Valor FIPE Atual
R$ 127.392,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516086-3
Ano: 2005-3
MêsPreço
Jan/26R$ 127.392,00
Dez/25R$ 127.635,00
Nov/25R$ 127.827,00
Out/25R$ 128.135,00
Set/25R$ 128.547,00
Ago/25R$ 128.818,00
Jul/25R$ 129.025,00
Jun/25R$ 129.155,00
Mai/25R$ 129.414,00
Abr/25R$ 134.108,00
Mar/25R$ 134.310,00
Fev/25R$ 134.391,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões pesados como o Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005. Para corretoras de seguros, entender como essa tabela funciona é essencial para calibrar propostas, indenizações e cenários de renovação de apólice. Este conteúdo aborda a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do veículo, a leitura de valores e a forma como a marca Volvo se posiciona no mercado de caminhões, com foco específico no modelo citado. Ao longo do texto, vamos manter o tema central — a Tabela FIPE vinculada ao Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005 — sem extrapolar para assuntos genéricos, de forma educativa e prática para profissionais de seguros e proprietários de frotas.

O que é a Tabela FIPE e como ela conecta com o seguro de caminhões

A FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, mantém uma base de dados que consolida valores médios de veículos usados a partir de transações reais. Para caminhões, esse referencial é especialmente útil porque o seguro não trabalha apenas com o preço de aquisição, mas com o valor de reposição ou de indenização em caso de perda total, danos parciais ou roubo. Assim, a Tabela FIPE funciona como uma referência de “valor de mercado” que orienta as seguradoras no cálculo de prêmio, indenização e depreciação ao longo do tempo. Ao consultar a Tabela FIPE para o Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005, a análise toma como base o estado do veículo, a configuração da carroceria (no caso, veículo de carga com eixo 6×2 e duas rodas motrizes), a idade do modelo e as particularidades da versão escolhida. É comum que corretores de seguros utilizem o FIPE como referência inicial, complementando com ajustes promovidos pela concessionária, oficina, quilometragem, histórico de sinistros, uso da frota e condições de conservação.

Tabela FIPE VOLVO FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005

Alguns pontos importantes sobre a aplicação da FIPE em seguros de caminhões:

  • A atualização é mensal. Isso permite refletir variações de mercado, diferenças regionais e mudanças no valor de reposição de componentes pesados ao longo do tempo.
  • A leitura do código FIPE depende da especificação exata do veículo — ano de fabricação, versão, tipo de carroceria e configuração (por exemplo, 6×2 2p). Caminhões com a mesma denominação de modelo podem apresentar variações de valor entre diferentes configurações.
  • O FIPE serve como referência para indenização em caso de sinistro total, mas a apólice pode prever bases diferentes (valor de reposição, valor de venda etc.), conforme o contrato assinado.
  • Na prática, a seguradora costuma usar o FIPE como ponto de partida para a avaliação, ajustando com base no estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e apólice contratada (capacidade de garantia, franquias e coberturas adicionais).

Para profissionais de seguros, entender esses três pilares — atualizações mensais, detalhes da configuração do veículo e os ajustes que ocorrem na prática de seguro — facilita a precificação, a gestão de risco e a comunicação com clientes que operam frotas com caminhões Volvo. No caso específico do Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005, a leitura da FIPE depende da correta identificação da versão, pois pequenas diferenças entre equipamento (suspensão, cabine, tanque, entre-eixos) podem gerar variações no valor de referência.

Ficha técnica do Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005

A seguir, uma síntese da ficha técnica típica associada ao Volvo FM-12 340 com configuração 6×2 2p, ano de fabricação 2005, utilizado como base de referência para a Tabela FIPE e para avaliações de seguro. Vale lembrar que a variação de carroceria e de opcionais pode alterar alguns números específicos em cada unidade, mas os itens apresentados ajudam a compreender o conjunto mínimo de informações que impactam a avaliação de valor e de risco.

  • Motor e desempenho: motor a diesel de 12,1 litros, com potência nominal de 340 cv, torque próximo de 1.600 Nm. Este conjunto proporciona força suficiente para operações de distribuição de carga pesada, longas jornadas e tracionamento de semirreboques em rotas de média e alta demanda.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 12 marchas, com configuração de tração 6×2, ou seja, dois eixos traseiros com tração e isolamento entre o eixo próprio e o eixo auxiliar (tag). A configuração 6×2 favorece a capacidade de carga e a estabilidade em terrenos desafiadores, comuns em longo alcance e áreas de carga industrial.
  • Dimensões, peso e capacidade: peso bruto total permitido em torno de 32.000 kg, com peso vazio variável conforme carroceria e equipamentos adicionais. A capacidade de carga útil pode chegar a aproximadamente 23.000 a 24.000 kg, dependendo da configuração da what há no chassi, sistema de suspensão e componentes de proteção. Comprimentos geralmente compatíveis com cabina de longo alcance, com entre-eixos ajustáveis conforme necessidade operacional e espaço de escritório de cabine.
  • Sistema de freios, segurança e cabine: presença de freios com assistência elétrica e mecânica, possivelmente com ABs/EBs (versões modernas), além de cabina projetada para conforto do motorista em turnos prolongados, com suspensão de assento, controle de climática e ergonomia de condução. A suspensão pode combinar elementos de molas com amortecedores de última geração para reduzir impactos em vias com pavimento irregular. Em termos de segurança, elementos como controle de estabilidade (quando disponível), sistemas de retenção e sinalização compatíveis com as exigências de cada região costumam fazer parte de versões bem equipadas.

Essa ficha técnica resume os fatores que influenciam o custo de aquisição, a depreciação ao longo do tempo e, consequentemente, o ajuste de seguro com base no valor de mercado. Quando se compara a FIPE com a ficha real de uma unidade específica, é comum que o valor da seguradora considere o estado físico, a manutenção preventiva e a quilometragem mais relevantes para o cálculo de indenização ou de cobertura. Em operações com frota, várias máquinas Volvo FM-12 podem ter variações mínimas entre si, mas o parâmetro do FIPE ajuda a padronizar a avaliação de referência para o conjunto da frota.

Volvo: qualidade de marca, reputação e impacto no mercado de caminhões

A Volvo tem uma presença consolidada no segmento de caminhões pesados, com uma reputação construída em décadas de atuação no transporte de cargas. A marca é associada a: durabilidade, desempenho estável em longas jornadas, robustez do chassi e fácil disponibilidade de peças e suporte técnico. O FM-12, em particular, é visto como uma linha robusta que atende, com variantes, desde operação de distribuição até aplicações de transporte de cargas de maior peso. A arquitetura do motor, combinada com opções de transmissão e chassis, oferece versatilidade para diferentes tipos de carroceria — caixas frigoríficas, plataformas, carrocerias tanques, entre outras. Além disso, a Volvo historicamente investe em sistemas de segurança e conforto do motorista, o que influencia não apenas a experiência de condução, mas também a percepção de risco para seguradoras e proprietários de frotas.

Para operações de frota, esses atributos têm impacto direto na gestão de custos, incluindo seguros. Um veículo com boa manutenção, histórico de revisões regularizados e reserva adequada para peças tende a apresentar menor probabilidade de falhas graves, o que, por consequência, pode favorecer condições de prêmio mais estáveis e competitivas ao longo do tempo. A escolha de um modelo como o FM-12 340 6×2 2p, dentro do portfólio Volvo, também se beneficia de redes de serviço amplas, com disponibilidade de peças originais, treinamentos técnicos para a equipe de manutenção e suporte em todo o território — fatores que influenciam o custo total de propriedade e, por consequência, o ajuste nas apólices de seguro de caminhões.

Como interpretar a FIPE e aplicar na apólice de seguros

Para interpretá-la de forma prática, siga estes pontos ao lidar com a Tabela FIPE no contexto de seguros de caminhões, incluindo o Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005:

1) Identifique a versão correta do veículo: certifique-se de selecionar o código que melhor representa a configuração da unidade — incluindo a cabine, o tipo de carroceria (se disponível), o número de eixos e a disposição de tração. Mesmo pequenas variações entre as versões podem alterar significativamente o valor de referência na FIPE. O objetivo é alinhar a leitura da tabela com a realidade operacional da máquina que será segurada.

2) Considere a idade e o estado atual do veículo: o FIPE é uma referência de mercado, não o custo exato de reposição para aquela unidade específica. Crianças de manutenção, condições internas, quilometragem, histórico de sinistros e adequação a padrões de segurança podem ajustar o valor de indenização. Em seguros, isso se traduz em práticas de subscrição que valorizam o veículo de forma condizente com o que ele realmente representa hoje, não apenas com o que era no momento da compra.

3) Use o FIPE como base, não como única decisão: a Tabela FIPE oferece um ponto de partida para o valor de mercado, e muitos contratos de seguro incluem cláusulas que ajustam esse valor com base em acordo entre segurado e seguradora. Em frota, isso facilita a previsibilidade de custos, mas vale confirmar as coberturas adicionais (danos parciais, roubo, incêndio, responsabilidade civil, assistência, etc.) que podem influenciar no prêmio final.

4) Relacione o FIPE com a gestão de sinistros: em cenários de sinistro, o valor FIPE serve como referência para reposição de ativos ou indenização parcial. Em caminhões, a determinação de substituição envolve também fatores práticos, como disponibilidade de peças, prazo de entrega e logística de reposição sobre a frota. Um planejamento de seguro bem alinhado com o FIPE facilita decisões rápidas e menos onerosas durante o processo de sinistro.

Ao aplicar essas diretrizes ao Volvo FM-12 340 6×2 2p (diesel) 2005, corretores e gestores de frotas ganham uma visão mais clara de como o valor de referência impacta na composição do prêmio, no índice de indenização e no planejamento de contingência. A leitura cuidadosa do código da FIPE correspondente ao veículo e a compreensão de que o valor é uma referência de mercado — sujeita a ajustes — ajudam a construir uma apólice mais alinhada com a realidade operacional da frota.

Resumo prático para gestão de frotas e decisões de seguro

Para quem gerencia frotas com caminhões Volvo e busca alinhar o seguro com a realidade do veículo, estas práticas ajudam a tornar o processo mais assertivo:

• Mantenha atualizado o estado de conservação dos caminhões, com registro de manutenções, peças originais e histórico de revisões. Isso facilita a leitura da FIPE pela seguradora e pode influenciar positivamente o prêmio.

• Compare as variações de valor entre diferentes anos-modelo, especialmente quando a frota inclui unidades com o mesmo modelo