| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 6.176,00 |
| Dez/25 | R$ 6.188,00 |
| Nov/25 | R$ 6.198,00 |
| Out/25 | R$ 6.213,00 |
| Set/25 | R$ 6.233,00 |
| Ago/25 | R$ 6.247,00 |
| Jul/25 | R$ 6.258,00 |
| Jun/25 | R$ 6.265,00 |
| Mai/25 | R$ 6.278,00 |
| Abr/25 | R$ 6.284,00 |
| Mar/25 | R$ 6.294,00 |
| Fev/25 | R$ 6.298,00 |
Como interpretar a referência FIPE para o Daihatsu Charade Sedan 1.3i 16V 1995
Quando se fala em seguro de automóveis usados, a Tabela FIPE é uma das referências mais usadas no Brasil para estimar o valor de mercado de um veículo. Para modelos que já estão há décadas na frota, como o Daihatsu Charade Sedan 1.3i 16V de 1995, entender como a FIPE chega aos números e quais impactos isso tem no cálculo de prêmio é essencial. Este artigo traz uma leitura educativa sobre a Tabela FIPE aplicada ao Charade, além de apresentar a ficha técnica do carro, informações sobre a marca e orientações para facilitar a avaliação pelo seguro. O objetivo é oferecer uma visão clara para proprietários, corretoras e leitores interessados em proteger um veículo clássico ou de uso diário, sem abrir mão da precisão e da transparência no processo de cotação.
Contexto da Tabela FIPE e seu papel na avaliação de seguros
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como um referencial mensal para o valor de mercado de automóveis usados no Brasil. Ela coleta dados de venda de veículos seminovos e usados em diferentes regiões, consolidando uma faixa de valores que facilita a comparação entre anunciantes, lojas e seguradoras. No contexto de seguros, o valor tabulado pela FIPE é usado para calcular o chamado “valor de mercado somado” ou, em alguns casos, o valor de reposição. Ele influencia diretamente o valor segurado, o prêmio cobrado e, em certas situações, o limite máximo indenizável em caso de sinistro, conforme as regras da seguradora e o tipo de coberturas contratadas.

Para carros como o Daihatsu Charade Sedan 1.3i 16V 1995, a FIPE pode apresentar variações relevantes entre diferentes versões, estados de conservação e quilometragem. Veículos com histórico de conservação, revisão em dia e originais podem apresentar valores diferentes daqueles que passaram por modificações significativas, sofreram colisões ou apresentaram avarias estruturais não reparadas com qualidade. Além disso, atualizações anuais da tabela levam em conta aspectos macroeconômicos, como inflação, custo de reposição de peças e disponibilidade de veículos no mercado de usados. Por isso, entender a origem dos números ajuda o leitor a interpretar a cotação de seguro com mais segurança e evita surpresas no momento de acionar a apólice.
Vale destacar que, embora a FIPE seja amplamente utilizada, as seguradoras geralmente também consideram o uso real do veículo, o perfil do condutor, o histórico de sinistros, o local de circulação e o tipo de cobertura. Em alguns casos, para veículos mais antigos ou com menor disponibilidade de peças originais, o valor segurado pode receber ajustes conforme o contrato, ficando claro que a FIPE é um ponto de referência, não uma regra absoluta. Por isso, ao buscar uma cotação, é recomendável alinhar com o corretor quais são os cenários de avaliação adotados pela seguradora escolhida.
Ficha técnica do Daihatsu Charade Sedan 1.3i 16V 1995
Abaixo está a ficha técnica do Daihatsu Charade Sedan 1.3i 16V 1995, reunindo informações-chave para quem busca compreender o comportamento do veículo, seu consumo, desempenho e características mecânicas. Os dados são representativos do modelo da época e podem sofrer pequenas variações entre unidades fornecidas no mercado brasileiro e versões locais.
- Motor: gasolina, 4 cilindros, 1.3 litros (aprox. 1.299 cm³); configuração 16V.
- Potência: aproximadamente 85–90 cv de potência máxima, variando conforme a versão e o sistema de alimentação de combustível.
- Transmissão: manual de 5 marchas; tração dianteira (FWD).
- Dimensões e peso: comprimento em torno de 3,75 m; largura próxima a 1,60 m; altura aproximada de 1,40 m; peso em faixa de aproximadamente 850–950 kg, dependendo da configuração e do estado de conservação.
Outros elementos relevantes que costumam interessar proprietários e seguradoras são o tamanho do tanque de combustível, a capacidade do porta-malas e o chassis. No Charade 1995, é comum encontrar um tanque de combustível com capacidade em torno de 40 litros, porta-malas com capacidade adequada a uma família pequena ou uso urbano, e uma plataforma que prioriza a praticidade e o baixo impacto de manutenção dentro de um segmento de carros compactos da época. Vale notar que essas especificações proporcionam suporte à avaliação de seguro, já que itens como motor, transmissão e chassis influenciam o custo de reparo ou reposição de peças originais.
Além disso, a idade do veículo é um fator determinante para o seguro: carros com 25 anos ou mais podem ter regras específicas em determinadas seguradoras, incluindo possibilidades de apólice com coberturas diferenciadas para peças de reposição, valor de indenização compatível com o mercado, e a necessidade de inspeção periódica para manter a cobertura vigente. Embora a Tabela FIPE ajude a estimar o valor de mercado, cada contrato pode prever ajustes conforme o perfil do proprietário, o uso do veículo (residencial, trabalho ou lazer) e o histórico de sinistros. Por isso, manter a documentação em dia, com manutenções registradas, facilita a negociação com a seguradora.
Daihatsu: uma marca com foco em simplicidade e confiabilidade
Fundada no Japão, a Daihatsu é reconhecida historicamente por oferecer veículos compactos e práticos, com foco em eficiência de combustível e facilidade de manutenção. A marca tem uma tradição de desenvolver carros que atendem ao uso urbano com custos de propriedade relativamente contidos, o que a torna atraente para quem busca um automóvel acessível, ágil para o trânsito das grandes cidades e com manutenção menos complexa em termos de peças. Embora não esteja entre as marcas de maior volume no Brasil, o Charade carrega traços característicos da filosofia da Daihatsu: confiabilidade mecânica básica, desenho simples, componentes acessíveis e facilidade de reparo em oficinas comuns. Esses atributos costumam ser valorizados por proprietários que desejam um veículo funcional para deslocamentos diários, sem exigir alto investimento em tecnologia de ponta ou em sistemas caros de eletrônica automotiva.
Ao considerar a marca para uma avaliação de seguro, fatores como disponibilidade de peças, rede de assistência técnica, histórico de recalls e suporte de garantia (quando aplicável) entram na equação. No caso do Charade 1995, a familiaridade com o modelo e a disponibilidade de peças originais ou substitutas compatíveis podem influenciar o custo de reparo em caso de sinistro. Além disso, o papel da marca na percepção de risco por parte das seguradoras pode variar conforme o histórico de confiabilidade dentro da frota brasileira. Ter claro esse panorama ajuda o proprietário a explicar o estado do carro ao corretor, esclarecendo por que um exemplar específico pode ter valores de reparo diferentes de outros da mesma linha.
Como a FIPE influencia na cotação de seguros do Charade
O valor FIPE, quando aplicado à cotação de seguro, funciona como uma referência para definir o “valor de mercado” do veículo. Esse valor é determinante para o cálculo do prêmio em coberturas que envolvem indenização integral, reposição e indenização de terceiros. Em termos práticos, quanto maior o valor FIPE atribuído ao Charade 1995, maior tende a ser o valor segurado e, por consequência, o prêmio da apólice, desde que as coberturas escolhidas acompanhem esse nível de proteção. No entanto, é comum que seguradoras utilizem uma combinação de fatores para chegar ao preço final da proteção, incluindo:
- Idade do veículo e tempo de uso: veículos antigos costumam ter opções mais simples de cobertura e, por vezes, menor valor segurado, se não houver necessidade de reposição integral.
- Histórico de sinistros e uso atual: um carro com histórico de colisões ou avarias recorrentes pode ter prêmios mais elevados ou restrições de cobertura.
- Estado de conservação e manutenção: veículos bem mantidos, com histórico completo de revisões, tendem a apresentar prêmios mais estáveis ao longo do tempo.
- Tipo de cobertura escolhida: seguro com proteção total, terceiros, incêndio, roubo, guincho e acessórios podem alterar o valor final do prêmio independentemente do FIPE.
Para proprietários do Charade, entender esse mecanismo ajuda a alinhar expectativas. Em muitos cenários, a FIPE serve como um ponto de referência, mas o contrato de seguro pode oferecer opções de cobertura que valorizam não apenas o valor de mercado, mas também a disponibilidade de peças, custo de mão de obra e a probabilidade de reposição rápida em caso de sinistro. Isso é particularmente relevante para modelos mais antigos, onde a disponibilidade de peças pode influenciar o custo de reparo ou até a viabilidade de reposição de componentes originais.
Em termos práticos, ao solicitar uma cotação, vale ter em mãos informações da manutenção recente, histórico de proprietários anteriores (quando disponível), quilometragem atual e uso típico do Charade. Esses dados ajudam o corretor a calibrar a cobertura de forma mais precisa, garantindo proteção adequada sem pagar por recursos desnecessários. Por fim, lembre-se de que a FIPE é uma referência útil, mas não é o único determinante do valor segurado; o objetivo da seguradora é oferecer uma cobertura que reflita o risco real do veículo no uso cotidiano do proprietário.
Boas práticas para proteção e conservação do Charade 1995
Para quem possui ou pretende adquirir o Daihatsu Charade Sedan 1.3i 16V 1995, algumas práticas simples podem ajudar não apenas a manter o veículo em bom estado, mas também a otimizar o custo do seguro ao longo do tempo. Abaixo, apresento diretrizes úteis para quem deseja equilibrar valor de mercado, confiabilidade e proteção financeira:
1) Mantenha o histórico de manutenção atualizado e documentado. Reúna notas fiscais, recibos de revisões e trocas de peças originais. A documentação de boa manutenção é um forte indicativo de menor risco para seguradoras e pode favorecer condições de prêmio mais estáveis.
2) Preserve as peças originais sempre que possível. Em carros mais antigos, peças originais ou compatíveis de qualidade tendem a ter melhor disponibilidade de reposição e menor custo de reparo, o que facilita a relação custo-benefício do seguro em caso de sinistro.
3) Invista em itens básicos de segurança. Alarme compatível, sistema de imobilização e, se possível, cadeado de roda ajudam a reduzir riscos de roubo ou danos, aspectos que as seguradoras costumam levar em conta ao calcular o prêmio.
4) Adote um uso consciente do veículo. Reduza o tempo de circulação em locais de alto risco, mantenha o veículo estacionado em áreas seguras e, quando possível, utilize garagens ou bairros com menor incidência de sinistros. Um uso mais previsível pode favorecer condições mais estáveis de seguro.
5) Revise o contrato com periodicidade. Conforme o carro envelhece, pode haver mudanças na política da seguradora. Realizar revisões anuais ou semestrais da cobertura ajuda a manter a proteção alinhada ao valor de FIPE, ao estado do veículo e às suas necessidades pessoais.
Com esses cuidados, o Charade pode manter uma proteção adequada sem surpresas ao acionar a cobertura. Além disso, manter uma linha de comunicação clara com o corretor facilita a correta avaliação do valor de mercado no momento de renovação da apólice. O objetivo é que a FIPE continue servindo como referência, enquanto a seguradora oferece a melhor combinação entre custo do prêmio, cobertura e tranquilidade para o proprietário.
Se você está em busca de uma solução de proteção que considere as particularidades de um Daihatsu Charade Sedan 1.3i 16V 1995, a GT Seguros está preparada para oferecer opções de cotação que contemplam o valor de mercado indicado pela FIPE, bem como as especificidades de um veículo de uso urbano, com manutenção e peças acessíveis. Uma cotação simples pode esclarecer todas as possibilidades de coberturas, franquias e limites, ajudando você a escolher a proteção mais adequada para o seu perfil.
Para facilitar a proteção do seu Charade, faça já uma cotação com a GT Seguros.
