| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 23.017,00 |
| Dez/25 | R$ 23.061,00 |
| Nov/25 | R$ 23.177,00 |
| Out/25 | R$ 23.233,00 |
| Set/25 | R$ 23.308,00 |
| Ago/25 | R$ 22.773,00 |
| Jul/25 | R$ 22.810,00 |
| Jun/25 | R$ 22.834,00 |
| Mai/25 | R$ 22.884,00 |
| Abr/25 | R$ 22.999,00 |
| Mar/25 | R$ 23.035,00 |
| Fev/25 | R$ 23.050,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para a Vespa GTS/Super/Super Sport 250 i.e 2011 e as implicações para o seguro
A Tabela FIPE é referência amplamente adotada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, sejam carros, motos ou scooters. Quando se trata de uma Vespa GTS/Super/Super Sport 250 i.e 2011, entender como a FIPE funciona ajuda proprietários e corretores a avaliar o valor de reposição, o valor para indenização em caso de sinistro e até mesmo a composição de coberturas no seguro. Este artigo guia você pelo funcionamento da tabela, pelo que caracteriza a linha Vespa GTS 250 i.e 2011 e pelas implicações práticas para quem busca proteção financeira para um modelo icônico da Piaggio.
A Vespa, símbolo de design italiano e engenharia urbanística, carrega uma história que atravessa décadas. Criada pela Piaggio com ares de elegância e funcionalidade, a Vespa não é apenas um veículo, mas uma expressão cultural. Entre as opções da linha GTS, a versão 250 i.e 2011 representou o equilíbrio entre performance, conforto de pilotagem e capacidade de uso diário na cidade. Quando se analisa a Tabela FIPE para esse conjunto, é essencial considerar não apenas o ano de fabricação, mas também o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção e os acessórios instalados, que podem influenciar o valor de referência utilizado por seguradoras e compradores.

Contexto da marca e da linha Vespa GTS 250 i.e 2011
A marca Vespa se consolidou como sinônimo de mobilidade com estilo desde a sua origem. A Piaggio desenvolveu a linha GTS para oferecer maior potência, conforto e estabilidade, mantendo o espírito ágil das scooters de uso urbano. Em 2011, a “GTS” já era reconhecida por seu conjunto motor-dinâmica que favorecia deslocamentos diários com mais conforto em vias congestionadas, além de uma estética que mescla tradição e modernidade. O conjunto “GTS/Super/Super Sport 250 i.e” representa variações dentro da mesma família, que priorizam diferentes perfis de uso: a GTS, mais voltada para o dia a dia com foco em comodidade; a Super, que pode trazer itens de conforto premium; e a Super Sport, com um toque de apelo esportivo sem abrir mão da praticidade de cidade. Essa diversidade influencia a avaliação FIPE, pois pequenas variações entre versões podem impactar o posicionamento de preço de referência entre modelos com ano e condição semelhantes.
Para o corretor e o proprietário, compreender a identidade da Vespa nessa linha ajuda a enquadrar o valor de preço pelo FIPE com a configuração correta. Fatores como a presença de itens adicionais (baú, protetores de mão, tomadas auxiliares, áreas de acabamento em roxo, grafismos específicos) podem alterar a percepção de valor entre uma unidade com menos acessórios e outra com equipamento extra. Além disso, histórico de manutenção, estado da pintura e quilometragem afetam a avaliação de mercado, servindo como base para negociação de seguro, venda ou troca com maior probabilidade de refletir o valor real de reposição para o veículo.
A seguir, apresentamos uma ficha técnica resumida para a Vespa GTS 250 i.e 2011 e, em seguida, explicamos como a Tabela FIPE é aplicada no seguro e na gestão de riscos para esse modelo.
- Estilo e uso: Scooter urbano com foco em conforto, praticidade e estilo característico da marca
- Versões: GTS, Super e Super Sport 250 i.e (2011), com variações em acabamento e itens de série
- Conectividade e acessórios: opções de baú, protetores de mão, tampas cromadas e kits de personalização
Ficha Técnica da Vespa GTS/Super/Super Sport 250 i.e 2011
Categorias: Veículo tipo scooter urbano com uso predominantemente na cidade, desenhado para deslocamentos diários e rotineiros, com bom equilíbrio entre desempenho e conforto.
Motor: Monocilíndrico, 4 tempos, alimentação por injeção eletrônica com sistema de gestão eletrônica de combustível (EFI). A configuração busca consumo eficiente e resposta estável em acelerações típicas de trânsito urbano.
Cilindrada: Aproximadamente 249 cm³. Essa faixa de cubo permite boa capacidade de retomadas e conforto de condução em ladeiras urbanas, sem abrir mão da agilidade típica de uma scooter de 12 polegadas na roda dianteira.
Potência e torque: Potência próxima de 22 cv (aprox. 16 kW) a rotações em torno de 7.000 rpm, com torque maximo na casa dos 20–23 Nm em faixas de 5.000–6.000 rpm. Esses números refletem a ideia de desempenho suficiente para bem trafegar entre carros e sem perder o tom de condução serena característico da Vespa.
Transmissão: CVT com correia, proporcionando condução suave e contínua no trânsito urbano. O sistema reduz a necessidade de trocas manuais de marchas, mantendo a pilotagem simples para quem utiliza a scooter diariamente.
Refrigeração: Sistema de refrigeração líquida (quando presente na configuração 250 i.e na época), contribuindo para manter a temperatura estável em uso prolongado, especialmente em climas quentes ou trajetos com subida de ladeiras. A refrigeração líquida também ajuda a manter limites de emissões sob controle durante a operação de maior potência.
Alimentação: Injeção eletrônica, com sensores que ajudam a manter a mistura ar/combustível adequada para diferentes condições de pilotagem e temperatura, resultando em melhor eficiência de combustível e menores emissões para o segmento.
Suspensão: Dianteira com garfo telescópico e traseira com braço oscilante e dois amortecedores. Esse conjunto oferece conforto de marcha com boa estabilidade, adaptando-se a irregularidades de vias brasileiras sem comprometer a experiência de pilotagem.
Freios: Disco dianteiro e disco traseiro. Em alguns pacotes, pode haver opção de ABS (sistema de antibloqueio) para maior controle em frenagens de emergência; trata-se de um recurso adicional que pode influenciar o valor de reposição ou de seguro dependendo da configuração original do veículo.
Capacidade de combustível: Em torno de 8 litros, com eficiência de consumo que favorece trajetos urbanos curtos e médios. O volume de tanque impacta a autonomia entre recargas, um fator relevante para quem utiliza a Vespa como principal meio de deslocamento diário.
Peso: Em ordem de marcha, o peso fica próximo de 150–160 kg, dependendo da versão, acessórios e do estado de conservação. Este peso influencia o comportamento em curva, o conforto do motorista e, claro, a avaliação de seguros, já que o peso operacional consta nos dados de identificação do veículo para a seguradora.
Dimensões e gráfico de uso: Comprimento aproximado de 1,90–1,92 m, largura em torno de 0,75 m e altura total que permite boa visibilidade do motorista. O entre-eixos é projetado para estabilidade em ruas urbanas, ao mesmo tempo em que facilita a condução com uma posição de pilotagem ergonômica. A altura do assento fica na faixa de 0,79–0,80 m, o que favorece uma condução confortável para diversos tipos de corpo.
Rodas: Rodas de 12 polegadas, com pneu dianteiro e traseiro compatíveis com o perfil urbano da Vespa. A configuração de roda pequena favorece agilidade no tráfego, manobrabilidade em vagas curtas e capacidade de resposta rápida na condução diária.
Equipamentos e segurança: Dependendo da versão, pode incluir itens como iluminação moderna, painel análogo/digital com informações essenciais (velocidade, odômetro, consumo aproximado), tomada/porta USB para dispositivos móveis, e baú traseiro que amplia a capacidade de bagagem para deslocamentos curtos. A disponibilidade de ABS, controle de tração ou modos de condução varia conforme o pacote escolhido pela fábrica para o ano-modelo específico.
Resumo de uso e manutenção: A Vespa GTS 250 i.e 2011 requer manutenção periódica para manter a performance desejada, incluindo a verificação de óleo
