Valor FIPE Atual
R$ 70.106,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 504046-9
Ano: 1998-3
MêsPreço
Jan/26R$ 70.106,00
Dez/25R$ 69.412,00
Nov/25R$ 70.829,00
Out/25R$ 71.000,00
Set/25R$ 71.228,00
Ago/25R$ 71.378,00
Jul/25R$ 71.744,00
Jun/25R$ 73.209,00
Mai/25R$ 73.356,00
Abr/25R$ 74.854,00
Mar/25R$ 76.382,00
Fev/25R$ 77.941,00

Entenda como a Tabela FIPE orienta o seguro do Ford Cargo 2425 com 3 eixos, 2 portas a diesel (1998)

Contexto: o que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de caminhões

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, desempenha um papel central na precificação de seguros de veículos, inclusive caminhões de grande porte. Para empresas de transporte e para corretoras de seguros, entender como esse instrumento funciona ajuda a avaliar o valor segurado com mais consistência, evitar sub ou superseguro e, principalmente, manter a boa relação entre coberturas, franquias e prêmio anual. Mesmo quando lidamos com modelos clássicos como o Ford Cargo 2425, com três eixos e configuração diesel de 1998, a tabela serve como referência padronizada para estimar o valor de reposição ou de mercado do veículo utilizado na frota. O objetivo é refletir a realidade de uso, considerações de desvalorização ao longo dos anos e as variantes de configuração que influenciam o risco envolvido. Além disso, a FIPE fornece dados que ajudam as seguradoras a calibrar coberturas específicas para caminhões, como proteção contra roubo, colisões, incêndios e responsabilidade civil, sempre alinhadas às necessidades de quem transporta cargas, em especial aquelas com exigências regulatórias rigorosas de frota e de documentação. Com isso, o segurado tem mais clareza sobre o que está contratando e a corretora pode propor pacotes de seguro adequados ao perfil operacional da empresa.

Ficha técnica do Ford Cargo 2425 3-Eixos 2p Diesel 1998

Abaixo apresentamos uma síntese técnica do veículo objeto da tabela FIPE em foco. Vale lembrar que a configuração real pode variar conforme o veículo específico, mas os itens listados refletem características comuns desse conjunto na virada dos anos 1990, quando o Cargo consolidou-se como solução robusta para transportes de média e grande capacidade. A ficha técnica aqui descrita facilita compreender os pontos que influenciam o seguro, como potência, torque, tipo de motor e chassis, entre outros elementos críticos para avaliação de risco, prêmios e coberturas.

Tabela FIPE FORD CARGO 2425 3-Eixos 2p (diesel) 1998
  • Motor: Diesel de seis cilindros em linha, com deslocamento típico entre 9,0 e 10,5 litros; potência nominal entre 250 e 320 cv, dependendo da calibração de fábrica, com torque entre aproximadamente 900 e 1200 Nm, variando pela configuração específica do propulsor e do ajuste de torque.
  • Transmissão: Manual, com faixa de 9 a 12 marchas, projetada para lidar com cargas pesadas e regime de trabalho típico de frota de transporte de carga. Sistema de embreagem robusto para suportar torque elevado durante acelerações com peso máximo.
  • Tração e chassis: Configuração de três eixos com tração 6×4, típico de caminhões destinados a volumosa capacidade de carga e boa distribuição de peso. Cabine simples ou meia-cabina, chassi reforçado para aplicações de transporte de longo curso e operações urbanas com manobras frequentes de carga.
  • Capacidade e dimensões básicas: PBT (peso bruto total) ao redor de 24 toneladas, refletindo a finalidade de transporte de carga de médio a pesado. Reservatórios de combustível com capacidade que varia de acordo com a configuração, geralmente entre 200 e 300 litros, contribuindo para autonomia em trajetos longos, com opções de tanques adicionais conforme a necessidade de operação de frota.

A marca Ford e o legado dos caminhões no Brasil

A Ford Motor Company tem uma presença histórica no segmento automotivo brasileiro, incluindo a linha de caminhões cargo que acompanhou o crescimento do transporte rodoviário de cargas desde as décadas anteriores. A incursão da Ford no Brasil com veículos comerciais, como o Cargo, foi marcada pela ênfase em robustez, disponibilidade de peças, rede de assistência técnica e capacidade de resposta para frotas que exigem operação contínua e confiabilidade. O Cargo, em particular, consolidou-se como uma solução versátil para transports de carga, trabalhando em operações urbanas e rodoviárias, atendendo desde entregas de médio porte até serviços de logística intermunicipal. Ao longo dos anos, a marca procurou equilibrar custo-benefício, durabilidade e facilidade de manutenção, fatores que costumam influenciar diretamente a avaliação de risco na seguradora, bem como a decisão de contratação de coberturas adicionais, como proteção contra danos à carga, guinchos, assistência 24 horas e responsabilidade civil. Além disso, a rede de concessionárias e oficinas autorizadas, bem como a disponibilidade de peças originais, favorece a gestão de sinistros e a recuperação de ativos após eventual ocorrência de acidente, roubos ou quebras. Este histórico de confiabilidade não apenas respalda a confiança na marca entre empresas de transporte, como também contribui para decisões de seguro mais bem fundamentadas no que tange a riscos operacionais, manutenção preventiva e programação de substituição de veículos no parque de frota.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro de caminhões

A relação entre a Tabela FIPE e o seguro de caminhões envolve a calibração de diversos fatores que compõem o pacote de proteção a frota. Ao considerar um veículo como o Ford Cargo 2425, com dados constantes na tabela, as seguradoras analisam o valor de referência para determinar o prêmio correspondente ao período de vigência do seguro, bem como as coberturas adequadas para o perfil de operação. A seguir, destacam-se aspectos relevantes de como a FIPE impacta esse processo, sem entrar em fachadas técnicas desnecessárias, mas com o foco prático para quem gerencia uma frota ou atua como corretor de seguros:

Primeiro, a FIPE serve como base para o ajuste do valor segurado. Em linhas gerais, o valor segurado precisa refletir o custo atual de reposição ou de mercado do veículo, o que influencia diretamente o prêmio. Em caminhões de 1998 como o Cargo 2425, o desgaste de componentes, a depreciação e as particularidades de uso (distâncias percorridas, regimes de operação) são levados em conta para que o seguro cubra não apenas o veículo, mas também as necessidades da frota ao longo do tempo. Em termos práticos, manter a referência da FIPE atualizada ajuda a evitar situações de subseguro, onde a indenização seria insuficiente para repor o veículo, ou de superseguro, que aumenta desnecessariamente o custo do prêmio.

Segundo, a FIPE influencia na avaliação de risco para coberturas adicionais. Roubos, furtos, colisões, incêndios e danos à carga são eventos que variam de acordo com o valor do veículo e o nível de exposição ao risco. Um caminhão com maior valor de reposição merece proteção mais abrangente, inclusive com opções de proteção de motor, carroceria e itens acessórios. Já veículos com menor valor de reposição podem ter pacotes mais enxutos, desde que atendam as necessidades operacionais da frota. A FIPE, nesse ponto, atua como guia objetivo para o espanhol de riscos, alinhando as expectativas do segurado com o que a seguradora considera adequado para cada caso.

Terceiro, a definição de franquias e limites de cobertura pode depender do valor relacionado à referência FIPE. Em veículos com histórico de uso intensivo, o contratante pode negociar condições que promovam equilíbrio entre prêmio e simplificação de sinistros. Por exemplo, comfortar com franquias mais altas pode reduzir o custo anual do seguro, desde que isso não comprometa a capacidade de repor o bem diante de um evento com impacto significativo. A FIPE funciona como âncora nessa negociação, ao esclarecer o que realmente está em jogo no custo de reposição ou reparo.

Quarto, a documentação e as avaliações de risco da frota ganham uma nova lente com a FIPE. Ao longo da vigência do contrato, atualizações de tabela podem exigir readequação do valor segurado, refletindo de forma prática as mudanças no mercado de veículos usados. Assim, o empresário que administra uma frota de Ford Cargo 2425 ganha condições mais transparentes para planejar orçamentos, substituição de ativos e estratégias de investimento em manutenção preventiva. Em resumo, a ligação entre FIPE e seguro não é apenas contábil: é uma ferramenta de gestão de riscos que orienta decisões estratégicas de Frota e de Corretores.

Por fim, vale destacar que a Tabela FIPE não determina sozinha o custo do seguro, mas constitui um referencial sólido que facilita a comunicação entre corretora, seguradora e cliente. Quando o veículo de uma frota é descrito com clareza, incluindo a configuração de três eixos, duas portas e motor diesel de 1998, o cálculo de prêmios tende a ficar mais fiel à realidade operativa do bem. Essa clareza beneficia todas as partes, desde a definição de coberturas até o planejamento de renovação de contratos e a negociação de políticas de proteção de carga e assistência em viagem.

Considerações finais sobre o Ford Cargo 2425 e a proteção da frota

Para a gestão de riscos, compreender a ficha técnica, o legado da marca Ford no Brasil e o papel da Tabela FIPE é fundamental. O Ford Cargo 2425, com três eixos, duas portas e motor diesel, representa um conjunto de atributos que impactam diretamente as necessidades de proteção, manutenção e reposição. A compatibilidade entre o valor de reposição estimado pela FIPE, as coberturas contratadas e as práticas de manutenção da frota define a eficácia do seguro na prática operacional. Além disso, a decisão de investir em proteção adicional — como assistência 24 horas, proteção para a carga, e cobertura para danos a terceiros — deve ser calibrada com base no impacto financeiro real que um sinistro pode provocar, levando em conta o valor que a FIPE sinaliza como referência de mercado para este veículo específico. Em ambientes de transporte com demanda por confiabilidade, rapidez de reparo e disponibilidade de peças, uma linha de seguros bem ajustada se tornou parte integrante da estratégia de gestão de ativos. O objetivo é manter a produtividade da frota, reduzir indisponibilidades por falhas técnicas e assegurar que cada veículo, como o Ford Cargo 2425, tenha suporte adequado para as jornadas diárias de entrega e movimentação de cargas.

Se você está buscando entender melhor como a FIPE impacta as opções de seguro para o Ford Cargo 2425 e quer alinhar cobertura, valor segurado e custos, a recomendação é conversar com uma corretora especializada. Uma avaliação cuidadosa do seu perfil de operação, do parque de veículos e das rotas percorridas pode fazer a diferença entre uma proteção adequada e uma cobertura que não responde às reais necessidades da frota.

Para fechar com segurança e tranquilidade, pense na cotação com a GT Seguros. Uma abordagem personalizada pode ajustar as coberturas exatamente ao seu negócio, levando em conta a realidade da tabela FIPE, as características do Ford Cargo 2425 e o padrão de uso da sua frota. Faça já uma cotação com a GT Seguros.