de marca pode interferir na percepção de valor, no custo de reposição e na disponibilidade de peças, fatores que as seguradoras precisam considerar ao calibrar coberturas, franquias e condições de
